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Transamos no carro parado na estradinha de terra… (Maio-2026)
By; Souza
Oi TeContos, me chamo Souza, tenho 35 anos e sou casado. O que vou contar aconteceu a pouco tempo. Foi em uma festa da minha família, ou melhor, família da minha esposa. Em um sítio em São Lourenço da Serra, estavam reunidos, cunhados(as), primos(as), tios(as) e etc... .
Minha esposa tem uma prima, que é muito chegada nossa, aliás ela e o marido, a tal ponto de eu ter liberdade o suficiente para chamá-la de gostosa, tesão e etc, e isso na frente do marido dela que leva na boa. Sempre tive uma pequena queda por ela; descendente de libaneses, olhos meio puxados, pele branca e brilhante, cabelos negros, uns 29 anos, enfim um tesão. Eu, um sujeito normal, pele branca, 1,78m, 79kg, olhos e cabelos castanhos e cavanhaque, normalíssimo.
Foi no sábado a tarde, eu tinha acabado de jogar bola com os primos e cunhados e estava suado e sujo, e o pessoal resolveu prolongar a festa para noite, pois era sábado mesmo e estava todo mundo a fim de ficar mais. Ela foi pega de surpresa pois tem uma filha pequena e não tinha levado leite o suficiente, teria que ir até a cidade comprar. Me ofereci para leva-la pois o maridão estava na churrasqueira, perguntei se minha esposa queria ir, mas estava de papo com as tias. Fui eu e ela então, ela estava de vestido, bem soltinho e curto e eu apenas de short, tênis e meião de futebol.
Quando ela entrou no carro falei, brincando que ela estava um tesão, queria come-la; sabe aqueles papinhos que você está louco para falar sério mas fala brincando??? Então, era o meu caso.
No caminho fomos conversando normalmente e ela quando falava, ficava pondo a mão na minha perna toda a hora e eu comecei a falar coisas maliciosas pra ver onde chegava.
Nessas de colocar e tirar a mão na minha perna, chegou uma hora que ela deixou a mão, ficamos em silêncio alguns minutos, não sei o que deu em mim em abraça-la, como namorados andando de carro como se fazia antigamente, e ela se encostou em mim, automaticamente, minha mão foi direto no seio dela, por dentro do vestido e tudo, diretão, sem falar nada.... até eu gelei, mas ela não falou nada só emitiu um som tipo hummmmmm.
Ela já colocou a mão no meu pau e pediu pra diminuir a velocidade, puxou meu short de lado, puxou pra fora e começou a fazer um oral daqueles que você só vê em filme; bem devagar, passando a língua na cabeça, o colocava todinho na boca e ficava mexendo com a língua, enfim uma coisa bem delicada, sem pressa nenhuma, quando percebi que ela estava gozando, sem eu fazer nada pois estava dirigindo; ela gozava só de chupar, não deu 1 minuto gozei também, quase que eu murchei de tanto que gozei e ela engoliu tudinho. Eu adoro uma chupeta e do jeito que ela fez.... UAU!!!
Bom, terminada a seção de oral, ela continuou com a cabeça deitada no meu colo e eu dirigindo. Não deu 10 minutos, ela abocanhou de novo, mesmo com ele mole começou a brincar com meu pau na boca, mordia, chupava, fazia de tudo com ele e o FDP morto, e eu pensando
“levanta seu bosta, quero outra, LEVANTA FILHO DA PUTA!!!!”
Acho que ele ouviu e começou a ficar duro de novo, só que agora quero fodê-la, encostei o carro, abri o capô do motor, abri as portas do lado do passageiro, simulando um carro quebrado e pedi pra que ela deitasse no banco, levantei seu vestido puxei a calcinha e chupei aquela delícia com tanto gosto, eu simplesmente não parava, chupava mesmo, enfiava a língua lá dentro tipo beijo de língua, ela urrava de tesão, mordia seu clitóris, prendia-o com os dentes e passava a língua, sugava ele pra dentro da minha boca, dava lambidas que vinham do seu cuzinho até o umbigo, ela gozou 2x sendo que a primeira até espirrou no meu rosto de tanto tesão que ela estava e meu pau duro como uma rocha.
Pedi para ela sair do carro e ajoelhar, em seguida ela debruçou no banco do passageiro ficando com aquela bunda deliciosamente branquinha virada pra mim, não resisti e meti minha língua em seu cuzinho fazendo movimentos circulares com minha língua. Dei-lhe uma lambida que foi do cuzinho até a nuca e para dar essa lambida homérica, tive que me levantar e aproveitando o ensejo meu pau com mira telescópica bateu direto naquela bucetinha maravilhosa só que não quis enfiar direto; pô, não assim que se come, é devagar.
Me ajoelhei e coloquei a cabeça e o segurei com minha mão pois ela forçava a bunda pra trás pra entrar tudo, pedi calma a ela e fui colocando bem de leve, puxei toda a pele do meu pau pra trás liberando a cabeça e fui enfiando lentamente fazendo movimentos com o meu quadril pra direita e para a esquerda e ela também fazia esse movimento rebolando pra mim.
Quando entrou até o fim, abracei sua cintura e a apertei para entrar tudo mesmo. Foi o primeiro orgasmo dela, e com meu pau todinho lá dentro comecei a come-la de verdade, pegava em sua cintura e puxava em direção à minha, acariciava seus seios, puxava seus cabelos como uma rédea até que ela gozou novamente, perguntei se podeira gozar dentro pois eu estava quase lá e ela achou melhor não, e sugeriu sexo anal o qual adorei pois minha esposa não curte e eu adoro isso.
Aproveitando que meu pau estava totalmente lubrificado pelos orgasmos dela coloquei meu pau em seu cuzinho e fui empurrando pra dentro bem de leve e com os dedos dentro da bucetinha dela tocando uma siririca. Consegui enfiar até o fundo só que lentamente pois tinha medo de machucá-la, mas ela rebolava forte e estava gostando, quando chegou a hora de eu gozar, abracei-a pela cintura e ficamos em pé; ela com a bunda arrebitada e eu por trás a espremendo no carro, apertei com tanta força que eu a levantei do chão e gozei como um louco novamente, fiquei com meu pau dentro dela até amolecer novamente e quando tirei escorreu um rio de esperma em suas pernas.
Como estávamos em uma estrada de terra foi fácil parar em um laguinho e dar aquela lavadinha básica nas partes e seguir até a cidade fazer o que tínhamos que fazer.
Na volta, ela veio o tempo todo com a mão dentro de meu short só segurando meu pau e beijando minha barriga e passando a língua em meus mamilos. Só que não dava pra fazer mais nada, tínhamos que voltar.
Chegando lá, eu de pau duro ( nem eu acredito ), tive que abrir novamente o capô do carro e ficar uns minutos fingindo que mexia nele esperando o amolecer e ela como se nada tivesse acontecido foi entrando, falando com todo mundo na boa.
Já nos encontramos 2x após disso.
Enviado ao Te Contos por Souza
POR QUE PRATICAR NUDISMO ?
Por que praticar nudismo ?
Em ambiente como o brasileiro, em que é “óbvio” e “correto” estar-se vestido, em que a maioria sequer sabe haver nudismo como ideia, como prática, como costume difundido na Europa e no Japão; em que as pregações religiosas condenam a nudez, é importante justificar a ideia nudista.
Em primeirolugar, a própria existência de vestuário induz as pessoas a usá-lo: as vestes existem para serem usadas, não para não o serem, motivos por que tendemos a estarmos vestidos. Contudo essa tendência não é imperiosa; de haver roupas não se segue que devamos vesti-las sempre: podemos passar sem elas e estar nus, pelo menos em nosso lar.
Quem se veste por costume, por haver sido ensinado assim, porque os outros vestem-se, pode fazê-lo também por decisão consciente, isto é, vestir-se porque realmente o quer fazer, e pode adotar a decisão oposta, de não se vestir se não o quiser fazer, de estar nu por vontade de estar nu.
O nudismo é ato da vontade que o indivíduo exerce, enquanto vestir-se geralmente dá-se por costume, por repetição do que nos ensinaram e imitação do que os outros praticam.
O nudismo é afirmador da vontade individual.
Em segundo lugar, no clima brasileiro, é evidentemente cômodo diminuirmos as roupas que vestimos: ao invés de terno, gonilha (gravata), camisa de mangas curtas, sapatos, é bem melhor camiseta, camiseta regata, calções, tênis, sandálias, chinelos. A vestimenta adapta-se ao clima.
Em suas residências, muitos vestem apenas trajes menores: varões andam de cuecas, varoas de calcinha e estrófio (a “parte de cima”); sequer cuecas, calcinhas, estrófios são necessários: podemos andar pelados; de facto, muitos que residem sozinhos ou quando estão sozinhos, ficam pelados.
Andar nu em casa é coerente com o clima brasileiro. O nudismo é cômodo em relação ao clima.
Em terceiro lugar, o nudista não aceita haver partes indecorosas no corpo humano. Termos de encobri-lo, pelo menos, com camiseta e calções ou, em casa, com cuecas, calcinha, estrófio, decorre do pensamento de que havemos de ocultar as regiões do corpo tidas por inapresentáveis: mas bunda, mamas, pinto, são partes como quaisquer outras, tão dignas como o nariz e as orelhas.
Não faz sentido pensar que o pinto, a bunda, as mamas, o bico das mamas são indecentes ou indignas e que expô-los é ofensivo ou desrespeitoso; é ideia sem fundamento e que nos constrange em relação a partes de nosso próprio corpo, como se partes de nós próprios fossem indecorosas.
Nus para dormir, nus normalmente em nosso lar, nus em praias, estamos livres dos pensamentos constrangedores de pudor, de vergonha, de pecado, de sexualização, típicos dos encobridores.
O nudismo é libertador.
Em quarto lugar, assim como a soberania sobre nosso corpo implica escolha de vestuário, isto é, de uma peça em lugar de outra, segundo nosso gosto ou nossa conveniência, também representa soberania sobre o próprio corpo escolhermos peça nenhuma; por outra, escolhermos a nudez. Livre é quem quem escolhe a nudez.
O nudismo contém sentido de liberdade. Eis porque os regimes autoritários do nazismo na Alemanha, de Franco na Espanha e de Salazar em Portugal proibiram o nudismo ao ar livre: desejosos de obediência e até de subserviência, não lhes interessava o nudismo, que inspira liberdade e é nela inspirada.
O nudismo é libertário e exprime liberdade.
Em quinto lugar, estar nu implica sensação física e psicológica prazerosa e agradável, uma vez que a pessoa se haja libertado da vergonha de estar nua ou de ser vista nua. É enriquecedora a experiência da nudez: a pessoa observará seus próprios sentimentos e sensações na primeira vez, na segunda, na terceira; observará como os sentimentos (se os tiver) de estranheza e de vergonha vão diminuindo, e que até na primeira vez também diminuem depressa. Sem demora o iniciante fica à vontade e já nem se lembra de estar nu.
Quem se acostuma a estar nu, esquece-se de que o está: a nudez torna-se o estado habitual, normal da pessoa, que deixa de prestar atenção em seu desnudamento, semelhantemente ao usuário de óculos ou de aliança: ele usa-os, sabe que os usa, porém sua atenção não está continuamente voltada aos seus óculos nem à sua aliança.
Muitos descobrem ser agradável estarem nus.
O nudismo é gostoso.
Em sexto lugar, a nudez social (em presença de terceiros) é educadora: ela ensina a separar nudez de sexualidade, nudez de desrespeito; ensina a considerar a nudez como apenas o corpo desprovido de coberturas artificiais, sem nenhuma conotação negativa, e independentemente da condição homossexual, heterossexual, bissexual, assexual, dos presentes.
Homem ou mulher despidos em presença de outro homem ou mulher despidos ou vestidos não representam convite sexual e sim apenas o corpo em seu estado natural. Todo nudista sabe-o perfeitamente, ao passo que os pudicos entendem estas cousas erradamente.
O nudismo não visa a transformar seus adeptos em assexuais, indiferentes à sexualidade, mas ensina-os a desfazer a associação entre nudez e sexualidade, ensina que nudez é apenas nudez, cousa que os pudicos e os vestidistas não alcançam descobrir precisamente porque associam nudez com sexualidade, e associam-nos porque se proíbem o nudismo ou por falta de oportunidade de o experimentar.
Os pudicos e os vestididas associam nudez com sexualidade porque somente se despem para praticar sexo (e para banhar-se), como se (quase) toda nudez fosse necessariamente sexual; não se permitem liberdade e naturalidade sem malícia, restringem sua nudez a dous exclusivamente gêneros de momentos, ao passo que o nudista permite-se liberdade e naturalidade sem malícia em vários momentos.
Lições do nudismo são as de que nudez é forma de ser e de estar naturalmente, a sós, em família, em praias, em presença de terceiros; de que a atividade sexual pratica-se em momentos específicos, enquanto a nudez pode ser aplicada em momentos vários, no lar, em praias, em campos.
O nudismo é pedagógico.
Disso tudo os europeus sabem há gerações e há mais de 120 anos.
Toda praia há de ser de nudez facultativa.
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Source: POR QUE PRATICAR NUDISMO ?
à tous les cocus 🤘faites que vos cornes s'allongent chaque semaine 💘
The photo is the work of Charlotte Duberry, Nessa Norich, Jessica Hinds, and Marina Lazzarotto and is an outtake shot during the rehearsal of commissioned performances at the Louvre, in front of Regnault’s The Three Graces (“Les Trois Grâces”) on a Tuesday sometime in 2010.
Sonho que Virou Realidade
by; @pqp1980
Meu nome é Rony, tenho 45 anos, 1,80m, olhos verdes e um corpo comum de quem passa o dia atrás de uma mesa. Na empresa, a única pessoa que realmente chamava minha atenção era a Vivi, a gerente do financeiro. Aos 28 anos, ela era uma visão: 1,69m, magrinha, cabelos castanhos longos, olhos cor de amêndoa, seios médios que pareciam feitos para caber perfeitamente na mão, uma bunda redonda e empinada e coxas torneadas que eu tentava não olhar demais durante as reuniões.
Nossas conversas sempre foram estritamente profissionais. Até aquela quarta-feira, 15 de março.
Depois de alinharmos alguns relatórios, ela me perguntou, com um sorriso tímido, se eu estaria livre no sábado para instalar um móvel novo no banheiro dela. Morávamos na mesma rua. Aceitei na hora.
Cheguei à casa dela por volta das oito da manhã. Quando Vivi abriu a porta, meu coração quase parou. Ela claramente tinha acabado de acordar: cabelo todo bagunçado, pijama branco soltinho — um shortinho curto que mal cobria a metade das coxas e uma blusinha florida fina. Os bicos dos seios estavam durinhos, marcando o tecido de forma quase obscena. A calcinha de renda por baixo do shortinho também aparecia levemente. Ela sorriu, envergonhada:
— Bom dia, Rony… Desculpa te receber assim. Entra, o móvel está no quarto do fundo. Vou fazer um café enquanto me troco.
Enquanto ela ia para a cozinha, eu fui direto para o banheiro fechar o registro e tirar o móvel velho. Quando saí para pegar as ferramentas no quarto do fundo, a porta estava entreaberta. Pela fresta, vi Vivi tirando a blusa do pijama. Seus seios pequenos e firmes saltaram livres, bicos rosados e arrepiados. Ela estava de lado, não me viu. Fiquei ali alguns segundos, sentindo o sangue descer rápido.
Minutos depois ela apareceu no banheiro já trocada: bermudinha de academia preta, justa o suficiente para marcar a curva perfeita da bunda e o contorno da bucetinha. Meu pau reagiu imediatamente.
Tomamos café na cozinha. Ela havia preparado uma mesa caprichada: pão de queijo, geleia, frutas… Conversamos sobre tudo e nada. Em determinado momento, soltei sem pensar:
— Sabe… eu sonhei com você essa semana.
Ela ergueu a sobrancelha, rindo:
— Sonho ou pesadelo?
— Foi um sonho muito gostoso… — respondi, olhando nos olhos dela. — Você não tem noção do quanto.
Vivi ficou vermelha, mas não desviou o olhar.
— Não vai me contar?
— Acho melhor não… — sorri, levantando-me. — Vamos terminar logo isso aqui.
Instalei a parte de baixo do móvel. Depois precisei da ajuda dela para posicionar o espelho. Vivi subiu na escadinha. Eu segurava o móvel, com o rosto exatamente na altura da sua virilha. O tecido da bermudinha marcava tudo, Mmu pau ficou duro na hora.
Quando ela desceu, seus seios roçaram meu braço de propósito. Olhei para ela.
— Não faz assim… Foi com uma roçada dessas que o sonho começou.
Ela mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando.
— Sério? Me conta mais…
A tensão no ar ficou insuportável. Terminamos de fixar o espelho. Quando desci da escada, ela estava bem na minha frente, olhando-me de um jeito que nunca tinha visto antes.
— Posso te confessar uma coisa? — perguntou baixinho.
— Claro.
— Eu te contratei não só pelo currículo… Desde a entrevista eu gostei de você. De verdade.
Meu coração acelerou.
— Eu também gosto de você, Vivi. Como mulher… e como profissional.
Ela sorriu, tímida.
— Eu não vim mais com vc a pé, comecei a vir de carro depois do trabalho porque… não queria ficar excitada do seu lado e acabar fazendo alguma loucura. Você é casado.
— Que tipo de loucura? — perguntei, a voz rouca.
— Tipo… te convidar pra vir aqui não pra instalar móvel, mas pra te beijar. Porque eu sempre me senti muito atraída por você.
Não pensei duas vezes. Puxei Vivi pela cintura e colei minha boca na dela. Ela gemeu baixinho e pulou no meu colo, enrolando as pernas na minha cintura. Segurei sua bunda firme com as duas mãos e a carreguei até o quarto, prensando-a contra a parede. Beijei sua boca com fome, desci para o pescoço, mordendo de leve. Seus gemidos eram suaves, mas cheios de desejo.
Joguei-a sentada na cama e arranquei sua camiseta. Os seios perfeitos saltaram livres. Me deliciei neles: chupei, lambi e mordi os bicos rosados enquanto ela arqueava as costas. Desci beijando sua barriga, tirei a bermudinha e a lingerie rosa de renda. Sua bucetinha estava inchada, brilhando de excitação.
Beijei o interior das coxas torneadas, subi devagar até chegar onde ela mais queria. Lambi devagar, explorando cada dobra, chupando o clitóris inchado. Vivi se contorcia, gemia alto, enfiava os dedos no meu cabelo e implorava:
— Mais… por favor… não para…
Quando ela gozou na minha língua, seu corpo inteiro tremeu. Subi e a beijei profundamente, fazendo-a provar o próprio gosto.
Vivi não perdeu tempo. Levantou-se, tirou minha camisa e baixou minha bermuda e cueca de uma vez. Meu pau pulou duro na frente do rosto dela. Olhando para cima com aqueles olhos castanhos, ela sorriu safada:
— Ele é ainda mais gostoso do que eu imaginava…
Colocou tudo na boca. Mamou com vontade, babando, engolindo fundo, pedindo para eu foder sua garganta. A menina delicada e certinha da empresa havia desaparecido. No lugar, uma putinha safada que gemia enquanto chupava.
— Me faz de putinha… — murmurou, cuspindo no pau e enfiando de novo.
Ela subiu na cama, ficou de quatro, empinando aquela bundinha redonda e perfeita. O rosto dela afundou no colchão, as costas arqueadas, a coluna formando um arco delicioso. A bucetinha inchada e brilhante de tesão ficava totalmente exposta para mim, os lábios rosados entreabertos, pingando de excitação. As coxas torneadas tremiam levemente.
— Vem… — pediu com a voz rouca, quase um gemido. — Me come bem gostoso. Mete esse pau na minha bucetinha que está toda molhada querendo você todo dentro de mim…
Eu me posicionei atrás dela, segurando meu pau duro pela base. Em vez de enfiar de uma vez, comecei a provocá-la. Rocei apenas a cabeça grossa na entrada quente e encharcada da sua buceta, subindo e descendo devagar, espalhando a lubrificação dela por toda a extensão do meu pau.
Vivi soltou um gemido longo e frustrado, empurrando a bunda para trás, tentando me fazer entrar.
— Não… não faz assim… — choramingou. — Para de provocar…
Eu sorri e continuei o tormento: esfregava a cabeça do pau bem no clitóris inchado, depois descia até a entrada, pressionava só a pontinha para dentro (apenas uns dois centímetros) e tirava imediatamente. Fazia isso várias vezes, bem devagar, sentindo ela pulsar e tentar sugar meu pau para dentro.
Ela começou a perder o controle. O corpo tremia inteiro. As mãos agarravam o lençol com força, os dedos brancos de tanta pressão. A bundinha se mexia sozinha, rebolando desesperada, tentando forçar a penetração.
— Rony… por favor… — gemeu mais alto, a voz saindo quebrada. — Não aguento mais… me fode… me fode logo…
Eu segurei firme na cintura dela, impedindo que ela empurrasse para trás, e continuei a provocação cruel. Agora esfregava a cabeça do pau em círculos lentos bem na entrada, sentindo os lábios molhados se abrindo e se fechando em volta da glande, mas sem nunca dar mais que a pontinha.
Vivi estava fora de si. Começou a gemer alto, quase soluçando de tesão:
— Ai meu Deus… você está me matando… para de me provocar assim… eu tô pingando… olha como eu tô molhada pra você…
A bucetinha dela contraía visivelmente, piscando de desejo, liberando mais um fiozinho de lubrificação que escorria pela coxa. As pernas tremiam tanto que ela mal conseguia manter a posição de quatro. O corpo inteiro suava, a pele arrepiada.
— Por favor… por favor… — implorava, a voz manhosa e desesperada. — Eu quero sentir você todo… me enche… me rasga… eu sou sua putinha hoje… faz o que quiser, mas me fode de uma vez!
Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, abrindo bem as nádegas, e enfiei só a cabeça mais uma vez, girando devagar dentro dela. Vivi soltou um grito abafado no colchão, o corpo dando um solavanco forte.
— Mais… mais fundo… eu não aguento… — choramingou, quase chorando de tesão.
Só então, quando senti que ela realmente estava no limite, segurei firme na cintura fina e meti tudo de uma vez, até o fundo, num golpe só e forte.
Vivi gritou de prazer, o corpo inteiro sacudindo. A bucetinha apertou meu pau como um punho quente e molhado, pulsando descontroladamente.
— Aaaahhh… isso… assim… — gemeu alto, a voz rouca e quebrada enquanto eu começava a meter com força, fundo e ritmado.
Ela gozou quase imediatamente, as pernas tremendo violentamente, a buceta esguichando um pouco enquanto apertava meu pau em espasmos fortes. Mesmo gozando, não parou de rebolar contra mim, implorando por mais:
— Não para… continua metendo… me usa… eu sou sua!
Depois de gozar de quatro, Vivi ainda tremia quando a virei de frente. Beijei sua boca com fome, metendo devagar enquanto nossas línguas se enrolavam. Ela estava molhada demais, a bucetinha quente e escorregadia apertando meu pau a cada estocada..
De repente, ela me empurrou pelo peito, os olhos castanhos brilhando de safadeza.
— Deixa eu subir… quero cavalgar em você.
Subi na cama e me deitei de costas. Vivi não perdeu tempo. Montou em mim com as pernas abertas, segurou meu pau duro pela base e esfregou a cabeça inchada na entrada da sua buceta encharcada, gemendo baixinho só com o atrito.
Então desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro até sentar completamente, sentindo tudo dentro dela.
— Aaaahh… que delícia… — suspirou, jogando a cabeça para trás.
Começou a se mexer devagar no início, rebolando o quadril em círculos lentos, sentindo meu pau roçar bem fundo. Os seios médios balançavam gostoso na frente do meu rosto. Eu segurei neles, apertando os bicos rosados entre os dedos enquanto ela aumentava o ritmo.
Logo Vivi estava cavalgando de verdade. Subia quase até a cabeça e descia com força, quicando no meu pau. Os gemidos ficaram mais altos, mais urgentes.
— Hummm… tá tão gostoso… — gemeu, as mãos apoiadas no meu peito. — Seu pau me enche todinha…
Ela acelerou, quicando mais rápido, a bundinha redonda batendo contra as minhas coxas com um som molhado e obsceno. O suor brilhava na pele dela. Os cabelos castanhos grudavam no rosto e no pescoço.
De repente, ela se inclinou para frente, apoiando as mãos ao lado da minha cabeça, e começou a cavalgar com mais vontade ainda, quase frenética. A bucetinha apertava e sugava meu pau a cada descida.
— Come eu… — pediu, a voz rouca e entrecortada. — Come essa bucetinha com vontade… mete de baixo… por favor…
Eu segurei firme na cintura fina dela e comecei a subir o quadril, metendo forte para cima enquanto ela descia. O choque dos nossos corpos ficou mais violento. Vivi soltou um gemido alto, quase um grito.
— Isso… assim… me come com força! — implorou, os olhos semicerrados de prazer.
— Não para… me fode bem gostoso… eu quero sentir você batendo bem fundo!
Ela cavalgava como uma louca agora, quicando rápido e forte, a bundinha empinada batendo contra mim sem parar. Os seios pulavam descontrolados.
Ela gemia sem vergonha, a voz ficando cada vez mais aguda e desesperada:
— Ai meu Deus… tá tão bom… me come mais… mais forte… eu sou sua putinha… come essa bucetinha molhada que é sua!
Eu metia de baixo com tudo, segurando a bunda dela e ajudando no movimento. Vivi jogou a cabeça para trás, o corpo inteiro tremendo...
— Vou gozar… vou gozar de novo… — avisou, a voz falhando. — Não para de me comer… mete com vontade… me faz gozar no seu pau!
Ela apertou as unhas no meu peito e gozou forte, a bucetinha pulsando e espremendo meu pau em espasmos quentes e molhados. Mesmo gozando, não parou de cavalgar, rebolando e quicando mais devagar, prolongando o prazer, gemendo longos “aaahhh” roucos.
Ainda ofegante, olhou para mim com cara de safada, os cabelos grudados no rosto suado:
— Continua… não para… quero que você me coma até gozar também…
Olhei para ela e disse que iria gozar também. Ela sorriu com cara de safada:
— Deixa eu experimentar o gosto do seu leitinho… goza todinho na minha boquinha?
Saí de cima dela. Vivi deitou de costas na cama, abriu a boca e olhou para mim, ansiosa. Gozei forte, enchendo sua boca com jatos grossos e quentes. Ela engoliu tudo com vontade, depois lambeu meu pau inteiro, limpando cada gota, deixando-o brilhando.
Deitamos lado a lado, ofegantes, trocando carinhos e beijos preguiçosos. Depois de alguns minutos, ela sorriu:
— Vamos tomar banho juntos?
No chuveiro, com a água quente caindo sobre nós, ela confessou baixinho:
— Foi a primeira vez que deixei alguém gozar na minha boca… Mas com você… foi tão gostoso, tão carinhoso e ao mesmo tempo tão safado… eu quis realizar essa fantasia...
Abracei-a forte sob a água. Ficamos ali um bom tempo, só sentindo o corpo um do outro.
Terminei o resto da instalação, guardei as ferramentas, nos beijamos longamente mais uma vez na porta. Saí andando pela rua de volta para casa, ainda sem acreditar que aquele sonho tinha virado realidade.
E o melhor: sabia que não seria a última vez.
Foi isso TC... @pqp1980
Enviado ao Te Contos por @pqp1980
Reblog se nesse exato momento você está excitado
Love to be treated like this
A jug of wine, a loaf of bread, and thou, ( on my cock)
Minha cunhada viuva deixou eu mamar os seus peitões e ela mamou minha rola e tomou meu gozo (Carnaval-2026)
By; Mauricio
Olá Te Contos, meu nome é Mauricio, tenho 31 anos, moreno claro, 1,82 de altura e 85 kilos, malho ja faz 3 anos …vamos ao que interessa…..
Minha cunhada se chama Vera, ela tem 38 anos viuva ja faz 10 anos, ela é negra, peitos enorme e bunda enorme e bem durinhos, ela é uma gordelicia …
No sábado de Carnaval eu estava sozinho em casa, estava tomando banho com a porta meio aberta e a minha cunhada, Vera, entrou em casa para pegar a panela (moramos no mesmo quintal), ela falou comigo e eu respondi de dentro do banheiro falando que ela poderia pegar a panela de pressão, mas nesse meio tempo eu vi ela me espiando eu tomar banho, na hora que eu olhei ela meio que disfarço, mas foi até bom, eu comecei a pensar !
“Vou começar a dar umas provocadas pra ver a reação dela”
Aproveitando que minha esposa saiu com nossas filhas para o bloco de carnaval eu ia pro quintal de samba canção e ela ficava conversando comigo e medindo dos pés a cabeça, aquilo começou a me dar um tesão enorme.
Na segunda fui a casa dela só de samba canção com uma camisa regata e fui pedir algo, entrei na casa da minha cunhada e ela acho que ficou em panico vendo eu com shorts de cueca, ela logo de cara ja olhou pro meu pau que tava meio duro jogado pro lado e ela quase lambeu com os olhos kkk..
Um pouco mais tarde após um banho, na hora que eu fui colocar uma toalha no varal ela estava lavando roupa com uma regata branca toda molhada e tava transparente mostrando os peitos e aqueles bicos bolachão enormes e eu não conseguia parar de olhar e ela percebeu, ficou conversando comigo, mas percebendo que eu tava olhando pros peitos dela, são uns peitos enorme, deliciosos e eu ja tava ficando com a rola dura de tesão, ai disfarcei e acabei saindo e fui pra minha casa. Depois de pouco tempo ela aparece em casa com a mesma camisa molhada trazendo a toalha porque iria chover, e eu ja tava com tesão pensando naqueles peitos enormes, eu disfarcei, agradeci ela e não conseguia para de olhar os peitos dela que percebeu que eu estava excitado e falou
Vera: - eu tava lavando roupa me molhei toda olha do jeito que eu to e deu risada kkk..
Eu falei; - nossa tomou um banho kkk
Nessa ela foi logo dizendo; - molhei todo os peitos
E eu ja fui ficando de pau duro …
Vera: - tambem com os peitos desse tamanho não tinha como não molhar né kk
E eu ficando cada vez mais excitado, minha cunhada logo foi dizendo que o rapaz que trabalhava com ela era louco pelos peitos dela e deu risada, e eu fui logo falando que eu era meio tarado por peitos tambem e ela ja falou
- nossa a maioria dos homens são tarados por peitos né
Eu disse que eu adorava era a parte do corpo que eu mais gostava, ela pergunto qual era os peitos que eu mais gostava, eu descrevi os dela praticamente, falei que eu adorava peitos grandes, com os bicos bolachão bem grandes tambem. Ela ficou meia assim e disse;
- tipo os meus assim…
Eu falei; - é tipo os seus, eu gosto de peitos grandes e bolachudos com bicão.. Mas eu disse com bicão, mas eu nunca vi o seu pra saber se é bico grande ..
Ela deu uma risadinha de safada e falo que era mais ou menos, eu não perdi tempo pedi se poderia ver como era o bico, ela viu que eu tava com a rola dura e falo :
Vera : -ai..pode mais tem que ser rapido….
Ela logo puxo a camisa pra baixo e mostrou aqueles peitos enorme com o bico duro e os bicos eram bem grande bolachão e ela guardou rapidinho ..
Ela disse; - ja viu... e deu risada ..
Eu pedi pra ver de novo e ela falou;
- só mais uma vez ..
Ela baixou a camisa e eu vi os 2, eram deliciosos, estava com agua na boca e meu pau tava explodindo de tão duro …e eu perguntei se poderia colocar a mão e ela disse que sim. Nossa eu tava morrendo de vontade de meter a boca, mas eu fui e coloquei a mão os peitos dela eram duros e enorme e com o dedão eu passava no bico do peito dela e na hora que eu passava o dedão no bico enorme dela ela dava um gemidinho gostoso e eu fiquei louco de tesão, meu pau tava parecendo um mastro duro, a cabeça do meu pau tava pegando fogo parecia que ia estourar. Eu ficava acariciando e apertando, eu não aguentei e disse;
- Vera deixa, eu chupar um pouco ..
Ela disse; - pode mais só um pouco antes que alguem veja …
Nossa, eu mergulhei minha boca naqueles peitos enorme e passava a lingua no bico e ela gemia igual a uma cadela no cio, eu sugava forte os peitos dela e meu pau tava quase rasgando meu short, eu tava parecendo um neném mamando nos peitos da mae, nao queria larga por nada, eu tava louco de tesão e ela gemia gostoso, aquilo deixava eu mais excitado .
Parei de chupar e falei;
- Vera vamos ali pro quarto …
Ela aceitou fechei a porta a fomos pro quarto, ela sentou na minha cama com os peitos pra fora e eu meio que deitei no colo dela que colocava os peitos ja minha boca e eu me acabava de mamar aqueles bicos enormes, parecia que eu ia me afogar nos peitos dela, deitei de lado no colo dela sem tirar os peitos da minha boca e nao parava de mamar, peguei a mao dela e coloquei no meu pau, fui abaixei o short e coloquei a mao dela na minha rola, ela foi logo apertando meu pau e falando;
- nossa que rola dura cunhado.
Ela fico batendo uma punheta pra mim enquanto eu chupava os peitos dela, eu babava nos peitos dela tava uma delicia e ela me masturbando gostoso parecia que meu pau ia explodir na mão dela e ela gemendo gostoso de mais, ela começou a me masturbar e passar meio que a unha no meu pau e na cabeça, nunca tinha sentido aquilo, meu pau tava latejando de mais e ela passando a unha na cabeça e no pau ao mesmo tempo e eu mamado naqueles peitos maravilhoso dela. Chegou a hora q eu nao aguentei falei;
- ai vera eu vou goza!!!
Ela começou a masturbar mais forte ainda, veio um jato forte de porra quase bate no teto da casa de tão forte, depois dei mais umas 4 jorradas de leite pra cima e caio no colchão, na minha barriga, nas perna da minha cunhada, parecia que tinha gozado meio litro de porra, e mesmo assim eu continuei chupando os peitos dela, não queria largar por nada e ela começou a passar o dedo na minha barriga que tava cheio de porra e ficava colocando o dedo todo melado de gozo na boca dela mesmo e falava;
- nossa que delicia, tava com saudade desse gosto ..
E fez isso umas 3 vezes enchendo o dedo de porra e chupando o dedo lambendo a porra, mesmo assim eu tava mamando aqueles peitos delicioso, tava com a rola dura ainda e ela disse;
- nossa ta duro, posso continuar ?
Eu disse “uhum” com a boca enterrada nos peitos dela ..
Ela começou a me masturbar de novo com a minha rola toda melada de porra, ela me masturbou do mesmo jeito, passando as unhas na minha rola e na cabeça e eu mamando nos peitos dela aqueles bicos tavam quase soltando leite de tanto que eu chupava, mas eu nao queria parar de chupar, ela me masturbando forte e eu mamando os peitos dela. Do nada eu senti de novo a vontade de gozar e falei;
- ai eu vou goza de novo.
E ela disse; - goza na minha boca vai, eu quero engolir porra ..
Eu levantei e deixei ela me masturba pra gozar na boca dela, o jato de porra veio tão forte que bateu no fundo da garganta dela, ela foi logo engolindo minha pica e eu gozei muito na boca dela, minhas pernas estavam bambas ja e meu pau não parava de espirrar porra na boca dela, ela abriu a boca, tava lotada de gozo, e ficava brincando com a lingua e mexia a porra na boca e acabou engolindo tudo, eu tava morto e ela falou;
- nossa! Adorei engolir esse suco de porra, depois eu vou querer mais e deu risada.
Ela se levantou e foi pra casa dela e eu fiquei praticamente desmaiado na cama com a rola toda babada.
Tô louco para ela ficar com muita vontade de tomar porra, porque eu agora vou querer mamar aqueles peitões sempre que for possível.
Enviado ao Te Contos por Mauricio