𝖋𝖆𝖈𝖊 𝖑𝖎𝖐𝖊 𝖆𝖓 𝖆𝖓𝖌𝖊𝖑, 𝖇𝖚𝖙 𝖘𝖍𝖊'𝖘 𝖋𝖆𝖗 𝖋𝖗𝖔𝖒 𝖙𝖍𝖆𝖙
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nickwood:
❝ ei, para com isso ❞ ele lhe deu um empurrão no ombro, quando rose lhe ofereceu ajuda com as algemas. ele não negaria, se estivesse completamente livre de casamentos, a essa altura. mas aquele tipo de frase tinha muito poder, e ele não queria sair da linha, mas a frase que ele soltara saiu em tom de brincadeira.
sim, amelie havia conversado com nicholas sobre isso, e ele não havia negado a ideia. gostava de roselyn, e não poderia negar que gostava da ideia de tê-la ali no altar em seu casamento. ❝ e você chorou, afinal? ❞ ele perguntou, querendo saber a verdade. em seguida ela fez a brincadeira do primo rico e nick riu, negando com a cabeça. ❝ yeah, i know ❞ ele respondeu, sobre os primos de amelie. ❝ you know… rasmus estava falando de você esses dias. você está andando com ele agora? ele não é muito… psycho? ❞
“Bem, eu tentei convencê-la de que convidar a garota que queria roubar o noivo dela para ser madrinha do casamento não era uma boa ideia, mas...” Deu de ombros, sem nenhuma vergonha em dizer aquilo. “What can I say? I’ve lost. You want her to be your wife, so...” Riu baixo, tomando o resto do conteúdo de seu copo de uma vez só. “Eu a abracei, e aparentemente eu não sou muito carinhosa normalmente, já que ela chorou.” O tom de voz era como de quem estava surpresa que não a achassem tão carinhosa quanto ela pensava que era, mas era tudo uma brincadeira. Ela tinha consciência de que era mais fria, distante e controladora do que a maioria das pessoas.
Deu um pequeno sorriso quando ele mencionou Rasmus, assentindo quando ele perguntou se o garoto não era muito psycho. “Ele é... Peculiar. I don’t know, maybe they’re different in Durmstrang.” Brincou, dando um pequeno sorriso. “Mas eu não tenho sorte e todo o cara que eu escolho já tem alguém, já que ele está com Helena. Não é nada sério, mas ainda sim... Você sabe. O que também é uma merda, já que eu gosto da Helena.” Suspirou, cruzando as pernas. Não ficaria se lamentando para Nicholas, sabia que ele detestava uma pity party. “Na pior das hipóteses eu vou ter que trabalhar com a Amélie, e na melhor delas... Eu fico com os dois. Mas eu não sabia que você andava cuidando a minha vida, Rookwood, achei que estaria perdido nos preparativos do casamento ou nos músculos de Apollo. Enquanto você pode, é claro.”
rasmusdolohov:
ele revirou os olhos, suspirando. estava a um passo de levantar e sair dali, desistindo de roselyn. ele não gostava de ser contrariado, principalmente quando para si, estava fazendo uma favor a ela. apesar disso, a pergunta dela o fez fitá-la de novo, interessado. seus sentimentos e e expressões voláteis mudando. “why me?” ecoou em seus ouvidos, e ele riu baixo, fitando o espaço vazio ao seu lado, como se houvesse alguém do seu lado. bem, em sua mente, havia, sua consciencia.
❝ porque acha que eu estou fingindo? você mesma disse que não tem nada para me dar em troca. eu faço isso porque eu quero, e porque me importo. e essa é a única resposta certa que posso te dar, roselyn ❞ respondeu, se afastando dela e dando a volta na mesa, onde ele originalmente estava, mas não se sentou. ❝ se quiser que eu vá embora, eu vou. mas eu não quero te salvar. eu só quero me aproximar. porque ao mesmo tempo que se abre comigo, eu me abro com você. e eu preciso disso também ❞
Certo, o desgraçado realmente tinha razão. Ela não tinha nada para dar, então se ele estava ali era por querer e por ter pelo menos o mínimo de consideração por ela. Havia aprendido de sua mãe que nada naquela vida era de graça, e que se você queria alguma coisa então teria que roubar ou dar algo em troca para receber, mas talvez não fosse sempre assim. Quer dizer, Helena era bem próxima da garota e Roselyn precisava confessar que gostava dela. Por Merlin, a Nott poderia não ter um galeão no bolso, Lyn ainda se encantaria por ela de qualquer forma. Sabia que a garota não tinha o melhor gosto em homens, mas... Bem, Macnair sabia se defender muito bem se precisasse.
Se aproximou do garoto aos poucos, sentando-se na mesa e esperando que ele fizesse o mesmo, não perdendo tempo em enlaçar o mindinho ao dele assim que pode. “Eu não quero que você veja as memórias da minha infância porque isso quer dizer que eu vou ter que vê-las também, e eu prefiro morrer do que revisitar qualquer coisa daquela época. Absolutamente nada de bom aconteceu durante a minha infância, e eu prefiro seguir em frente sem olhar para trás.” Respondeu, respirando fundo por alguns segundos antes de continuar. “Minha mãe engravidou de um bruxo rico e sangue-puro que não queria casar com ela e o sobrenome falido, então a deixou sozinha para se virar, sem absolutamente nenhum auxílio. Eu já fui muito pobre, já morei em um quartinho horrível e minúsculo... E eu já passei fome várias vezes até que ela conseguisse se reerguer. Meu maior medo não é só ser pobre, é acabar como ela.” Confessou, soltando a mão dele apenas para passar as suas no rosto. Era estranha a sensação, nunca havia verbalizado aquilo para outra pessoa, e de certa forma sentia alívio em fazê-lo.
rasmusdolohov:
roselyn estava colocando palavras em sua boca, e ele revirou os olhos. ela não havia entendido nada do que ele propôs ali, e isso o deixou frustrado. mas uma coisa ele havia entendido: finalmente havia chegado no ponto em que incomodava ela, sim. era um win, pelo menos. e para ele, tudo aquilo girava em torno de libertá-la do que mais a irritava, do que mais a segurava que a impedia de ir em frente.
❝ você está me pintando como um monstro que eu não sou, roselyn ❞ ele disse, a voz calma. ainda um pouco mais calma do que suas respostas anteriores. ❝ você se lembra o que eu disse no salão principal? que iamos nos unir nisso. eu só quero te ajudar. e eu vou me abrir com você, se você se abrir comigo. ficaremos fortes juntos, é tudo o que eu quero. que você se sinta forte, rose ❞ ele se aproximou um pouco, mas não chegou muito perto dela. ❝ me ouve um pouco, ok? ouve o que eu estou ouvindo. você era uma criança, rose. sua mãe lhe oferecia de isca, enquanto pegava dinheiro em troca. isso é horrível! e eu entendo que reviver essas lembranças pode ser doloroso, e deixar alguém mais vê-las com você? ❞ ele suspirou, esperando alguns segundos para continuar. ❝ eu não sei se está acostumada a ter pessoas perto de você que se importam. que ouvem coisas como as que ouvi e veem coisas como as que vi, e não saem espalhando por aí. mas se você não tem, eu gostaria muito de ser essa pessoa, ok? eu vou guardar os seus segredos, e te ajudar a se livrar do peso dessas lembranças. é isso que eu vim fazer aqui. é com isso que você concordou, roselyn. em dividir o peso dos seus ombros comigo. o que tem de mal nisso? ❞ ele suspirou com a menção de helena, e negou com a cabeça. ❝ I don’t like broken girls only. I like broken humans. e eu não quero consertar você, não pense assim. eu só quero estar perto e assistir você se reerguer como nunca antes. se reconstruir sozinha, depois de se livrar do que estava te puxando para baixo ❞ e por fim ele deu mais um passo na direção dela.❝ está disposta a derrubar todo mundo que se levantar contra você, rose? ❞ levantou a mão em sua direção, o dedinho levantando, esperando pelo dela, mesmo que ele estivesse de pé. ❝ repete. tira dos seus ombros e divide esse peso comigo. eu não vou rir. não vou ridicularizar você. eu vou pegar esse peso e carregar para você. roselyn, qual é o seu maior medo? ❞
“Eu não to te pintando como um monstro, to pintando como um babaca, que é o que você é.” Devolveu quase de imediato, coisa que fazia especialmente quando estava nervosa. Toda o clima havia virado completamente, e ela não sabia mais identificar o que estava sentindo. Com exceção da sua família, aquela era a discussão mais pessoal que ela já havia tido na vida, e era com um garoto que ela não sabia muitas coisas realmente pessoais sobre. Ele dizia que queria que ela se sentisse forte, que se importava, e ela só conseguia ouvir uma vozinha dentro de si repetindo uma vez atrás da outra o quanto aquilo tudo era besteira. Não sabia mais identificar se sua consciência ou auto sabotagem, mas estava funcionando, afinal ele conseguiu se aproximar sem que Roselyn o impedisse.
Falar de sua mãe a fez ter vontade de chorar, e os olhos verdes brilhando deixavam aquilo explícito. Uma parte de si sabia que não era certo, mas a outra entendia que era um dos únicos meios de sobrevivência que a família tinha. Nem todos tinham a sorte de nascerem privilegiados o suficiente para julgarem o ganha pão alheio, mas não havia como negar que era sim extremamente errado e nojento. “What do you know about surviving?” Devolveu, com a voz levemente embargada, mas não choraria na frente dele. Fitou a mão de Rasmus por alguns segundos antes de voltar a olhar nos olhos acizentados do corvino, irritada por ele perguntá-la de novo algo que ela já havia respondido, mesmo que pela metade. “Why me?” Não fazia sentido, não para ela. “Eu não tenho nada pra te oferecer, Rasmus. Eu não tenho mais dinheiro do que você, minha família não é mais influente e com certeza você não tá atrás de sexo, já que isso foi uma das primeiras coisas que eu ofereci, praticamente. So why me? Você não ganha absolutamente nada fingindo se preocupar comigo. You can stop with the saviour bullshit, because you’re not better than me to save me.”
rasmusdolohov:
seus olhos se viraram para ela, e negou com a cabeça quando ela o xingou. ela não estava vendo com os olhos dele. ❝ tudo que eu vi foi você dançando para eles, sua mãe te oferecendo como um pedaço de carne. como diabos quer que eu interprete isso? a culpa é minha? ❞ sua voz se alterou, irritado com a situação. ele não fazia ideia de nada da vida dela, e sua única base indicava sim que a mãe de roselyn estava vendendo o corpo da garota.
❝ quem sabe se me contasse a verdade, eu não tiraria as conclusões erradas se você se abrisse e falasse a verdade ❞ ele soltou, e depois suspirou fundo. ❝ acho que já deu por hoje, não é? ❞ tanto por ela quanto por ele. precisava pensar e digerir aquilo, já que aparentemente roselyn não tinha a menor vontade de se abrir direito com ele, mesmo ele dizendo que se abriria de volta para ela, contaria seus medos, o que fosse.
Abriu a boca em choque quando o ouviu, era claro que ele pensaria daquela forma, era o jeito que todos os homens pensavam. “Eu não estava dançando para eles, eu estava me divertindo! Eu era praticamente uma criança, Rasmus, o que você pensa que eu sou?” Perguntou, mas não sabia realmente se queria ouvir a resposta. Apenas se encontrava indignada com toda a situação, ele havia dito que não veria nada do passado dela, e ali estava ele com uma memória que não lhe pertencia. Era o que ela ganhava por confiar em um homem, bem feito para ela. “Por que você acha que tem algum direito sobre a minha vida? Eu não devo nada a você, eu mal te conheço! Eu não te devo a verdade sobre os meus medos, sobre as minhas inseguranças, sobre as minhas memórias!”
A sonserina se recusava a se abrir com Dolohov, mas no meio da explosão de raiva as palavras simplesmente começaram a sair, e ela perdeu completamente qualquer pose que mantinha na frente dele. Sempre procurava se mostrar educada e elegante, mesmo que sua personalidade provocante ainda estivesse presente a todo o momento. Bem, toda elegância e educação haviam pulado pela janela, se ele queria a verdadeira Roselyn então que fizesse um bom proveito. “A minha mãe não estava me oferecendo, ela estava me usando para distraí-los enquanto ela enchia os bolsos com a maior quantidade de joias que conseguia.” Ou ao menos era aquilo que dizia a si mesma. “Ela nunca me venderia pra ninguém, ok? Especialmente porque eu rendia muito mais com ela do que na casa de algum velho seboso.” E aquela era provavelmente uma das únicas razões que faziam sua mãe mantê-la por perto, por mais que não quisesse admitir. “Que porra que você quer? Me deixar vulnerável o suficiente pra pensar que você se importa? Me fazer chorar? Usar as minhas inseguranças pra me controlar?” Não tinha como não pensar que ele estava fazendo aquilo, pois era tudo que conhecia dos outros caras. “Why do you like broken girls so much? Do they make you feel put together? Now I know how you fucked Helena.”
rasmusdolohov:
rasmus não poderia negar que havia gostado do que ele chamaria de convite. e com certeza cobraria aquilo, agora que ela havia verbalizado. ❝ I would love to ❞ respondeu, assentindo. mas o que ele estava pensando mesmo, era na mente de roselyn, porque ela parecia temerosa o suficiente para que estivesse carregando um segredo que ele não poderia ver, mas tudo o que ele conseguiu foi uma memória de uma transa. ele queria mais. precisava de mais.
❝ ser pobre de novo. ta, vamos ver se é isso ❞ ele disse, levantando-se e pegando a cadeira, levando até ao lado de roselyn e sentando-se novamente. agora estavam bem mais próximos e suas pernas encostavam nas de roselyn enquanto uma de suas mãos virava o rosto dela para que houvesse contato visual, e ele murmurou ❝ legimens ❞. futucou na mente dela novamente, agora com a frase dela em seus próprios pensamentos. “eu não sou rica, mas já fui bem menos” e foi aí que ele encontrou uma memória. estava de repente em uma sala glamurosa, ele diria. uma garota nova -e ele apenas sabia ser roselyn- dançava quase no meio da sala, atraindo os olhares de… pessoas mais velhas. o coração de rasmus começou a palpitar com a cena que estava se desencadeando. em seguida, a mãe de roselyn -de novo, ele só sabia que ela era quem era- encorajou-a a prosseguir. “vá falar com eles. eles são amigos. sempre ajudam a mamãe. e eles gostam de você”. roselyn então deu dois passos, e um dos caras acacriciou-lhe a cintura, descendo mais do que devia. e então rasmus sentiu um empurrão mental, que ele não saiba bem se vinha da mente de roselyn que estava o expulsando, ou da dele, que não queria continuar assistindo.
rasmus piscou duas vezes antes de se levantar da cadeira, esfregando os olhos. ficava estranho com sessões assim, e era exaustivo. ele estava de costas, esperando que seu peito se normalizasse. ❝ o que foi isso? é assim que ganhava dinheiro? ❞ rasmus não tinha muito pudor ou filtro, mas suas palavras duras eram consequência da indignação em relação a mãe de rose e aqueles velhos nojentos. rasmus poderia não gostar de sangues ruins e até torturar pessoas, mas ele gostava de roselyn e protegia como um dos seus.
Se sentiu inquieta novamente com a aproximação de Rasmus, que agora estava na sua frente. Parecia que quanto mais distância ela queria, mais ele empurrava seus limites e a forçava a fazer o que ele queria, o garoto não lhe dava tempo de reagir e com as memórias apenas lhe desestabilizava ainda mais. Não achava que escolhia mais suas lembranças, e se não era Dolohov quem o fazia então sua mente estúpida estava se abrindo para ele tão facilmente quanto as pernas de Helena haviam o feito. Prova daquilo foi ter revisitado algo que não via há anos.
Quando o corvino saiu de sua mente, Roselyn ainda tinha o gosto amargo da memória na boca, um sentimento de vergonha lhe atingindo, mas não tão forte quanto ela esperava. Muitas garotas passavam por aquilo e muito pior, ela não era a única e definitivamente sabia que os errados eram os velhos nojentos. Quando ouviu a pergunta do ruivo, no entanto, duvidou que ele não tivesse colocado a culpa nela, pois foi assim que interpretou. “Como é?” Havia atingido o nível máximo de raiva em poucos segundos. “Você acha que eu dei pra esses velhos e é assim que eu conseguia dinheiro?! Merlin, Rasmus, vai se foder seu babaca.” Xingou, já se levantando da cadeira. Se ficasse ali mais um segundo acabaria quebrando todos os dentes de Dolohov, e não seria uma cena bonita. “Eu deixo você entrar na minha mente e você acha que eu sou uma prostituta, qual é o seu problema?!”
hxlenanott:
Se limitou a uma risada e um leve dar de ombros, visto que a resposta para a pergunta era incerta. Não estavam juntos, mas certamente haviam passado por uma experiência que se não fosse do tipo que teria o poder para criar uma espécie de conexão inexplicável, ela não sabia o que mais faria. ❝ It’s not like that! Let’s say he did something for me no one ever did. ❞ na visão distorcida que Nott tinha sobre sentimentos, não existia uma prova maior de lealdade que a que Dolohov lhe oferecera. ❝ Se você soubesse o que é não estaria tão surpresa. ❞ comentou com despretensão, sabendo que Roselyn iria querer detalhes. Não se atentou a isso, no entanto, enquanto ela tinha os dedos lhe percorrendo o colo… ❝ Depende de como você enxerga. I just know I don’t want to lose this… ❞ não precisou especificar para que Roselyn soubesse que estava falando das duas. Gostava da dinâmica do relacionamento que mantinham. ❝ But I also don’t want to lose him… You know, his dick is too good for me to have it alone, and since I’m such a good girl for you I wouldn’t mind sharing… ❞ os dedos sorrateiros roçavam o tecido do corset com frustração, a voz feminina soando melodiosa como poucas vezes soava, apenas em situações com aquela. ❝ I think he’d be the one who’d have to worry about handle us both. ❞
“O que ele fez por você que eu não poderia ter feito, querida?” Perguntou, arqueando uma das sobrancelhas em questionamento. Não sabia o que acontecia entre eles e nem conhecia Rasmus tão a fundo assim, mas recebia uma vibe um tanto... Peculiar do garoto, então sabia que se ele tivesse pelo menos um fio de cabelo fora da linha, os dois seriam uma combinação explosiva. Um pequeno sorriso apareceu em seus lábios quando ela disse que não queria perdê-la, mas logo morreu quando ela disse que não queria perdê-lo. “Oh, c’mon!” Reclamou em descrença. “I bet my dick is way better, babygirl, and you know it.” Nott utilizava a voz manhosa e Roselyn só tentava não dar atenção para a óbvia tentativa de dobrá-la. “Ugh, you know what? Fine. I’ll fuck him and see what all the fuss is about.” Cedeu, afastando os fios negros para trás, descendo carícias por seu braço para fazê-la arrepiar. “But I’m ready to be disappointed, you have a terrible taste in men.”
rasmusdolohov:
ela disse seu nome como se não acreditasse em si, e rasmus precisou se segurar para não gritar com ela, porque sabia que isso a assustaria. em vez disso ele soltou uma risada mais alta do que deveria. ❝ this need to be done, love ❞ sem desviar os olhos dela. finalmente ela entrelaçou o mindinho com o dele, o que fez ele soltar um sorriso mais singelo. ❝ now what? ❞ ele repetiu a pergunta dela, como se pensasse. ❝ now your mind is mine ❞ ele estava fitando os olhos dela a algum tempo, e assim sussurrou ❝ legimens ❞ e entrou na mente dela.
a mente de roselyn era confusa. os pensamentos estavam muito bem guardados, e tudo o que havia em volta de rasmus era ele mesmo, provavelmente um mecanismo de defesa. não demorou muito porém para ele se forçar um pouco mais, e forçar também o feitiço, alcançando finalmente uma lembrança. e que lembrança…. alguns minutos assistindo e rasmus quase caiu da cadeira, soltando uma gargalhada. ❝ you and nott? what? that was a very pleasant show to watch ❞ ele comentou, o sorriso ainda presente nos lábios rosados ❝ can’t blame you tho ❞ ele não podia acreditar que aquela era a primeira memória que ele conseguiu alcançar. provavelmente a memória que doeria menos se alguém descobrisse. isso também significava que ele precisaria se esforçar mais se quiser descobrir alguma coisa mais interessante sobre ela. ❝ you know… ❞ começou, pensando e o sorriso foi diminuindo com suas palavras. ❝ os relacionamentos moldam quem somos, é claro… mas não era bem isso que eu queria. qual é o seu maior medo? seja sincera ❞
Ele disse “now your mind is mine” e aquilo com certeza havia disparado todos os alarmes do seu cérebro, a deixando na defensiva nos primeiros segundos. Ela não era nenhuma oclumente, mas sabia que provavelmente seus pensamentos de mais difícil acesso seriam por que nem mesmo ela os acessava. Quase sentiu vontade de rir quando Rasmus acabou em meio a uma das inúmeras noites que Helena e Roselyn haviam passado juntas, e não sabia se ela quem havia o levado até ali ou se ele havia escolhido aquilo, mas sabia que ele com certeza havia gostado do que viu.
Balançou a cabeça em negativo quando o ruivo saiu de sua mente, sorrindo com a sua surpresa. Só sendo cego para não perceber o que rolava entre Nott e Macnair, mas ela desconfiava que o corvino tinha coisas mais importantes para fazer do que prestar atenção em quem transava com quem. “Well, maybe you can watch that show live, sometime...” Começou, se inclinando mais ainda sobre a mesa, deixando que o decote avantajado aparecesse um pouco mais por conta do corpete de couro que usava. “Even join in if you’re lucky enough.” Completou, dando um pequeno sorriso provocador, mas que não demorou muito tempo quando ele perguntou sobre o maior medo dela.
Suspirou e voltou a encostar-se na cadeira, colocando a cabeça um pouco para trás enquanto pensava. “Eu não sei.” Mentiu, voltando o olhar para ele. “Eu não passo muito tempo pensando sobre o que eu tenho medo, você sim?” Devolveu, mas vendo que ele não tinha intenção alguma de alimentar aquele joguinho de evitação que ela pretendia usar para enrolá-lo. “Fine. Ser pobre de novo.” Respondeu, e não era exatamente uma mentira, apenas não era toda a verdade. “Eu não sou rica, mas já fui bem menos... Afortunada, digamos assim. Nunca mais quero voltar a ser daquele jeito.”
hxlenanott:
❝ Quase sinto pena dele. ❞ o risinho de escárnio mostrava o quão mentirosa aquela frase era, não era preciso ser um gênio para saber que Helena não nutria nenhum tipo de sentimento positivo por ninguém daquela família. Levantando a sobrancelha à menção de Dolohov, Helena esperou até que Roselyn terminasse de falar com diversão. Ela e o corvino tinham de fato se aproximado àqueles tempos, ainda mais após toda a situação com Sebastian. Eram mais parecidos do que pensavam, afinal, e Helena seria hipócrita se dissesse que estar com ele não parecia interessante. Por vários motivos. ❝ Are you jealous, baby? ❞ provocou, inclinando o rosto para o lado. ❝ Can you blame him, tho? I have a fine ass. ❞ respondeu simplesmente. ❝ You spend too much energy on people who don’t aprecciate you. We could be queens. I can make you a queen. But you’re so blind worrying about things you can’t change or control you forget about the others opportunities you have right in front of you. ❞ Nott tocou o queixo de Roselyn com delicadeza, a fazendo inclinar o rosto um pouco para cima, antes que eu dedo colocasse uma mecha do cabelo feminino para trás de sua orelha. Não estava falando de sentimentos, até porque emoções sempre vinham em segundo plano para ela. Se referia a benefícios, e conseguia enxergar em Roselyn potencial para isso. No sentido pessoal e no que estava por vir também. Com a mão que estava na cintura da Macnair, a puxou para mais perto ainda, os lábios colados ao seu ouvido quando ela sussurrou. ❝ I’m sure Rasmus wouldn’t mind sharing… Neither would I. You just have to make the right choice. Think about it.❞
Rolou os olhos quando ela perguntou se ela estava com ciúmes, já que aquilo não fazia o estilo de Roselyn nenhum pouco. Ela ficava com raiva quando era passada para trás, quando tomavam algo que ela considerava dela... Mas ciúmes? Não que ela pudesse se lembrar. “Oh Merlin, don’t be a bitch.” Riu baixo, mas prestando atenção no que ela falava. Infelizmente teria que dar a razão para ela naquele momento, ela realmente estava focada em algo que tinha mais chances de dar errado do que certo. Não era acostumada a fazer aquele tipo de coisa, geralmente quando um plano dava errado ela simplesmente partia para o próximo... Não perderia tempo pensando naquilo, no entanto. Não era importante.
Levantou um pouco o rosto quando Helena o tocou, afinal a diferença de altura das duas era quase mínima. Abriu a boca em um leve sinal de choque quando ouviu o seu sussurro, virando o rosto imediatamente para a morena. “So you’re really with him!” Exclamou, empurrando-a levemente. “You bitch. Será possível que a minha sina é dividir macho com amiga? Por Merlin, eu não posso dar em cima de ninguém que descubro que uma de vocês está pegando.” Rolou os olhos mais uma vez, ficando alguns segundos em silêncio. “Eu não gosto da ideia de realizar as fantasias de um homem, você sabe... Não quando essas fantasias não me colocam acima dele.” Riu baixo, abaixando o olhar para o peito da garota, fazendo leves carícias com as unhas perto do seu decote. “Duas mulheres e um cara... Isso soa bom demais para ele, não acha?”
hxlenanott:
Beijos eram tão normais entre as duas que Helena sequer teve outra reação além de retribuir, deixando que um discreto sorriso lhe curvasse os lábios logo após. As mãos dispostas na cintura da outra sonserina acariciaram ali e ela soltou uma risada breve com seu comentário. ❝ Too bad you want him, I could give you the world. ❞ brincou de volta, mas a ideia não parecia tão absurda assim aos seus olhos. ❝ I know I’m the best. ❞ comentou, ainda sem a mínima vontade de se afastar. Usou o polegar para limpar o batom borrado no canto do lábio de Roselyn. ❝ Quem você tirou? Espero que tenha dado sorte como eu, o Rasmus tirou um Potter. ❞
Deixou que ela limpasse seu batom, permanecendo com o corpo junto ao dela, os braços firmes ao redor da sua cintura. Não achava que a demonstração pública de afeto deixaria alguém irritado, ninguém parecia prestar atenção nelas, de qualquer forma. “E eu aposto que ele adorou, não é? Pobre garoto, perdeu o pai e ainda vai ganhar uma maldição de presente.” Riu baixo, sem realmente sentir muito por ele. A vida não era justa, afinal. “Se o seu namoradinho não gostou de ter tirado o Potter, certamente a noite dele vai melhorar bastante, já que eu o tirei.” Sorriu animada após cutucá-la sobre Rasmus. “É, namoradinho. Eu vejo que você se aproximou dele, pelo visto vou realmente ficar solteira. Rookwood doesn’t give two shits about me, Rasmus likes your crazy ass... And I’ll be at home with my brother.” Se lamentou, sabendo que estava exagerando bastante no que dizia.
nickwood:
a palavra “inapropriado” com certeza tornou tudo mais interessante, e fez com que a sua atenção se voltasse ainda mais a roselyn, enquanto ele levantava uma sobrancelha, em curiosidade. também não se incomodou quando ela disse que havia roubado e não comprado o presente. não era problema dele, principalmente porque ela havia conseguido sair impune, afinal.
ele pegou a sacola e a caixinha vermelha de veludo, abrindo-a e seus olhos azuis instantaneamente brilharam com as possibilidades do presente. ele soltou uma risada enquanto negava com a cabeça. ❝ you’re unbelievable! ❞ ele exclamou, passando o indicador pelas pedras encrustradas nas algemas. eram esmeraldas verdadeiras. a sua pedra favorita. era de longe o melhor presente que havia ganhado até aquele momento, e as maças de seu rosto nem mesmo ruborizavam. a frase de roselyn fez ele soltar outra risada. de certo rose entendia bem melhor essa parte de nicholas do que amelie um dia poderia. ❝ negócios são negócios, enfim ❞ ele falou, sobre o casamento. ❝ thank you, darling. you really know me ❞ ele a puxou para um beijo na bochecha e um abraço desajeitado enquanto segurava o presente.
“É claro, eu entendo.” Respondeu quando ele falou sobre negócios, mesmo que sua vontade fosse de rolar os olhos em irritação. Estava tudo bem, ele não era o último homem rico do mundo, afinal, não precisava ficar competindo pela atenção dele. Acabou sorrindo com o seu abraço, fazendo uma leve carícia nas suas costas. “I really do.” Concordou, em seguida virando o corpo para o garoto. “Se precisar de ajuda com as algemas... Bem, você sabe onde me encontrar.”
“Amélie deve ter falado com você primeiro, mas ela acabou de me convidar para ser a madrinha. Se ela disser que eu chorei está mentindo.” Brincou, com um pequeno sorriso. Não iria perguntar se ele tinha algum problema com aquilo, pois na mente dela não haviam motivos para se sentir desconfortável. Sabia que Nicholas a via no máximo como uma amiga. “Eu vou precisar que você faça o favor de me apresentar um primo rico. Eu sei, eu sei, eu não tenho tanto dinheiro assim... Mas eu tenho todo o resto, você sabe melhor do que ninguém.” Piscou para o garoto, em seguida rindo baixo. “E qualquer primo seu é melhor do que os da Amélie, são um bando de esquisitos. Sua futura família vai ser bem, well, peculiar.”
rasmusdolohov:
❝ roselyn eu prometo que não vai se sentir vulnerável comigo ❞ ele respondeu, assentindo. se aproximou um pouco mais dela, sem deixar seus olhos, e aquilo era quase como uma preliminar para a legilimência, por mais que não fosse fazer aquilo ali. ❝ você é uma mulher incrível, lyn ❞ elogiou de novo, e sua mão encontrou a dela, segurando-a e entrelaçando os dedos, o dedão fazendo um carinho ali rapidamente, antes de começar a andar pelos corredores, puxando-a consigo. não falou mais nada no caminho todo, passando por uma escadaria viva de hogwarts -as quais ele achava ridículo, a propósito- e desceram um lance, para que chegassem nas masmorras, onde o banheiro da câmara secreta se localizava. murta que geme, o fantasma do banheiro não se encontrava mais lá, e rasmus não fazia ideia de onde era a sua morada agora. a câmara estava aberta, mas escondida com um feitiço compartilhado entre os herdeiros, o qual rasmus murmurou baixinho, levantando a varinha com a mão que não segurava a de roselyn, e uma entrada muito convidativa e de fácil acesso apareceu. o dinamarquês havia ouvido histórias sobre a antiga câmara, e sabia que não era tão fácil de usá-la no passado. agora, porém, ela chamava os herdeiros quase que pelo nome, o vento sussurrando quando passava pelas paredes de pedra cinza. não havia ninguém naquele horário, e ele agradeceu por isso. assim, sentou-se e deixou que ela sentasse em sua frente, em uma das mesas dispostas nessa nova câmara secreta, e seus olhos voltaram a fitá-la.
finalmente, sua mão largou a dela, mas apenas para apoiar o cotovelo na mesa, oferecendo o dedinho a garota. para que fosse entrelaçado com o dela. ❝ é como uma promessa. assim, viramos um só. carne com carne. compartilhamos nossos medos e preocupações. e ao mesmo tempo, ficamos mais fortes ❞ rasmus oferecia aquilo a poucas pessoas, e poucas que passavam por isso não o chamavam de maluco. well… estavam num mundo onde pessoas usavam carros, eram cegos a magia e se misturavam como se estivessem em um triturador. e ler mentes era a coisa mais maluca que elas conseguiam pensar? ❝ c’mon sweetheart, let it be ❞
“Tell me something I don’t know.” Sorriu, tentando disfarçar o leve nervosismo que tomou conta dela. Rasmus era um pouco... Intenso demais, e aquilo honestamente a assustava quando ele agia daquele jeito. Não achava que ele faria alguma coisa para prejudicá-la, sabia se defender muito bem e por Merlin, não hesitaria em quebrar um por um dos dentes perfeitos dele se fosse necessário, mas ainda sim ele a deixava inquieta. Ela não confiava totalmente nem nas pessoas que havia crescido junto, imagine alguém que conhecia a relativamente pouco tempo como Rasmus.
Estava tão perdida em seus pensamentos que nem ao menos percebeu de imediato quando chegaram na Câmara, mas retomou os sentidos rapidamente assim que se sentaram na mesa. Ela estava totalmente confusa sobre os próprios sentimentos. Era possível sentir receio, insegurança e uma tensão sexual enorme ao mesmo tempo? Talvez a última parte ela estivesse imaginando um pouco, sabia que a intenção de Rasmus era provavelmente ser sério, e lá ela estava pensando besteiras.
Arqueou uma das sobrancelhas ao ouvir seu pequeno discurso, um tanto relutante em fazê-lo. “Rasmus...” Suspirou, balançando a cabeça em sinal negativo. “You’re lucky you’re cute.” Colocou um dos cotovelos sobre a mesa, enlaçando o mindinho com o dele. “Now what?”
ELIZABETH GILLIES
as Fallon Carrington in 2x02 of Dynasty
howtobeme:
Aquele abraço era algo que Amélie esperava a muuuito tempo, tanto que de início ela nem soube como reagir exatamente e seus olhinhos se encheram de lágrimas, mas ainda assim ela a abraçou dando um sorriso. Aquilo era o mais fofo que Roselyn tinha sido na vida dela “Olha, esquecer não vou não, to pensando é em comprar uma penseira pra reviver isso daqui porque oh! Gostei” zoo dando uma risada fraca limpando os olhos tentando se recompor “Sei que lá no fundinho cê gostou, pode admitir.” provocou a futucando levemente antes de cair no riso
“Merlin, não me diga que vai chorar.” Rolou os olhos, sentindo as bochechas avermelharem um pouco mais. Sabia que a amiga faria todo o possível para aproveitar aquele momento raro de carinho, e ainda mais para caçoá-la pelo mesmo. “Detestei. I’m not a hugger.” Brincou, mas a última parte era verdade. “Agora pare ou vai ser o primeiro e último abraço da sua vida, ok? Eu tenho limites. O próximo vai ser quando você se casar e o último quando tiver o seu primeiro remelentinho. Depois disso pode esquecer.”
nickwood:
nicholas teve sua atenção chamada por uma voz feminina bem conhecida, e imediatamente ele se virou na direção dela. o “gorgeous” o fez sorrir de lado, negando com a cabeça. ❝ well, gorgeous, indeed ❞ ele concordou, puxando-a para deixar um beijo na bochecha dela. era algo que britânicos não faziam geralmente, mas era um habito bem comum de rookwood. ❝ for me? ❞ ele franziu o cenho. nick não era exatamente o tipo carinhoso e que cuidava dos amigos, e por isso não havia planejado dar um presente para roselyn. com a atitude dela, porém, ele provavelmente pegaria alguma jóia dele que nunca fora usada e lhe daria, falando que era um presente genuíno e pensado por dias.
“Eu sei que eu provavelmente não deveria estar te dando esse presente, ele é um tanto inapropriado... Mas ele é tão a sua cara que quando eu vi não tive outra escolha a não ser roubá-lo para você.” Sorriu, estendendo a sacola para o moreno. Sabia que com Nicholas prometido a se casar com Amelie, aquela pequena “lembrancinha” passava dos limites; sendo mais próxima da garota era óbvio que deveria ter dado o presente para ela, mas não era a cara dela, era a cara dele.
Dentro da sacola havia uma caixa de veludo vermelho, onde se encontrava um par de algemas prateadas, incrustadas de esmeraldas, que ela sabia que era a joia favorita dele. “Elas são encantadas, apertam mais toda vez que a pessoa tenta se soltar.” A parte do encantamento ela mesma teve que providenciar, mas não era nenhum problema para a bruxa. “You can use it on your fiancé... Cause I know she doesn’t have the confidence to put it on you.” Disse baixo, tomando um gole do seu ponche batizado antes de lhe dar um sorrisinho provocador.
howtobeme:
“Confusa porque mulher?“ perguntou dando uma risada fraca. “A gente cresceu juntas e por mais que de vez em quando eu duvide, mas acredito que possa gostar de mim de verdade“ comentou tentando deixar seus pensamentos mais claros para que ela entendesse seus motivos. Quando ela disse que aceitava o sorriso de Amélie abriu ainda mais e deu direto ate a pulinhos “Pois então se prepare que esse natal vamos conhecer a estilista do meu casamento! Ou pelo menos espero que ela aceite, porque oh, tô sendo uma péssima sobrinha”
Não conseguia pensar em ninguém que não fosse seu irmão que demonstrasse realmente se importar com Roselyn de uma forma tão explícita quanto Amélie. Claro que Helena se importava, por exemplo, mas as duas eram muito mais casca grossa e se, por acaso a garota se mostrasse uma traidora de sangue, tinha certeza que Nott seria uma das primeiras a lhe deixar. Não tinha a mesma certeza de Burke.
Se aproximou da morena e lhe deu um abraço, algo que não durou mais do que alguns segundos, mas que já eram mais do que ela havia feito durante a vida toda. “Obrigada por ter pensado em mim pra ser sua madrinha, eu sei que o casamento é um dia super importante pra você... Significa muito que tenha me escolhido.” Fez uma pequena pausa. “Agora vamos esquecer que eu fui legal e emotiva desse jeito, ok?”