Nunca encostei uma lamina sequer na minha pele ou um laço no pescoço, mas as vezes sinto a vontade de saber como é ser livre da angústia.
Eu queria ser abraçada, ouvir um “eu te entendo” ou “eu me importo contigo”, ver ações de quem demonstra amor e não viver apenas em relacionamentos unilaterais, onde a maior parcela dos esforços é feito por mim para estar com outras pessoas.
Eu já acreditei, e confiei, no que as pessoas diziam sobre mim: “você é boa com todos, pra você todos são iguais”, “sua personalidade e sua humildade são admiráveis”, “nunca mude”.
Nunca mude!
Eu acreditei tanto que realmente nuca mudei.












