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@caboclando
Adoro trabalhar, mas merecidas férias têm o seu valor!! 😉😉😉😉
Todas as homenagens serão insuficientes para exprimir o amor e o respeito que eu tenho pelas minhas “meninas”.
Feliz dia das mães!!
(via https://www.youtube.com/watch?v=f-o_yPkV3WA)
Localizado a 33 km da capital amapaense, por estrada asfaltada e mais 1,5 km de ramal em terra batida, está o balneário aberto Mineiroca.
Um lugar super agradável, com ótimo atendimento, comida saborosíssima e com preços convenientes.
Olha quem nos recepciona.
Uma bela e charmosa Nêga Maluca - Namoradeira dá as boas vindas.
Com uma área ampla para todo tipo de banhista (para os nadadores profissionais e para os mais inseguros) encontramos tablados ou, mais comumente conhecidos aqui no norte, “jirais” de madeira, para quem prefere manter-se refrescado 100% poder ficar nas mesas e bancos que ficam dentro da água.
Uma opção para aliviar um pouco esse calor implacável? Considere, seriamente, o Mineiroca. Recomendadíssimo.
Já tem um tempinho que não vou lá, mas a vontade é grande. E no período de inverno em que estamos, acredito que esteja mais cheio... e mais frio, também. @caboclando @andar_ilhando
Localizado a 33 km da capital amapaense, por estrada asfaltada e mais 1,5 km de ramal em terra batida, está o balneário aberto Mineiroca.
Um lugar super agradável, com ótimo atendimento, comida saborosíssima e com preços convenientes.
Olha quem nos recepciona.
Uma bela e charmosa Nêga Maluca - Namoradeira dá as boas vindas.
Com uma área ampla para todo tipo de banhista (para os nadadores profissionais e para os mais inseguros) encontramos tablados ou, mais comumente conhecidos aqui no norte, “jirais” de madeira, para quem prefere manter-se refrescado 100% poder ficar nas mesas e bancos que ficam dentro da água.
Uma opção para aliviar um pouco esse calor implacável? Considere, seriamente, o Mineiroca. Recomendadíssimo.
O município de Ferreira Gomes fica distante 137 km de Macapá (Ap) e tem uma paisagem que muda conforme o nível do rio Arauary.
Em toda a extensão do rio podemos ver o gado pastando em campos verdinhos, verdinhos. Infelizmente, esta rota não é tão turística e somente quem passa de barco ou jet sky é que pode apreciar essa “obra” da natureza.
Vem tomar um banho nas águas do rio Araguary, vem.
Macapá não tem litoral porque é banhada pelas águas doces do Rio Amazonas, mas tem uma orla encantadora chamada Orla do Santa Inês.
Em todo o seu percurso encontramos essa “varanda” que avança cerca de 150 cm sobre o rio e da qual temos uma vista ( que parece impossível de ser melhorada) mais privilegiada ainda.
Bem iluminada, a Orla do Santa Inês é frequentada por centenas de pessoas que diariamente, de manhã e no finalzinho da tarde até a noite, fazem desde exercícios físicos, caminhadas atléticas até um simples passeio de namorados ou de famílias inteiras
A brisa do rio Amazonas tem uma incrível função terapêutica: promove um bem estar que não encontramos em qualquer.
Já está na hora de começar a pensar em conhecer Macapá. O que acha?
Pintura a óleo exposta no restaurante Oásis localizado na orla da Fazendinha que, sugestivamente, fica sobre o rio. Pintor Juca (falecido em 2013).
O que mais me encanta na região amazônica é a aura de misticismo e lendas contadas de geração em geração.
Em sua simplicidade, o ribeirinho tenta explicar certos fenômenos como por exemplo o grande número de mães solteiras na região.
Fugindo da antropologia, o caboclo fez o seu melhor.
Durante as festas juninas, principalmente, nas noites de Santo Antonio, São João e São Pedro, grandes arraiais são organizados com fogos, música, comidas típicas, quadrilha e muito forró.
Nessas oportunidades, o boto sai do rio transformado em um belo e elegante rapaz, vestido todo de branco e com um chapéu para esconder o orifício no topo de sua cabeça pelo qual respira.
Esse “rapaz” seduz as moças desacompanhadas, as leva para o fundo do rio e depois as abandona, muitas vezes grávidas.
Por essa razão, quando um rapaz desconhecido aparece em uma festa, “caracterizado”, pede-se que ele tire o chapéu para garantir que não seja um boto.
Essa é a origem do costume de dizer que uma criança é filha do boto quando a mãe não revela quem é o pai.
Imagem retirada da internet.
Essa lenda foi contada no filme Ele, o Boto (1987), protagonizado pelo ator Carlos Alberto Riccelli.
Se você, moça formosa, estiver em uma festa junina no interior, tome muito cuidado para não ser o próximo alvo do fofo mamífero.
Diferenças entre o golfinho e seu primo boto. O primeiro vive no mar e o segundo em água doce; golfinhos são cinzentos e botos podem ser cinzas, pretos ou possuir cores vermelho-rosadas.
Justa homenagem ao nosso fascinante personagem folclórico (?).
Tem algo mais macapaense do que Ted Max????
Aos que viveram a época de ouro do brega.
(via https://www.youtube.com/watch?v=Xh7AMH2HfwA)
Garota amazônida em sua canoa. Fazendinha. Foto arquivo pessoal.
Aos olhos do mundo o rio Amazonas não passa de um imenso fluxo de água que compõe a paisagem turisticamente conhecida, mas para o ribeirinho, é muito mais. É fonte de alimento, via de locomoção, é vida em toda a sua pureza.
Toda a área fluvial do rio-mar é como o sistema sanguíneo do corpo humano, interligado a todos os órgãos e vital para a sobrevivência da pessoa.
É assim que vemos o rio Amazonas. Assim ele é pro caboclo, pro índio, pro ribeirinho.
Embarcação de médio porte. Km 21 da BR-156. Foto arquivo pessoal.
Como um peixe já nasce nadando, um ribeirinho já nasce navegando. Primeiro, aprende a remar. Depois, muitos, aprendem a construir a própria canoa. E outros vão além e retiram a carteira de navegação (obrigatória pela Marinha) para poder manobrar embarcações maiores de transporte ou cargas.
Embarcação chegando no Igarapé das Mulheres provavelmente vinda do Afuá, interior do Pará. Foto arquivo pessoal.
O nosso rio ja foi poetizado, cantado, representado, mas nada se compara ao vivê-lo. Sim, tomar banho de rio é o mesmo que lavar a alma, é o mesmo que se rebatizar a cada mergulho.
Amo ser cabocla. Mais. Amo ser macapaense. Amo a minha terra. Tenho orgulho de ser daqui.
A todos que morrem de saudade das raízes do norte, segue um retrato fiel da nossa “vida boa” na música do nosso grande poeta Zé Miguel.
Todas as tardes, por volta das 17 horas, percebemos a chegada de “nuvens” em velozes movimentos bailados nos céus do centro de Macapá, mais precisamente na esquina da rua Cândido Mendes com a avenida Padre Júlio Maria Lombaerde.
Manchas escuras no azul celeste do fim de tarde se formam e se transformam em imagens aéreas sob o som do bater de asas e algazarra de incontáveis andorinhas que chegam, todos os anos, em bandos, encantando os expectadores admirados com tamanho espetáculo. O balé (des)sincronizado se repete diariamente, para dar as boas vindas ao verão macapaense.
Pouco a pouco cada pontinho que compõe o corpo de “baile” aterrisa na fiação elétrica, encontrando espaços inimagináveis e cada um vai se acomodando, substituindo os fios elétricos por fios de andorinhas. É ali que pernoitam e, como em todas as manhãs, reiniciam o alarido e voam não sabemos para onde e, no final da tarde, sempre voltam.
Esse espetáculo acontece porque essas pequenas aves fogem do frio do sul do Brasil, dos EUA e do Canadá. Elas se tornaram parte da paisagem da cidade no período de veraneio a ponto de a Companhia de Eletricidade do Amapá (C.E.A.) encapar a fiação pública local para evitar descargas elétricas que machuquem ou matem as ilustres hóspedes.
Infelizmente, de alguns anos pra cá, a quantidade de andorinhas tem diminuido consideravelmente sem sabermos ao certo o motivo. Talvez tenham encontrado outro refúgio caloroso mas espero, sinceramente, que voltem o mais rápido possível. Apesar de precisarmos nos defender da “chuva de dejetos” quando passamos nas calçadas, ainda assim, elas nos fazem falta.
As Andorinhas - Gil de Olive
A revoada de tão belas andorinhas
que enfeita o céu no entardecer,
vem reavivar as saudades minhas
trazendo lembranças no anoitecer.
.
Deixam tão alegre esse céu azul
embora tão pequenas, consigo ver,
daqui a pouco, só verei o Cruzeiro do Sul
que também acompanha o meu sofrer.
.
Andorinhas, que fiquei daqui olhando
mas a última delas para longe voou,
deixou-me sozinho aqui lembrando,
de um amor que se foi e nunca voltou.
.
Andorinhas, que acompanham minha solidão
e que vêm todas as tardes, aqui voar,
conhecem a tristeza do meu coração
parece que tentam, em vão, me consolar.
.
Enquanto veem aqui, as andorinhas
tornam menos triste meu escurecer,
venham aqui, minhas queridas avezinhas
ajudem-me, desse amor esquecer.
A natureza resplandece e a “aliança” nos abençoa.
Com 30 metros de altura surge, magnânimo, para “marcar” a linha que, imaginariamente, divide o mundo ao meio, o monumento do Marco Zero do Equador, em Macapá, capital do Amapá e cidade do meio do mundo.
Na parte superior, notamos um círculo que funciona como um relógio solar através do qual, estrategicamente, podemos acompanhar o equinócio de inverno (entre 20 e 21 de março) e o solstício de verão (22 e 23 de setembro).
Muita luz a todos!!