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Escrever por Hobby ou por Profissão? Eis a questão
Olár, amores mio! Ando um tempo sem postar algum post de dica, não é mesmo? Bem, decidi vim com esse post aqui que não sei bem se pode ser considerado como dica ou não, mas com certeza terá algumas reflexões filosóficas de autoconhecimento e dúvidas do futuro.
Deixe-me começar o post com uma historinha da minha vida. Quando eu tinha os meus 16/17 anos, naturalmente começou a campanha da escola e dos meus pais de questionarem o que eu ia fazer no meu futuro, já que eu já estava no Ensino Médio e começavam as conversas sobre faculdade.
Como eu gostava muito de escrever desde àquela época, eu tinha na minha cabeça que ia cursar Letras e me tornar escritora, não havia nem o que pensar sobre essa escolha, portanto quando a época de inscrição para vestibular estava chegando, eu fui conversar com uma professora de Português e Literatura sobre qual seria a melhor faculdade e o que esperar do curso, além de contar qual era o meu objetivo. Bem, a resposta dela não foi bem o que eu esperava.
Primeiro que ela detonou com o curso de Letras. Ela basicamente disse que Letras aqui no Brasil é focado principalmente apenas na Licenciatura e ninguém que cursou Letras – Licenciatura fazia outra coisa que não dar aula de Português ou Inglês em escola. E nos cursos de Letras na parte do bacharelado ela também mostrou uma realidade bem pessimista, já que a maioria que não seguia com licenciatura viravam tradutores que trabalhavam muito e eram mal pagos. Ou seja, um leque limitado de mercado de trabalho e o pouco que havia eram mau-remunerado.
Essa professora também me aconselhou que seu eu quisesse ser escritora, não precisava fazer Letras necessariamente, pois não era um trabalho que efetivamente exigisse um curso superior específico, então poderia fazer outra coisa e escrever ao mesmo tempo, além de que me alertou dos males do ramo editorial para querer viver apenas da escrita. Segundo ela, muitos autores nacionais publicavam seus livros mediante contratos muito específicos, que ou tinham que pagar do próprio bolso a publicação ou que mal davam retorno, vez que parte do lucro ficava com a editora. Além de que só para conseguir esses contratos era necessário o famoso Q.I — quem indica — dentro da editora.
Nem preciso dizer que aquela conversa foi um banho de água fria nos meus sonhos e expectativas. Falei com outros professores que disseram basicamente as mesmas coisas que essa professora e acabei desistindo da área de Letras. Lembrando que isso aconteceu na minha vida lá em meados de 2010, ou seja, o Wattpad e Kindle Direct Publishing até já existiam, mas estavam longe de virar moda aqui no Brasil, portanto nem se falava de autopublicação como opção de mercado.
Hoje em dia me arrependo da decisão de não seguir com a escrita profissional? De forma alguma.
Aos 17 anos eu não tinha consciência do que “trabalhar fazendo uma coisa que eu já amo fazer” implicaria. Escrever para mim sempre foi um hobby e agora aos 26 anos, não acho que conseguiria transformar essa minha forma de diversão em uma obrigação, porque quando você escreve profissionalmente, não tem a opção de pensar “estou cansada hoje, acho que não vou escrever e só vou assistir uma serizinha para relaxar”. Você tem que escrever. Todo dia. E não é tentar escrever. É ter um avanço da história dia-a-dia, pelo menos um capítulo completo. É para terminar um livro dentro de um prazo determinado — geralmente curto — e não significa que após a história estar completa o trabalho vai amenizar. Pelo contrário, depois é preciso trabalhar na revisão, que com certeza vai mudar toda a estrutura da história, que será como se estivesse escrevendo do zero novamente. E mesmo esse trabalho de revisão é diário, com braço doendo da tendinite, bursite, dor nas costas, dor de cabeça, olhos cansados entre qualquer outra dor que você sinta. Escrever vai virar o seu trabalho, um dever, uma obrigação.
Se você precisar viver do lucro da escrita vai ser ainda pior, porque por mais que você ame escrever, vai ser impossível ignorar a pressão que a escrita vai te proporcionar nesse caso do financeiro.
Daí a pergunta é: será que você conseguirá dar conta de segurar essa barra?
Se você conseguir, ótimo! De verdade!
Mas não se sinta mal se você não conseguir, porque esse é um dos males de se trabalhar com o que você ama. Acaba virando ódio em muitos casos e é um ponto que você terá que parar para refletir.
Vi muita gente que amava desenhar e tinha o dom para o desenho começar a trabalhar em profissões que exigissem desenhos, como arquitetura, designer ou publicidade e propaganda, e de repente se arrependerem porque não é só porque há desenho envolvido que eles estão amando ficar todos os dias desenhando, ainda mais quando o dito desenho está embutido com prazos, opiniões de clientes, críticas que não podem apenas ser ignoradas já que você está desenhando para outros e não para você.
Na escrita é igual e muita gente se ilude com o retorno financeiro, principalmente porque se inspiram em J.K Rowling ou no Stephen King, mas é só pegar as estatísticas de quanto escritores realmente existem no mundo e quantos deles são famosos, vendendo milhões de cópias no mundo inteiro. É uma discrepância quase vergonhosa.
Não estou dizendo que você não tenha a capacidade, mas infelizmente o mundo real exige muito mais do que apenas talento.
Pessoalmente eu estou feliz em ter seguido com outra área e utilizar a escrita apenas para me divertir. Tanto que a maioria das coisas que escrevo é apenas fanfic e vez ou outra estou me arriscando em pensar em histórias originais, porém não é nem para lançar um livro, já que pretendo postar apenas pelo Spirit mesmo. Criar e escrever para mim está melhor apenas como válvula de escape do que eu acredito que estaria se fosse profissão.
Meu objetivo com esse post não é desanimar ninguém, mas apenas abrir seus olhos para a crueldade da realidade, porque não é uma carreira fácil de seguir. Minha dica para quem quer seguir profissionalmente é ter um trabalho paralelo à escrita que te permita viver e pagar suas contas, dessa forma ao menos tira uma das pressões que a escrita profissional pode trazer, que é o retorno financeiro.
Quanto ao cansaço de ter que sentar e escrever todo dia depois do trabalho não há muito o que fazer. É apenas respirar fundo, lembrar porque ama tanto escrever e labutar mais um pouco, sempre tendo em mente também que a sua história é o seu segundo emprego.
Enfim, é isso. Se alguém aqui é profissional no ramo da escrita e quiser compartilhar suas experiências fique à vontade. Compartilhem se não forem também. O que os levou a não querer seguir profissionalmente. Qualquer dúvida minha ask está sempre aberta.
Obrigada a todos que leram, perdoem-me pelos erros, alguns acabam passando na revisão. Beijinhos de megawatts de luz! <3
Ok, parece q eu não posso responder aos "comentários" (ou sla como se chamam) do tumblr com meu blog secundário, sempre q tento a resposta sai no blog principal :/
Eis que você precisa de conselhos amorosos porém a única pessoa com quem você pode falar é o seu crush
E lá vamos nós... aparentemente estão criando campanhas anti-vacina da covid e eu tô só, chocada porém não surpresa
por @zebradaa https://www.instagram.com/p/CD8-H5slYwD/?igshid=10f408ne8yxiu
Homeschooling
(via)
Fonte: Wikipédia.
E eu vou por as tags dos fandoms que eu escrever aqui sim, só não vou por dos personagens
Ok, eu realmente preciso reler noragam!
Metade dos posts sobre o mangá que eu vejo eu não reconheço a cena aaaaaaaa
Também tem que eu nem lembro oq caraças que aconteceu com a Bishamon pra ela ficar dormindo. Foi só a morte da Suguha (era esse o nome dela?) Ou teve algo a mais que eu não lembro?! Eu realmente não faço ideia aaaaaaa
Mas afinal, o que é plágio?
Olár, amores mio! Faz um tempo que estou planejando escrever sobre esse post, que como podem ver pelo título, é sobre plágio. Para muitas pessoas, essa tentativa de explicação talvez seja óbvia e desnecessária, mas honestamente, com tudo o que eu já vi e ainda vejo nas redes sociais e nas plataformas, acho que é mais do que necessário ser uma temática abordada.
Eu sempre falei que estou mais presente no Spirit Fanfiction, e vira e mexe eu dou uma olhadinha no fórum, principalmente na sala de dúvidas, e lá tem muitos posts de pessoas perguntando sobre plágio. Ou porque ainda não conseguem entender o que é ou porque a histórias delas foi banida por causa disso, mas discordam, ou seja, também não entendem bem o que é plágio.
Falando de maneira curta e grossa, plágio é o ato de copiar a obra de alguém falando que é sua. Pode ser desenho, música, filme, texto, fanfic, foto etc. O plágio também é crime, previsto no artigo 184 do Código Penal e pelas disposições da Lei n° 9.610/98, que é a Lei dos Direitos Autorais, que prevê não apenas sanções penais, como também civis.
O que isso significa? Significa que se você comete plágio é responsabilizado penalmente e civilmente. Apesar de menores de idade não poderem responder criminalmente, podem sim responderem na esfera civil com indenização e danos morais.
Acontece que o plágio não é tão simples assim, porque possuí várias modalidades, que são:
Plágio Total: copiar o texto na íntegra, ou seja, palavrinha por palavrinha. As famosas “adaptações” que vemos por aí, muitas vezes consistem em plágio total, pois mudam apenas o nome dos personagens, mas as narrações e diálogos se mantém o mesmo. Lamento, mas isso é plágio.
Plágio Parcial: consiste em copiar apenas uma parte da obra. Já vi muita gente comentando que queria fazer a fanfic da fanfic. Ou seja, o ficwriter primário escreveu uma história, mas o leitor gostou só do começo dela e quer escrever o resto como bem entender. Daí ele copia só o começo para depois seguir escrevendo da sua forma. SIM, isso é plágio também! Não importa se é só o começo, o meio ou final, copiar mesmo que seja ¼ da obra continua sendo plágio. O Spirit considera até mesmo uma frase canônica utilizada na fanfic como plágio parcial — vou comentar sobre isso depois.
Plágio Conceitual: Pegar a ideia central de uma história e escrever o mesmo com outras palavras. Por exemplo, escrever sobre um menino órfão, que descobre que é mágico, vai para uma escola aprender magia, fica amigo de duas crianças, sendo que um engraçado e outro CDF. Esse menino órfão descobre então que é especial, porque é o único que pode derrotar o vilão, que tem mania de grandeza e diz que quer purificar uma raça. No final, o menino ganha.
Que obra esse enredo parece? Quem leu/assistiu, sabe que é basicamente o enredo de Harry Potter. Uma coisa é se inspirar, outra coisa é copiar o enredo. Aqui muita gente faz confusão sobre os clichês. Os clichês são temáticas parecidas, por exemplo a menina nerd que se apaixona pelo atleta da escola. Nesse aspecto, existem muitas vertentes e muitas formas de escrever. Ou seja é uma temática geral para ser desenvolvida. O enredo de Harry Potter, é muito mais específico. É isso que difere o clichê do plágio conceitual. O primeiro é uma ideia genérica, outro é um enredo específico.
Plágio Mosaico: De todos, eu acho esse o mais feio, porque falando em outras palavras, é a tentativa de disfarçar o plágio. O plagiador muda uma coisinha aqui e ali no enredo, por exemplo, ao invés do menino órfão ser maltratado pelos seus tutores, ele é bem querido. O casal de amigos, são dois meninos ou duas meninas que ficam juntos num casal LGBTQ+. Usam sinônimos para não ser palavrinha por palavrinha igual. O plagiador realmente tenta fingir que aquilo não é um plágio.
Existe ainda uma outra modalidade, que seria o autoplágio. Essa modalidade consiste em texto plagiado do próprio autor, sem a referência desses trabalhos anteriores. Essa modalidade tem divergência se é crime ou não, visto que afeta principalmente na área de pesquisas. A título de curiosidade sobre essa modalidade, a CAPES — Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior — avalia o nível de produtividade dos cientistas através de suas publicações, e o autoplágio afeta essa avaliação, portanto, o CNPq — Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico — considera o autoplágio como crime.
Com relação a autopublicação, não acho que o autoplágio influencia alguma coisa. O próprio Spirit não considera plágio você adaptar a SUA própria história em outro fandom, visto que foi você mesmo que criou a história principal. E eu uso como referência o Spirit porque é a plataforma mais chatinha com relação às diretrizes. Raramente tem coisa que o Spirit deixa e as outras plataformas não.
E continuando a falar do Spirit nessa questão de plágio, usar uma frase canônica na fanfic sem estar em citação, a plataforma considera plágio parcial. Se fosse um Trabalho de Conclusão de Curso, uma redação escolar ou uma história original mesmo, eu entendo considerar um plágio parcial nessas situações, porém no site do Spirit, pessoalmente, eu acho isso meio exagerado, afinal trata-se de fanfic e o próprio nome é autoexplicativo: é ficção de fã. Algumas frases são jargões do personagem ou representam cenas icônicas. Muitas pessoas gostam de fazer releituras de alguns pontos da ficção que estão escrevendo e fazer isso é muito difícil se não puder colocar algumas frases ditas.
Porém eu também entendo um pouco o lado do site. Se proibindo tudo tem gente que não consegue entender direito o que é a questão do plágio, imagina se começasse a discussão se tal frase é ou não plágio. Lembrando que a própria equipe de administradores do site não são especialistas na área para conseguirem entender 100% as questões legais. Tanto que muitas das análises envolvem o entendimento pessoal do administrador.
Por isso é importante saber as diretrizes da plataforma em que quer postar a sua história. No que o Spirit pode exagerar, por outro lado têm plataformas que simplesmente negligenciam, como é o caso do Wattpad. Eu não vou fazer novamente a caveira dessa plataforma, mas é fato que muitas pessoas postam coisas lá porque é muito difícil serem pegos. Por isso as denúncias são importantes. Se verem obras plagiadas, não tenham pena de denunciar. As plataformas contam com os olhos dos leitores para proporcionar um lugar justo e saudável.
Bato mais uma vez na tecla, pesquisem TUDO ao escrever sua história. Sobre plágio, o que pode ter no enredo, o que não pode ter, classificação legal, o que é crime, o que é apologia, o tema induz temática problemática ou não.
Detalhe: as imagens de capa também podem ser plagiadas e violar direitos autorais. Se o seu capista disser que não pode utilizar a imagem que você pediu, aceite que ele está ciente dessas questões de plágio, porque imagina ele(a) fazer a capa e você ser banido acusado de plagiar imagem logo na capa? Pois é, a responsabilidade acaba sendo dele(a), por isso CUIDADO com as imagens do Google, do Pintarest e do Tumblr. Procurem utilizar imagens de sites que são próprias para uso livre, como o Pixabay, por exemplo.
Vou encerrar o post aqui porque já está bem longo. Mas espero que tenha ajudado alguma coisa. Desculpem qualquer erro, às vezes passa alguns errinhos na revisão. Obrigada a todos que leram, beijinhos de megawatts de luz! <3
Como que encontro blogs em português ?! aaaaaahhhh
E eu mandei um ask pra um blog gringo que eu gosto MUITOO e tipo um minuto dps recebi notificação de resposta ?!?!?!?
Esqueci de por no anônimo e agora ansiedade bateu kkkkkk
Cara eu acompanho alguns fandoms aqui no Tumblr e como eu geralmente falho em encontrar blogs BRs ou até mesmo PTs, eu posso simplesmente falar o que eu achar sobre sem me preocupar com a minha timidez e em algum envolvido que talvez ache ruim oq eu digo :p
Esse blog vai ser mais de "desabafo" msm enquanto eu me viro pensando se algum dia crio um blog com conteúdo decente 😗
Mano, eu simplesmente decidi que, como eu não tenho nenhum seguidor aqui e também é a rede social que eu mais "uso" (só fiz um post de verdade uma vez no meu blog principal mas ok) eu vou o Tumblr como as pessoas usam o Twitter :D
Vou simplesmente postar o que der na telha e seja o que Deus quiser
(Me desculpa se alguém realmente ler meus posts)
Como divulgar sua história
Olár, amores mio! Esses dias eu estava deitada na cama pensando na vida e me ocorreu que falo e reblogo muitas coisas sobre a escrita em si, o processo criativo e recentemente onde postar, mas não são muitas pessoas que falam sobre depois da postagem, como as divulgações, por exemplo.
Divulgar a sua história quando você é um escritor ou escritora autônoma é por sua conta. Às vezes algum leitor ajuda indicando para amigos, mas geralmente cabe a você a tarefa de propagar a palavra, mas já vi algumas pessoas aplicando a divulgação de maneiras não tão boas ou autores simplesmente não divulgando por “n” motivos, seja vergonha, porque acha que é chato e inconveniente, porque não sabe como, entre outras justificativas, mas realmente não precisa ser tímido, não enche o saco de souber para quem e como mandar e se não souber como fazer, nesse post vou falar uma das formas que eu aprendi a fazer divulgação.
Não há nada em errado em divulgar sua história, você só está vendendo o seu peixe, mas a primeira coisa que precisam saber é que fazer a divulgação dá trabalho e não adianta sair apontando para tudo quanto é lado. No final, você só gastou energia e não vai alcançar o objetivo, porque antes de mais nada você precisa mirar para atirar.
Ao selecionar uma pessoa para mandar sua divulgação primeiro você tem que ver se ela está disposta a aceitar divulgação por MP. Geralmente há avisos no perfil da pessoa. Se ela disser que não aceita divulgação, RESPEITE E NÃO MANDE! É aqui que começa a fama de “divulgação é chato e inconveniente”, porque muitos autores simplesmente perdem a noção do respeito e mandam mensagens divulgando a história/fanfic quando está explícito no perfil da pessoa que ela não aceita divulgação. Ou ele ignorou o aviso ou atirou às cegas, o que também não é muito legal. Tem pessoas ainda que limitam o fandom de divulgação, e se a sua história não está lá no fandom passível de divulgação, respeite esse limite também, como cumpra o lugar em que o usuário pede a divulgação. É comum no Spirit o usuário indicar um jornal para fazer a divulgação ao invés por MP.
Apenas considere a pessoa como potencial para divulgar se o perfil disser que aceita divulgação ou não estiver falando nada, nesse último caso o escritor não tem bola de cristal para ler a mente de alguém e saber que não gosta se não estiver escrito, portanto arrisque.
E por que eu falei potencial e não para mandar? Porque aqui vem outro detalhe que precisa ser analisado, que é o gosto de quem você quer mandar a divulgação. Em caso de fanfic, primeira veja se a pessoa gosta do seu fandom. Você vai descobrir de acordo com a lista de leitura, com a foto do icon, com os favoritos, as histórias que ele mesmo posta. Isso significa que ela tem chances de entrar na sua história para ler porque é do gosto dela.
Olhar ver se a pessoa gosta do gênero parece óbvio, mas muita gente não faz. Eu cansei de receber divulgação de K-pop e eu não gosto de K-pop. Não tem nada no meu perfil que indique o contrário. E mesmo assim me mandam, provavelmente porque eu fui um nome escolhido aleatoriamente. Mas quando você faz isso, você desperdiçou uma mensagem porque eu não vou entrar para ler, porque não me interessa.
Cuidado também quando for ver os fandoms do potencial usuário para divulgar quando se tratar de Crossover (a junção de personagens de diferentes mídias em uma única história, por exemplo, Naruto e Harry Potter). Às vezes a pessoa favoritou por causa de um único fandom, mas não significa necessariamente que ela goste do segundo.
O terceiro ponto que você tem que observar para divulgar é ver se o usuário está ativo na plataforma, porque se ele não estiver, também não dará resultado. Esse daqui é um ponto problema no Wattpad, já que não dá mais para saber, mas no Spirit as atividades sempre mostram quando favoritou ou se manifestou no site.
Passando esses três pontos principais: 1) você analisou e viu que a pessoa aceita mensagem de divulgação; 2) gosta do fandom ou do gênero da sua história e 3) está ativo na plataforma, nós vamos trabalhar o corpo do texto.
Já recebi divulgação em que a o autor só me mandou um link. Era um link, mesmo. Não tinha fandom, do que se tratava a história, não tinha nem mesmo puxa-saquismo do autor. Era só o link. Óbvio que as pessoas também não vão entrar.
Também não é legal receber mensagem com o autor mendingando por leitura e se autodepreciando, porque o que o usuário pensará: se nem o autor gosta da história… O oposto também acontece, ficar falando na divulgação que a história é o próximo best-seller do site soa prepotente e soberbo, que afasta o leitor da mesma maneira que o autor autodepreciativo.
O que eu fazia quando divulgava algumas histórias: além de passar pelos três filtros, eu sempre mandava a mensagem iniciando com o nome da pessoa, pois isso da mais pessoalidade. Está mostrando a ela que ela não foi um nome aleatório, até porque não foi. Comento que vi que ela gosta do fandom, que ela favoritou histórias muito boas, afinal eu fiz essa pesquisa antes, e daí falo que eu tenho uma história daquele fandom. Faço um breve relato do que se trata. Pode ser a sinopse, pode ser outras palavras, coloco o link da fic e finalizo que se ela se interessar ou ficou curiosa para ver e quiser dar uma olhada será bem-vinda. Encerro o post com um obrigado por ler a mensagem e finalizo.
Na hora de falar da sua história, você pode adicionar o banner, o trailer, o fan-vídeo, qualquer coisa que você tenha feito para o marketing, porque é nesse momento que você tem que cativar o leitor para ler sua história, além da capa e sinopse. Seja criativo, faça uma divulgação bonita e caprichada. Prestem atenção aos erros de português,porque se no contanto inicial já mostrar desleixo na escrita o usuário não vai entrar para ler.
E depois ACABOU a interação da divulgação.
Tenha em mente que a divulgação é um convite para leitura, não uma carta de intimação. Se o usuário não quiser entrar para ler sua história, tudo bem porque não é a obrigação dele. Portanto não fique cobrando se ele entrou para ler ou não, perguntando o que achou, ficar mandando um milhão de convites até ele ceder. Porque feita a divulgação existe um monte de variáveis:
A pessoa pode ignorar a divulgação. Pode ignorar a resposta, mas entrar para ler e não gostar. Pode não te responder, mas favoritou por favoritar — o que aliás não façam isso. Se a pessoa te divulgou a história ela quer que você leia. Se não quiser ler, tudo bem, mas não favorite só por favoritar. O usuário pode te responder por educação, mas não tem a intenção de ler. Várias coisas.
Se ele te responder que vai ler, apenas agradeça pela chance que deu a sua história e diga que espera que ele goste e ponto. Como eu disse, ele pode estar te respondendo por educação.
Um adendo! LEIAM as normas do site em que vocês pretendem fazer a divulgação para verem se isso é permitido, pois no Nyah, por exemplo, é contra as normas mandar MP de divulgação. Eu sei que no Spirit pode e o Wattpad tem um limite. Vai variar do site que você usa.
Quanto as pessoas que recebem a divulgação, não precisa de grosseria. Reitero o que eu disse: divulgação é um convite de leitura. Você pode recusar, mas não precisa de ignorância para isso, afinal a pessoa só está tentando vendar o peixe e não é pecado.
Um pouco de bom senso dos dois lados não torna a divulgação problemática para ninguém!
É isso aí, amores! Espero que esse post ajude quem divulga as histórias ou pretende começar. Qualquer dúvida, minha ask e minha direct estão abertas. Obrigada por lerem, desculpe qualquer erro, às vezes passa alguns detalhes na revisão. Beijinhos de megawatts de luz e até o próximo post! <3
A técnica dos cinco sentidos na escrita nada mais é que descrever uma cena usando os cinco sentidos do corpo humano: visão, tato, olfato, audição e paladar. Essa percepção física de uma cena mesclada ao “o que o personagem está pensando/sentindo”, compõe uma narração completa. Mas, cuidado: nem todas as cenas requerem à utilização dos cinco sentidos, seu excesso torna a escrita monótona e cansativa. Há uma linha tênue entre algo bem descrito e uma encheção de linguiça.
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