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@caodevdd
Julia Curyło — Hunting (oil on canvas and skull, 2021)
Tal vez sea un ángel caído... porque aquí no encuentro cielo alguno.
Se eu te quero? Lógico! Tá escrito Na minha testa Em letras luminosas: Quero você!” Nessa Cross
Minha alma se destrincha ao me deparar com certos sentimentos.
Algo em mim morre a cada nova percepção. É como abrir os olhos em um jardim que eu jurava conhecer e descobrir que minhas raízes nunca foram tão profundas quanto imaginei.
Dói, sangra, sufoca...
Volto ao fundo do poço e encontro os fantasmas de um passado que insiste em puxar meus tornozelos. As vozes se misturam ao vento, carregando versões de mim que nunca reconheci, mas que, ainda assim, encontraram abrigo nos ouvidos alheios.
Há dias em que me sinto como uma página arrancada de um livro que continua sendo escrito sem notar a minha ausência.
Observo portas se abrirem com facilidade para quem acabou de chegar, enquanto eu permaneço do lado de dentro, estrangeira em lugares que um dia chamei de lar.
A dor é constante. A comparação também.
Não porque eu deseje ser mais do que alguém, mas porque é impossível não notar quando oferecem flores aos outros enquanto me acostumo aos espinhos.
Ainda assim, sei que o olhar dos outros não define a minha essência.
Mas cada palavra lançada ao vento contra mim encontra um lugar para pousar. E, pouco a pouco, vejo partes de mim sendo levadas pela correnteza.
Talvez seja isso que mais machuque: não o corte profundo de uma única lâmina, mas a erosão silenciosa de quem passa anos sendo desgastada pelas marés.
E então algo em mim morre.
Não de uma vez.
Morre aos poucos, em pequenas despedidas que ninguém vê.
respect the corner office