My love, the reason I survive Trust we’ll be together soon Should our fire turn to dark, Take my heart with you.
Alisa U Zemlji Chuda
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

if i look back, i am lost

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My love, the reason I survive Trust we’ll be together soon Should our fire turn to dark, Take my heart with you.
A rose by any other name would smell as sweet.
countvulture:
Drácula esperou que hoje fosse mais um dia nublado e chuvoso, recorrente em London não importasse a época. Mas ao ver os primeiros raios de sol, teve a certeza de estar bem alimentado para não se sentir tão enfraquecido. E ainda assim se sentia como se um ônibus vermelho de dois andares tivesse passado por cima dele, tamanho o cansaço.
Estando elegantemente atrasados, Drácula e sua querida companheira Carmilla, no qual todos acreditam como sendo sobrinha, entraram de braços dados dentro da estufa, que os recebia com um bafo pútrido parecido com o cheiro pós-morte de um cadáver. Dentro era úmido e quente, e sentiu tanto Carmilla quanto a si mesmo suspirarem, pois sabiam que teriam que aguentar até o final do coquetel.
— Que tal verificarmos a planta em que todos falam, minha querida? — Disse com um sorriso polido, tentando ao máximo não fazer uma careta que entregasse o nojo que estivesse sentindo de apenas estar ali dentro de tanta… carne boa.
Salivou só de olhar belas mulheres e rapazes com seus pescoços de fora graças ao calor ali mantido. Guiou Carmilla até a grande flor, tentando fugir dos pontos de luz mais fortes da forma mais sutil possível.
— Hmm. O que acha, minha Carmilla? Adoraria ouvir seus comentários sobre essa grande… peça.
Riu com o nariz, olhando a tal tragédia que chamam de flor.
“Talvez seja hereditário.”; “Será que é contagioso?”; “Ouvi dizer que é crônico.” Os sussurros foram claramente captados pela figura lânguida que adentrava o jardim, quente, abafado por tratar-se de uma estufa. Claro que a fofoca sobre a sua saúde fora espalhada pela sociedade que mal havia dado as caras. A aparência no momento não auxiliava a diminuí-la, a palidez na face era óbvia, assim como os movimentos lânguidos. O vestuário que trajava, apesar de tratar-se de moda diurna ainda assim não contribuía para melhorar a situação. Não apreciava o dia, luminosidade incomodava seus olhos sensíveis e sentia-se drenada ao estar diante de tamanha claridade proporcionada pelos vidros transparentes. Outra contribuição era o odor fétido que contaminava todo o ambiente, um cadáver em putrefação seria facilmente escondido entremeado às folhas e plantas ali presentes enquanto o espetáculo durasse. Ao seu lado direito, a figura de Vlad Tepes demonstrava a mesma insatisfação quando a sombrinha que sua mãe carregava fora fechada e finalmente expunha aos três aos raios solares. A Sra. Klor pediu licença para ambos, misturando-se na multidão. Carmilla não importava-se com os negócios dela, deixava-a tomar as próprias decisõe e lidar com a própria vida, pois seu papel havia sido cumprido. Mas permaneceu ao lado do tio, de maneira a que uma jovem dama da sociedade ficaria com um familiar. ❛ ——— Bom, creio que não estamos esperando ninguém, caro tio. Então devemos rumar até a protagonista deste espetáculo, não devemos deixá-la ansiar por nossa presença: mal posso esperar para me aproximar de tal aprazível odor. É quase palatável. ❜ As palavras de Karstein constituíam-se de um claro, aberto sarcasmo enquanto dirigia-se à criatura ao seu lado, um sorriso felino nos lábios.
Permitindo-se ser guiada pelo homem, caminhou até o interior da cúpula, passando entre humanos curiosos com tal vegetal mal-cheiroso. Acompanhou-o, seguindo-o pelas pequenas sombras que outras espécimes de planta ali dispostas geravam, um pequeno reconforto ainda que diante dos raios solares maquiavélicos. Por sua vez, denotou o olhar de Drácula para os humanos e cutucou-o sem nenhuma gentileza, esperando que o mesmo captasse seu sinal. Carmilla estava usual e acostumada a manter a compostura, ainda que a predadora ansiasse pelo sangue corrente e quente no interior dos corpos ali presentes. Assim, discrição era de máxima importância, especialmente após ter sido caçada em terras natais. ❛ ——— Hm? […] Querido tio, por favor, não me chame de sua, pois a ninguém eu pertenço, especialmente, não à ti. ❜ O sorriso que vestia na face era tranquilo, as palavras proferidas em um tom baixíssimo, que Drácula escutaria: ambos faziam parte de uma classe evoluída de criaturas. Foi um mero reflexo, porém e tratando-se de alguém familiar como Vlad, as palavras deixava seus lábios com um menor controle e filtro para manter a farsa humana. ❛ ——— Mas veja bem, minhas opiniões sobre nossa grande protagonista… a flor é de fato, bela. Esplêndida, a maior florescência já vista na natureza, mas isso é óbvio. Seu cheiro, no entanto… ninguém jamais expectaria isso de tal beleza. É contraditório, a natureza exibindo seus contrapontos, eu aprecio. ❜ Seus olhos escuros, moveram-se da flor-cadáver na direção da face afiada do vampiro, tão velho quanto ela própria. ❛ ——— Seu cheiro no entanto… é passível de causar náuseas até mesmo em indivíduos como nós. ❜ E dizendo tais palavras, Karnstein retirou um lenço dos bolso de seu vestido, embebido com o próprio perfume colocando-o à frente do nariz com a destra para desviar do cheiro de decomposição. ❛ ——— E quais seriam os seus pensamentos diante da ilustre flor-cadáver, caro tio? Tenho quase certeza que não é a sua primeira visualização da abertura dessa florescência. ❜
Mesmo com o aviso de Carmilla, seu olhar penetrante não deixava a partes expostas dos outros. Podia sentir o pulsar de cada um se prestasse bastante atenção, ouvir o coração bater em seus peitos... Estava com tanta fome, cansado talvez por ter um sono tão importante ser interrompido apenas para comparecer a uma festa de aniversário de uma planta famosa.
Por final assentiu e continuou seu caminho, tentando prestar atenção em sua afilhada e não em suas necessidades. Para alguém que sempre consegue tudo o que quer no momento que quer, aquilo era um feito difícil, ainda mais nesse estado.
— Perdoe-me vossa majestade, não quis ofender. — Um sorriso cínico desabrochou nos lábios secos de Vlad. Mas sabia que ela estava certa, ambos tinham puro respeito um pelo outro, mas Vlad tinha o péssimo costume de dizer que tudo era seu. Tentava ao máximo não ser assim com Carmilla, mas uma hora ou outra sempre escapava.
— Concordo com você, querida. A rose’s rarest essence lives in the thorn. — Citou, não lembrando de exato quem escreveu. — A senhorita tem razão mais uma vez. Na minha visita à Sumatra tive a curiosidade de ver de perto tal famosa flor. Na época porém eu era capaz de apreciar tal aroma, já que vivia perto de corpos apodrecidos.
A informação não era nova para Carmilla, não era segredo de que estudava todo o tipo de ciência e não-ciência. Mas nunca lhe contara os detalhes assim. A voz de Vlad agora soava na cabeça de Carmilla, sem mais a necessidade da fala, seus olhos fixados na estranha flor.
— Estava estudando o post-mortem para descobrir quanto tempo exatamente eu tinha para devorá-lo por inteiro até que começasse a apodrecer. Até nós vampiros temos gostos diferentes afinal.
Terminado sua lição, resolveu mudar de assunto.
— E as pretendentes? Teve algum contato com Laura?
Hell is empty and all the devils are here.
Fazia muito tempo em que Drácula e sua Prudence estiveram em Londres, ambos muito ocupados viajando pelo mundo ou aumentando sua família na Romênia. Sempre tivera uma mansão preparada para caso precisasse, mesmo que não gostasse da ideia.
O comitê de boas vindas não lhe admirava, Londres foi sempre o tipo de cidade em que odiava. Prédios altos e cinzentos de mal gosto, pessoas parecidíssimas e o clima de puro tédio. Muitas pessoas juntas ao mesmo tempo lhe lembrava os campos de batalha em que sentia falta, e teve de se segurar para não escolher uma vítima ali e agora. Pois, é claro, estava em um encontro. Talvez mais tarde.
Deu o braço para que Prudence pudesse de apoiar, mesmo que não precisasse, e marcharam pelas ruas de Londres já conhecidas, porém completamente diferentes. As vestimentas eram muito mais espalhafatosas e coloridas, mesmo que homens preferissem vestir o preto. Chapéus gigantes adornavam suas donas que passavam, todas com um alfinete que servia para prender seus cabelos e seus chapéus à sua cabeça, também servindo para alfinetar pessoas inconvenientes como lera no jornal.
— Acredito que nunca andamos juntos por aqui, certo? Lembro que da última vez que vim você quis ficar com suas irmãs para que pudessem tomar conta de nossa família. Fico feliz em explorar a nova Londres com você, minha Prudence. — Sua voz era gentil quando se tratava de suas noivas. A perda de sua esposa é um assunto que Drácula compartilhou apenas algumas vezes com elas, mas no fundo todas sabiam que Drácula tentava compensar pela falta dela. Ainda assim, fazia de tudo para que elas se sentissem confortáveis e confiantes em sua presença.
Elas eram sua lua e estrelas.
Count Vlad III Tepes The Impalor; Also called Count Dracula; 460 years old; Could be 50 years old; Currently single; Unknowed family; Pansexual; Vampire; From the stupendous story of Bram Stoker’s Dracula; {Richard Armitage}
Conde Vlad “Dracula” III Tepe, o Impalador ficou famoso no mundo sobrenatural por ser o primeiro vampiro já criado. Todos escutam sobre sua história, em como ele torturava pessoas pelo bel prazer, como liderou batalhas sangrentas que ficaram na história do mundo. Tudo do ponto de vista alheio, é claro. Vlad, orgulhoso, falava para quem ouvia de seus gloriosos feitos no campo de batalha. Porém nunca souberam as reais atrocidades por trás dessas grandes histórias. Era um alquimista, um guerreiro, um político. Tudo o que mais admiravam em sua época. Um verdadeiro estudioso das Artes Negras.
E ainda assim não sabem o quão tortuosa sua mente era quando estrategista. Fosse mandar os guerreiros para o outro lado das terras para pegar adversários de surpresa, fosse preparar grandes armadilhas subterrâneas cheias de animais famintos, Vlad tinha a mente mais terrível e genial da época. Mesmo com suas mãos e vestes cheias de sangue, Vlad, agora chamado pelo apelido Drácula, se sentia vivo como nunca. O horrível som de homens morrendo apenas por sua causa lhe trazia um prazer que nunca nada em sua vida lhe ofereceu.
A tortura era sua parte favorita. Enfiar sua pequena lança devagar enquanto a pessoa estava presa numa cruz, ver seus gemidos mudarem de suspiros cortados a gritos entorpecentes, ensurdecedores, do tipo em que você pondera se quebraria uma taça de cristal ou não. Cortar um, dois, três dedos apenas por diversão. Amputar braços e pernas mesmo depois de lhe dizerem as informações que procurava. Na maioria, porém, Vlad já sabia. Drácula sempre sabia, e ainda assim se sentia na necessidade vital de torturar pobres almas.
Não tardou para que se casasse por obrigação. Para alguém que está acostumado ao ter tudo o que quer, Vlad de primeira sequer quis ver o rosto da mulher com quem casaria. A data do casamento foi realizada fora de época, sem muitas futilidades e bem no dia em que voltaria para a guerra. Ao ver a senhorita de branco com seu grande véu escondendo o rosto, Vlad só conseguia pensar nas diversas maneiras em que faria a vida da garota um inferno.
Isso até retirar o véu de sua noiva. A garota ali presente era diferente das demais garotas que já possuiu. Ela parecia a personificação de uma divindade, algo maior do que um anjo ou um serafim ou talvez até Maria. De fato, Vlad nunca viu mulher mais bela e mais delicada do que sua noiva. Era algo que Vlad nunca sentira, um sentimento de felicidade que não vinha do sofrimento dos outros. Apenas ela estar ali era o suficiente. Ilona Szilágyi mudou sua vida por completo.
Conforme o tempo passou, porém, Vlad se viu cada vez menos obedecendo a igreja e suas condutas, e cada vez mais lutando contra a igreja nas Cruzadas. Foi na mesma época em que sua então esposa havia falecido, brutalmente assassinada pela igreja como vingança pelas ações do marido. A primeira reação de Vlad foi amaldiçoar a igreja e seus seguidos, amaldiçoar a terra em que pisava, amaldiçoar os céus por querer ter vivido e envelhecido com sua amada. Como estava no campo de batalhas quando descobriu, dilacerou seus inimigos com as próprias mãos, pintando suas feições de ódio e tristeza com o sangue alheio, como se isso de alguma forma pudesse trazer sua esposa de volta. Mesmo com a chuva caindo em seu rosto, Vlad não sentia mais nada.
Dizem que foi nesse dia em que Conde Vlad III morreu, seu ódio o consumindo por completo e o transformando em uma criatura da noite. Renunciando seu batismo, então, teve a dolorosa transformação. Dia após dia sofreu calafrios, ânsias de vomito frequentes, e sua pele estava mais gelada do que nunca. Quando chegou o tempo certo, Drácula então percebeu que comida não mais o satisfazia. Sentia falta do sangue espirrando em seu rosto e, mais do que isso, sentia a vontade de ele mesmo começar a deleitar-se em destruir corpos alheios com suas próprias mãos, cravar os dentes em suas peles e puxar quase como uma goma, alimentando-se daquele sentimento prazeroso e cruel.
Conforme os séculos passaram, Drácula agora se encontra em seus 469 anos vividos na Terra. Sua existência nada mais era do que participar em guerras e, é claro, colecionar amantes. Suas noivas eram seus bens mais preciosos e faria de tudo por elas, mesmo que ainda sofresse por ter perdido seu verdadeiro amor. Mesmo as guerras contra caçadores não lhe satisfaziam, tanto era o tédio e a mesmice.
Contudo, nas últimas décadas começou a sentir algo diferente nos ventos. Podia sentir o antigo perfume de sua esposa, bem fraco, porém real. Começou a sentir a mudança que Ilona trouxe para si. De alguma forma, sabia que ela estava viva novamente. Seus instintos de vampiro rastreador o trouxeram até Londres, local onde já havia visitado antes por poucos meses. Mas dessa vez Drácula pretendia ficar naquela terra amaldiçoada pelas nuvens pesadas e história tão podre quanto a si.
E dessa vez traria sua legião inteira de vampiros consigo.
Closed; Played by Meridaris; She/Her;
Surpresa seria se Lucy não fosse convidada para a exibição da flor rara no Kews Garden. A morena não era muito interessada em flores, mas deveria comparecer ao pequeno evento visto que as figuras ilustres da alta sociedade londrina estariam presentes e Lucy precisava fazer parte daquele círculo social se quisesse ter alguma influência na cidade. Os burburinhos eram bem audíveis a respeito daquela flor, mas Westenra não queria chegar perto da mesma devido o cheiro terrível que a mesma exalava, desta forma, se manteve mais afastada da atração principal trocando algumas palavras com as pessoas próximas de si. Desta forma, virou-se para sua recente companhia exibindo um sorriso animado antes de voltar a falar. “Não consigo me decidir se o fato da flor se abrir apenas algumas vezes em anos é bom ou ruim. De fato é uma planta exuberante, mas seu cheiro é deveras… curioso, para não dizer outra coisa. Já havia visto algo assim antes?”
Drácula sinceramente não sabia do porquê estar lá quando poderia estar descansando seus poderes. Ainda se sentia estranho com a mudança de fuso-horário, ainda mais porque ainda não achou um pescocinho para se alimentar. A aparência dele estava ainda mais fúnebre, dessa vez talvez parecendo mais sério e pensativo do que o normal.
Era muitíssimo difícil estar ali com tantos homens e mulheres belos como rosas, um jardim inteiro apenas para si... Ou uma mesa de jantar, no caso. Olhava para cada um que cumprimentava, dizendo palavras curtas e se introduzindo já que nunca havia visto ninguém ali e precisava causar uma boa impressão.
Ao perceber uma moça de belos cabelos castanhos estar cercada de acompanhantes, Drácula quase passou reto. Mas o sentimento de competição foi maior. Teria aquela senhorita para si apenas para que outros ficassem furiosos.
— Creio que já, senhorita. Em uma de minhas viagens à Indonésia eu visitei uma ilha chamada Sumatra, que inclusive é uma das maiores do mundo, e fui convidado pelos nativos a presenciar a famosa Flor-Cadáver se abrir. — Quando percebeu a movimentação ao redor da senhorita aquietar, continuou. — Quite the spectacle, huh?
A rose by any other name would smell as sweet.
Drácula esperou que hoje fosse mais um dia nublado e chuvoso, recorrente em London não importasse a época. Mas ao ver os primeiros raios de sol, teve a certeza de estar bem alimentado para não se sentir tão enfraquecido. E ainda assim se sentia como se um ônibus vermelho de dois andares tivesse passado por cima dele, tamanho o cansaço.
Estando elegantemente atrasados, Drácula e sua querida companheira Carmilla, no qual todos acreditam como sendo sobrinha, entraram de braços dados dentro da estufa, que os recebia com um bafo pútrido parecido com o cheiro pós-morte de um cadáver. Dentro era úmido e quente, e sentiu tanto Carmilla quanto a si mesmo suspirarem, pois sabiam que teriam que aguentar até o final do coquetel.
— Que tal verificarmos a planta em que todos falam, minha querida? — Disse com um sorriso polido, tentando ao máximo não fazer uma careta que entregasse o nojo que estivesse sentindo de apenas estar ali dentro de tanta... carne boa.
Salivou só de olhar belas mulheres e rapazes com seus pescoços de fora graças ao calor ali mantido. Guiou Carmilla até a grande flor, tentando fugir dos pontos de luz mais fortes da forma mais sutil possível.
— Hmm. O que acha, minha Carmilla? Adoraria ouvir seus comentários sobre essa grande... peça.
Riu com o nariz, olhando a tal tragédia que chamam de flor.
Ficha
OOC
Apresentação – Meridaris, 21 anos, Criadora de Mundos e de Personagens Complicados;
Pronome – Ela/ele/they;
Triggers – None.
IC
(Nome Completo); - Count Vlad III “Dracula” Tepe the Impaler.
(Idade) 469 years old; could be 50 years old;
Currently Single;
(Profissão); - Conde.
(Sexualidade); Pansexual.
From the stupendous story of Bram Stoker’s Dracula;
(In love/In pain); In love. Obsessed with Mina. In pain of still being alive.
(Espécie); - Vampire. Existem poucos vampiros no mundo; Vampiros recém-nascidos são vulneráveis devido a sua impulsividade e inexperiência; Aparência: pele pálida, caninos sutilmente proeminentes, olhos penetrantes; Alimentam-se de sangue para sobreviver; Imortalidade; Juventude eterna; Beleza e carisma sobrenaturais; Poder de sedução e influência; Hipnose; Telepatia; Não são afetados pela gravidade; Agilidade; Super-força; Transfiguração: nuvem de fumaça e morcego; Capazes de criar neblina; Luz do dia enfraquece e não permite transfigurações; Aversão a alho, crucifixos, água benta; Só entram em residências privadas se convidados; Só conseguem descansar se dormirem em caixões; Morte apenas com estaca no coração, por decapitação, por fogo ou por balas de prata.
Poderes; - Conde Drácula é o vampiro mais antigo e experiente, com poderes mais fortes que todos os outros; Conde Drácula é o único que pode criar/descriar vampiros (mordida seguida de morte); A morte de Conde Drácula tem como consequência a morte dos vampiros por ele criados; Alimenta-se de sangue apenas para manter sua juventude; Comando de animais: morcegos, ratos e cobras; Controle do tempo: cria tempestades; Transforma lágrimas em diamantes; Os vampiros por ele criados são seus servos.
Frase em inglês; - Listen to them, my children of the night. What music they make!
Face Claim; - Richard Armitage.
URL; - countvulture.tumblr.com
Biografia, Turno ou Head Canon;
Wilhelmina Murray
The Savoy, Covent Garden
Londres, UK WC2R 0EZ
17 de Abril, 1888
Minha Querida Mina,
Quanto me agrada saber que está se divertindo em Covent Garden, eu particularmente detesto tanta civilização, a modernidade que Londres oferece. Suas casas cada vez mais quadradas, o cheiro pútrido do escapamento de gás e das milhares de fábricas. Contudo, não há lugar em que eu queira mais estar do que com você. Leva-la para passeios na grande cidade de pedra, descobrir os mais famosos lugares noturnos, e é claro observar o brilho em seus olhos ao observar tudo pela primeira vez. Bom, espero que possamos dividir mais primeiras-vezes.
Espero que não se sinta sozinha e consiga se situar no hotel no qual reservei o quarto mais luxuoso apenas para você. Minha Mina, logo mais estarei ao seu lado, os ciganos me alertaram que faltam apenas algumas noites até que consiga sentir o calor de seus braços mais uma vez. Para você não se sentir sozinha, Lucy está localizada na rua a frente do hotel, e sabendo de suas dificuldades financeiras, lhe enviei o mais elegante vestido de noite azul que encontrei, imaginando sua elegante figura para combinar, junto com sapatos para você vestir na noite de minha chegada.
Porém sei que você não se importa com frivolidades, é claro, e por isso dentro da caixa do vestido há uma pequena carta, talvez a menor que meus dedos jamais escreveram. Nela contém meus sentimentos mais profundos e secretos sobre eu e você, minha querida. Sentimentos no qual venho sentido há séculos, e sentimentos novos que ainda borbulham em meu ser ao pensar em você.
Espero que reflita sobre as palavras ali escritas, e que seu coração esteja aberto ao pedido ali nomeado. Coloque-o no bolso e apenas abra quando ambos estivermos sobre a luz das estrelas, deitados nos jardins sem nenhuma alma ao redor.
Apenas eu e você e esse pedido.
Com todo o meu amor,
Count Dracula