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Husband!Virgil van Dijk x leitora𖹭ˎˊ˗
𓏲 ๋࣭ ࣪ 🥞 ˖preview: depois do nascimento da filha de vocês o sexo tem sido complicado, mas nada que um pouquinho de paciência não resolva..
.☘︎ ݁˖ᵎᵎavisos: smut curtinho, fluff ( pq eu não resisto), size kink, unprotected sex, apelidos, breeding kink, citação a dor durante o sexo.
A brisa de fim de tarde se movia pelas cortinas, o tecido se movimentando suavemente enquanto o cheiro do vento anunciando uma chuva próxima envolvia o quarto naquela atmosfera suave e calma.
A bebê tinha ido dormir às seis horas da tarde, e você e seu marido passaram as últimas quatro horas no quarto, bebendo algumas taças de vinho enquanto seus músculos relaxavam. Trocaram carícias bêbadas e conversas íntimas, sua cabeça descansando tranquilamente no peitoral dele enquanto você mexia distraidamente nos cordões da sua calça de moletom.
Comentando sobre como têm sido o sono e a rotina da filha de vocês, pensando no trabalho e nas próximas viagens pro exterior, tão confortáveis na companhia um do outro que as palavras surgem e deslizam de forma natural nos seus lábios, dizendo tudo o que vem a sua mente só porque você pode, porque ele te entende.
Um silêncio confortável se instala no quarto, você pode ouvir sua respiração tranquila se tornar cada vez mais profunda, a expiração movendo delicadamente os fios do seu cabelo, a palma da mão quente e grande encaixada na sua lombar, a outra descansando nos seus joelhos traçando círculos carinhosos, o seu corpo meio sobreposto ao dele.
Você move a cabeça só um pouquinho pra poder olhá-lo de verdade, ele parecia tão lindo assim, completamente relaxado e meio cansado por causa da nova rotina, aquela marca de nascença única perto do olho esquerdo, que você costumava circular distraidamente com as pontas dos dedos e que, de alguma forma, o deixava ainda mais bonito, os lábios carnudos com um sorriso discreto e calmo, o olhar distante por causa do álcool se voltando pra você.
Terem se tornado pais foi realmente uma boa decisão, cuidar de algo tão pequeno e frágil juntos tem sido a melhor parte de tudo o que vocês construíram, no final das contas, aquela coisinha pequena e rechonchuda realmente fazia falta, vocês se perguntam como conseguiram viver sem ela preenchendo seus dias com grunhidos fofos e sem sentido.
Seus olhos brilham enquanto o encara, um pequeno sorrisinho convencido curvando seus lábios, seu peito se enchendo de afeto e uma sensação mais quente, mais difícil de controlar.
Durante e depois da gravidez, a sua carência parecia ter triplicado, as coxas se apertando sempre que o via consertando um móvel, ninando a bebê ou cozinhando, tudo te despertando um fascínio único.
A inquietação e o desejo acumulados de forma tortuosa no seu ventre.
Apesar de terem respeitado o tempo de resguardo e puerpério, suas últimas tentativas de sexo foram, no mínimo, frustrantes, o prazer sendo interrompido por um incômodo incomum, a dor crescente entre suas pernas sendo motivo suficiente pra ele se retirar de dentro de você, prometendo que tentariam novamente em algum outro momento, quando você estivesse totalmente recuperada, aquilo tudo sendo tão frustrante pra você, pequenas lágrimas se formando no canto dos olhinhos.
Suas mãos se movem decididamente pro abdômen dele, convencida de que dessa vez seria diferente, de que tudo daria certo. Depois das últimas consultas com a ginecologista, você podia ter certeza de que estava totalmente recuperada. A distância dele nessas últimas semanas tinha sido uma tortura pros dois.
E agora você está aqui, as pernas tremendo ao redor da cintura dele enquanto ele te abre com cuidado, se esforçando pra se controlar e te comer com calma, os olhos escuros atentos a qualquer sinal de dor que você apresente.
A chuva ficando mais intensa à medida que o medo e a tensão se dissipavam no seu interior, o cheiro de terra molhada e do perfume amadeirado de Virgil preenchendo calorosamente seus pensamentos.
"Tá tudo bem amor?", sua voz paciente expressando algo diferente do seu corpo, as mãos agarrando ansiosamente os lençóis ao lado da sua cabeça implorando que você diga um "Uhum" manhoso e abafado, antes que ele chegue ao seu final, "Porra. Graças a deus".
Suas mãos vão até o cabelo dele, os dois se olhando quando ele começa a se mover, a sensação do seu alongamento sendo diferente das outras vezes, uma satisfação se espalhando por seu rosto com essa constatação, ele deixa beijos molhados desde a base do seu pescoço até suas bochechas coradas com a sensação de poder tê-lo de novo, aquela ardência gostosa preenchendo o seu interior.
Nossa, como você sentiu falta disso.
Suas coxas formigam enquanto ele te pressiona contra a cama, o corpo afundando delicadamente contra os lençóis e cobertas macios, os sons molhados de pele com pele começando a preencher o quarto junto às gotas de chuva contra o vidro das janelas.
O alongamento dele agora perfeito, a cabeça encaixada naquele lugar macio dentro de você, te fazendo morder os lábios com força, os braços envolvendo o pescoço dele, o trazendo pra pertinho de você.
Ele expira pesadamente, se acostumando com o seu aperto, os dedos afastando alguns fios de cabelo do seu rosto, chegando mais perto e sussurando como se fosse um segredo: "Eu te amo muito, sabia disso?", você não consegue evitar abrir um sorrisinho bobo enquanto assente, as covinhas enfeitando o seu rosto enquanto você suspira docemente, aquele calor gostoso e pegajoso preenchendo o seu ventre e peito.
O ritmo se estabelece lentamente, a glande tocando repetidamente aquele mesmo lugarzinho, a testa encostada na sua te dizendo o quanto sentiu falta disso, o quanto ele te ama e o quanto precisa de você.
Ele conhece seu corpo melhor do que você, sabe quando ficar parado. Quanto tempo demora para a dor passar, reconhece todos os seus sinais antes mesmo que você admita.
"Puta merda—tão bom", você sussurra, os lábios encaixados na concha da orelha dele, o sorriso de Virgil se estende a medida que você se aproxima de um orgasmo, mordendo seu pescoço enquanto sente suas paredes macias o apertando com tanta força que seu pau quase desliza pra fora.
Ele poderia te engravidar de novo e você agradeceria, completamente entregue a ele e sua habilidade de controlar o seu corpo, de saber do que você precisa.
Os dedos dos seus pés se curvando quando você sente o orgasmo te atingir em cheio, o calor se espalhando por todas as partes do seu corpo, o ar escapando dos seus pulmões enquanto sua visão fica turva, se sentindo tão cheia, o cheiro de sexo preenchendo todo o quarto.
"Porra, olha só isso, minha mulher é tão perfeita", ele admira cada uma das suas reações, completamente hipnotizado pela maneira que suas pupilas dilatam, os lábios rosados entreabertos e os olhos quase fechados, a visão tão linda o aproximando do ápice.
"Amor—dentro, por favor", você consegue dizer, as mãos segurando o seu rosto, beijando suavemente enquanto o sente te preencher, ele fecha os olhos com força, os dedos afundando na sua carne, o prazer o deixa sem palavras, um monte de grunhidos sem som, palavras estrangeiras e o seu nome, mãos agarrando seus peitos, dentes no seu pescoço.
Ele goza dentro de você, deixando seu corpo impossivelmente mais quente e maleável, seu interior o acomodando com um abraço macio enquanto os dois se recuperam.
A brisa fria deixando o calor debaixo das cobertas ainda mais confortável.
Você pode sentir aquela gota pérolada escorrendo da sua buceta até os lençóis limpos embaixo de vocês.
Ele te segura com carinho, deixando seus lábios a centímetros de distância dos seus, olhando com atenção pro seu rostinho.
A respiração voltando ao normal, um sorriso satisfeito curvando seus lábios, o polegar sobre o seu queixo, o olhar perdido em algum lugar num tempo só de vocês, entre os relâmpagos quase constantes e o som do seu coração se acalmando.
E, é claro, os pequenos barulhos da filha de vocês despertando aos poucos no quarto ao lado.
Notas finais: não sei por que, mas senti que essa não fez jus ao tanto que eu queria entregar pra vocês...prometo fazer outra dele pra compensar, porque o coitadinho merece coisa melhorkkjk
ele é muito lindo (às vezes deixo entrar sem condom!)
uma pausa de jobe bellingham para entregar essa drabble dedicada à @mahteeez 𝜗ৎ stan ampers&one!
o negócio é que mackiah odeia usar camisinha.
mate ele, mas não o faça encapar o pau. ele sente que é uma barreira desnecessária que o impede de sentir você — a namoradinha linda dele que ele morre de tesão —, por inteiro e de te preencher como deve ser. mas ele concordava, óbvio, você quem manda na relação.
(e também, ele é um desesperado para entrar em você. sempre foi. sempre será.)
agora, mesmo depois de vocês terem trepado mais vezes do que consegue contar usando proteção, ele… cansou. mackiah sabe que você vai amar fazer no pelo. que você vai precisar disso. que nunca mais vai mandar ele colocar a porra de uma camisinha quando descobrir como é bom sentir ele se afundando em ti.
você só precisa da ajudinha dele — é o que ele pensa depois de elaborar o plano perfeito.
e com plano perfeito, ele quer dizer choramingar no teu ouvido até você aceitar.
— amor…
a sua resposta é um ganido manhoso que se transforma em um arfado quando ele apoia o pau contra a sua virilha e começa a deslizar lentamente para frente e para trás.
— não posso te ter assim, meu bem? — mackiah esfrega a extensão grossa dele para cima, a cabeça rosada e inchada roçando no seu clitóris a cada deslize pressionado. — queria tanto te sentir, linda. queria tanto sentir essa bucetinha gostosa apertando o meu pau sem nada impedindo…
ele se sente esperançoso quando você morde a ponta do dedo, olhando-o carente.
— não sei, amor… eu tenho medo…
ele mantém as estocadas curtas, quase leves, só para te deixar louca de tesão com essa provocação. quando você começa a se contorcer debaixo dele, ele olha para a sua buceta faminta e a vê se contraindo no vazio.
— olha pra ela, amor — ele diz, e direciona aqueles olhos escuros e brilhantes para ti, parecendo uma corça de tão precioso. — ela me quer tanto, precisa tanto de mim…
o pau dele está tão coberto pelo teu mel que mackiah “sem querer” apoia a cabeça na sua entrada. sem parar o movimento, ele empurra só um pouquinho para dentro. seus olhos se arregalam de surpresa.
— mackiah…
a frustração borbulha no peito dele, mas ele não desiste, porque você sorri, safada, e aí ele percebe que a tua intenção é ver a humilhação.
ele leva o rosto no teu pescoço para esconder o sorriso, lambendo e chupando a tua pele do jeito que sabe que você gosta.
— só a cabecinha, amor? por favor? — ele enfatiza os ganidos manhosos empurrando o quadril mais um centímetro para frente. — deixa eu botar só um pouquinho? eu nunca mais te peço nada.
suas unhas rasgam a pele das costas dele.
— por favor…
— só um pouquinho? — você balbucia bem no ouvido dele. faz a voz mais dengosa que consegue encontrar no teu inventário. — você promete?
a resposta dele vem contida:
— eu prometo, eu prometo, meu bem.
a promessa vai para o espaço quando ele desliza só mais um tiquinho para dentro e é recebido por um aperto quente e sedoso.
— caralho… — ele rosna, os músculos tencionando, e você dá um gemidinho agudo, rolando os olhos para trás. as estocadas dele são rasas e insatisfatórias. depois de apenas algumas, ele já está se contorcendo de vontade, tentando pateticamente se enfiar mais fundo.
— olha o que você prometeu, amor.
— amor, é tão gostoso…
— se você vacilar, tá fodido. sabe que eu tô no período fértil.
as palavras quase fazem mackiah começar a socar forte dentro de você. a ideia de gozar fundo até colocar em ti um filho dele invade sua mente. a ideia de que você vai ficar com ele para sempre e... ah, sim. é isso que vai acontecer. ele decide.
mackiah se inclina e te beija de forma lenta e preguiçosa, tentando te foder com a língua até você se render. a sua buceta está se contraindo rapidamente ao redor do primeiro centímetro do pau dele, dizendo que você quer isso tanto quanto ele.
— é que você é gostosa demais, amor... preciso tanto disso... preciso de você inteirinha.
um gemido sem fôlego escapa de ti com o elogio.
— me fode.
você mal consegue terminar de falar antes de ele empurrar tudo para dentro de uma vez só. sons guturais de prazer são arrancados dos dois enquanto você o aperta com tanta perfeição e ele te alarga de um jeito tão gostoso. é intenso, íntimo e cru. gostoso para um cacete.
conforme mackiah começa a te comer com vontade, o som obsceno de corpos se chocando ecoa pelo quarto. ele chora alto de tesão com a sensação quente e molhada e com os barulhos que o teu corpo faz.
quando você diz, chorosa, entre gemidos:
— a-amor… não esquece de tirar antes de gozar...
é preciso todo o resto do autocontrole que sobrou nele para não rir alto.
WHAT THE FUCK????
mételo, papi, mételo!
foi ingenuidade demais, com certeza.
tudo começou quando as suas amigas te chamaram para uma noite das meninas. e até aí, tudo bem, considerando que o seu namorado não é ciumento, possessivo nem nada disso. ele é seguro de si e sabe que você nunca faria nada pelas costas dele. então, sim, zero problemas em você sair com as suas amigas.
mas... com uma saia que era basicamente do tamanho de um cinto? sério mesmo?
no começo, você nem achou que fosse acontecer alguma coisa. toda produzida, maquiada e cheirosa, você foi dar um beijo de despedida nele.
— já vai? — sentado na frente do computador, todo encolhido numa calça de moletom e casaco com capuz, jobe deu um sorriso fraco — lindo como sempre. virou-se na sua direção, envolvendo a sua cintura com as mãos e te olhando com carinho. — tá linda, amor. dá nem vontade de te deixar sair assim.
— eu ficaria, mas já desmarquei com as meninas tantas vezes... — você passou os dedos pelo cabelo dele. sentiu as mãos grandes escorregarem da sua cintura para as suas coxas bem à mostra. — eu tô com saudade delas também.
— é, eu sei.
o rapaz acariciou suas coxas ainda mais, olhando para você com uma expressão inocente.
e com certeza devia ter previsto o que vinha a seguir.
— mas essa saia não tá curta demais, não? — ele te empurrou levemente para trás para ver melhor de longe. — meu deus, amor.
olhou para baixo, acompanhando-o. as mãos subiram pela saia, expondo sua calcinha de renda. não que precisasse de muito esforço para mostrar alguma coisa ali mesmo.
— jobe!
— que foi? — fazendo-se de sonso, te olhou como se estivesse desacreditado. — eu mal fiz nada. um puxãozinho e olha só... a calcinha inteira de fora. bonitinha, inclusive. eu que te dei.
os dedos dele deslizaram para cima, explorando a renda. nem sabia por que estava deixando (na verdade, sabia muito bem!), ainda mais estando atrasada.
— não quero nem imaginar o que esses tarados por aí vão pensar te vendo assim.
o polegar dele pressionou o seu centro, te massageando suavemente por cima do tecido. os olhos brilhantes não saíam da renda. você soltou um suspiro.
— amor, eu tenho que–
jobe não te deixou terminar. em um movimento rápido, puxou sua calcinha para baixo.
e foi assim que você acabou nessa situação. como é que ia explicar no grupo mais tarde o motivo do cano nas suas amigas?
seu rosto está afundado no travesseiro. uma das mãos dele te segura firme pela nuca enquanto a outra agarra seu quadril. sua coluna está arqueada, e o pau dele está te fodendo, bruto, enfiando fundo num ritmo inacreditável. seus gemidos ficam cada vez mais altos a cada estocada, acertando aquele seu pontinho com precisão total.
— a bonequinha achou mesmo que ia sair com essa saia, né?
— porra... ah, jobe–! — você choraminga, revirando os olhos. sente cada centímetro dele bem fundo dentro da bucetinha apertada, te destruindo, te puxando cada vez mais para o limite só com a penetração. puta merda, o ciúme fica gostoso demais nele. — desculpa, desculpa, desculpa–
— é bom mesmo — a resposta dele é tão ríspido quanto as estocadas. você choraminga mais alto ainda. — uma putinha. é isso que você é, né? a minha menina linda na verdade é só uma vadiazinha?
— não, eu–
— então por que cê ia sair vestida desse jeito, hm? queria outros caras olhando para o que é meu? perdeu a porra do juízo?
nem consegue processar o que ele fala quando te fode tão bem assim.
— amor, por favor...
— corta essa — ele solta um risinho fraco e debochado, parecendo um pouco frustrado. sai de dentro de você completamente e te vira na cama, te prendendo de costas. jobe tira um tempo para apreciar a bagunça completa que você está. tão linda quanto estava mais cedo. — vou te mostrar quem é a única pessoa autorizada a te ver desse jeito.
ele empurra suas coxas contra o seu peito, com um aperto firme o suficiente para deixar marcas na sua pele. desliza direto para dentro de novo, a buceta já sentindo falta do pau do seu homem.
— olha pra mim — ele rosna. com esforço, você ergue seus olhos lacrimejando para encontrar os dele. um sorriso ganha forma no canto da boca.
você solta um gemido fraco, mantendo-se fixa nele. nem consegue mais desviar o olhar, mesmo com uma pitada de vergonha misturada com a quantidade absurda de prazer que te dá vontade de fechar os olhos.
— tá tão gostoso, amor… — suas palavras saem chorosas e agudas. — você é tão bom, puta que pariu–
— fala que é minha — acelera —, me diz que é a minha putinha. só minha.
— eu sou sua, só sua, amor... — diz, e quis dizer cada palavra. a doçura nos seus olhos, misturada com puro tesão. porra, linda demais. — sua, só sua... sua putinha, seu brinquedinho– ah–!
— merda — bellingham se enfia em você com ainda mais precisão, grunhindo, o suor brilhando na testa dele.
— eu vou– não... não para!
— puta que pariu — ele murmura —, goza. goza comigo, por favor.
quando ele te pede desse jeito, não tem como resistir. o seu orgasmo te atinge com toda a força poucos segundos depois.
— boa garota. boa pra caralho — ele continua, prolongando a sua onda de prazer enquanto busca o próprio limite. — minha, só minha… gostosa do caralho.
jobe solta um gemido longo e rouco enquanto você se contrai apertada, e logo ordenha até a última gota dele, fazendo com que te preencha inteira, os sons mais lindos bem no seu ouvido. você o abraça, mantendo-o perto por mais um tempo. corpos grudentos, corpos suados, colados um no outro.
jobe sai devagar, deixando beijos suaves pelo seu rosto, peito, barriga... soltando um suspiro ao ver a porra dele escorrer da sua buceta trêmula e bem usada.
— foi tão bem, princesa… — ele dá um beijo bem no seu clitóris com uma risadinha baixa, e depois se empurra por cima de você de novo para dar um na sua boca. — desculpa pela noite das meninas.
miga solta mais com o jobe, ele é literalmente meu homem dos sonhos 😭😭
───── 𝑱𝑼𝑵𝑨
Bf!Jobe Bellingham x leitora𝜗ৎ
⊹ ࣪ ˖ ໒꒱ preview: Jobe não se importa em cuidar de você, mesmo nesses dias do mês..
⋆˚˖Ი𐑼⋆ᵎᵎavisos: smut, fluff, size kink, unprotected sex, apelidos, citação de sangue e after care𖹭˚.
Seu corpo está quente, aquela dor persistente se alojando na base da sua coluna enquanto você tenta e falha na sua missão de achar uma posição mais confortável pra tirar um cochilo.
Seus últimos ciclos têm sido intensos, suas cólicas têm efeito prolongado e seu fluxo aumentou significativamente.
Desde então, muitas coisas têm sido um incômodo: as pessoas, a luz, os sons e o clima, tudo elevando seu estresse para um nível estratosférico, e a única coisa que você pode fazer é odiar cada uma dessas coisas em silêncio, se afundando no rancor que esse período do mês te prende, as sobrancelhas permanentemente franzidas.
A menstruação não era exatamente a única causa da sua infelicidade, você não via seu namorado há semanas, sempre ocupado entre treinos, avaliações físicas, entrevistas e jogos, ficando longe de você, mas sempre se lembrando de te mandar mensagens perguntando como foi seu dia, fotos fofas do seu almoço e de coisas que o lembram de você, todas devidamente ignoradas desde ontem, quando ele disse que não poderia te visitar essa semana como o combinado, "Eu sinto muito, meu amor, os treinos pro próximo jogo se estenderam por alguns dias, você entende, né, princesa?", com aquela voz melodiosa que fazia seu útero idiota dar estrelinhas. Amar tanto alguém quando ele está longe é uma tortura.
Você e suas emoções estavam transbordando, sua impaciência chegando ao limite, sabendo que não podia fazer nada pra mudar isso.
Você funga levemente depois de ter chorado no sofá a tarde inteira, levando o corpinho dolorido e cansado escada acima, na esperança de que um banho quente e um analgésico melhorassem a dor no peito e as cólicas.
A água cai quentinha sobre a sua lombar maltratada, descendo pelo seu corpo lentamente, o vapor do box trazendo um alívio quase instantâneo pros seus pensamentos, algumas gotas de sangue se misturando à espiral de água que descia pelo ralo.
Você se encolhe profundamente, abraçando a si mesma enquanto deixa lágrimas de saudade escorrerem pelo seu rosto, o lábio inferior tremendo levemente e o peito doendo um pouco mais, dessa vez o motivo não é o seu ciclo.
Muito tempo se passa enquanto você continua debaixo do chuveiro, não exatamente tomando banho, mas apenas deixando que seus pensamentos e dores fluam por todo seu corpo, o choro se esvaindo aos poucos junto com as discussões ensaiadas pra Jobe, sua raiva e saudade se acumulando e misturando num mesmo lugar.
Fecha o registro, abre a porta de vidro lentamente enquanto sente o frio do mundo real invadir o seu corpo desconfortavelmente, as pontinhas das orelhas ficando geladas à medida que você se move com dificuldade até o closet, vestindo seu shortinho de dormir e um suéter de lã quentinho do seu namorado, o nariz se afundando no tecido, tentando absorver o cheiro dele, o perfume amadeirado e fresco se acomodando docemente no seu âmago.
O barulho da sua chaleira te desperta do torpor em que você se encontra, seguido de um tilintar de talheres, seu corpo se movendo com pressa até o andar de baixo, a mente tentando acompanhar o que está acontecendo.
O clique baixo da chaleira desligando enquanto Jobe se vira pra você, um sachê de chá pendurado na borda da sua caneca rosa favorita, o cheiro do chá de flor de cerejeira se espalhando por toda a cozinha.
Você se aproxima lentamente, os pés envoltos nas meias que você só usava quando estava menstruada, se arrastando pelo chão de madeira até chegar nele, sem forças pra formar passos de verdade, como uma criança emburrada.
Os dedos frios envolvendo a caneca e tocando rapidamente a pele quente do pulso de Jobe, enquanto a leva até os lábios rosados.
Seus olhinhos se enchendo de lágrimas salgadas que você não sabe dizer se são resultado do vapor do chá ou da presença dele no seu apartamento.
Você dá um gole no líquido doce e resmunga baixinho enquanto deixa a caneca de lado e cruza os braços. Você queria dizer tantas coisas: você é um filho da puta e eu não consigo te odiar, eu te amo tanto que dói, senti a sua falta e pensei que iria morrer de solidão, mas a única coisa que você consegue dizer é: "O que você tá fazendo aqui? Pensei que só viria semana que vem", você sussurra quase timidamente, evitando olhar diretamente pra ele.
Com um passo, Jobe já está pertinho de você, malditas pernas longas, envolvendo o seu rosto com as mãos grandes, sorrindo gentilmente, os olhinhos ficando menores conforme suas covinhas se formavam nas bochechas, puta merda, como ele consegue te deixar assim? Te fazendo perder a frágil linha de raciocínio e discurso que tinha se esforçado tanto pra tecer.
"Tudo bem, amor? Eu ouvi você no banho, não queria te incomodar, tá se sentindo melhor?", ele diz baixinho, se abaixando um pouco pra te dar beijinhos na sua testa, bochechas e lábios, os braços envolvendo sua cintura e te apertando contra o peitoral dele, "Eu fiz chá, o seu preferido, o que você achou?"
O silêncio se prolonga enquanto ele prossegue, "Eu sinto muito, princesa, eu queria ter vindo antes, mas o treinador não deixou, só consegui tempo agora, mas deveria estar no treino até a quinta", ele encaixa o rosto na curva do seu pescoço, as palavras doces vibrando por sua pele até chegarem no seu ouvido.
Você retribui o abraço, as mãos pequenas indo até o pescoço dele, seu corpo se afastando lentamente do chão gelado enquanto ele te levanta.
Você realmente não consegue sentir raiva do seu namorado, se esforçando pra te encontrar mesmo quando não deveria, saindo de fininho e inventando desculpas esfarrapadas pra passar essa noite com você. Seu corpo se moldando ao dele enquanto entrelaça suas pernas na sua cintura, ele sussurra palavras confusas que perdem o sentido na sua mente, te carregando até o quarto, as mãos grandes e calejadas espalmadas nas suas costas, afagando a sua saudade pegajosa, tentando acalmar os soluços que escapam sem que você nem perceba.
Ele te deita na cama, o peso do seu corpo sobre você sendo um alívio muito bem-vindo, tirando a própria camisa e o seu suéter devagar, as mãos apertando gentilmente o seu quadril, distribuindo beijos quentes e molhados pela sua clavícula se peito, pressionando sua ereção contra você, tentando encontrar algum alívio.
"Senti tanto a sua falta, eu dormia e acordava pensando em você, na minha princesa que tava em casa com dor e puta da vida comigo, me perdoa por não ter vindo antes?", você assente lentamente com a cabeça, os dedos tateando o metal frio no zíper dele, tentando livrá-lo o mais rápido possível da distância de você.
Você sente o seu corpo pesado, seus sentidos confusos enquanto retribui o beijo dele, a língua deslizando suavemente pra sua boca, ele pode sentir o gosto doce do chá nos seus lábios, engolindo cada um dos seus gemidos manhosos, os dedos se afundando na pele das suas coxas, te abrindo pra ele.
As suas cólicas esquecidas em algum lugar da sua mente entorpecida enquanto ele se liberta das últimas barreiras que te separam.
Jobe nunca se importava em te comer quando você estava assim, pelo contrário, ele se sentia mais disposto a fazer tudo com mais calma, mais atenção, fazendo movimentos lentos e parando pra apreciar cada um dos sons e expressões que você fazia, sempre te dizendo o quão apertada e macia você estava, o pau deslizando com mais facilidade no seu ventre.
Ele se alinha lentamente na sua entrada, a ponta do pau transbordando sua lubrificação enquanto ele desliza pela sua fenda, descansando no seu clitóris, provocando um pouco antes de você resmungar, pedindo pra ele te foder logo. Deixa uma risadinha abafada escapar, se divertindo com a sua ansiedade, antes de finalmente acomodá-lo no seu interior.
Os dois fecham os olhos com força, sua cabeça afundando contra o travesseiro embaixo de você,uma dor suave pressionando o seu útero, tentando se acostumar com o tamanho dele, as veias do seu pau pulsando dentro de você.
"Porra—você tá tão quente", o pau dele se enterra fundo dentro de você, ele se afasta pra poder te olhar melhor, verificando se você está bem antes de começar a se mover.
É a primeira vez desde o momento que ele chegou que você realmente o olha, você pode ver o quão cansado ele parece, pequenas linhas se formando nos cantos dos olhos, a barda começando a crescer, os olhos castanhos atentos em você, o seu peito subindo e descendo ritmicamente, aquela pequena pinta enfeitando o canto dos seus lábios.
Você sente seu peito se encolher em afeto, os olhinhos brilhando ao admirar cada pedacinho dele que você sentia tanta falta, o cheiro e calor dele te abraçando, tudo transbordando enquanto você agarra seu rosto, o trazendo pra perto, não exatamente num beijo, a única coisa que os dois conseguem fazer agora é encostar desajeitadamente os lábios, tentando suprir a fome que vocês sentem de alguma forma.
Ele geme contra você, as estocadas longas e profundas, estabelendo um ritmo que ele sabe ser mais confortável e gostoso pra você, ele encaixa os braços fortes ao lado da sua cabeça, o colchão afundando com o seu peso.
A pele morena ficando mais brilhante conforme gotículas brilhantes de suor se formavam sobre ela, você lambe a fina camada que cobria seus bíceps, sentindo o gosto do perfume dele se misturar ao salgado do suor no seu paladar, sem muita vontade ou forças pra lutar contra os seus desejos abstratos.
Ele pode sentir seu orgasmo se aproximar pela maneira que o aperta, sorrindo orgulhoso de como consegue fazer a sua namorada se sentir bem, os olhos fixados no seu pau entrando e saindo de você, o tom avermelhado tinge toda a sua extensão, deixando Jobe mais excitado, a calor da sua buceta transbordando, o recebendo tão bem.
Seu corpo parecia tão frágil assim, pequeno em comparação ao dele, que te cobria por inteiro sem esforço, o peitoral pressionando você, seus ombros largos servindo como uma âncora quando o prazer invade seu interior.
Você sussurra seu nome baixinho, esperando que aquilo faça algum sentido pra ele, e sempre faz, por que ele te conhece tão bem. As perninhas tremem enquanto ele faz círculos carinhosos sobre sua pele, te acalmando durante todo seu orgasmo, sua vagina pulsa ao redor do seu pau grosso a bagunça no meio das suas coxas crescendo a cada instante, uma mistura de sangue com seu próprio prazer despertando algo primitivo dentro de Jobe.
Seu pau te abre até às últimas ondas de orgasmo, os caninos, ligeiramente mais pontudos, se afundando na pele do seu pescoço enquanto ele goza dentro de você, seu esperma te preenchendo calorosamente, sua buceta guardando tudo tão bem, feita pra ele.
Ele se retira lentamente de você, o vazio acompanhado de uma dor surda no fundo do seu útero que te faz gemer, as pernas fechando como reflexo.
Ele pressiona a palma da mão quente na base da sua barriga, beijando sua maçã do rosto, os olhos te encarando e as sombrancelhas franzidas em uma ternura quase dolorosa.
Te levanta devagarinho da cama, te levando até o banheiro e tirando suas roupas silenciosamente, ligando a água do chuveiro enquanto ensaboa lentamente o interior das suas coxas, a água levando embora os resquícios de sangue e o esperma dele.
Depois que dele te dar um banho, trocou as roupas de cama e te ajudou a se vestir cuidadosamente com um conjunto de moletom, cobrindo o seu corpo com a colcha pesada e macia da cama, confortavelmente deitada enquanto buscava a sua caneca com o chá, agora morno, e um comprimido de ibuprofeno.
O calor do chá se instalou na sua barriga como um incentivo a mais pro seu sono, o corpo ficando molinho á medida que o líquido desaparecia da caneca, seu semblante ficando mais cansado, as pálpebras pesando e a costina de cílios longos nebulando sua visão.
Os próximos momentos você não consegue acompanhar muito bem, mas sente a cama afundando ao seu lado, Jobe te trazendo pra perto e apoiando sua cabeça no seu peito, os dedos acariciando os fios do seu cabelo. Ele tava tão quentinho, palavras confusas te incentivando a dormir.
Você adormeceu com a certeza de que ele estaria no mesmo lugar quando você acordasse, te admirando com o mesmo olhar afetuoso, perguntando se dormiu bem..
Notas: Deus...eu amo tanto ele...
adeus ruby 👋🏻 👋🏻 👋🏻 👋🏻
i see it, i like it, i want it
Oiiee
Adorei seu perfil, sua escrita é ótima e bem viciante 🥰
Por acaso o bonito, lindo, maravilhoso, suculento, gracioso Olise chama sua atenção o suficiente para escrever algo com ele?
Muito obrigadaa pelo elogio hihihi𖹭 escrevi essa pensando na personalidade que eu inventei pra ele.... espero que gostem. Boa leitura!!
──── 𝑼𝑳𝑻𝑹𝑨𝑽𝑰𝑶𝑳𝑬𝑵𝑪𝑬
[🫐] Bf!Michael Olise x leitora୨ৎ
.𖥔 ݁ ˖ preview: após uma derrota em um jogo importante, você precisa consolar o seu namorado de alguma forma...
⋆ ˚。୨୧˚ᵎᵎavisos: smut, size kink, dirty talk, rough sex, squirting, multiple orgasms, apelidos e unprotected sex.
Add: nessa história a França ganhou da Inglaterra na disputa pelo 3° lugar
Sua pernas se fecham com força em torno da cintura de Olise, tentando trazê-lo o mais perto possível do seu calor.
Suas mãos vão pra trás do seu corpo, tentando se apoiar no mármore frio da mesa em que está apoiada, ele te abre com força e você pode sentir os músculos da suas pernas resistirem enquanto seus joelhos se aproximam cada vez mais do seu peito.
Olise te segura como uma boneca, seu peso não parece ser nada pra ele, te penetrando com força, as veias do braço saltando, os quadris se chocando asperamente contra os seus, fazendo seus peitos balançarem a cada estocada.
Seus braços envolvem seu pescoço enquanto ele te empurra cada vez mais perto de um orgasmo, a mesa se mechendo no ritmo dos seus corpos.
Seus olhos se desviam pra imagem atrás de Olise, o vidro das janelas do seu apartamento espelhando a forma bruta que ele te come.
As costas largas de Olise cobrem quase todo seu reflexo, os dedos agarrando com força sua bunda, seu pau te abrindo sem piedade e da melhor forma possível, sua buceta se esforçando pra acomodar cada um dos centímetros.
Olise era grande, você precisava de vários minutos pra se acostumar com o seu tamanho mas essa noite a leve ardência no seu ventre não parecia importar pra nenhum dos dois.
Você podia ver suas roupas espelhadas por vários lugares da sala pelo reflexo no vidro, pequenas lágrimas enfeitam os cantos dos seus olhos e embaçam sua visão, o prazer se acumulando dentro de você violentamente.
Suas unhas delicadas cravam nas costas de Olise, tentando descontar um pouco da dor e do prazer intenso que você sente. Seus olhos reviram atrás das pálpebras saboreando o encaixe apertado que você dá a ele.
Ele parece tenso, sua mente vagando em algum lugar distante entre gols sofridos e as estupidas medalhas de terceiro lugar, o bronze brilhando nas suas memórias, a raiva preenchendo o seu corpo enquanto ele parecia descontar em você, o aperto no seu quadril começando a doer.
"Olise?", você diz baixinho, o nome dele deslizando pelos seus lábios como uma súplica, a voz saindo com dificuldade, quase não se sobressai ao barulho molhado de pele com pele, sua atenção finalmente se desvia pra você, os olhos mais escuros que nunca, seu peito subindo e descendo furiosamente.
Algo diferente desperta dentro dele, como se ele percebesse o que estava fazendo. Ele agarra seus rosto, e seus olhos se encontram, ele parece tão cruel assim, rindo convencido do quão destruída você se parece, o cabelo bagunçado, gotículas de suor escorrendo por entre suas clavículas e seios, os olhos perdidos e bochechas coradas, as sombrancelhas franzidas enquanto você morde os lábios de prazer, marcas avermelhadas enfeitando toda a extensão do seu pescoço.
Seus dedos afundam na pele macia das suas bochechas enquanto ele te trás pra perto, os lábios se chocando num beijo cortante, ele se enterra mais fundo em você, gemendo rouco durante o beijo, a língua invadindo sua boca com desejo e urgência.
Você pode sentir a sua decepção, sua frustração pelo seu time ter recebido um título que não merecia depois de tanto trabalho duro e dedicação, ele voltou da coletiva de imprensa essa noite com um gosto amargo na boca, precisando de algum tipo de afago, então você se ofereceu pra ajudá-lo.
Ele tem gosto de whisky e algo mais primitivo, você se afasta do beijo tentando recuperar o fôlego, mordendo um dos lábios carnudos dele. Seus quadris vacilam quando seus orgasmo te invade de maneira brusca, sua buceta pulsando ritmicamente em torno do seu pau grosso.
Olise encaixa o rosto na curva do seu pescoço, sentindo o seu cheiro e mordendo seu ombro enquanto recupera a velocidade dos seus movimentos impiedosos, sem esperar que você se recupere do seu orgasmo, seu pau encaixando no seu ponto G a cada estocada, fodendo com a sua sanidade.
Você geme seu nome mais alto, as unhas agora arranhando a sua pele, luz distante desenhava um brilho suave sobre sua pele escura, destacando os contornos do peitoral.
"Amor...É muito, porra—", seus dedos dos pés se curvam em total êxtase, a coluna se arqueia como a de uma gatinha, seus pensamentos oscilando em tentar afastá-lo ou trazer Olise mais pra perto.
"É demais—caralho", sua vagina ainda muito sensível, você se sente tão cheia, como se estivesse prestes a explodir, os estímulos te deixando a beira de um colapso.
"Ah é?Mas você aguenta 'né? Minha putinha sempre aguenta" sua voz soa rude quando ele finalmente rompe o silêncio, dando tapinhas no seu rosto, o polegar invadindo sua boca, pressionando sua língua macia enquanto te vê chupando sua digital, como a vadia que ele sabe que você é.
Uma sensação nova invade seu corpo, se acumulando a cada estocada, é diferente de qualquer outra coisa, você se sente estranha, como se fosse transbordar a qualquer momento,
Você pode sentir o momento que aquela linha que te separava da destruição se rompe, sua buceta esguicha e molha completamente o abdômen dele, um pouco a mesa e o chão gelado em baixo de vocês.
Você ouve a risada seca dele, vibrando sobre a sua pele, a boca pressionando seu pescoço, realmente se divertindo com o seu desespero.
Suas pernas se fechando em espasmos fortes, tentando tirá-lo de dentro de você.
Você fecha os olhos com força, os dedos tateando o abdômen dele tentando parar seus movimentos, tirá-lo de alguma forma da sua buceta cansada, agora mais apertada pelos espasmos.
Ele se despeja dentro de você com um ruído gutural, deixando todos os pelos do seu corpo arrepiados, seu esperma te preenchendo calorosamente.
Vocês se olham meio confusos e entorpecidos, as respirações voltando ao normal aos poucos, o cheiro de sexo ainda presente no ambiente escuro.
Ele se afasta lentamente de você, se retirando do seu interior enquanto seu gozo escorre de dentro da sua buceta quente.
Olha pra bagunça no meio das suas pernas e sorri convencido pra si mesmo, os dedos indo em direção ao seu buraquinho, coletando um pouco do seu próprio prazer e enfiando de volta pra dentro de você, a buceta agora mais espaçosa depois de acomodá-lo.
Você sorri cansada, a respiração vacilando enquanto se esforça pra dizer: "Melhor agora amor?", ele faz que sim com a cabeça, as sombrancelhas arqueadas de forma arrogante , o queixo se levanta enquanto seu sorriso se alarga, como o filho da puta pretensioso que ele é.
Notas: escrevi essa pensando no Erick e acho que eu me empolguei...um pouquito
falaram que você encontra um jude bellingham em qualquer esquina do rj E QUAIS ESQUINAS SAO ESSAS? EU QUERO SABER
━━╋━ i'm everybody's type | yu jimin x reader.
graduanda em fisioterapia popular jimin x universitária tímida dom leitora ⋆ smut com fluff no início ⋆ wc: 882.
👘 [masturbação f (karina receiving), a leitora fica provocando karina na hora do ato, menção à sexo oral e scissoring, jimin manhosa bem pillow princess]
𝒽: minha primeira história depois de muito, muito, muito tempo. entendam caso tenham erros ou não esteja tão bom t.t
como se conta a garota mais conhecida do campus sobre seu crush à primeira vista, sem correr o risco de tomar um toco e se tornar a fofoca semanal dos grupinhos universitários?
de fato, sua paixonite por yu jimin não é atual. começou há mais ou menos 2 anos, quando colocou os pés no chão cinzento e viu uma mulher linda entregando panfletos – não lembrava ao certo o conteúdo. era algo sobre consultas grátis para idosos em algum estágio avançado de dificuldades locomotoras.
os cabelos da morena estavam em um tamanho médio, com uma franjinha que cobria os olhos em formatos de meia lua. seus lábios estavam em um formato simpático, exibindo os dentes alinhados, mas que por conta da expressão em seu rosto, tornava o sorriso um pouco assimétrico o que contribuía para o charme único da garota. usava um jaleco com uma pequena identificação encaixada no bolso: ‘yu jimin, fisioterapia, 3° período.’
TODO MUNDO, MENOS VOCÊ - LEE JENO - PARTE 3.
CONTEÚDO: melhor amigo!jeno x melhor amiga! leitora, friends to lovers, smut, angst, ciúmes, amigos de infância, ambiente universitário, slow burn, um quase triangulo amoroso, tópicos sensíveis: ansiedade e agressão verbal, jaehyun irmão mais velho de jeno, calouro!jisung.
n/a: oii! voltando com a terceira parte dessa história que eu estou amando escrever e que espero que vocês estejam gostando também.
quero agradecer a todos pelo feedback que estou recebendo, por toda ajuda e por todo apoio. eu fiquei um tempo sem escrever nada e estou voltando agora e ter essa ajuda de vocês é essencial.
espero que gostem desse capítulo, não se esqueçam de deixar os comentários, notas/favs e o reblog de vocês pois isso me ajuda muito.
boa leitura!
MASTERLIST DA SÉRIE | PRÓXIMO | ANTERIOR
TODO MUNDO, MENOS VOCÊ - LEE JENO - PARTE 1.
CONTEÚDO: melhor amigo!jeno x melhor amiga! leitora, friends to lovers, smut, angst, ciúmes, amigos de infância, ambiente universitário, slow burn, um quase triangulo amoroso, tópicos sensíveis: ansiedade e agressão verbal, jaehyun irmão mais velho de jeno, calouro!jisung.
n/a: eu finalmente voltei, um comeback inesperado depois de tanto tempo sem escrever rsrs mas eu acho que meu bloqueio literário finalmente terminou!!! espero que vocês gostem dessa nova fic, estou voltando com uma long fic, é algo que eu já venho elaborando a semanas e espero que vocês gostem :)
desde já peço perdão por qualquer erro, vou realizar um revisão melhor brevemente.
masterlist da história | masterlist principal
TODO MUNDO, MENOS VOCÊ - LEE JENO - PARTE 2.
CONTEÚDO: melhor amigo!jeno x melhor amiga! leitora, friends to lovers, smut, angst, ciúmes, amigos de infância, ambiente universitário, slow burn, um quase triangulo amoroso, tópicos sensíveis: ansiedade e agressão verbal, jaehyun irmão mais velho de jeno, calouro!jisung.
n/a: postando a segunda parte dessa história, eu to amando escrever isso, eu sinto muita falta de escrever essas coisinhas assim meio melancólica e triste (e com tesão rsrs)
ainda não foi revisado, então desde já peço perdão por qualquer erro de escrita ou digitação.
espero que gostem, não se esqueçam de deixar as notas, reblogs e comentários de vocês pois isso me ajudar muito!!
MASTERLIST DA SÉRIE | ANTERIOR | PRÓXIMO
melhor grupo global do momento
𝐚𝐣𝐮𝐝𝐚 — 𝐣𝐮𝐝𝐞 𝐛𝐞𝐥𝐥𝐢𝐧𝐠𝐡𝐚𝐦 ㅤ ೀ⠀
jude!namoradinho x leitora, smut!!!!, oral (f), jude meio pussy drunk, menção a choro, acho que é isso ⁘ wc: 800 ⁘ a/n: minha pequena contribuição a judemania, talvez teremos mais coisas depois :p
────⠀· ❛ 𝐁𝐄𝐒𝐓𝐈𝐄𝐒
(Ningning x Leitora)
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐺𝑒̂𝑛𝑒𝑟𝑜: Smut.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐴𝑣𝑖𝑠𝑜𝑠: MDNI, wlw, 69, amigas com benefícios, sexo oral, masturbação explícita, dirty talk, conteúdo sexual explícito, linguagem imprópria.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝑁𝑜𝑡𝑎: Oi sapatinhas do tumblr.com
Yizhuo tem absoluta certeza que é hétero, que não sente qualquer tipo de atração por outras mulheres. No entanto, é curiosa, ao menos essa tem sido a desculpinha dela pra pegar a melhor amiga.