romantizo tudo na expectativa de tornar a vida mais leve porque aqui dentro de mim tudo pesa.
[não passo de uma poesia triste]
Noah Kahan
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
Interview Vampire Daily
cherry valley forever
macklin celebrini has autism
Cookie Run:Kingdom Official!
Claire Keane

PR's Tumblrdome

tannertan36

roma★
The Stonewall Inn
YOU ARE THE REASON

oozey mess
KIROKAZE

if i look back, i am lost
taylor price

Origami Around
Monterey Bay Aquarium

#extradirty
occasionally subtle

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Germany

seen from Colombia
seen from Russia
seen from United States

seen from Türkiye
seen from Bolivia
seen from United States

seen from Malaysia

seen from United States
seen from Colombia

seen from Australia

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from Japan
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from United States
@universobarato
romantizo tudo na expectativa de tornar a vida mais leve porque aqui dentro de mim tudo pesa.
[não passo de uma poesia triste]
me culpo por sentir sua falta.
é como se um prisioneiro tivesse se afeiçoado ao seu carcereiro; como se cada tortura ainda fosse melhor do que toque nenhum.
te bloqueei da vista e dos meus ouvidos mas como faço para te bloquear do meu coração?
- os grilhões que me prendem tem seu nome como amarração.
quanto tempo leva para um coração partir?
foi exatamente o que pensei quando vi, ainda que de relance, o seu cabelo castanho escuro, essa barba falhada que você insiste em deixar cresce mesmo que nada tenha a ver contigo; no peitoral largo valorizado pela camisa de botão branca e no ar de riso persistente que seu rosto tem.
2 segundos.
é esse o exato tempo que durou entre meu olhar e o despedaçar.
baixei os olhos para o meu jantar, como se tivesse sido descoberta por cometer um crime.
você olhou firmemente a diante, como quem tem certeza do próprio rumo.
então, é assim que eu sei que dois segundos são tempo o suficiente para quebrar meu coração e ocultar todos os caquinhos.
- somos suspeitos de um crime perfeito mas crimes perfeitos não deixam suspeitos.
Eu me esforço e me forço a existir, mesmo quando a minha única vontade é desaparecer, me anular, evaporar feito fumaça no vento.
— Stupid heart, nobody wants you, D. Quebraram.
me lembro da primeira vez que soube que algumas espécies de borboletas eram necrófagas, levei muito tempo pra aceitar como algo tão bonito poderia se alimentar da morte.
anos depois eu descobri que algumas espécies de amor se alimentam da dor de morrer (um pouco para si mesmo, um pouco daquilo que se julgava conhecido e na maior parte por ter seu coração partido).
ainda sonho tolamente de que em algum lugar existe alguém que ainda vai me olhar e agradecer ao universo por me ter
- das esperanças infantis de quem é sempre deixado pra trás
nossas ruínas ainda serão oásis.
- reconstruir para poder florir.
Tento não pensar sobre você porque dói mas seria mentira dizer que não lembro de você na maior parte do tempo.
A loucura do centro da cidade me lembra da sua calmaria, o pôr do sol pela janela do escritório me lembra de como era gostoso ver as cores do céu pela janela do seu quarto.
Acordar cedo e não te ver dormindo com um biquinho lindo ainda dói, sair de casa sem ir te dar um beijo e ouvir "não vai, fica comigo" é uma daquelas memórias com efeito de soco no estômago.
E dói ainda mais seguir em frente como perfeitos estranhos quando sei que vamos ser pra sempre velhos conhecidos.
cresci achando que fazer amor era fazer sexo devagarinho, dizendo "eu te amo" baixinho.
agora, sei que isso é só complemento.
o amor é feito todo dia, no toque, no detalhe, na atitude
na conversa,na compreensão, no colo no fim do dia
na louça lavada, na marcação de postagem dizendo "isso me lembra você".
amor é verbo recíproco
[vem fazer amor comigo?]
“Odeio o fato de saber que te daria mais 10 chances se você me pedisse.”
— Second Heartbeat
como seria o mundo se toda palavra escrita pelos dedos esvaziasse o coração?
é primeira coisa que penso todas às vezes que me vejo tomada pela emoção, pela colisão entre o sentimento e pela razão.
toda vez que me vejo pronta pra poder te dizer não e te enxotar pra fora do meu coração, escavar os sete palmos aos quais te enterrei e exumar toda ossada de sentimento que fielmente guardei.
o medo do vazio escorre por cada centímetro de pele do meu rosto com uma velocidade indecente pelas lágrimas insistentes.
acostumei te ter aqui, manter a casa fechada com móveis tampados com lençóis protetores de poeira mantendo a sensação de que um dia poderia abrir as janelas e deixar o ar entrar e sol remover o cheiro de guardado daqui.
assim os dias já não seriam mais nebulosos ou cheios de tempestades impetuosas, haveria sol dourado com alguns dos pelos do braço ou avermelhado como os pelos ralos que circundam seu maxilar.
haveria temperatura agradável pra existir e assim se aconchegar, exatamente como era quando me chamava pra deitar e em mim se aninhar.
haveria a paz certeira todas às vezes que te ouvisse falar, segurança quando te visse chegar e sorrisos sinceros sempre que fosse te olhar.
em cada parede desse cômodo que mantive fechado haveriam pinturas expostas de como minha mente ávida desenhava com precisão cenários de perfeição das lembranças que o meu peito descompassado era capaz de guardar.
e enquanto eu sinto o pesar cada vez que a frustração vem me inundar, a sensação dolorosa e já conhecida do luto vem abrindo espaço sem pedir licença, destruindo cada pintura dessas paredes, ateando fogo conscientemente no cômodo que mantive fechado na esperança de você voltar.
e sinto um esmagar no meu coração quando vejo a certeza que precisarei construir uma casa em outro lugar já que nunca mais vou voltar pro lar.
essa foi a minha última canção pra ganhar seu coração.
sempre achei que tinha me apaixonado pela forma que meus olhos gostam de se prender por horas na tarefa de te admirar por completo: do nariz reto, do maxilar marcado, da altura exatamente do meu agrado e do cabelo castanho escuro meio desgrenhado.
levei tempo até entender que apesar de gostar de tudo em você, minha característica favorita é a forma que somente contigo que eu pude descobrir quem eu mesma era e gostar dessas minhas mil e uma facetas.
da menina faladeira, da cantora amadora e desafinada, da criança mimada que faz biquinho pra tudo, da mulher com opiniões e posicionamentos definidos, da força e sensibilidade que coexistem em simetria.
do jeito que sempre sujo o rosto de ketchup, da forma que seguro a caneca com as duas mãos, do jeito que eu mantenho o cenho franzido e da gargalhada alta inconfundível.
me apaixonar por você foi fácil, eu era sua no primeiro beijo roubado e
te amar se tornou inevitável quando percebi que amar você fez com que eu também amasse a mim.
Eu te apresento minha galáxia de caos: poesia, música, museus, finais de tarde... A prolexia da arte.
Você me mostra um universo de organização: matemática, códigos e lógica... A objetividade do existir.
E assim, na colisão entre esses dois conjuntos de milhões de partículas, inventamos nosso próprio mundo particular.
Uma explosão potente, formando os átomos de nós.
O nosso amor a gente inventa.
é engraçado pensar que sentimento não envelhece mas olho pra você e vejo o primeiro fio de cabelo branco entre os montes castanhos escuros, as primeiras rugas tímidas em volta dos olhos .
penso na maturidade que envolveu suas atitudes e pensamentos, na firmeza que conduz seus dias.
e tenho certeza que a única palavra que descreve toda a beleza que cerca esse processo é amor.
te olho e sinto nostalgia lembrando do menino que um dia roubou um beijo e logo em seguida meu coração em cada ruga de sorriso que você me dá.
e só assim sinto gratidão por sentimento não envelhecer, caso contrário, meus olhos não brilhariam por aí indicando que apesar de todo esse tempo
distância
medo e mudança,
Eu ainda amo você.
Querido futuro amor, te faço essa carta aberta e antes de adentrar por minhas portas abertas, me leia, por favor.
Saiba que eu amo beijos longos e discussões curtas; que meu mau humor matinal é resolvido quando me acordar com beijinhos; que eu vou te abraçar para dormir e ao longo da noite raramente vou te soltar.
Que eu amo o amor à moda antiga: aquele que manda flores e escreve declarações em bilhetinhos, que vê filmes abraçadinho, que ama uma troca de carinho.
Mas você precisa saber que eu sou expert em teimar, que é mais fácil arrancar minha cabeça do pescoço do que tirar de mim meus ideais, que vou te confrontar sempre que de você discordar.
Que todo mundo que por aqui passou um pedaço de mim levou e que por isso eu tenho dificuldade de em outro alguém confiar.
Que vou ter dificuldade de aceitar o cavalheirismo que você possa me dar porque passei uma vida sem ser ensinada de que esse é o tratamento que eu deveria esperar.
Que vou chorar independente da emoção que estiver querendo em mim aflorar mas que vou sorrir sem parar sempre que te olhar.
Que vou te escrever infinitas cartas só pra sentir o prazer de te ver se emocionar.
Que eu gosto de cantar e que se me levar à festas, muito provavelmente irei me acabar de dançar, que eu vou sempre orar pra Deus te guardar, que vou lutar e fazer de tudo pro nosso amor durar.
Quero que saiba que eu faço de tudo, me desdobro em muitos, que consigo alterar os rumos só para conseguir conjugar a infinidade do verbo amar.
Então, por favor, se for pra na minha vida entrar, venha mas sem medo de se entregar.
deu tanto trabalho me fechar e pior ainda foi anular a possibilidade de sentir, o problema aconteceu no momento em que eu te vi.
ou será que foi no momento em que meu corpo derreteu sentindo o calor do seu?
talvez porque eu veja sua pupila dilatar ao me olhar ou porque sinto brilhar os olhos ao te encarar.
ou será que foi no momento que notei a tua mão e a minha se encaixar?
eu ainda crio um milhão de teorias para no fim concluir: somos pólos distintos de um ímã e estamos fadados a nos atrair.