Haverá momentos difíceis e encontros com bichos papões, mas, vencida as batalha, se desfrutará dos prazeres profundos.
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@charles-canela
Haverá momentos difíceis e encontros com bichos papões, mas, vencida as batalha, se desfrutará dos prazeres profundos.
Tá tudo muito repetitivo e previsível, não tá não?
A paixão é um cavalo selvagem que tentamos cavalgar, mas caímos até conseguir domesticar e chamá-lo de amor.
No quase impossível se apegue ao quase e não ao impossível.
Para doces vaidades de doces mulheres... Doces mentirinhas nos elogios.
Você não sabe chover e molhar as coisas de amores, mas é especialista em esbaldar na fonte pura e cristalina que o acaso lhe presenteou para o banho mágico.
Que tal perenizar a fonte?
Deve-se dizer adeus quando não se tem mais o que oferecer.
Há quem reclama de ter sido usado e jogado fora, mas há ainda quem reclama de ter sido jogado fora sem ser usado; há o que reclama de ter sido usado e não mais descartado, há o que reclama...
Enquanto houver reclamações haverá possibilidades. O que não pode ter é conformismo.
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Deve-se dizer adeus quando não se tem mais o que oferecer.
Há quem reclama de ter sido usado e jogado fora, mas há ainda quem reclama de ter sido jogado fora sem ser usado; há o que reclama de ter sido usado e não mais descartado, há o que reclama...
Enquanto houver reclamações haverá possibilidades. O que não pode ter é conformismo.
Não tem piranha, o rio não é fundo, e você insistindo na superfície remando no barco da previsibilidade e do comodismo. Pula na água, nada, mergulha, molha o cabelo, sinta o frescor da água.
Você guardou o amor bem lá no fundo e agora tem tanta bugiganga por cima que você está perdendo um tempão para acessá-lo, né?
Tem gente que incomoda quando fica e mais ainda quando se vai. Tem gente que não sabe amar ou que não sabemos amar.
Não dá para voltar e consertar e talvez por isso viver é extraordinário. Chorar a própria dor, o remorso de fazer doer no outro e continuar prosseguindo, vibrando, errando, acertando, gozando e fazendo tudo de novo, pois foi por amor.
A gente não é o que o outro pensa, e não sendo nós aquele, nos relacionamos com uma sensação estranha: Ter que ser um estranho para ser o autêntico absorvido pelo outro.
Só somos nós mesmos para pouquíssimos!
Não tenho pressa e quase nunca quero chegar. Meu destino é andar.
Há perpetuidades do frasco e fim do conteúdo. Não devemos nos enganar com o cheirinho bom que ficou, apesar do vazio completo.
Quem desiste com convicção, seja lá do que for, põe o ponto final no que não proporciona mais delícias.