And I am not frightened of dying Any time will do, I don't mind Why should I be frightened of dying? There's no reason for it, you've gotta go sometime

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And I am not frightened of dying Any time will do, I don't mind Why should I be frightened of dying? There's no reason for it, you've gotta go sometime
“I can’t remember how many times I said I was fine just because I didn’t want to bother someone with my issues.”
—
I just wish
Today I woke up but I wish I did not. I’d just like to be gone, become like a mist and be blown away by a breeze and just disappear. No more pain and suffering, only dust. Ashes to ashes...
King for A Day – Stephen King art show @Hero Complex Gallery
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© B. de Hierro |
De volta
Mais uma vez no poço do abandono Ressequidas paredes que bem conheço Gemidos que bem ouço Quantas vezes antes, velho amigo Me acolheu com teu abraço frio Te amo e te odeio Te anseio Há os que nunca lhe viram Há os que só o vem E há os eus Conhecedores do Sol Caminhantes da Terra Mas lateja, no fundo, pulsa aquela agonia E a certeza triste dela de que nos veremos de novo Cá é meu berço, velho amigo Nascido e criado na solidão E agora me volto para ti, camarada Para mais uma vez inundar-te com minhas lágrimas E desejar nelas me afogar e aqui jazer eternamente
A saudade é como a água
Se deixada assim quieta, se esvai
Quando é gelo corta, fere, queima, machuca
Quando é líquida se torna suave, invisível
Mas permanece ali, insípida
Até que com o tempo, ela se torna etérea
E vira uma pluma branca que flutua
E a memória de quem a trouxe
Vai se apagando, como uma nuvem
Ao vento...
Não existe amor em SP !♪
A solidão
A solidão não devora
Ela nos mastiga, rumina
Interminavelmente
Destrói as esperanças
Aniquila os sonhos
E digere os desejos
Eu não sou eu nem sou o outro,
Sou qualquer coisa de intermédio:
Pilar da ponte de tédio
Que vai de mim para o Outro.
(Mário de Sá-Carneiro)
O rogo
Eles me procuram na seca
E imploram por grãos de misericórdia
Eles me acodem na doença
E rogam por bálsamos de benevolência
Eles me buscam no desespero
E clamam por vazios consolos
Eles me suplicam na tormenta
E pedem por fáceis calmarias
Assim eles vêm e vão
Vivendo das migalhas
Sobrevivendo nas ausências
Espreitando das sombras frias
E oram com fervor na necessidade
E rezam com ardor na míngua
E assim vivo eu também
Das migalhas de suas súplicas
E dos restos de suas bondades