Por agora parece que o Medium está a ganhar a este blog em histórias contadas. Se não encontrarem coisas novas aqui devem ter melhor sorte por lá.

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@blogdoalexandre
Por agora parece que o Medium está a ganhar a este blog em histórias contadas. Se não encontrarem coisas novas aqui devem ter melhor sorte por lá.
E isto que eu estou a fazer por estes dias.
Portas abertas, toalha estendida, copos cheios, petiscos e música a invadir o jardim da Casa das Artes na tarde de 22 de Agosto.
Nunca foi o amigo daquele
– Então Chico?
no meio da rua. Esta semana não tivemos aquele momento de
– Parabéns Chico. 70 Anos? Raios-te-partam. Estás impecável.
Nunca encontrei o Chico na porta do prédio. De todas as vezes que estive numa fila de supermercado com o carrinho cheio de compras nunca foi o Chico que chegou com 4 iogurtes a pedir para passar à frente.
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"Baoba Stereo Club" (em Casa das Artes Bissaya Barreto)
Músicas do Mundo
Quando quero fazer as coisas bem feitas ofereço um livro, salvo um ou outro momentos, como os nascimentos em que prefiro uma cesta de fruta.
De todos os livros prefiro oferecer os de poesia. Mas por vezes parece-me arrogante oferecer um livro de um género que entre todos é o que menos se lê
(a acreditar nas estatísticas que não contabilizam as mensagens dos namorados)
e ou compro um barato que já li ou compro um caro que queria ler mas não comprei ainda
(tenho quase sempre um livro do Herberto Hélder na mão quando chego a este dilema).
Na Quinta-feira passada ainda antes de almoço entrei numa livraria já a meio desta dúvida
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Visto metade do documentário "The Internet's Own Boy: The Story of Aaron Swartz" só me ocorre um poema para expressar o que penso
O pequeno filho da puta é sempre um pequeno filho da puta; mas não há filho da puta, por pequeno que seja, que não tenha a sua própria grandeza, diz o pequeno filho da puta. no entanto, há filhos-da-puta que nascem grandes e filhos da puta que nascem pequenos, diz o pequeno filho da puta. de resto, os filhos da puta não se medem aos palmos,diz ainda o pequeno filho da puta. o pequeno filho da puta tem uma pequena visão das coisas e mostra em tudo quanto faz e diz que é mesmo o pequeno filho da puta. no entanto, o pequeno filho da puta tem orgulho em ser o pequeno filho da puta. todos os grandes filhos da puta são reproduções em ponto grande do pequeno filho da puta, diz o pequeno filho da puta.
(podem continuar a ler o poema aqui >> mas o sentido do que sinto não se altera significativamente nas restantes estrofes de Alberto Pimenta)
faz 70 anos, dizem, eu não acredito.
Hoje ao ler o blog da Maria Popova, recortei mais um par de citações sobre o aborrecimento para juntar às do Peter Brook, do John Cage e claro aos pensamentos do grande mestre amarelo, Winnie The Poo. Depois lembrei-me desta tira do Bill Watterson e dei o assunto por encerrado, outra vez.
Um documentário incrível que no fim deixa um sentimento
-- de revolta, mesmo,
por não ter visto um dos espectáculos dos Dzi Croquettes.
(um só!)
Eles que não eram
-- Nem homem. Nem Mulher.
Eram
-- Gente.
E, não se continham de o ser
-- Meu amor.
Banksy, Wall and Piece.
Pouco lhe importa se veste roupa importada, fala razoavelmente 3 ou 4 linguas ou fuma cigarros de mentol. A realidade para quem sonha sonhos tão importantes é sempre pequenina e desarranjada. Mesmo cheia de contas para pagar e gente menos ambiciosa e enormes rabos em forma de sofá-cama, mesmo essa forma mais cruel de realidade, a que nos leva sempre vantagem uns dias por mês, pode pouco ou nada contra a desmesura dos sonhadores como ele.
(continuar a ler >)
Dia 11 de Junho é dia de PechaKucha Night em Coimbra. O meu nome está entre os oradores mas isto é uma coisa tão bem organizada que me impuseram um limite de tempo para falar.
Primeiro foram as mesas de bilhar. Cobriram-nas com contraplacado e toalhas de papel para receberem os jantares-de-curso e de tudo o que há para comemorar com vinho da casa.
O jogo ao fim da tarde já não tinha clientes para concorrer com as marcações de
– mesa para vinte, vinte-cinco.
(continuar a ler...)
Sei pouco do piloto Jack Brabham que hoje faleceu. Mas tenho que para lhe agradecer uma grande história para contar. Quando venceu o campeonato do mundo empurrando o carro até à meta no fim da corrida.
Uns minutos preciosos do Brad Frost numa Creative Morning com muitos exemplos de gente que trata o nosso tempo como um bem pouco precioso.
A crónica publicada esta semana no jornal é sobre a crise de grandeza.
Um pavor medíocre que muitos sentem perante a grandeza dos outros e as tristes defesas de que se socorrem para defender o estatuto imaculado a que se habituaram como um músico viciado no tic-toc do metrónomo.