as foliãs.
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@carnavalamor
as foliãs.
Sou Rei, Sou Salgueiro, Meu Reinado É Brasileiro, 2000.
Alcione e Beth Carvalho
"Carnaval Eterna é nossa união Que bom voltar Pra reviver esta emoção"
Unidos da Tijuca, carnaval 2015. Um Conto Marcado no Tempo - O Olhar Suíço de Clóvis Bornay.
é na rua que se faz carnaval, 70s
carnaval de rua 70s
o folião.
Iluminados pela Lua de Ogum Nós somos muitos, mas não somos qualquer um.
Porta-bandeira Rafaela Theodoro, fantasia "Cigana Esmeralda".
Imperatriz, 2024. Enredo Com a Sorte Virada Para a Lua Segundo o Testamento da Cigana Esmeralda. Ala das Baianas "A cigana que tudo pode enxergar"
Mestre Sala e Porta Bandeira, Mangueira 2024. Matheus Oliveira e Cintia Santos.
O carnaval tem o sabor do espasmo que antecede a gargalhada, algo gutural, ancestral, genético…
É a festa do ser através do não ser, de uma existência viva ainda à procura de si mesma. E, mais do que tudo, o carnaval é a prova coletiva da importância da euforia.
Vik Muniz
Conjunto de Fantasias, Mangueira 2024. Enredo Negra Voz do Amanhã.
Portela 2024, enredo Um Defeito de Cor. Alegoria 5: Em cada porto, nosso ninho.
"O samba genuinamente preto
Fina flor, jardim do gueto
Que exala o nosso afeto
Me embala, oh! Mãe, no colo da saudade
Pra fazer da identidade nosso livro aberto"
Portela 2024, enredo Um Defeito de Cor. Tripé 2: Sob a Proteção de Iemanjá.
Sem dúvidas foi o enredo que mais emocionou na avenida, desenvolvido pelos carnavalescos Antônio Gonzaga e André Rodrigues com muita originalidade e sensibilidade.
"Saravá Kehinde! Teu nome vive! Teu povo é livre! Teu filho venceu, mulher! Em cada um nós, derrame seu axé!"