Você já sentiu seu coração trincar alguma vez?
Telégrafos. (via telegrafos)
KIROKAZE
𓃗
I'd rather be in outer space 🛸
Misplaced Lens Cap

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if i look back, i am lost
hello vonnie
macklin celebrini has autism

titsay
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Keni
Lint Roller? I Barely Know Her
YOU ARE THE REASON
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gracie abrams

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seen from United States

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@coracoes-selvagens
Você já sentiu seu coração trincar alguma vez?
Telégrafos. (via telegrafos)
Meu coração anda tão cansado de amar errado.
Aline Sales. (via pseudomorte)
Ele me conta das meninas, eu conto dos caras. Eu acho engraçado quando ele fala “ah, enjoei, ela era meio sem assunto” e olha pra mim com saudade. Ele também ri quando eu digo “ah, ele não entendeu nada” e olho pra ele sabendo que ele também não entende, mas pelo menos não vai embora.
Tati Bernardi. (via importunarei)
Eu só tenho uma coisa a dizer, você é louca sabia? E no meio de tanta gente sem graça e perdida, uma alma louca meio que reconhece outra de imediato. Perdido a gente também tá, mas que bom que a gente se encontrou.
Michael Letto (via t-a-q-u-i-c-a-r-d-i-a)
Ela olhou pro céu, cruzou os dedos, fechou os olhos e mesmo sabendo que não ia dar certo ela desejou você ⭐🌙
Seus olhos tão negros tão belos, tão puros assim é que são às vezes luzindo serenos, tranquilos às vezes vulcão.
Gonçalves Dias. (via experimentalismo)
Fênix negra
Já estou passando por tantas tempestades que nem me lembro mais daquela leveza que eu sentia ao ver o sol sorrindo para mim. Ouço a menina que eu fui, soltando um grito de horror. Parece um animal ferido sentindo lentamente a lâmina afiada de cada punhal. Ela morre dentro de mim. Olhos se fechando, sorriso se desfazendo, sonhos se apagando. Ela morre dentro de mim. Sua fala mansa, seu entusiasmo infantil, sua fé no amor. Ela se prostra de joelhos, levando cada memória florida, cada melodia poética, cada gesto gravado, cada sensação perfumada. Ela tentará até o fim emergir com um pedido de socorro. Tão teimosa... Sua inocência não permite que enxergue o óbvio. Ela é minha oferta de sacrifício. Ela morrerá. Precisa morrer! Sangrar, agonizar. Uma vida por outra vida. Estou nascendo enquanto ela morre. Me alimentando de sua tristeza. Devorando sua energia. Enterrando as suas fantasias. Estou nascendo enquanto ela morre. Sorriso cínico, olhar obscuro, pensamentos gritantes, coração petrificado. Isso que estou me tornando... Ah! Isso não tem nome, não estende a mão. Não se emociona mais.
Simone Bellator.
Já tive outras paixonites, mas amar, amar, amar, no sentido puro, só uma vez. Eu tinha 4 anos e tinha essa menina na minha escola. Ela era loirinha, tinha 5 anos e era um pouco mais alta do que eu. A mãe dela era professora da escola e por isso ela era a última a largar. Eu saía tarde da escola já que o meu irmão mais velho ia me buscar após o trabalho, então todos os dias eu ficava no parque vendo ela brincar sozinha já que todos as outras crianças iam embora e ela tinha que esperar a mãe dela acabar o turno. Um dia eu fui falar com ela e ela ficou super feliz, afinal, quem gosta de brincar sozinho? Depois disso nós brincávamos todos os dias depois de largarmos. Lembro que eu brincava de pega-pega com ela, só que era meio sem graça, sabe? Eu sempre ganhava por correr mais e conseguir subir mais alto nas árvores. Depois de um tempo eu comecei a correr mais devagar, colocar um pé pra baixo quando eu tava pendurado, só pra ela me pegar e ficar gritando: “Eu ganhei, eu ganhei, eu ganhei”. Eu não sei o motivo de eu fazer isso, mas ela ganhando, eu ganhava. Ficamos nisso por uns 3 anos, nós éramos muito amigos, mas a gente nem sabia o que era namorar, amor e essas coisas, né? Dã! Éramos crianças! E aí eu mudei de colégio, e felizmente, ela também (pro mesmo que o meu). O Ensino Fundamental era diferente da escola de pequeninhos, ela tinha mais amigos pra brincar, ela tava aprendendo o que era maquiagem e essas coisas que a gente começa a aprender quando vai crescendo, vocês sabem. Apesar de ela ser mais velha por alguns meses, eu era uma série acima, por isso não nos víamos com tanta frequência. Quando chegamos na 5ª série (6ª, sei lá) a gente começou a aprender o que era “namorar”, apesar de que a gente não se beijava. Éramos namorados sim, mas nossos beijos eram andar de mãos dadas, não jogar o +4 pro outro no UNO e ir comprar lanches juntos todos os dias. Afinal, éramos crianças, né? Dã! Quando eu tava na 7ª série e ela na 6ª, eu tinha 11 anos e ela 12. Tinha começado a fase do ciúmes dos amigos e amigas e foi bem desgastante já que a gente não sabia como namorar de verdade. Ficava essa coisa de “o que a gente é?” (a resposta era: CRIANÇAS! DÃ!) mas a gente passou por isso (e, ah, esse foi o ano do primeiro beijo!). Na 8ª série foi o ano que meus pais me obrigaram a sair da escola particular e ir pra uma pública pelo fato de que eu teria mais chances nos vestibulares, mas eu não queria, tanto por ela e pelo fato de que eu não iria me adaptar com o pessoal. A gente perdeu todo o contato em 2010 (o ano que eu era 8ª e ela 7ª) e aí em 2011 a gente voltou a se falar fora da escola. Fora da escola as coisas eram bem diferentes. Eu já era 1º ano do Ensino Médio e ela era 8ª série. Eu confesso que tentei retomar tudo, ela tentou se adaptar, mas não deu. Não dava. Ela não era a mesma menina loirinha e um pouquinho mais alta do que eu. E não era eu que tinha crescido meio metro, ela quem tinha mudado (e eu não tô falando do cabelo grande que ela cortou no ombro). Ela mudou e eu desisti. Passei o 2º e o 3º ano gostando da “antiga ela” que tinha desaparecido e virado aquela menina que eu não conhecia, e isso por conta de amizades e outras pessoas aí. Quando eu comecei a faculdade (2014) vi que não valia a pena esperar por uma pessoa que se perdeu dentro de si. Mas eu não posso reclamar, né? Afinal, dã! Ela cresceu!
Aleff Tauã. (via quotteando)
“Quando alguém está com câncer, ela apodrece por dentro. Morre aos poucos, se limita aos remédios, aos tratamentos, muitas vezes sem resultados. Quando uma pessoa entra num estado de depressão, é semelhante ao câncer. Porém é a sua alma que vai degradando-se. Foi isso que aconteceu com ela. Sua alma morria aos poucos, foi cansando-se dos seus gritos silenciosos. O seu remédio veio acompanhado de uma bula bem discreta e objetiva, escondida debaixo de seu travesseiro: ” Morri 20 anos atrás, tornei-me mera capa, onde o vento levava-me, ás roseiras espinhosas. Joguei-me ao precipício do sono profundo, na qual receberei o meu esperado descaço… 10/03/2014”. Hoje ela está lá. como dito, dormindo. Enquanto eu ainda choro, por nunca ter entendido os seus olhos aflitos, implorando por socorro.”
— Sinto a sua falta , WHO (via experimentalismo)
Se você tiver que chorar, chore como as crianças. Você já foi criança um dia, e uma das primeiras coisas que aprendeu em sua vida foi chorar; porque faz parte da vida. Jamais esqueça que você é livre, e que demonstrar emoções não é vergonha.
Paulo Coelho. (via quotteando)
E a culpa é de quem? Eu sei que a culpa não é sua, você me disse que não voltaria nem sequer olhou para trás, mas baby, e aquele sorriso demorado que você me deu na porta do trabalho? E aquela vez em que você me perguntou como estava meu dia? Ou na noite em que me chamou e perguntou se eu já estava melhor da gripe? Você não queria voltar pra mim? Eu lembro daquela vez em que te chamei no whatsapp e na mesma hora os tracinhos ficaram azuis, você não estava olhando a minha janela? Você não queria voltar pra mim? Eu sei, é triste, me prendo a pequenos gestos, é incrível como cada passo cada palavra cada virgula me dá um pouco de esperança, esperança essa e me mata aos poucos, que me cega e não me deixa ver que eu estou tentando reviver algo que já está morto, e que nenhum desses sinais significam absolutamente nada, mas meu bem, se eu não acreditar no poder do meu amor por você, eu vou acreditar mais em quê?
Iane Caroline (via velejo)
O meu sorriso não transmite a confusão do meu coração.
Dan Saltzman. (via velejo)
Mas a vida sempre vai te obrigar a se despedir de alguém, não importa o tempo de amizade, muito menos o quanto ela significa pra você. Um dia, você terá que se despedir de alguém. Do amigo próximo, do pai, da mãe, da namorada. Um dia, todos eles vão embora. Alguns para um canto qualquer. Outros, você nem vai mais ouvir falar. Sua vida sempre será um ponto de partidas e chegadas. E você terá que se acostumar com isso. Uns, por mais que partam, sempre deixam algo. E vai por mim, não vai ser a ausência que vai doer, serão as lembranças. Algumas machucam, outras nem tanto. Mas um dia você irá lembrar de todos os momentos e verá o quanto aquela pessoa marcou sua vida. E não vai doer mais, não vai arder, o tempo não vai te fazer querer voltar atrás, e você irá perceber que nem toda dor é pra sempre.
Desarvorado. (via impromissor)
O problema é que eu era estrela e ele queria uma costelação 🌟
E você sabe, você sabe que não há pecado maior do que o choro que se engole.
Michael Letto (via t-a-q-u-i-c-a-r-d-i-a)
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Arnaldo Jabor. (via quotteando)
Maquiagem bem feita, um cabelo bem arrumado e o coração remendado. Ótimo, ninguém vai suspeitar.
Tati Bernardi. (via quotteando)