Hi.
pelos deuses! aquele ali passeando na praia é [HIPNOS]? ah, não, é só [EDMUND ALTMANN/ “ALT” ], um [MEDICO PSIQUIATRA] nos agraciando com sua beleza nos halls do aletheia hotel. as moiras avisaram: mesmo com os [TRINTA E CINCO] anos nesse novo corpo, segue tão [CALMO] e [INTROVERTIDO] quanto na antiguidade. repararam também que ele lembra muito [ROBERT PATTINSON]? a maldição levou tudo, menos sua beleza. que prazer tê-lo como [HÓSPEDE] do nosso hotel!
”We lie awake in love and in fear, in turmoil and in tears. We stare at walls and drink until they speak back. We twist in our self-made cages and pray that we aren`t - right this minute - about to make some fateful life-altering mistake.”
BÁSICO
Nome completo: Edmund Howard Altman
Apelido: Alt/ Ed
Aniversário/Idade: 20/02 / 35 anos
Gênero/Sexualidade: Homem CIS / Heterossexual
Tipo de personalidade: ISFJ
Altura/Peso: 1, 85m / 80 kg;
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BACKGROUND
Um momento passageiro de distração. A menor noção do pensamento remanescente que engatinha até trançar reflexões. E agora é inevitável.
Você está acordado.
Edmund não se lembra da primeira noite de insônia que teve. Desde criança, sob as cobertas de seda do seu quarto no enorme apartamento na Oxford Street, os pesadelos estavam presentes, tal qual as noites de terror em que sentia ter acordado e então uma presença lhe fazia sentir aterrorizado, sem que pudesse gritar ou correr. Terror noturno, como disse o Dr. Thompson, psiquiatra da infância contratado por seu pai. Terror esse que aparentemente piorava com a ansiedade. Segundo seu pai, não havia motivo para uma criança criada com as maiores e melhores oportunidades ter qualquer tipo de ansiedade. Nem mesmo as brigas intermináveis dos pais que mal conseguiam passar um mês juntos na propriedade Londrina, nem mesmo a quantidade absurda de aulas que era obrigado a fazer. William Altman não entendia conceitos básicos de saude mental e, em parte os repudiava.
Talvez por isso, exausta de um sofrimento que não poderia suportar ou sequer falar, Eleonor se permitiu abrir o escapamento do carro e sufocar até a morte. O que ela não lembrou - ou decidiu não lembrar - foi que seu o pequeno Edmund de sete anos estava no banco.
Transtorno de estresse pós traumático, como diagnosticou o Dr. Thompson quando os episódios de pânico ao lembrar do evento começaram, bem como a dificuldade para esperar num carro sozinho. Mas, William, que acreditava em nada, apenas pagou pelas soluções óbvias que eram oferecidas e se manteve o mais longe possível do filho. O internado aos dez foi quase um castigo para nova hipótese diagnostica: autismo grau de suporte um. Não, Willian Altman não poderia ter um filho transtornado, ao menos não para exibi-lo em seus eventos aristocráticos, então o manteve enclausurado na Bedford School.
Alt, como ficou conhecido no internato pouco pensava sobre o quanto se ressentia do pai, os esforços eram direcionados para a melhora, em como ele podia desenvolver habilidades sociais, mascarar seus sintomas e respirar com assertividade, uma melhora que realmente existiu em momentos.
Os primeiros socorros dos bombeiros e emergencistas salvaram sua vida uma primeira vez. Os socorros ritmados da psicoterapia o salvaram pela segunda.
Talvez por isso, agradecido por conseguir suportar o grau de sofrimento que o assombrava, Edmundo decidiu cursar medicina e, em sequencia, se especializar em psiquiatria e posteriormente em distúrbios do sono. A ultima especialização era quase irônica, se pensasse muito bem, já que pouco importava se era um lorazepam, zolpiden ou qualquer outro psicotrópico, a insônia e os pesadelos lhe acompanhavam.
Por que ele não conseguia dormir? Nem as mais refinadas polissonografias eram capazes de responder, julgavam ser um aspecto de seu transtorno de base mas, lhe parecia haver algo mais. Às vezes era a memória da noite em que quase morreu. Às vezes a vontade de seriamente perguntar ao seu pai porque ele havia passado a vida lhe deitando tao longe. Às vezes, diversos navios fantasmas atracados em sua mente ao mesmo tempo. Mas sempre, o sono lhe era tão evasivo quanto a própria felicidade.
A hipersônia diurna fez Alt começar com os estimulantes. Adderall durante o dia, junto com a desvelafafaxina, Xanax à noite. Em doses que, ocasionalmente ele esquecia de contar.
Se eu tivesse de lhe dizer honestamente, a perdição medicamentosa veio quando Anthony Sturgess, um antigo paciente em surto, o encontrou na saída do hospital e, para alem de espancá-lo, enviou um canivete em seu ombro direito antes de ser contido por alguns seguranças.
Tragédia. A vida de Edmund poderia ser considerada uma tragedia, enquanto ele seguia pensando se havia algo realmente problemático alem dele mesmo em sua existência, que parecia atrair problemas. E, quando as sessões de terapia pareciam exaustivas e insuficientes, encontrava conforto nas medicações.
Adderall durante o dia, junto com a desvenlafaxina, Xanax a noite e oxicodona nos intervalos, quando após as cirurgias de reparo a dor persistiu.
Mas ainda com tantos estímulos medicamentosos, Edmund passou a ficar desmotivado, desnecessariamente irritado e com uma sensação de cansaço sem fim.
Burnout, lhe disse o Dr. Thompson e esqueceu de lhe alertar sob a adicção. Uma orientação de afastamento por tempo indeterminado e a indicação de um SPA na Grécia que poderia ajudar com técnicas de “relaxamento”. À essa altura, talvez Alt devesse ter considerado que apesar de excelente medico, as vezes o Dr. Thompson fechava diagnósticos demais. Mas, ele tinha fé inabalável em suas orientações mesmo nas que pareciam contrapontos de artigos lidos.
E foi essa fé inabalável que o fez desembargar na Grécia e no Aletheia Hotel.
ATUALIDADE
Alt se encontra de “férias”, por tempo indefinido e, embora realmente tente cumprir as recomendações medicas e se disponha a fazer todos os exercícios de respiração que aprendeu ao longo da vida, ainda cede aos medicamentos com certa facilidade.
Vem tentando buscar novos hobbies não apenas dentro do Hotel mas, conhecer verdadeiramente a cidade, aproveitando a ocasião para estudar a historia local, além, de retornar ao hobby antigo de astronomia.
PERSONALIDADE
+ Empático, observador, calmo, pacifico, educado;
-Introspectivo, perfeccionista autodestrutivo, melancólico;
Introvertido-extrovertido é como você poderia chamá-lo.
Alt é perfeitamente capaz de mostrar-se interessado em uma ou distintas conversas por horas, por pura educação mas, gasta grande quantidade de energia para tal, precisando de horas ou, as vezes, dias solitários para se sentir “recarregado”.
Leva consigo o peso emocional da consciência que só um bom observador é capaz de sustentar.
Um bom empata, você poderia dizer. Ele consegue ler as pessoas facilmente, porém como forma de se proteger, tende a levantar barreiras emocionais, algo que acabou refletido em seus relacionamentos amorosos durante a vida. Além disso, carrega uma exigência absurda em relação a si mesmo, principalmente quanto a códigos de conduta com o outro. A sensação de não ter sido feito para esse mundo, embora acredite compreender bem os seres humanos o acompanha com constantemente, traço que tenta racionalmente explicar com o autismo. Aprecia bastante seu tempo sozinho em silêncio mesmo quando o devaneio o alcança ao invés do sono.
ESTÉTICA
Aparência: Cabelos castanho claro com fios mais iluminados em louro escuro, em comprimento medio, que caem sobre a testa ou encontram-se alinhadamente desalinhados. Barba baixa, frequentemente por fazer. Olhos azul acinzentados. É possível ver um pequeno vaso sanguíneo esverdeado abaixo de seu olho esquerdo. Mesomorfo com corpo atlético, definido e magro.
Postura/Maneirismos: Mantém uma postura elegante, ereta e tensa, praticada por uma vida toda em escola britânica, apresenta no entanto dificuldade de manter contato visual, sendo para ele um esforço consciente. Braços/pernas cruzadas com frequência. Movimentos de auto-toque como mexer no cabelo, esfregar as mãos. Coçar o nariz e/ou a região infra orbitaria quando nervoso/reflexivo. Apoiar a cabeça em uma das mãos em diálogos não profissionais longos.
Elementos: AirPods anti-ruído que performance ruído branco ou playlists relaxantes. Cartazes de constelações de quanto passou a se interessar por astronomia. Luneta portátil prateada e uma ampulheta antiga, uma herança de seu avô. Um livro de bolso com histórias para dormir que costumava ser de sua irmã caçula .
Estilo de vestir: Suéters e pullovers confortáveis, bem alinhados, em cashmere. Camisas polos com texturas diferentes. Casacos de lã, blazers de alfaiataria ou em linho, bem como as camisas que por vezes além das golas tradicionais trazem gola padre. Usa sempre um relógio no pulso. Dorme com pijama não roupas velhas de casa mas, pecas compradas com a finalidade de dormir, sejam conjuntos abotoados ou camisetas em algodão.
Cores predominantes: Tons da meia noite (preto noir, azul meia-noite, azul marinho, azul petróleo, prata); Tons da transição sonho vigilia (cinza ardósia, cinza cos cob stone wall, cinza Payne, cinza sabre); Tons da calma/anestesia (lavanda, verde caldwell, verde sage, verde stack, rosemary); Tons de opio (deep garden, blackberry).
OBJETOS SIMBÓLICOS
Um relógio gruem curvex em ouro branco 14K e um relógio de bolso vintage;
Caderno dos sonhos;
Um cachimbo de prata com uma coruja talhada na piteira;
Conjunto de bule e xícaras de porcelana vitoriana com desenhos de papoulas em prateado;
Um pote contendo capsulas de melatonina;
GATILHOS
Luzes fortes, cores vibrantes;
Som/vozes altas; Ruídos agudos repetitivos;
Discussões / questionamentos sequenciais quanto a seus métodos;
Ficar preso em espaços apertados/fechados;
Multidões;
EXTRAS
Diagnósticos - CID 10: G47; 6A02; F84.5; F40.1; F43.1; F41.2;
Para além das medicações e terapia, Edmund é ainda adepto a praticas de relaxamento com técnicas orientais. Prática yoga ao menos uma vez na semana e, medita diariamente;
Costuma fazer duas sessões de terapia por semana, uma neuropsicóloga e uma terapeuta ocupacional;
Tem um tom de voz naturalmente tranquilizante, que relaxa as pessoas. Fala em um tom médio baixo, uma voz quase hipnótica;
A relação com o pai é distante, por escolha do mesmo. Tem três irmãos caçulas, fruto do segundo casamento de seu pai, com os quais ele começou a ter contato quando os mesmos entraram na adolescência e passaram a procurá-lo;
Em sua area de atuação é respeitado, embora seja considerado excêntrico e, ocasionalmente reservado demais;
Edmund segue sempre todo o protocolo de educação aprendido na escola britânica, talvez por isso, considerado uma pessoa bastante gentil;
Vive em um estado melancolia disfarçada, sendo percebida apenas em momentos que sua consciência está em transe seja pelo uso de medicamentos tranquilizantes ou álcool;
Prefere esportes solitários ou que interage com apenas uma pessoa, como tênis;
Se interessa bastante por arte, sendo seu quadro favorito, A persistência da memória, de Salvador Dali;













