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It's my 14 year anniversary on Tumblr 🥳
Hoje faço 12 anos de Tumblr! 🥳
Querida Leca, obrigado por todo esse tempo que mantivemos nossa amizade. Sinto muito por não poder comparecer nessa sua despedida. Irei reler novamente o seu livro e assim poderei estar mais perto de você novamente. Obrigado por tudo. Com carinho, O-Niilista.
Descanse em paz, querida Leca (desafogamentos).
Que você tenha o seu conforto aos braços de Deus.
Você está sempre guardada em minha memória.
TCA
14/09/2022
Se um dia esta porta se fechasse, abruptamente
Talvez eu não chorasse a tua despedida
Talvez já soubesse que chegaria indubitavelmente
A hora destemida da tua infeliz partida
Ao fundo, esta música infeliz não tocaria
Soluçando e triste, eu não te suplicaria
Que permanecesses neste amor mal consumado
Onde só habita o meu coração despedaçado
Essa lágrima corrente que agora escorre
Não é a tristeza, é a alegria de outrora
De um amor que não amei e que nunca morre
Lamento dizer, lamento ter que ir embora
Palavras essas, mentirosas, são fáceis de dizer
Difícil é partir, e não querer te esquecer.
Cordeiro.
sonhei que você mandava mensagem para resolver tudo entre nós
que queria voltar, ficar comigo
quando acordei, isso me confortou
sei que nunca receberei essas mensagens suas, mas,
por um instante,
foi bom sentir a sensação.
‘Tirez sur le pianiste’, directed by François Truffaut
talvez você entenda, daqui uns anos, que o amor também é esta parte incompreendida que resta entre duas pessoas.
talvez você entenda, daqui uns anos, que o amor também é esta parte incompreendida que resta entre duas pessoas.
Será se algum dia esta tristeza passa?
.
O meu corpo vagando entre pessoas e corpos aleatórios E o meu sorriso frouxo estampado na face. Talvez essa modesta alegria seja contagiante Mas será mesmo se isso algum dia passa?
Será se algum dia eu não entrarei no banho E não precisarei mais chorar no box, Enquanto a água escorre pelo meu corpo E eu finja que sutilmente ela se escoe pelo o ralo?
Será se algum dia, felizmente, eu possa me livrar da dor? Ou se algum dia, talvez, não precisarei me recolher à cama E não pensar que haverá mais choros sem lágrimas E então se poderei sorrir sem motivo algum?
Ah!!! Só o silêncio da noite é que tem sido testemunhadas minhas amarguras.
Será se ainda irei vagar por aí, errante: O carro perdido por entre as vielas; Os postes sumindo no horizonte do retrovisor E eu em qualquer caminho distante suficientemente possível Para enxergar o imenso pálido céu azul.
Será se algum dia eu não carregarei Este rosto cansado de lágrimas ocultas e risos disfarçados Enquanto ocupo-me de trabalho o bastante para não pensar
Talvez essa tristeza não seja capaz de sumir Talvez eu não seja capaz de sumir Mas eu me vou aos poucos, aos prantos, dia a dia.
Será se um dia essa tristeza realmente passa? E que talvez o sol surja no horizonte E será se talvez algum dia...
(Ela volta?)
Cordeiro.
“Mente (I)”, 2018.
Onde está todo mundo?
Sabe que ainda posso te ver E o mundo inteiro sabe Que não adianta se esconder.
Se tu se jogas daqui pra fora Tentando me expulsar de ti Logo me mandando embora.
Eu insisto e persisto em ti E quando olho a minha volta Vejo todo mundo sumir.
Vejo somente a ti, a ti, a ti E sabe que não adiantará de nada Se não aceitar, se tentar fugir.
Eu não vejo ninguém, só vejo a ti, meu bem.
Adolfo Araújo
Décès
A morte conforta e tranquiliza o sofrimento causado em vida, ao mesmo tempo em que aumenta o desespero entristecedor da partida, — a dor de uma família entristecida.
Por pura ironia não há vida na morte, mas a morte faz parte dessa vida.
— Elizabeth Morgan
Final
Durante algum tempo Esta ideia ficou em minha mente De um final mal resolvido Que ainda me faria de demente
O final é uma questão tão tola Que ainda me faria triste Mas a resposta é tão fácil -O final não existe!
Eu dei o meu adeus sem nada dizer Pois aquele final Não iria mesmo satisfazer De todo bem, o meu mal
Apenas digo que o final Não existiu pra mim Pois já estou aqui Falando de um final sem fim.
Adolfo Araújo
Paradis
Novamente meus joelhos descem ao solo a luz já não ilumina mais meu olhar, encontro-me completamente perdida em um mundo perfeito sem poder sentir, enxergar, respirar... Amar.
Ajuda-me a vagar por essa estrada vazia e amaldiçoada pelo tempo ausentando todos os meus sonhos transformando-os nos mais tenebrosos [pesadelos.
O meu paraíso perfeito desmoronara na mais triste ilusão de se apaixonar e mais uma vez o mesmo se calara a fim de todos os medos enfrentar vencendo essa terrível batalha que na eternidade há de se concretizar.
Enganei-me na certeza de que estar só era o caminho certeiro para a felicidade.
Queimei-me por sentir o frio da solidão.
— Elizabeth Morgan
Repulsão
Apaixonei-me pelas suas palavras, pelo seu jeito que tanto me intrigava e agora vivo um sentimento sem volta, ou felicidade...
Sem reciprocidade.
Acorrentei minhas esperanças deixando assim esvair qualquer fantasia vivendo apenas a dor do falecimento interno, do sofrimento concreto que abriga o peito meu.
Sinto-me culpada pelo ato ocorrido. Desconsolada ao saber que tamanha paixão lhe causa tanta repulsa e dor...
Se eu ao menos pudesse mostrar que é amor.
Causadora de um crime culposo que de tanto querer, amou. De tanto fugir, se apaixonou e por amar, matou.
Perdoa-me por tudo e por essa insolência, José Augusto.
— Elizabeth Morgan