ano passado marquei de encontrar nico na mureta da urca às 18h; desci do ônibus que peguei no flamengo, desnorteada entre a lotação de sempre e já no finzinho do pôr do sol. de repente, senti um corpo me agarrar com tanto impacto que esqueci de estar no rio. ora, pois agora já estava em são paulo — nos braços de nico. foi engraçado que só e muito entusiasmante. é mesmo dessas delícias do amor ser mirada primeiro por um amigo!

















