Acompanhe essa semana, no Instagram, as fotos que fiz em minhas primeiras sessões de fotografia. O nu, o corpo, o erótico e meu processo de criação.
★
The Bowery Presents

PR's Tumblrdome
Lint Roller? I Barely Know Her
Sade Olutola
ojovivo
The Stonewall Inn
No title available
cherry valley forever
official daine visual archive
Monterey Bay Aquarium
🪼

roma★

@theartofmadeline
No title available
Claire Keane
EXPECTATIONS
The Bright Sessions

No title available

Product Placement

seen from United States
seen from United States

seen from China
seen from France
seen from United States
seen from Malaysia
seen from Maldives

seen from India

seen from Indonesia
seen from China
seen from Russia
seen from Uzbekistan
seen from United States
seen from Türkiye

seen from Netherlands
seen from Bangladesh
seen from United States
seen from United States
seen from Malaysia

seen from Pakistan
@camaleoa
Acompanhe essa semana, no Instagram, as fotos que fiz em minhas primeiras sessões de fotografia. O nu, o corpo, o erótico e meu processo de criação.
Fotografia
Guy Bourdin
Centopéia Viking Projeto Urban Trash Art. 2,5 Ton. de resÃduos. SWU , 1º edição . Detalhe. #urbantrashart #escultura #sculpture #rodrigomachado #contemporaryart #swu #fazendamaeda (em Fazenda Maeda)
Mon Roi, 2015.
Ausências, Outubro 2016.
Negativos do cotidiano ou Autorretrato, Outubro 2016.
Autorretrato, Outubro 2016.
Autorretrato, Outubro 2016
On the road, maio 2016. You can see me over there losing control.
esqueça
parece fácil arrumar a cama levar as crianças pra escola moderar o açúcar manter o movimento tendões estirados a cada golpe tiques no olho esquerdo a cada gole fácil escute as ondas dobre-se sobre a areia e se esparrame até se perder em alto mar esqueça nomes e sobrenomes parece fácil - coloque seu dedo aqui e grite deixe todos os morcegos saÃrem abra mais a boca engula a lua, mas aos poucos grite levante os braços e estique os dedos bem ao alto deixe que os galhos saiam parece fácil - coloque mais uma vez seu dedo aqui carne viva você agora sabe que não tem controle algum - não é hora de precipÃcio, alguém sussurra fácil
cristina livramento outubro 2016
Não chores Lola, um coração partido não é o fim.
sozinha
a cama quebrada a vela acesa sobre a escrivaninha todos os anos que não tivemos a garrafa vazia na varanda sem rede sem cinzeiro para cigarros sem chão para a dança esse ventre meu - vazio nunca um filho teu nunca lençóis amassados passado em folhas secas, sempre debaixo de muita chuva de inverno meu sonho é sempre assim minha pegada sobre a areia lua, bruxas, velas, meu ventre cantando teu nome que há de ser ontem um dia há de morrer o passado teu nome na areia, sob flores, bilhetes e canções de amor eu fui feliz, hoje ainda não sei quem sou só ventre vazio
Cristina Livramento setembro 2016
Fotografia: Dia amanhecendo na estrada em Mato Grosso do Sul, janeiro 2016
Selfie de Primavera.
My mind.
Welcome to the Working Week, Alena Zhandarova
Você tem que confiar
Acredite em mim, as rosas murcham no verão e eu perdi a hora do café da manhã. A cadeira bem no meio do quarto agora está vazia (ou não)? A música toca baixinho enquanto eu conto estrelas no céu e tento me convencer que não me importo com o futuro. Você a rocha, eu o vento. O que vai acontecer agora?
Tinha tudo na palma da mão, agora invento histórias absurdas, alimento sonhos, delÃrios, pequenas frestas que levam até o grande jardim. O porteiro me diz que a saÃda é pelo elevador, confiro se meu tênis está amarrado, a flor bem presa no cabelo e se o batom não está borrado.
As fotografias dela no lixo, em Nova York, as fotografias dele, em Porto Alegre. As histórias sincronizadas, o passado deixado para trás, tudo o que foi feito não foi em vão. A escadaria continua no mesmo lugar, as inúmeras camadas de lembranças que cada degrau suporta ainda estão lá, assim como o último abraço antes de entrar no ônibus.
A sinceridade não tem medo, você confia de olhos fechados, a noite se mantém, o vento frio envolvendo nossa cara, eu me importo, apesar de todas as bombas que ainda estão por cair sobre nossas cabeças. O dia não passa, as horas encurraladas, o presente com sabor de saudade, meu tênis pendurado na árvore, a cortina para o futuro. Você ainda acredita nisso?
Os aplausos sufocam, a gritaria atordoa, o medo derrete a carne lentamente. A água está fervendo, vou fazer um novo café. Daqui eu consigo ouvir todos os gemidos, de norte a sul, de leste a oeste, os de dor, os de choro, os de prazer. Eu quero nossos lençóis amassados. Eu quero o domingo preguiçoso no teu braço.
A televisão diz que seremos currados ainda mais fundo, minhas pernas já não aguentam mais tanta dissimulação, eu só quero ir pra bem longe daqui. Cinco pessoas assassinadas em apenas uma noite, massacre em Nice, mais uma criança perde a famÃlia na SÃria, armas nucleares transportadas clandestinamente, o petróleo trancado na nossa garganta, a morte é a única certeza.
A gente não pode rebobinar a fita e começar tudo de novo?
Te conhecer antes de todas as dores começaram, antes de todos os cortes na pele serem sangrados, antes de todos os socos na boca do estômago serem dados, antes de todos os dentes serem quebrados, antes do primeiro estupro coletivo, antes da primeira bomba atômica, antes da invenção do avião, antes da invenção da pólvora, antes, bem antes de nos tornarmos especialistas em automutilação?
Vou colocar uma música, você dança comigo?
Cristina Livramento Julho 2016