Aprendi que durante o dia, eu deveria ser um adulto muito responsável e auto-suficiente, mas de noite, sozinho, os traumas da minha infância sempre me convidam para brincar.
-Cristian.
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@cansado-de-cansar
Aprendi que durante o dia, eu deveria ser um adulto muito responsável e auto-suficiente, mas de noite, sozinho, os traumas da minha infância sempre me convidam para brincar.
-Cristian.
Sinto o desespero e a pressa de quem está constantemente atrasado pra um destino desconhecido .
ainda não aprendi a silenciar a voz na minha cabeça que diz, constantemente, que sou insuficiente
Eu sei que é mais fácil ficar em silêncio e se torturar com às coisas que você pensa, mas por favor não se cale, te ver assim é como ver um bom livro fechado. Então não faça isso contigo, uma dor dividida é mais fácil de carregar no peito! Deixe-me abraçar tudo de mais sombrio dentro de você. Porque eu te aceito assim.
- Garoto da Chuva.
hoje a solidão me doeu.
Luiza Libanio.
Eu não aprendi a ser sozinha, e nem me acostumei.
Eu entendi que sou.
“Eu podia passar horas aqui enquanto tento explicar o quão profunda foi a fossa que eu consegui ir, por conta própria, por querer acreditar que você me salvaria como eu sempre sonhei que supostos amores fariam. E podia te culpar por dias, até mesmo por anos, pelas minhas expectativas frustradas e falta de amor próprio. Mas não vou fazer isso. Jamais te culparia por não conseguir me amar ou ver potencial no nosso (im)possível amor. Sei que juras de amor eterno assustam depois de uma desilusão, e posso dizer porque, depois de você, elas deveriam me assombrar com qualquer um que tente se aproximar demais. Porém, o meu caminho sou eu quem faz, e nele não haverá fantasmas do passado. Não vou me permitir verter novamente naquela mesma curva sinuosa que foi seu sorriso ao aveludado som de suas juras falsas. Mesmo que perdido, sem rumo certo, sei para onde não devo voltar. E você é esse exato lugar que eu, particularmente, chamaria de fundo do poço. Pode até parecer confortável e convidativo às vezes. Mas a noite é sempre fria e escura com você, sem qualquer garantia, o que, com toda certeza, não é para mim. E não posso te culpar por eu não ter visto isso antes. Contudo, já não posso te entender quando você diz que não sabe o que você quer. Porque eu sei o que eu quero. Sei o que mereço. E já faz tempo que não aceito menos de ninguém. Desde de você. O impacto do fim do nosso (im)possível amor foi tão intenso que me deixou quebrado por muito tempo. E ninguém podia me consertar. Os cacos foram espalhados minuciosamente pelo cômodo onde fizemos juras de amor eterno e nos entregamos de carne e alma um ao outro. Onde fomos quase fiéis com nossos sentimentos e quase amamos sem que houvesse um amanhã. Quase, porque foi só da minha parte. Você me alucinou de uma forma que tirou toda minha pouca e qualquer sanidade de poder compreender as coisas. E eu não compreendia. Você me tratava da sua maneira egoísta e eu, perdidamente apaixonado, aceitava. Mas não merecia. Eu merecia mais, só não conseguia enxergar. Ou não queria enxergar. Porque o pior cego é o que não quer ver. E o meu medo era de abrir os olhos e enxergar toda a verdade, todo o amor não recíproco e a responsabilidade não afetiva que você tinha. Naquele momento eu não estava preparado para perder você, então eu continuava mascarado, sabendo de tudo e tentando acreditar que não sabia de nada. E esconder a verdade não foi suficiente para manter o que a gente tinha. Você se desfez de tudo, como num daqueles passes de mágica em que o coelho sai da cartola, você saiu de mim. Foi nesse momento que me vi afundando nas minhas próprias angústias, a vida se tornou monótona, os filmes eram preto e branco, o sol não brilhava, as pessoas não eram interessantes e pensar em você se tornou uma rotina de tortura. Doeu, doeu muito. Mas sou grato por cada detalhe por ter me tornado o que sou hoje. Por ter descoberto que antes de qualquer pessoa, eu venho primeiro. Por isso queria te agradecer, o nosso amor não rendeu um futuro mas me rendeu uma surra de amor próprio. Então: obrigado. Você me deixou no fundo do poço, e eu aprendi que é para cima que se olha.”
— Diego Castro e Pedro Pinheiro.
“Quando eu estiver longe, vai me querer tão perto. Feito quem procura o oásis no deserto. E se acaso me ver agora sabe que é miragem. Quando eu estiver longe. Tudo virará saudade”
— Antônio.
“Não quero um amor rasgado, remendado, pela metade. Demorei tanto tempo pra encontrar essa paz, acho que mereço uma coisa inteira, intensa, indestrutível.”
— Caio Augusto Leite.
“Confesso que ando muito cansado, sabe? Mas um cansaço diferente… Um cansaço de não querer mais reclamar, de não querer pedir, de não fazer nada, de deixar as coisas acontecerem.”
— Caio Fernando Abreu.
One Tree Hill
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