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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

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Love Begins

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@christianmalkav
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The Burrow ♛
Estudando a anatomia humana? Me poupe, Christian.
Pra falar a verdade ta no roteiro, mas se quer olhar por esse lado.
Christian, eu estava falando no telefone pelo o fone de ouvido…
Ah, agora faz mais sentido. E não me chama de Christian, porra, já falei.
Não acredito que você não saiba rebolar.
Eu não danço, já você...
Posso saber o que está fazendo aqui no meu quarto? Não preciso conversar com ninguém.
Parece que precisa. Eu to tentando estudar e to ouvindo seu choro do outro lado do corredor, então, se não se importa...
Mas eu to prestando atenção no que você tá dizendo, sim!
Eu não disse nada, só to observando.
Eu gostaria de ver meu pai novamente…
Devia conversar com alguém.
...vá até o conselheiro.
Procurando Nemo? Aaaawwwnnnn, Otto vai ficar feliz em ver outros peixinhos com as suas barbatanas bonitinhas e pequeninas.
Então está decido: toda vez que formos assistir filme, eu escolho e você concorda.
Com aquele agradabilíssimo assunto sobre cuspe e pessoas tomando cuspe sabe-se-lá havia quantos anos, encerravam a discussão sobre os podres dele. O corpo estava até meio rígido devido ao frio mas se não fosse a colcha com certeza estaria em uma situação bem pior. Era birrenta, claro que era, preferia morrer de hipotermia a dar o braço a torcer imediatamente e assim seguiam, antes que a sua atenção trocasse das temperaturas para o riso e o divertimento dele devido a declaração anterior sobre sentimentos escondidos. E como já dito, conviveram uma vida inteira, conheciam um ao outro em pontos delicados e geralmente era assim que funcionava: ele ia com as outras mas sempre voltava pra ela, de uma forma diferente da que ia com elas, se valia ressaltar. Voltava, independente do motivo; e era exatamente isso que ela queria saber, o que o motivava, o que estava por detrás das ações dele. Esfregou o rosto bonito do prometido de um jeito carinhoso, revolvendo a pergunta dele em sua mente até que encontrasse uma resposta boa o suficiente. - Um pouco dos dois, eu acho. - Murmurou em toda a sinceridade que tinha, engolindo a saliva com dificuldade. Então seguiam com as perguntas para as quais ela realmente queria respostas mas foi com o silêncio que teve lidar, sabendo que não deveria esperar muito mais quando o rapaz meneou a cabeça em negativo. - Quem cala, consente. - Mesmo assim, não podia deixar de dizer isso, mesmo que fosse só em um sussurro, mesmo que fosse praticamente pra conscientizar a si mesma. E que ele negasse o quanto quisesse porque os dois haviam entregado o jogo naqueles minutos. Quando Malk se aproximou, a respiração dela ficou tão fraca que parecia superficial e parou de vez ao ter o encontro dos lábios. A única coisa que poderia ser escutada era o som do ar sendo puxado profundamente, como quem quebrava uma barreira invisível que havia anteriormente; os lábios se abriram e uma das mãos deslizava para a nuca do loiro, o puxando pra si. Outra mão foi apoiada em seu ombro como auxílio e Kaya apressadamente se erguia do colchão, apoiando os joelhos na cama até que passasse para o colo dele - ficando uma cabeça mais alta - e sentando sobre os quadris do rapaz.
Uma das coisas que mais detestava na vida era ficar sem respostas, sem um porquê, uma vez que acreditava que tudo o que fazia era de alguma forma justificável, mas não essa. A fala dela sobre calar e consentir entrou em um ouvido e saiu pelo outro, uma vez que nem mais prestava atenção, embora tivesse observado os lábios dela se moverem minimamente. A puxou pela nuca ao mesmo tempo em que se inclinou um pouco pra frente pra que pudesse juntar os lábios aos dela. Inicialmente, o rapaz imaginou que ela, no mínimo, fosse lhe empurrar e lhe mandar ir a merda de novo. Mas em vez disso, Kaya não mostrou muita resistência em lhe beijar de volta. Recusando-se a afastar dela e interromper o contato, teve de erguer um pouco o tronco quando ela se mexeu na cama. Por puro reflexo, pouco antes dela se sentar no seu colo, o rapaz empurrou a colcha pro chão, sem mais se importar com a friagem que vinha de fora. Malk não perdeu tempo em envolvê-la pela cintura de forma que a trouxesse para mais perto, o mais próximo possível. Nisso, mordicou o lábio superior dela enquanto a mesma mão que a tinha envolvido subia pelas costas dela; já a outra, ia apertando desde o joelho até a parte superior da coxa. Era engraçado como ele conseguia esvaziar a mente facilmente, principalmente agora, nem notando que, assim como ela, quebrava algum tipo de barreira invisível, esta que se empenhara tanto em construir.
Hã?
"Hã" hã?
Eu vou te fazer esse favor e fingir que não vi isso.
Eu só to trocando a água do meu peixe, moça.
Sem problemas, até que levamos o assunto longe e sem brigar.
Pois é.
Nunca tive tempo pra pensar nisso, Juninho. Mas não é um nome que define se você é igual ao seu pai ou não, são as tuas atitudes.
Mas não é como se você fosse escutar um conselho meu.
Mas não quero ter nada a ver com ele. E não quero falar sobre a minha fucking família.
Considerando que a senhora era tratada por tia, referiu-se à ela como conheciam. E então viera a reação dele ante a menção do relato e ela não sabia muito bem como seria, mas o observava de modo atento, guardando cada trejeito. Os olhos verdes se arregalaram e a boca dela abriu em um ”:O” e virou o rosto pra frente novamente; aos poucos o choque momentâneo foi se transformando em sorriso, de modo que quando voltou a olhá-lo fazia esforço pra disfarçar a vontade de rir, assim como o rapaz. - Sinceridade? - Perguntou de modo retórico. - Merece mesmo. - Concordou, permitindo-se rir por mais um pouco.
O apelido não lhe incomodava, era praticamente uma coisa deles dois e pela proximidade não precisavam falar alto. Estavam prometidos e seguiriam assim por um longo tempo, mais do que nunca teriam de se acostumar com o jeito um do outro. Ao ter os pulsos soltos, os braços ainda deslizaram pelas mãos dele bem lentamente antes de serem pousados no colo de novo, tentando controlar a respiração. Não sorria e nem tinha ares de riso como ele. - Por quê você faz isso? - Se pronunciou após alguns segundos em silêncio, apertando os lábios cheios e mordiscando a parte interna da boca. Kaya ergueu uma das mãos geladas e encaixou esta na lateral do rosto dele, acariciando a bochecha do loiro com o polegar. - Por quê você brinca assim comigo? Você sabe que não podemos confundir as coisas. E entendo porque você fica com todas essas garotas e eu sei que vocês não passam o tempo rezando, mas Malk… Por quê você ainda faz isso? - Questionou por fim, franzindo a testa levemente.
Malk não esperava tal reação de surpresa vindo dela quanto a "confissão". Porém, quando ela concordou que sim, Margot merecia, ele riu e ergueu os ombros. Tal assunto foi deixado de lado finalmente, de forma que um outro começasse. Cruzou os pés debaixo da colcha e esfregou uma mão à outra no momento em que uma brisa gelada entrou dentro do quarto, pouco após ele soltar os pulsos dela. Inicialmente, com a indagação dela, o rapaz voltou a franzir e cenho e comprimir os lábios, pronto pra perguntar "fazer o quê". No entanto, Kaya se adiantou pra completar, aparentemente incomodada. Sentiu a mão da garota no seu rosto, podendo notar o quão gelada estava, mas não se prendeu à isso. — Está falando isso pra mim ou pra você? — O tom de voz saiu relativamente baixo, se referindo ao "não podemos confundir as coisas". A verdade é que não tinha uma resposta concreta para o questionamento, inclusive, repassara a pergunta várias vezes mentalmente para que a conclusão fosse a mesma. Chegou um momento que simplesmente desistiu dos porquês, acabou enfim maneando minimamente a cabeça em negação e mesmo assim não desfazendo o contato visual. Ergueu a mão, exatamente como ela, porém, em vez de tocar-lhe o rosto, segurou-lhe a nuca. A proximidade permitia que Christian sentisse aquele cheiro característico de hortelã, além de poder sentir o hálito quente dela bater contra a pele do seu rosto. Por fim, juntou os lábios aos dela.
Com quem te comparam?
Não tenho "Junior" no nome atoa, sabia?
Mas é um bom filme! E as musiquinhas são tão legais, dá vontade de dançar.
Não. Não quero brincar na neve. Escolha outro.
Com essa nevasca, seria bom assistir um filme.
Desde que não seja Frozen de novo.