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@complexodemorte
𓍢 ・ ☠ ﹛ 𝐊𝐀𝐓𝐀𝐑𝐈𝐍𝐀 𝐄𝐌 𝐃𝐄𝐙 𝐂𝐀𝐌𝐀𝐃𝐀𝐒 ﹜
Catríona deve de repensar suas ações no modo que viu que estava na presença de uma humana, era o suficiente para que encarnasse sua outra persona mais jovem e vivaz. ❝Kath, que bom encontrá-la! Estava fazendo muitas caretas?❞ Indagou em um tom leve, deixando de lado todas as maquinações que permeavam sua cabeça minutos atrás, não era assunto para humanos. ❝Tive o desprezer de ter uma companhia indesejada mais cedo, fujo dele desde então... Mas sua companhia certamente me faria voltar a pista de dança!❞
Bateu os pés de animação com a presença da outra, se permitindo enlaçar com o braço dela enquanto lhe escutava atentamente lado a lado. Amava passar tempo com suas amigas e, de fato, aproveitar eventos assim em companhia era muito melhor do que ficar atrás de beijoquinhas e papos sem sentido de flerte - não que ela tivesse passado por isso, ainda. “Só algumas, Kath,” Repetiu com humor. Ter um apelido em comum deixava tudo mais cômico. “mas, como sempre, serviu beleza e é o que importa afinal.” Seu olhar pairou pelo ambiente ao mesmo tempo em que relativamente buscava os dela, para mostrar que estava atenta. “Ele está, tipo, te perseguindo?” De repente o rosto se fechou em surpresa, buscando em volta algum olhar para julgar. “E é exatamente do que você precisa pra espairecer. Mas, vem cá, me conta melhor sobre isso! Ele foi inconveniente assim? Quem é? Se for bonito demais é prejuízo, se for feio demais é livramento.”
Quando Mebarak se aproximou, Halide balançava o líquido especial na taça de cristal, enquanto analisava o redor. Sua primeira parada tinha sido, obviamente, o Bar da Senha Sussurrada. Ela não teria a reputação que tinha se não soubesse como descobrir qualquer código secreto e adentrar aquele espaço da boate. Apesar da aproximação repentina da moça, não reagiu com mais do que um leve levantar de sobrancelha. Ela estava sozinha pelo motivo específico de conseguir utilizar seus sentidos para escutar as conversas ao redor e tentar fisgar alguma coisa sobre o Cálice, mas ninguém além de seu contratante sabia disso. Então, estava pronta para começar sua primeira performance da noite. "Música ruim me deixa assim." Ela esticou um sorriso irônico nos lábios. Não era uma performance tão mentirosa assim. A música clássica combinava com o estilo do baile, mas ficava irritante depois de um tempo. "Mesmo em um festão, gosto ainda é algo que nem todo mundo tem." Virou o líquido escuro de sua taça em um longo gole. "Você, por acaso, sabe para quem eu peço para mudar a playlist para algo menos cordas de violino? Sou nova por aqui, ainda não conheço todo mundo."
Cuidadosamente Katarina se aproximou dela para sussurrar (em um tom ainda alto, mas teatral) à ela: "Eu concordo..." Com uma careta, se afastou para olhar ao redor a fim de certificar de que mais ninguém tinha se importado o suficiente em ouvi-la ou prestar atenção nelas. "Ai, seria você minha salvadora? Porque é um porre meio chatinho essas músicas. Boate com remix é legal, mas tem tanta música boa pra ser cantada..." Lembrou-se do disco de vinil autografado que havia conseguido com a Lady Gaga e aquilo a fez se animar mais ainda. "Você tem alguma playlist? Assim dá pra fazer uma intervenção pra algum segurança, pra ele trocar. Eu só não faço porque tô com vergonha, sabe…” Havia um motivo pelo qual ela não queria ir até o responsável e estar acanhada não era um dos. Katarina precisava ser concisa com relação às decisões que tomava diante do poder que tinha em mãos e, naquele momento, não queria ter que encarar o fardo de ter optado por deixar a mãe de um dos seguranças presente morrer. Não por gosto ou algo do tipo, mas por necessidade de ter feito uma escolha durante o período. A mulher por já ser velha não tinha lá tanto tempo de vida na Terra, e seria injusto consigo mesma ter que sacrificar uma parte de si para mantê-la sã e salva, quando em algum outro momento teria de ser levada. A latina encolheu-se cutucando os próprios dedos, sentindo culpa e remorso por ter pensado mais em si do que em outrem, enquanto olhava a mulher diante aguardando sua atitude.
A postura é endireitada tão logo aquela aproximação é percebida pelos seus sentidos. Ela não precisa olhar por cima dos ombros para saber que se trata de uma humana. O cheiro doce e metálico a fazem enrugar levemente o nariz, enquanto tenta esconder a própria afetação. Por ser uma vampira que não se alimenta de sangue humano, Angela é mais sensível à presença da espécie, o que faz com que evite por demasiado estar na companhia dos mesmos. Entretanto, existem situações — como aquela — em que o decoro supera a aversão, afinal, o que Katarina pensaria se a deixasse plantada ali sozinha abruptamente após um simples cumprimento? Apesar do conceito de normalidade ter se tornado dúbio para ela após anos como vampira, consegue discernir com uma facilidade irônica o que é esquisito. “Festas como essa não são exatamente o que eu configuro como diversão.” Mimetiza o gesto alheio por instinto, dando um gole na taça com qualquer líquido borbulhante que carregava em sua mão. “Não sei se posso falar o mesmo de você, algo me diz que você cresce em eventos como esse.”
"Nem um pouquinho?" A curiosidade era indubitável. Katarina perdia o senso de noção quando se tratava de saber mais de outrem, pois, como alguém influente na internet, se tornava inconveniente também na mesma proporção. "Tipo, nada de nada aqui te enche os olhos? Impossível." Ela então olhou em volta, totalmente embasbacada com a premissa de alguém tão introvertido. Chegava a ser um crime para Katarina que, com sua inconveniência, arrumaria um jeito de buscar pela diversão desta. "É um pouco óbvio demais?" Estava genuinamente perguntando, vez que sua formalidade para vestimenta tanto quanto pelo modo que andava pelo salão em busca de aumentar seu networking, ficava cada vez mais nítido no modo que se portava e falava. Era claro, mas, será que ela sabia que era 'espalhafatosa' em demasia? "Ter uma lista de contatos recheada, garante uma conta bancária recheada." Emendava uma informação em cima da outra, sem muito tempo de entender que resposta teria disso, mas com a própria fala Katarina acabou por entender o duplo sentido e fez uma expressão de nojo breve. "E, não, não estou falando sobre buscar os idosos da cidade, não, eww! Alguns estão caindo as pelancas e não valem a pena, trust me. Não é bem por aí que devemos investir. Mas, sim, tem bastante pessoas de negócios aqui. Foi assim que levantei a 2Billion, sabe? Meu estúdio de dança. Sou famosa no ramo. E você, faz o quê?" Inevitável era a palavra quando precisava referir-se ao fato de que o ego da Mebarak era tão grande quanto a própria língua.
onde: à sua escolha!!
com quem: qualquer um que responder esse starter!!
Apesar da forma abrupta com que Katarina se aproximou de outrem, sua gentileza permanecia consigo - e intromissão também. Uma taça de um coquetel sem álcool era essencial, senão ela ficaria horrível para trabalhar no outro dia, e lá estava balançando o corpo a mercê da música que estava tocando enquanto bebericava um pouco do conteúdo no copo. "Muito me impressiona que você esteja aqui aparentemente tão imerso em solitude, ainda mais nesse festão." Jogou o verde da forma mais descarada possível, sorrindo com travessura. "Ou confundi as caretas que estava fazendo agora há pouco?"
ㅤ|ㅤ|ㅤ|ㅤㅤ𝚄𝙼𝙰 𝙼𝙴𝚁𝙰 𝙷𝚄𝙼𝙰𝙽𝙰 𝙴𝚂𝙲𝚁𝙸𝚃𝙰 𝙿𝙾𝚁 𝐋𝐈𝐋𝐈ㅤㅤ:
𓍢 ・ ☠ ﹛ 𝐎 𝐏𝐑𝐄𝐒𝐒𝐀́𝐆𝐈𝐎 𝐃𝐀 𝐌𝐎𝐑𝐓𝐄 ﹜ Você não sabe quem eu acabei de encontrar na Praça das sete famílias. Isso mesmo, KATARINA MEBARAK! Ela é uma HUMANA que atua como DANÇARINA PROFISSIONAL, INFLUENCER, COREÓGRAFA E DONA DA 2BILLION DANCE STUDIO aqui em Ninivae, sabia? Ouvi dizer que possui 28 anos. Os ventos sopraram que esse rostinho angelical é DISCIPLINADA, mas são os rumores sobre ser BRIGUENTA que ameaçam a nossa paz. Será que teremos problema em lhe estender a mão?
ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ✶ 𝐏𝐈𝐍𝐓𝐄𝐑𝐄𝐒𝐓 ; 𝐏𝐋𝐀𝐘𝐋𝐈𝐒𝐓 ; ㅤㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝐖𝐀𝐍𝐓𝐄𝐃 𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒 ✶
𝗨𝗠 𝗕𝗥𝗘𝗩𝗘 𝗥𝗘𝗦𝗨𝗠𝗢 : Katarina é uma humana sem qualquer conhecimento do sobrenatural. Ela tem uma família que foca no comércio de Ninivae, muito rica, cheia de privilégios, porém... são corruptos. Fazem tráfico e coisas erradas, mas sempre por baixo dos panos e do nariz do prefeito. Kat deslanchou na profissão quando fez uma coreografia famosíssima para um grupo de kpop em ascensão e passou a fazer trends no tiktok, alavancando seu sucesso e permitindo que ela criasse a 2BILLION, um estúdio de dança na cidade. Fora todas as coisas boas de sua vida, uma única ruim aconteceu: ela achou o Echonomicon, o livro da morte escrito pelo coven Özak de sereianos, cujo qual prevê a morte de pessoas em toda sua volta. Katarina já interviu na morte de uma pessoa pela primeira vez e isso resultou a ela duas opções, da qual ela escolheu por perder a memória de seu ex-namorado mais duradouro. Nas outras vezes em que interveio, várias outras memórias foram apagadas, bem como anos de sua vida sacrificados por um bem maior. A Mebarak não faz ideia que exista magia na cidade, acreditando ser a única pessoa capaz de salvar pessoas e entender e compreender as nuances desse misticismo no livro.