“Saudade, já não sei se é a palavra certa para usar.”
— Chimarruts.
noise dept.
KIROKAZE

Jimmy Eat World
Claire Keane
Sweet Seals For You, Always
Interview Vampire Daily

ellievsbear
𓃗
No title available
RMH
$LAYYYTER
untitled
macklin celebrini has autism
Doug Jones
Noah Kahan
The Bowery Presents
occasionally subtle
Cosmic Funnies

Discoholic 🪩
Monterey Bay Aquarium
seen from Ukraine

seen from Malaysia
seen from Iraq
seen from Colombia
seen from Netherlands

seen from Türkiye
seen from Zimbabwe
seen from Argentina
seen from Peru
seen from India

seen from Indonesia

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States
seen from Brazil

seen from United Kingdom

seen from Malaysia
seen from Venezuela

seen from United States

seen from United States
@cartasabertasavoce
“Saudade, já não sei se é a palavra certa para usar.”
— Chimarruts.
Você desperta um lado meu que é só seu.
É que seu sorriso me desmonta.
Minha alma berrava por você
E fingir que eu não a escutava
Foi a coisa mais difícil que já tive que fazer
em toda a minha vida.
Eu não quero o raso. A minha alma tem fome do imensurável.
Nunca fui daquelas pessoas que atravessam a vida pela superfície. Eu observo o jeito como alguém suspira antes de responder, reparo no silêncio entre uma palavra e outra, guardo detalhes que ninguém percebe. Talvez seja por isso que tudo me alcance com tanta intensidade. Há um preço alto em sentir o mundo inteiro sem saber diminuir o volume.
Escriturias
“Eu me afasto e ela também, mas a gente sempre volta. A gente é igual cachorro quando se perde, sempre dá um jeito de voltar pra casa. E acho que ela é o meu lar e eu sou o lar dela. Ela me chama de baixinho, mas é menor que eu. Ela me chama de neurótico, mas ultrapassa os limites dessa palavra. Ela é toda errada e eu sou o concerto dela. A gente é complicado, mas ainda é dá gente.”
— Allax Garcia.
Apaguei. Apaguei seu número da minha agenda, seu registro de ligações, nossas conversas no aplicativo de mensagens. Apaguei tudo aquilo que poderia me ligar a você nessa tela de celular. Apaguei nossos grupos em comum, nossas fotos da galeria, nossos registros ocultos. Apaguei as músicas que me lembravam você e aquela outra que você me disse que narrava a nossa história. E por um algum instante eu achei que isso seria o suficiente para apagar você de mim. Mas quando acordei em dia comum, você estava lá. Quando passei na rua que nos reencontramos, você também estava lá. Quando abri o YouTube pra assistir um vídeo aleatório, você também estava lá. E percebi que você continuava presente dentro de mim e muito vivo em todas as minhas memórias, por mais que eu quisesse apagá-las. Foi aí que percebi que uma história como a nossa não se apaga assim. Você foi a parte mais linda da minha juventude e sei que quando eu estiver velhinha ainda vou lembrar do rebuliço que você causava dentro de mim só de estar no mesmo ambiente, no quanto seu cheiro me deixava entorpecida e em como tínhamos uma cumplicidade e parceria que nunca terei com ninguém. Deixo aqui mais um capítulo da nossa história para revisitar sempre que sentir saudades. Você é igual aqueles capítulos gostosos daquele livro que lemos com um sorriso bobo no rosto. Uma pena que esse livro não tem o final clichê que eu gosto. Mas sei, que de onde você estiver, você sabe o quanto eu amo você e que o nosso amor permanecerá vivo até o fim dos nossos dias.
- A.S
Gosto da intensidade com a qual você me tem.
Juliano July.
nunca me curei de você
apenas segui em frente
5.