minabul:
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Woohyun desejava tanto apreciá-la, provar de cada pequena parte do seu corpo, que sequer conseguia conter a intensidade dos próprios toques. Se por tanto tempo havia sido apto em resistir e permanecer firme diante atrativas tentações que outros facilmente cairiam, aquela ocasião era perfeita para descontar o cúmulo de tudo que havia sentido e não pôde retribuir como realmente tencionava — afinal, era impossível de negar: em algum momento passou a retribuir o desejo que Minah possuía, o álcool servindo somente como um pequeno impulso para que ambos pudessem sentir o gosto do que tanto ansiavam. E era certo que o homem estava aproveitando muito bem. Observar Minah tão frágil daquele modo perante os próprios toques, escutar os seus baixos gemidos e como sua respiração ofegante soava, era praticamente o mesmo que estar no paraíso por algum tempo. Ainda mais sabendo como a mais nova costumava ser quem sempre tomava as rédeas, o que tornava a cena mais excitante de fitar e incitava para que prosseguisse, aprofundando o ardor das suas atitudes que baseavam-se mais em puro instinto que conhecimento; Entretanto, aquilo não era nem metade do que estava disposto a fazê-la sentir. Queria mais, levá-la até o máximo do seu limite, beirando o ápice, e quem sabe um pouco além. Se fosse para fazer com que não apenas sentisse prazer, mas possuísse a incontestável certeza de que o anjo era superior a qualquer um ali e sentisse vontade em fazê-lo unicamente seu, não mediria forças. Era o que mais desejava no momento, e iria provar da melhor maneira possível que ninguém poderia satisfazê-la mais se não o homem — e que não seria necessário provar dos outros para se certificar de tal fato —, nem que precisasse fazer com que a menor viciasse no próprio gosto. No final, sempre encontraria-se disponível para que provasse dele e fizesse o que mais fosse do seu agrado. Era dela, e não seria capaz de negar mesmo se quisesse.
Por isso, assim que a sentiu recuperar-se minimamente, o suficiente para que tentasse voltar a agir, não tardou para ajudá-la ou ao menos facilitar suas atitudes: puxou tanto a calça como a roupa íntima que trajava, expondo o próprio membro rígido e soltando um baixo gemido somente com o primeiro contato direto que teve com a mão da menor, sentindo-o pulsar entre os seus dedos. Estava teso como nunca encontrou-se antes, porque não deveria existir pessoa mais sexy que Minah ou toque mais extasiante que o da morena; E cada vez que a mesma subia e descia, percorrendo-o daquele modo, a única coisa que Woohyun podia fazer era apreciar e soltar suspiros preenchidos de tesão. Se ela estava ansiosa para tê-lo, o mesmo estava dez vezes pior de vontade em fazê-la sua e sabia que não estavam sequer na metade do ato, o que provava como a Hong era capaz de enlouquecê-lo com tão pouco, quando já havia cedido. Tanto que, mesmo após ela cessar o toque, as fisgadas intensas de excitação que sentia ainda se prolongaram, o motivo tornando-se claro quando teve a mais nova acomodada no próprio colo, fazendo com que soltasse um gemido involuntário contra a sua orelha, somente com a fricção causada entre o membro e a intimidade alheia. Estava louco para senti-la por completo, e apenas por um milagre, não arrancou de uma vez só a calcinha da alma e fodeu-a sem pensar duas vezes, naquele momento. Ainda havia o que aproveitar até que chegasse nesse ponto, por mais que estivesse sentindo-se cada vez mais fraco sobre resistir ao desejo. E a mais baixa não cooperava nada. Cada pequeno som ou toque da mesma parecia engolir impiedosamente o restante de pureza e de sanidade do anjo, e naquela altura, era praticamente impossível de resistir. Por isso, apenas deixou-se levar e soltou um suspiro frustrado com a separação de lábios, antes de mordê-la no superior e deixar que fizesse o trabalho de puxá-lo por si conforme se afastava. Novamente, permitiu que fosse despido e ajudou-a na impaciência para que finalmente parassem de ser incomodados pelas roupas — que não serviam de mais nada, além disso —, tendo certeza de rolar todo o olhar pelo corpo seminu da mulher, a admirando e devorando com os olhos escuros de desejo. Não possuía palavras o suficiente para descrever o quão incrível e sedutora ela era em questões de aparência, e graças a isso havia comparada-a tantas vezes ao próprio pecado: irresistível.
Ainda não satisfeito, as mãos do maior deslizaram-se avidamente pelas costas de Minah à procura do fecho de seu sutiã, e sem dificuldades, o mesmo arrancou a peça após soltá-lo, colando ainda mais seu corpo no feminino. Enquanto a mais nova ocupava-se em se movimentar sobre o próprio colo e roçar as partes íntimas de ambos, Woohyun dava mais atenção para o corpo alheio, terminando de percorrer o caminho que dedilhava pelas costas da mesma e fixando as mãos em sua cintura, sem deixar de soltar baixos gemidos perante o toque que tanto desejava. Era dez vezes mais enlouquecer senti-la sem nada os separando, e sem pressa, começou a esfregar-se lentamente contra o corpo da menor, apreciando aquelas sensações eletrizantes que eram liberadas a cada contato com a tez quente; E apesar de perder-se facilmente no impacto causado pela proximidade, dava ouvidos as suas palavras. De primeira, ouvir ser chamado durante aquele gemido arrastado havia sido o bastante para levar o seu tesão até mil, fazendo-o morder os lábios violentamente, de tanta ansiedade. A vontade de tornar aquelas provocações um diálogo entre ambos era maior, e por isso, decidiu participar, sem pensar duas vezes sobre. Queria que Minah provasse das próprias atitudes. “Se você for uma menina obediente, eu posso te foder agora mesmo, Minah. Eu posso te fazer sentir o meu pau todinho dentro de você, te fazer implorar por mais, não quer isso?”, a expressão provocativa tornou-se êxtase por longos segundos, e intensamente, o quadril do maior movia-se de modo que aprofundasse mais o toque entre o íntimo de ambos. Como a alheia, o próprio membro chegava a ‘doer’ de tanto pulsar graças a excitação e necessidade por mais, e no momento em que finalmente sentiu ambos se tocarem tão diretamente, misturado ao prazer de ouvir o gemido alheio soar mais alto, Woohyun jurou que poderia atingir o orgasmo com uma sensação tão inebriante. “Ah.. Minah. Você vai sentir tudo isso. Eu vou te foder bem gostoso, forte e fundo, até você gozar enquanto geme o meu nome e esquece o seu.”, enquanto falava, a mão do anjo posicionava o membro dentro da calcinha da mais nova, de modo que sempre que se movimentasse, o falo se esfregasse contra toda a extensão de sua úmida intimidade. E não esperou um minuto depois de assumir aquela posição, começando a se mover lentamente e com gosto, a respiração ofegante seguindo o mesmo ritmo. “Eu vou, sim. até você não aguentar mais gozar, e é bom aguentar.”, concluiu sua provocativa sentença no pé do ouvido da Hong, como já era de costume, enquanto gradualmente, os dígitos eram direcionados para seus seios, preenchendo ambas as palmas das próprias mãos quando os segurou. A massagem começou devagar, para ela aproveitar.
“Mas sabe o que eu quero em troca? Eu quero que você cavalgue bem gostoso no meu pau, Minah, e gema bem pra mim.. Quero que me deixe ver quem é que te fode melhor.”, ao invés de soar como um pedido, o tom autoritário do anjo fazia parecer uma ordem. Enquanto isso, os dígitos permaneciam ocupados acariciando seus seios lentamente, segurando ambos os mamilos entre os dedos polegar e indicador e esfregando-os com cautela, ao mesmo tempo que levava os lábios de encontro com o seu pescoço, trilhando-o com vários beijos lentos quando não estava ocupado em marcá-lo com um tom avermelhado com mordidas e chupões, alternando entre os dois lados — além de não limitar-se somente a essa área, como também atacando a sua clavícula e os ombros. Quando terminou essa parte, os carnudos deslizaram-se por uma linha reta desde seu colo, passando pela área entre os seios, até embaixo do umbigo, selando-o por último e encarando diretamente a mais nova por todo o caminho. “Você é linda.”, murmurou uma única vez, erguendo-se novamente e abocanhando um dos seus mamilos com ferocidade. A ponta da língua deslizou-se inicialmente pela extremidade do mesmo, antes de percorrê-lo por completo e começar a sugar, pressionando-o suavemente durante o ato. Vez ou outra segurava-o entre seus dentes com cuidado ou “mordia” usando os próprios lábios, sem deixar de acariciá-lo com a língua de diversos modos e não se limitando apenas a um, mas intercalando entre os dois — e mantendo o outro cuidado pela mão — e entre todo o seio. “Eu quero te fazer gozar pra mim, Minah.”, murmurou contra a tez antes de afastar-se cuidadosamente, a respiração quente marcando a sua ausência e finalmente puxando a sua calcinha e saia de uma vez só, despindo-a por completo. Os olhos não tardaram em devorá-la mais uma vez, e dessa vez, literalmente por completo, aproveitando cada pequena parte do que ele ainda iria provar aquela noite. Porém, a melhor parte de provocar havia chegado, e focaria-se nela: com a mais nova ainda no colo, a posicionou de modo que o falo ainda se encontrasse em contato com a sua intimidade, e como uma tortura, os movimentos feitos como se estocasse no ar (e roçando-se contra os lábios superiores) eram dados enquanto a própria extensão ia contra o seu clitóris nas subidas, até o momento em que segurou a rigidez pela sua base. “Quer mais? Vai ter que implorar por isso..”, disse, e controlando o membro por aquela área, o anjo fazia com que sua glande ficasse atritando constantemente contra a entrada da menor, às vezes empurrando-o o suficiente para que a penetrasse alguns centímetros, e voltando atrás logo após. Queria ver quanto a Hong aguentaria ser torturada, saber se a sua necessidade a faria perder toda a paciência.









