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WHAT THE FUCK????
mételo, papi, mételo!
foi ingenuidade demais, com certeza.
tudo começou quando as suas amigas te chamaram para uma noite das meninas. e atĂ© aĂ, tudo bem, considerando que o seu namorado nĂŁo Ă© ciumento, possessivo nem nada disso. ele Ă© seguro de si e sabe que vocĂȘ nunca faria nada pelas costas dele. entĂŁo, sim, zero problemas em vocĂȘ sair com as suas amigas.
mas... com uma saia que era basicamente do tamanho de um cinto? sério mesmo?
no começo, vocĂȘ nem achou que fosse acontecer alguma coisa. toda produzida, maquiada e cheirosa, vocĂȘ foi dar um beijo de despedida nele.
â jĂĄ vai? â sentado na frente do computador, todo encolhido numa calça de moletom e casaco com capuz, jobe deu um sorriso fraco â lindo como sempre. virou-se na sua direção, envolvendo a sua cintura com as mĂŁos e te olhando com carinho. â tĂĄ linda, amor. dĂĄ nem vontade de te deixar sair assim.
â eu ficaria, mas jĂĄ desmarquei com as meninas tantas vezes... â vocĂȘ passou os dedos pelo cabelo dele. sentiu as mĂŁos grandes escorregarem da sua cintura para as suas coxas bem Ă mostra. â eu tĂŽ com saudade delas tambĂ©m.
â Ă©, eu sei.
o rapaz acariciou suas coxas ainda mais, olhando para vocĂȘ com uma expressĂŁo inocente.
e com certeza devia ter previsto o que vinha a seguir.
â mas essa saia nĂŁo tĂĄ curta demais, nĂŁo? â ele te empurrou levemente para trĂĄs para ver melhor de longe. â meu deus, amor.
olhou para baixo, acompanhando-o. as mãos subiram pela saia, expondo sua calcinha de renda. não que precisasse de muito esforço para mostrar alguma coisa ali mesmo.
â jobe!
â que foi? â fazendo-se de sonso, te olhou como se estivesse desacreditado. â eu mal fiz nada. um puxĂŁozinho e olha sĂł... a calcinha inteira de fora. bonitinha, inclusive. eu que te dei.
os dedos dele deslizaram para cima, explorando a renda. nem sabia por que estava deixando (na verdade, sabia muito bem!), ainda mais estando atrasada.
â nĂŁo quero nem imaginar o que esses tarados por aĂ vĂŁo pensar te vendo assim.
o polegar dele pressionou o seu centro, te massageando suavemente por cima do tecido. os olhos brilhantes nĂŁo saĂam da renda. vocĂȘ soltou um suspiro.
â amor, eu tenho queâ
jobe nĂŁo te deixou terminar. em um movimento rĂĄpido, puxou sua calcinha para baixo.
e foi assim que vocĂȘ acabou nessa situação. como Ă© que ia explicar no grupo mais tarde o motivo do cano nas suas amigas?
seu rosto estĂĄ afundado no travesseiro. uma das mĂŁos dele te segura firme pela nuca enquanto a outra agarra seu quadril. sua coluna estĂĄ arqueada, e o pau dele estĂĄ te fodendo, bruto, enfiando fundo num ritmo inacreditĂĄvel. seus gemidos ficam cada vez mais altos a cada estocada, acertando aquele seu pontinho com precisĂŁo total.
â a bonequinha achou mesmo que ia sair com essa saia, nĂ©?
â porra... ah, jobeâ! â vocĂȘ choraminga, revirando os olhos. sente cada centĂmetro dele bem fundo dentro da bucetinha apertada, te destruindo, te puxando cada vez mais para o limite sĂł com a penetração. puta merda, o ciĂșme fica gostoso demais nele. â desculpa, desculpa, desculpaâ
â Ă© bom mesmo â a resposta dele Ă© tĂŁo rĂspido quanto as estocadas. vocĂȘ choraminga mais alto ainda. â uma putinha. Ă© isso que vocĂȘ Ă©, nĂ©? a minha menina linda na verdade Ă© sĂł uma vadiazinha?
â nĂŁo, euâ
â entĂŁo por que cĂȘ ia sair vestida desse jeito, hm? queria outros caras olhando para o que Ă© meu? perdeu a porra do juĂzo?
nem consegue processar o que ele fala quando te fode tĂŁo bem assim.
â amor, por favor...
â corta essa â ele solta um risinho fraco e debochado, parecendo um pouco frustrado. sai de dentro de vocĂȘ completamente e te vira na cama, te prendendo de costas. jobe tira um tempo para apreciar a bagunça completa que vocĂȘ estĂĄ. tĂŁo linda quanto estava mais cedo. â vou te mostrar quem Ă© a Ășnica pessoa autorizada a te ver desse jeito.
ele empurra suas coxas contra o seu peito, com um aperto firme o suficiente para deixar marcas na sua pele. desliza direto para dentro de novo, a buceta jĂĄ sentindo falta do pau do seu homem.
â olha pra mim â ele rosna. com esforço, vocĂȘ ergue seus olhos lacrimejando para encontrar os dele. um sorriso ganha forma no canto da boca.
vocĂȘ solta um gemido fraco, mantendo-se fixa nele. nem consegue mais desviar o olhar, mesmo com uma pitada de vergonha misturada com a quantidade absurda de prazer que te dĂĄ vontade de fechar os olhos.
â tĂĄ tĂŁo gostoso, amor⊠â suas palavras saem chorosas e agudas. â vocĂȘ Ă© tĂŁo bom, puta que pariuâ
â fala que Ă© minha â acelera â, me diz que Ă© a minha putinha. sĂł minha.
â eu sou sua, sĂł sua, amor... â diz, e quis dizer cada palavra. a doçura nos seus olhos, misturada com puro tesĂŁo. porra, linda demais. â sua, sĂł sua... sua putinha, seu brinquedinhoâ ahâ!
â merda â bellingham se enfia em vocĂȘ com ainda mais precisĂŁo, grunhindo, o suor brilhando na testa dele.
â eu vouâ nĂŁo... nĂŁo para!
â puta que pariu â ele murmura â, goza. goza comigo, por favor.
quando ele te pede desse jeito, não tem como resistir. o seu orgasmo te atinge com toda a força poucos segundos depois.
â boa garota. boa pra caralho â ele continua, prolongando a sua onda de prazer enquanto busca o prĂłprio limite. â minha, sĂł minha⊠gostosa do caralho.
jobe solta um gemido longo e rouco enquanto vocĂȘ se contrai apertada, e logo ordenha atĂ© a Ășltima gota dele, fazendo com que te preencha inteira, os sons mais lindos bem no seu ouvido. vocĂȘ o abraça, mantendo-o perto por mais um tempo. corpos grudentos, corpos suados, colados um no outro.
jobe sai devagar, deixando beijos suaves pelo seu rosto, peito, barriga... soltando um suspiro ao ver a porra dele escorrer da sua buceta trĂȘmula e bem usada.
â foi tĂŁo bem, princesa⊠â ele dĂĄ um beijo bem no seu clitĂłris com uma risadinha baixa, e depois se empurra por cima de vocĂȘ de novo para dar um na sua boca. â desculpa pela noite das meninas.
miga solta mais com o jobe, ele Ă© literalmente meu homem dos sonhos đđ
âââââ đ±đŒđ”đš
Bf!Jobe Bellingham x leitorađà§
âč àŁȘ Ë à»ê± preview: Jobe nĂŁo se importa em cuidar de vocĂȘ, mesmo nesses dias do mĂȘs..
âËËáČđŒâá”á”avisos: smut, fluff, size kink, unprotected sex, apelidos, citação de sangue e after caređčË.
Seu corpo estĂĄ quente, aquela dor persistente se alojando na base da sua coluna enquanto vocĂȘ tenta e falha na sua missĂŁo de achar uma posição mais confortĂĄvel pra tirar um cochilo.
Seus Ășltimos ciclos tĂȘm sido intensos, suas cĂłlicas tĂȘm efeito prolongado e seu fluxo aumentou significativamente.
Desde entĂŁo, muitas coisas tĂȘm sido um incĂŽmodo: as pessoas, a luz, os sons e o clima, tudo elevando seu estresse para um nĂvel estratosfĂ©rico, e a Ășnica coisa que vocĂȘ pode fazer Ă© odiar cada uma dessas coisas em silĂȘncio, se afundando no rancor que esse perĂodo do mĂȘs te prende, as sobrancelhas permanentemente franzidas.
A menstruação nĂŁo era exatamente a Ășnica causa da sua infelicidade, vocĂȘ nĂŁo via seu namorado hĂĄ semanas, sempre ocupado entre treinos, avaliaçÔes fĂsicas, entrevistas e jogos, ficando longe de vocĂȘ, mas sempre se lembrando de te mandar mensagens perguntando como foi seu dia, fotos fofas do seu almoço e de coisas que o lembram de vocĂȘ, todas devidamente ignoradas desde ontem, quando ele disse que nĂŁo poderia te visitar essa semana como o combinado, "Eu sinto muito, meu amor, os treinos pro prĂłximo jogo se estenderam por alguns dias, vocĂȘ entende, nĂ©, princesa?", com aquela voz melodiosa que fazia seu Ăștero idiota dar estrelinhas. Amar tanto alguĂ©m quando ele estĂĄ longe Ă© uma tortura.
VocĂȘ e suas emoçÔes estavam transbordando, sua impaciĂȘncia chegando ao limite, sabendo que nĂŁo podia fazer nada pra mudar isso.
VocĂȘ funga levemente depois de ter chorado no sofĂĄ a tarde inteira, levando o corpinho dolorido e cansado escada acima, na esperança de que um banho quente e um analgĂ©sico melhorassem a dor no peito e as cĂłlicas.
A ĂĄgua cai quentinha sobre a sua lombar maltratada, descendo pelo seu corpo lentamente, o vapor do box trazendo um alĂvio quase instantĂąneo pros seus pensamentos, algumas gotas de sangue se misturando Ă espiral de ĂĄgua que descia pelo ralo.
VocĂȘ se encolhe profundamente, abraçando a si mesma enquanto deixa lĂĄgrimas de saudade escorrerem pelo seu rosto, o lĂĄbio inferior tremendo levemente e o peito doendo um pouco mais, dessa vez o motivo nĂŁo Ă© o seu ciclo.
Muito tempo se passa enquanto vocĂȘ continua debaixo do chuveiro, nĂŁo exatamente tomando banho, mas apenas deixando que seus pensamentos e dores fluam por todo seu corpo, o choro se esvaindo aos poucos junto com as discussĂ”es ensaiadas pra Jobe, sua raiva e saudade se acumulando e misturando num mesmo lugar.
Fecha o registro, abre a porta de vidro lentamente enquanto sente o frio do mundo real invadir o seu corpo desconfortavelmente, as pontinhas das orelhas ficando geladas Ă medida que vocĂȘ se move com dificuldade atĂ© o closet, vestindo seu shortinho de dormir e um suĂ©ter de lĂŁ quentinho do seu namorado, o nariz se afundando no tecido, tentando absorver o cheiro dele, o perfume amadeirado e fresco se acomodando docemente no seu Ăąmago.
O barulho da sua chaleira te desperta do torpor em que vocĂȘ se encontra, seguido de um tilintar de talheres, seu corpo se movendo com pressa atĂ© o andar de baixo, a mente tentando acompanhar o que estĂĄ acontecendo.
O clique baixo da chaleira desligando enquanto Jobe se vira pra vocĂȘ, um sachĂȘ de chĂĄ pendurado na borda da sua caneca rosa favorita, o cheiro do chĂĄ de flor de cerejeira se espalhando por toda a cozinha.
VocĂȘ se aproxima lentamente, os pĂ©s envoltos nas meias que vocĂȘ sĂł usava quando estava menstruada, se arrastando pelo chĂŁo de madeira atĂ© chegar nele, sem forças pra formar passos de verdade, como uma criança emburrada.
Os dedos frios envolvendo a caneca e tocando rapidamente a pele quente do pulso de Jobe, enquanto a leva até os låbios rosados.
Seus olhinhos se enchendo de lĂĄgrimas salgadas que vocĂȘ nĂŁo sabe dizer se sĂŁo resultado do vapor do chĂĄ ou da presença dele no seu apartamento.
VocĂȘ dĂĄ um gole no lĂquido doce e resmunga baixinho enquanto deixa a caneca de lado e cruza os braços. VocĂȘ queria dizer tantas coisas: vocĂȘ Ă© um filho da puta e eu nĂŁo consigo te odiar, eu te amo tanto que dĂłi, senti a sua falta e pensei que iria morrer de solidĂŁo, mas a Ășnica coisa que vocĂȘ consegue dizer Ă©: "O que vocĂȘ tĂĄ fazendo aqui? Pensei que sĂł viria semana que vem", vocĂȘ sussurra quase timidamente, evitando olhar diretamente pra ele.
Com um passo, Jobe jĂĄ estĂĄ pertinho de vocĂȘ, malditas pernas longas, envolvendo o seu rosto com as mĂŁos grandes, sorrindo gentilmente, os olhinhos ficando menores conforme suas covinhas se formavam nas bochechas, puta merda, como ele consegue te deixar assim? Te fazendo perder a frĂĄgil linha de raciocĂnio e discurso que tinha se esforçado tanto pra tecer.
"Tudo bem, amor? Eu ouvi vocĂȘ no banho, nĂŁo queria te incomodar, tĂĄ se sentindo melhor?", ele diz baixinho, se abaixando um pouco pra te dar beijinhos na sua testa, bochechas e lĂĄbios, os braços envolvendo sua cintura e te apertando contra o peitoral dele, "Eu fiz chĂĄ, o seu preferido, o que vocĂȘ achou?"
O silĂȘncio se prolonga enquanto ele prossegue, "Eu sinto muito, princesa, eu queria ter vindo antes, mas o treinador nĂŁo deixou, sĂł consegui tempo agora, mas deveria estar no treino atĂ© a quinta", ele encaixa o rosto na curva do seu pescoço, as palavras doces vibrando por sua pele atĂ© chegarem no seu ouvido.
VocĂȘ retribui o abraço, as mĂŁos pequenas indo atĂ© o pescoço dele, seu corpo se afastando lentamente do chĂŁo gelado enquanto ele te levanta.
VocĂȘ realmente nĂŁo consegue sentir raiva do seu namorado, se esforçando pra te encontrar mesmo quando nĂŁo deveria, saindo de fininho e inventando desculpas esfarrapadas pra passar essa noite com vocĂȘ. Seu corpo se moldando ao dele enquanto entrelaça suas pernas na sua cintura, ele sussurra palavras confusas que perdem o sentido na sua mente, te carregando atĂ© o quarto, as mĂŁos grandes e calejadas espalmadas nas suas costas, afagando a sua saudade pegajosa, tentando acalmar os soluços que escapam sem que vocĂȘ nem perceba.
Ele te deita na cama, o peso do seu corpo sobre vocĂȘ sendo um alĂvio muito bem-vindo, tirando a prĂłpria camisa e o seu suĂ©ter devagar, as mĂŁos apertando gentilmente o seu quadril, distribuindo beijos quentes e molhados pela sua clavĂcula se peito, pressionando sua ereção contra vocĂȘ, tentando encontrar algum alĂvio.
"Senti tanto a sua falta, eu dormia e acordava pensando em vocĂȘ, na minha princesa que tava em casa com dor e puta da vida comigo, me perdoa por nĂŁo ter vindo antes?", vocĂȘ assente lentamente com a cabeça, os dedos tateando o metal frio no zĂper dele, tentando livrĂĄ-lo o mais rĂĄpido possĂvel da distĂąncia de vocĂȘ.
VocĂȘ sente o seu corpo pesado, seus sentidos confusos enquanto retribui o beijo dele, a lĂngua deslizando suavemente pra sua boca, ele pode sentir o gosto doce do chĂĄ nos seus lĂĄbios, engolindo cada um dos seus gemidos manhosos, os dedos se afundando na pele das suas coxas, te abrindo pra ele.
As suas cĂłlicas esquecidas em algum lugar da sua mente entorpecida enquanto ele se liberta das Ășltimas barreiras que te separam.
Jobe nunca se importava em te comer quando vocĂȘ estava assim, pelo contrĂĄrio, ele se sentia mais disposto a fazer tudo com mais calma, mais atenção, fazendo movimentos lentos e parando pra apreciar cada um dos sons e expressĂ”es que vocĂȘ fazia, sempre te dizendo o quĂŁo apertada e macia vocĂȘ estava, o pau deslizando com mais facilidade no seu ventre.
Ele se alinha lentamente na sua entrada, a ponta do pau transbordando sua lubrificação enquanto ele desliza pela sua fenda, descansando no seu clitĂłris, provocando um pouco antes de vocĂȘ resmungar, pedindo pra ele te foder logo. Deixa uma risadinha abafada escapar, se divertindo com a sua ansiedade, antes de finalmente acomodĂĄ-lo no seu interior.
Os dois fecham os olhos com força, sua cabeça afundando contra o travesseiro embaixo de vocĂȘ,uma dor suave pressionando o seu Ăștero, tentando se acostumar com o tamanho dele, as veias do seu pau pulsando dentro de vocĂȘ.
"PorraâvocĂȘ tĂĄ tĂŁo quente", o pau dele se enterra fundo dentro de vocĂȘ, ele se afasta pra poder te olhar melhor, verificando se vocĂȘ estĂĄ bem antes de começar a se mover.
Ă a primeira vez desde o momento que ele chegou que vocĂȘ realmente o olha, vocĂȘ pode ver o quĂŁo cansado ele parece, pequenas linhas se formando nos cantos dos olhos, a barda começando a crescer, os olhos castanhos atentos em vocĂȘ, o seu peito subindo e descendo ritmicamente, aquela pequena pinta enfeitando o canto dos seus lĂĄbios.
VocĂȘ sente seu peito se encolher em afeto, os olhinhos brilhando ao admirar cada pedacinho dele que vocĂȘ sentia tanta falta, o cheiro e calor dele te abraçando, tudo transbordando enquanto vocĂȘ agarra seu rosto, o trazendo pra perto, nĂŁo exatamente num beijo, a Ășnica coisa que os dois conseguem fazer agora Ă© encostar desajeitadamente os lĂĄbios, tentando suprir a fome que vocĂȘs sentem de alguma forma.
Ele geme contra vocĂȘ, as estocadas longas e profundas, estabelendo um ritmo que ele sabe ser mais confortĂĄvel e gostoso pra vocĂȘ, ele encaixa os braços fortes ao lado da sua cabeça, o colchĂŁo afundando com o seu peso.
A pele morena ficando mais brilhante conforme gotĂculas brilhantes de suor se formavam sobre ela, vocĂȘ lambe a fina camada que cobria seus bĂceps, sentindo o gosto do perfume dele se misturar ao salgado do suor no seu paladar, sem muita vontade ou forças pra lutar contra os seus desejos abstratos.
Ele pode sentir seu orgasmo se aproximar pela maneira que o aperta, sorrindo orgulhoso de como consegue fazer a sua namorada se sentir bem, os olhos fixados no seu pau entrando e saindo de vocĂȘ, o tom avermelhado tinge toda a sua extensĂŁo, deixando Jobe mais excitado, a calor da sua buceta transbordando, o recebendo tĂŁo bem.
Seu corpo parecia tĂŁo frĂĄgil assim, pequeno em comparação ao dele, que te cobria por inteiro sem esforço, o peitoral pressionando vocĂȘ, seus ombros largos servindo como uma Ăąncora quando o prazer invade seu interior.
VocĂȘ sussurra seu nome baixinho, esperando que aquilo faça algum sentido pra ele, e sempre faz, por que ele te conhece tĂŁo bem. As perninhas tremem enquanto ele faz cĂrculos carinhosos sobre sua pele, te acalmando durante todo seu orgasmo, sua vagina pulsa ao redor do seu pau grosso a bagunça no meio das suas coxas crescendo a cada instante, uma mistura de sangue com seu prĂłprio prazer despertando algo primitivo dentro de Jobe.
Seu pau te abre atĂ© Ă s Ășltimas ondas de orgasmo, os caninos, ligeiramente mais pontudos, se afundando na pele do seu pescoço enquanto ele goza dentro de vocĂȘ, seu esperma te preenchendo calorosamente, sua buceta guardando tudo tĂŁo bem, feita pra ele.
Ele se retira lentamente de vocĂȘ, o vazio acompanhado de uma dor surda no fundo do seu Ăștero que te faz gemer, as pernas fechando como reflexo.
Ele pressiona a palma da mão quente na base da sua barriga, beijando sua maçã do rosto, os olhos te encarando e as sombrancelhas franzidas em uma ternura quase dolorosa.
Te levanta devagarinho da cama, te levando atĂ© o banheiro e tirando suas roupas silenciosamente, ligando a ĂĄgua do chuveiro enquanto ensaboa lentamente o interior das suas coxas, a ĂĄgua levando embora os resquĂcios de sangue e o esperma dele.
Depois que dele te dar um banho, trocou as roupas de cama e te ajudou a se vestir cuidadosamente com um conjunto de moletom, cobrindo o seu corpo com a colcha pesada e macia da cama, confortavelmente deitada enquanto buscava a sua caneca com o chĂĄ, agora morno, e um comprimido de ibuprofeno.
O calor do chĂĄ se instalou na sua barriga como um incentivo a mais pro seu sono, o corpo ficando molinho ĂĄ medida que o lĂquido desaparecia da caneca, seu semblante ficando mais cansado, as pĂĄlpebras pesando e a costina de cĂlios longos nebulando sua visĂŁo.
Os prĂłximos momentos vocĂȘ nĂŁo consegue acompanhar muito bem, mas sente a cama afundando ao seu lado, Jobe te trazendo pra perto e apoiando sua cabeça no seu peito, os dedos acariciando os fios do seu cabelo. Ele tava tĂŁo quentinho, palavras confusas te incentivando a dormir.
VocĂȘ adormeceu com a certeza de que ele estaria no mesmo lugar quando vocĂȘ acordasse, te admirando com o mesmo olhar afetuoso, perguntando se dormiu bem..
Notas: Deus...eu amo tanto ele...
adeus ruby đđ» đđ» đđ» đđ»
i see it, i like it, i want it
Oiiee
Adorei seu perfil, sua escrita Ă© Ăłtima e bem viciante đ„°
Por acaso o bonito, lindo, maravilhoso, suculento, gracioso Olise chama sua atenção o suficiente para escrever algo com ele?
Muito obrigadaa pelo elogio hihihiđč escrevi essa pensando na personalidade que eu inventei pra ele.... espero que gostem. Boa leitura!!
ââââ đŒđłđ»đčđšđœđ°đ¶đłđŹđ”đȘđŹ
[đ«] Bf!Michael Olise x leitoraàšà§
.đ„ Ę Ë preview: apĂłs uma derrota em um jogo importante, vocĂȘ precisa consolar o seu namorado de alguma forma...
â ËïœĄàšà§Ëá”á”avisos: smut, size kink, dirty talk, rough sex, squirting, multiple orgasms, apelidos e unprotected sex.
Add: nessa história a França ganhou da Inglaterra na disputa pelo 3° lugar
Sua pernas se fecham com força em torno da cintura de Olise, tentando trazĂȘ-lo o mais perto possĂvel do seu calor.
Suas mĂŁos vĂŁo pra trĂĄs do seu corpo, tentando se apoiar no mĂĄrmore frio da mesa em que estĂĄ apoiada, ele te abre com força e vocĂȘ pode sentir os mĂșsculos da suas pernas resistirem enquanto seus joelhos se aproximam cada vez mais do seu peito.
Olise te segura como uma boneca, seu peso não parece ser nada pra ele, te penetrando com força, as veias do braço saltando, os quadris se chocando asperamente contra os seus, fazendo seus peitos balançarem a cada estocada.
Seus braços envolvem seu pescoço enquanto ele te empurra cada vez mais perto de um orgasmo, a mesa se mechendo no ritmo dos seus corpos.
Seus olhos se desviam pra imagem atrĂĄs de Olise, o vidro das janelas do seu apartamento espelhando a forma bruta que ele te come.
As costas largas de Olise cobrem quase todo seu reflexo, os dedos agarrando com força sua bunda, seu pau te abrindo sem piedade e da melhor forma possĂvel, sua buceta se esforçando pra acomodar cada um dos centĂmetros.
Olise era grande, vocĂȘ precisava de vĂĄrios minutos pra se acostumar com o seu tamanho mas essa noite a leve ardĂȘncia no seu ventre nĂŁo parecia importar pra nenhum dos dois.
VocĂȘ podia ver suas roupas espelhadas por vĂĄrios lugares da sala pelo reflexo no vidro, pequenas lĂĄgrimas enfeitam os cantos dos seus olhos e embaçam sua visĂŁo, o prazer se acumulando dentro de vocĂȘ violentamente.
Suas unhas delicadas cravam nas costas de Olise, tentando descontar um pouco da dor e do prazer intenso que vocĂȘ sente. Seus olhos reviram atrĂĄs das pĂĄlpebras saboreando o encaixe apertado que vocĂȘ dĂĄ a ele.
Ele parece tenso, sua mente vagando em algum lugar distante entre gols sofridos e as estupidas medalhas de terceiro lugar, o bronze brilhando nas suas memĂłrias, a raiva preenchendo o seu corpo enquanto ele parecia descontar em vocĂȘ, o aperto no seu quadril começando a doer.
"Olise?", vocĂȘ diz baixinho, o nome dele deslizando pelos seus lĂĄbios como uma sĂșplica, a voz saindo com dificuldade, quase nĂŁo se sobressai ao barulho molhado de pele com pele, sua atenção finalmente se desvia pra vocĂȘ, os olhos mais escuros que nunca, seu peito subindo e descendo furiosamente.
Algo diferente desperta dentro dele, como se ele percebesse o que estava fazendo. Ele agarra seus rosto, e seus olhos se encontram, ele parece tĂŁo cruel assim, rindo convencido do quĂŁo destruĂda vocĂȘ se parece, o cabelo bagunçado, gotĂculas de suor escorrendo por entre suas clavĂculas e seios, os olhos perdidos e bochechas coradas, as sombrancelhas franzidas enquanto vocĂȘ morde os lĂĄbios de prazer, marcas avermelhadas enfeitando toda a extensĂŁo do seu pescoço.
Seus dedos afundam na pele macia das suas bochechas enquanto ele te trĂĄs pra perto, os lĂĄbios se chocando num beijo cortante, ele se enterra mais fundo em vocĂȘ, gemendo rouco durante o beijo, a lĂngua invadindo sua boca com desejo e urgĂȘncia.
VocĂȘ pode sentir a sua decepção, sua frustração pelo seu time ter recebido um tĂtulo que nĂŁo merecia depois de tanto trabalho duro e dedicação, ele voltou da coletiva de imprensa essa noite com um gosto amargo na boca, precisando de algum tipo de afago, entĂŁo vocĂȘ se ofereceu pra ajudĂĄ-lo.
Ele tem gosto de whisky e algo mais primitivo, vocĂȘ se afasta do beijo tentando recuperar o fĂŽlego, mordendo um dos lĂĄbios carnudos dele. Seus quadris vacilam quando seus orgasmo te invade de maneira brusca, sua buceta pulsando ritmicamente em torno do seu pau grosso.
Olise encaixa o rosto na curva do seu pescoço, sentindo o seu cheiro e mordendo seu ombro enquanto recupera a velocidade dos seus movimentos impiedosos, sem esperar que vocĂȘ se recupere do seu orgasmo, seu pau encaixando no seu ponto G a cada estocada, fodendo com a sua sanidade.
VocĂȘ geme seu nome mais alto, as unhas agora arranhando a sua pele, luz distante desenhava um brilho suave sobre sua pele escura, destacando os contornos do peitoral.
"Amor...Ă muito, porraâ", seus dedos dos pĂ©s se curvam em total ĂȘxtase, a coluna se arqueia como a de uma gatinha, seus pensamentos oscilando em tentar afastĂĄ-lo ou trazer Olise mais pra perto.
"Ă demaisâcaralho", sua vagina ainda muito sensĂvel, vocĂȘ se sente tĂŁo cheia, como se estivesse prestes a explodir, os estĂmulos te deixando a beira de um colapso.
"Ah Ă©?Mas vocĂȘ aguenta 'nĂ©? Minha putinha sempre aguenta" sua voz soa rude quando ele finalmente rompe o silĂȘncio, dando tapinhas no seu rosto, o polegar invadindo sua boca, pressionando sua lĂngua macia enquanto te vĂȘ chupando sua digital, como a vadia que ele sabe que vocĂȘ Ă©.
Uma sensação nova invade seu corpo, se acumulando a cada estocada, Ă© diferente de qualquer outra coisa, vocĂȘ se sente estranha, como se fosse transbordar a qualquer momento,
VocĂȘ pode sentir o momento que aquela linha que te separava da destruição se rompe, sua buceta esguicha e molha completamente o abdĂŽmen dele, um pouco a mesa e o chĂŁo gelado em baixo de vocĂȘs.
VocĂȘ ouve a risada seca dele, vibrando sobre a sua pele, a boca pressionando seu pescoço, realmente se divertindo com o seu desespero.
Suas pernas se fechando em espasmos fortes, tentando tirĂĄ-lo de dentro de vocĂȘ.
VocĂȘ fecha os olhos com força, os dedos tateando o abdĂŽmen dele tentando parar seus movimentos, tirĂĄ-lo de alguma forma da sua buceta cansada, agora mais apertada pelos espasmos.
Ele se despeja dentro de vocĂȘ com um ruĂdo gutural, deixando todos os pelos do seu corpo arrepiados, seu esperma te preenchendo calorosamente.
VocĂȘs se olham meio confusos e entorpecidos, as respiraçÔes voltando ao normal aos poucos, o cheiro de sexo ainda presente no ambiente escuro.
Ele se afasta lentamente de vocĂȘ, se retirando do seu interior enquanto seu gozo escorre de dentro da sua buceta quente.
Olha pra bagunça no meio das suas pernas e sorri convencido pra si mesmo, os dedos indo em direção ao seu buraquinho, coletando um pouco do seu prĂłprio prazer e enfiando de volta pra dentro de vocĂȘ, a buceta agora mais espaçosa depois de acomodĂĄ-lo.
VocĂȘ sorri cansada, a respiração vacilando enquanto se esforça pra dizer: "Melhor agora amor?", ele faz que sim com a cabeça, as sombrancelhas arqueadas de forma arrogante , o queixo se levanta enquanto seu sorriso se alarga, como o filho da puta pretensioso que ele Ă©.
Notas: escrevi essa pensando no Erick e acho que eu me empolguei...um pouquito
falaram que vocĂȘ encontra um jude bellingham em qualquer esquina do rj E QUAIS ESQUINAS SAO ESSAS? EU QUERO SABER
ââââ i'm everybody's type | yu jimin x reader.
graduanda em fisioterapia popular jimin x universitĂĄria tĂmida dom leitora â smut com fluff no inĂcio â wc: 882.
đ [masturbação f (karina receiving), a leitora fica provocando karina na hora do ato, menção Ă sexo oral e scissoring, jimin manhosa bem pillow princess]
đœ: minha primeira histĂłria depois de muito, muito, muito tempo. entendam caso tenham erros ou nĂŁo esteja tĂŁo bom t.t
como se conta a garota mais conhecida do campus sobre seu crush Ă primeira vista, sem correr o risco de tomar um toco e se tornar a fofoca semanal dos grupinhos universitĂĄrios?
de fato, sua paixonite por yu jimin nĂŁo Ă© atual. começou hĂĄ mais ou menos 2 anos, quando colocou os pĂ©s no chĂŁo cinzento e viu uma mulher linda entregando panfletos â nĂŁo lembrava ao certo o conteĂșdo. era algo sobre consultas grĂĄtis para idosos em algum estĂĄgio avançado de dificuldades locomotoras.
os cabelos da morena estavam em um tamanho mĂ©dio, com uma franjinha que cobria os olhos em formatos de meia lua. seus lĂĄbios estavam em um formato simpĂĄtico, exibindo os dentes alinhados, mas que por conta da expressĂŁo em seu rosto, tornava o sorriso um pouco assimĂ©trico o que contribuĂa para o charme Ășnico da garota. usava um jaleco com uma pequena identificação encaixada no bolso: âyu jimin, fisioterapia, 3° perĂodo.â
TODO MUNDO, MENOS VOCĂ - LEE JENO - PARTE 3.
CONTEĂDO: melhor amigo!jeno x melhor amiga! leitora, friends to lovers, smut, angst, ciĂșmes, amigos de infĂąncia, ambiente universitĂĄrio, slow burn, um quase triangulo amoroso, tĂłpicos sensĂveis: ansiedade e agressĂŁo verbal, jaehyun irmĂŁo mais velho de jeno, calouro!jisung.
n/a: oii! voltando com a terceira parte dessa histĂłria que eu estou amando escrever e que espero que vocĂȘs estejam gostando tambĂ©m.
quero agradecer a todos pelo feedback que estou recebendo, por toda ajuda e por todo apoio. eu fiquei um tempo sem escrever nada e estou voltando agora e ter essa ajuda de vocĂȘs Ă© essencial.
espero que gostem desse capĂtulo, nĂŁo se esqueçam de deixar os comentĂĄrios, notas/favs e o reblog de vocĂȘs pois isso me ajuda muito.
boa leitura!
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TODO MUNDO, MENOS VOCĂ - LEE JENO - PARTE 1.
CONTEĂDO: melhor amigo!jeno x melhor amiga! leitora, friends to lovers, smut, angst, ciĂșmes, amigos de infĂąncia, ambiente universitĂĄrio, slow burn, um quase triangulo amoroso, tĂłpicos sensĂveis: ansiedade e agressĂŁo verbal, jaehyun irmĂŁo mais velho de jeno, calouro!jisung.
n/a: eu finalmente voltei, um comeback inesperado depois de tanto tempo sem escrever rsrs mas eu acho que meu bloqueio literĂĄrio finalmente terminou!!! espero que vocĂȘs gostem dessa nova fic, estou voltando com uma long fic, Ă© algo que eu jĂĄ venho elaborando a semanas e espero que vocĂȘs gostem :)
desde jå peço perdão por qualquer erro, vou realizar um revisão melhor brevemente.
masterlist da histĂłria | masterlist principal
TODO MUNDO, MENOS VOCĂ - LEE JENO - PARTE 2.
CONTEĂDO: melhor amigo!jeno x melhor amiga! leitora, friends to lovers, smut, angst, ciĂșmes, amigos de infĂąncia, ambiente universitĂĄrio, slow burn, um quase triangulo amoroso, tĂłpicos sensĂveis: ansiedade e agressĂŁo verbal, jaehyun irmĂŁo mais velho de jeno, calouro!jisung.
n/a: postando a segunda parte dessa histĂłria, eu to amando escrever isso, eu sinto muita falta de escrever essas coisinhas assim meio melancĂłlica e triste (e com tesĂŁo rsrs)
ainda não foi revisado, então desde jå peço perdão por qualquer erro de escrita ou digitação.
espero que gostem, nĂŁo se esqueçam de deixar as notas, reblogs e comentĂĄrios de vocĂȘs pois isso me ajudar muito!!
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melhor grupo global do momento
đđŁđźđđ â đŁđźđđ đđđ„đ„đąđ§đ đĄđđŠ ă € àłâ
jude!namoradinho x leitora, smut!!!!, oral (f), jude meio pussy drunk, menção a choro, acho que Ă© isso â wc: 800 â a/n: minha pequena contribuição a judemania, talvez teremos mais coisas depois :p
âââââ · â đđđđđđđ
â â (Ningning x Leitora)
â â đł ËâË⥠· đșđÌđđđđ: Smut.
â â đł ËâË⥠· đŽđŁđđ đđ : MDNI, wlw, 69, amigas com benefĂcios, sexo oral, masturbação explĂcita, dirty talk, conteĂșdo sexual explĂcito, linguagem imprĂłpria.
â â đł ËâË⥠· đđđĄđ: Oi sapatinhas do tumblr.com
Yizhuo tem absoluta certeza que é hétero, que não sente qualquer tipo de atração por outras mulheres. No entanto, é curiosa, ao menos essa tem sido a desculpinha dela pra pegar a melhor amiga.
Mulheres de direita vĂŁo postar vĂdeo vĂdeos falando sobre as mulheres no afeganistĂŁo, e ao mesmo tempo sĂŁo a favor de um partido que sĂŁo abertamente machistas. que falam com todas as palavras que sĂŁo contra o voto feminino, que feminicidio nĂŁo existe, que pretendem tirar o direito da mulher ao bolsa famĂlia, que mulheres nĂŁo deveriam ter uma carreira, e sim casar e ficar em casa tomando conta dos filhos, e que forçam uma criança vĂtima de estrupo a parir.
Bellingham's girl.
.⊠Ęâ ââ notas: enquanto o spirit tĂĄ de gracinha, resolvi fazer uma coisinha pra matar a minha fome e me consolar pelo jogo tenebroso de hoje.
.⊠Ęâ ââ avisos: smut, conteĂșdo adulto (+18), dirty talk, oral masc, size kink, dupla penetração oral, spit kink, diminutivos, sexo desprotegido, creampie e um pouquinho de degradação. (Jobe & Jude Bellingham x leitora)
â Calminha ai, garota, quer se sufocar de novo? â O riso nasal esbanjado por Jobe, soa quase escarnecedor perante o corpinho prostrado diante dele. VocĂȘ insistia naquele joguinho inĂștil de âabocanhada duplaâ hĂĄ o quĂȘ? Dois? TrĂȘs minutos? E, nada!
Aparentemente, nĂŁo importava o quanto se esforçasse, nĂŁo importava o quanto teimasse, os irmĂŁos Bellingham eram dotados demais para caberem em tĂŁo pouco espaço oferecido por vocĂȘ. Sabia disso, mas era ridiculamente teimosa.
â JĂĄ disse, princesa, tem que engolir um de cada vez⊠âcĂȘ Ă© pequenininha demais, porra, nĂŁo entraâ O mais novo agarra seus cabelos, desferindo um tapa ardidinho no centro de sua bochecha, fazendo-a acordar daquele transe.
â Sabe que isso sĂł dĂĄ ainda mais corda pra ela, nĂ©? Deixa ela tentar, porra⊠sei que minha gata consegue, sĂł tem que abrir ela com jeito â Jude, o mais velho, adverte, tocando onde foi esbofeteada pelo irmĂŁo caçula, sentindo a carne ainda quente pulsar na palma da mĂŁo. â Ă orgulhosa demais. Acha que pode com dois ao mesmo tempo, nĂŁo Ă©? EntĂŁo, deixa ela mostrar o quĂȘ sabe fazer.
As duas glandes arroxeadas sĂŁo apontadas para a sua face abobalhadinha. Mais uma vez, encontra-se na fatĂdica situação de escolher a quem abocanhar primeiro. Uma questĂŁo que a sua mente jĂĄ tola de tanto foder naqueles dois filhos da puta, nĂŁo conseguia decidir por si sĂł. Sempre acabava por agarrar os caralhos longos e levava-los Ă prĂłpria boca cansada como se dessa vez, por um milagre, ambos fossem se encaixar direitinho. Colados um no outro. Burrinha demais, nĂ©?
â Nossa menina gulosa vai fazer caber? â Jobe debocha. â Olha como vocĂȘ Ă© apertada, caralho⊠âsa tua insistĂȘncia me irrita â Apoiou a mĂŁo grande em sua nuca e empinou o quadril para se meter de uma sĂł vez. Lota e sobrecarrega a cavidade apertadinha, espremendo a pica babona junto a do irmĂŁo.
â O Jobe tĂĄ duvidando de vocĂȘ, amor. NĂŁo vai deixar barato, vai? JĂĄ provou que sua bucetinha leva os dois numa boa, mostra pra ele que sua boca tambĂ©m dĂĄ conta â Jude cospe na prĂłpria extensĂŁo afim de deixĂĄ-la mais escorregadia e fodesse com maior facilidade. VocĂȘ se esforça, aperta os olhinhos e as picas esticam seus lĂĄbios de maneira tĂŁo ridĂcula e apelativa que, por um momentinho sĂł, Ă© o suficiente pra se foderem ali dentro. Ă sufocante, Ă© humilhante. As quatro mĂŁos pesadas movimentam a sua cabeça, usando-a de brinquedinho de alĂvio. Se enterram com tanta voracidade que precisa se agarrar Ă s coxas magras dos seus homens para que seu corpinho molenga nĂŁo tombasse para trĂĄs. Sente a prĂłpria babinha pingar em seus seios cobertos pelo biquĂni cortininha.
â Isso, vida, se esforça⊠se esforça pra fazer caber, hm? â As investidas tornam-se tĂŁo frenĂ©ticas que a lembrou do dia em que lamentavelmente âtrocouâ o nome dos marmanjos, e levou uma surrinha bem merecida. Ah, nunca mais cogitou proferir o nome de nenhum deles em uma foda. Fazer o quĂȘ se eram tĂŁo parecidos?
Em poucos segundos um jato quentinho Ă© liberado sobre a lĂngua cansada. Primeiro Jobe, depois Jude que, sem querer, deixa gotejar a porra esbranquiçada por sua bochecha.
â Aqui, lindinha, aqui⊠â Cuidadoso, recolhe parte do lĂquido viscoso com o dedo, levando diretamente para sua boquinha que o engole com um desejo emaranhado no estĂŽmago. Isso vocĂȘ sabia diferenciar bem. Jobe tinha a porra mais docinha, grossa e espessa. Jude era salgado, quase impossĂvel de engolir. Mas, queria sentir-se devidamente esturricada de seus Bellinghamâs, entĂŁo tratou de engolir tudo e sem birra.
â Gosta de ver seus homens brigando pra se meterem em vocĂȘ, nĂŁo Ă©? â Estalando o pescoço grosso, Jude caminha nu para o banheiro da lancha, agora, mais relaxado do que nunca. â Tu viu, Jobe? Eu disse que a princesa se esforçava! Por isso, Ă© a minha favorita.
Com um sorriso satisfeito nos lĂĄbios, o mais novo a recolhe do chĂŁo da lancha, toda sujinha e degradada de porra e saliva, no entanto, de barriguinha completamente cheia. Jobe coloca-a sobre o sofĂĄ confortĂĄvel e sela a sua tĂȘmpora Ășmida de suor.
â Ă sempre aduladinha demais pelo Jude, nĂ©? Mas, como se provou boa em tudo que prometeu, tĂĄ liberada pra descansar um pouquinho â Os dedos longos amassam o seio coberto por um pano ridĂculo de tĂŁo pequeno. â Tira um cochilinho gostoso, linda. Quando acordar, a menina dos Bellinghamâs vai trabalhar mais um pouco. Bora ver se aguenta duas bocas em vocĂȘ.
OMG olha só quem finalmente estå postando fifocas por aqui também