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Escrevo também para saber como foi o seu dia – se você chorou esta manhã, se você acordou um pouco mais tarde do que o costume, ou se, mais cedo, você fumou um maço inteiro tentando se acalmar e esquecer por um breve momento as confissões e as confusões do seu mundo, como de costume. Escrevo também para saber como foi a sua noite – se você conseguiu dormir e sonhar e me ver, por pouco tempo que seja, nessas imagens pensadas, nessas imagens prensadas e intocáveis, tocadas apenas pela capacidade de sonhar, mas que ao despertarem serão apenas o que são: lembranças sonhadas. Escrevo ainda para saber quais são os seus medos e a quem você assusta, quais são os seus desejos e por quem você se ajoelha, quais são suas verdades e a quem você se permite mentir. E, como se não bastasse, escrevo para saber se você me encaixa no seu tempo, mesmo sabendo que o amor é um temporal atemporal que faz chover e tremer e molhar e, mesmo assim, os esperançosos amantes conseguem enxergar – talvez pela cegueira momentânea das pequenas paixões, talvez pela esperança eterna de um dia acordarem ao lado de um grande amor – um sol quente e amarelo e belo e denso, imenso.
Eu me chamo Antônio. (via poetavazio)
Stop! Don’t Talk To Me. Por favor, não me toque, se não for pra me agarrar e me segurar perto de você. Não se aproxime, se sua finalidade não é ficar. Não sorria, se for pra me deixar com saudade dos teus sorrisos. Não sussurre, se for pra me deixar sem te ouvir. Por favor, não me faça te amar, se não for pra me amar também. Não diga o quanto sou incrível, se não for pra dividir as coisas comigo. Para. Por favor, não me conquiste, se for pra quebrar meu coração logo em seguida. Não faz eu me acostumar com sua presença, se for pra me deixar na primeira dificuldade. Não diga que sou uma pessoa interessante, sabendo que há outras muito melhores por aí. Não diga palavras que façam meu coração tremer, se não ficará para aquietá-lo depois. Não grite comigo, se não for parar pra me ouvir. Não faz eu me preocupar com você, pra então me ignorar quando eu preciso. Não faça eu demonstrar meus sentimentos, se não for pra ti valorizá-los. Não olhe para mim, se já estiver pensando em outra pessoa. Não elogie o meu sorriso, se tu for cobri-los com lágrimas. Não diga que é diferente dos outros, se a sua finalidade é acabar sendo como eles. Não me encha de expectativas e palavras bonitas, pra me deixar cair de cara no chão, quando tu não realizar nada delas comigo. Não faça eu tirar minhas armaduras, se não for para me proteger. Não descongele meu coração, só para feri-lo. Não digas que eu te tenho, quando mal ficará comigo. Stop! Não diz que quer me amar, se sua finalidade, não for realmente me amar.
Escriturias (via escriturias)
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