“Confesso que ando muito cansado, sabe? Mas um cansaço diferente… Um cansaço de não querer mais reclamar, de não querer pedir, de não fazer nada, de deixar as coisas acontecerem.”
— Caio Fernando Abreu.

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Origami Around
trying on a metaphor
Stranger Things

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we're not kids anymore.
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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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Cosimo Galluzzi
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

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macklin celebrini has autism

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“Confesso que ando muito cansado, sabe? Mas um cansaço diferente… Um cansaço de não querer mais reclamar, de não querer pedir, de não fazer nada, de deixar as coisas acontecerem.”
— Caio Fernando Abreu.
“Eu vou embora na certeza de que não farei falta. De vez em quando eu olho pra trás pra ver se tem alguém pedindo pra eu voltar, mas nunca tem.”
— Caio Augusto Leite.
“Talvez eu goste das conversas intermináveis. Das coisas com algum significado, das músicas que tocam fundo. Se eu descrevo o dia a dia e falo em poesias e você muda de assunto, porque não acha interessante para seguir por esse rumo e então engrena em assuntos superficiais, perguntas corriqueiras, as mesmas perguntas que todo mundo faz e não consegue perceber que eu acho tudo isso um saco. Os monossílabos são tão entediantes. Desenvolver uma boa conversa é fundamental. Demostrar interesse é fundamental. É a atitude que atrai olhares de admiração. Então eu quero saber o que sente, os medos que tentam parar teus passos, as coisas que vê e acha bonito, e se quando vê pensa em dividir comigo. Se pensa na minha risada e se arquiteta meios para voltar a ouvi-la. Sabe, exitem lados que precisam de esforço para chegar a um encaixe e tem lados que apenas se encostam e já se encaixam. Consertar coisas uma ou duas vezes pode ser legal, mas não quero ter que viver sempre consertando as mesmas coisas para algo ter que emplacar. Não quero ser teu espinho, nem uma pedra no teu sapato. Não tô aqui para forçar a barra por algo. Se quer ir embora, vá. Não tô aqui para te atrasar, eu também não quero perder tempo com coisas sem significados. Quero o que tem de mais profundo, quero o peito exposto, não me venha com superficialidades. Quero que se abra se eu te inspiro a se abrir. Quero que sinta vontade de caminhar o mesmo caminho que eu, se sentir vontade de saber mais de mim. Quero que fique se eu te intrigar, se eu te faço querer ficar. Quero que tente, se achar que vale a pena os percalços, se achar que meu riso inspira o seu de um jeito bonito e a tua mão quiser segurar a minha. Não pense que pode me levar com metades, porque costumo observar mais do que você sequer imagina. E costumo me cansar de tentar aparafusar o mesmo parafuso que sempre se esforça para se soltar da base. O problema é que quando eu chego a isso, a esse tipo de cansaço, não será um gole de água que me fará recobrar o fôlego e ver tudo da mesma forma. Porque uma vez cansada, nem eu mesma conseguirei me fazer olhar para aquele mesmo parafuso e enxergar aquela antiga e bela graça.”
— Nanda Marques.
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“Um brinde para nós que sofremos em silêncio e escrevemos sobre isso.”
— Char Almeida.
sobre essa tua vontade de apagar sua própria existência
eu também sinto, e muito.
“Você chegou, fez o seu teatro, apresentou a sua peça, e no final, decepcionou o protagonista. O público chorou, e eu também. Por que não existe dor no mundo pior que se sentir especial para alguém em um dia, e noutro perceber que tudo foi uma grande ilusão. E agora, depois de tudo, eu te digo: Eu me senti assim. Doeu, doeu muito. Principalmente quando eu achava que estava te esquecendo, e algo me fazia te lembrar. Ou quando eu imaginava um pedacinho de você em cada pessoa que passava por mim. Mas a culpa não foi tua. O erro que foi meu, desde o princípio conhecendo o roteiro, eu sempre insistia em colocar a mesma peça em cartaz.”
“Sou complexa, sou mistura. Sumo, surto, vou embora, apareço do nada. Odeio a falta de oxigênio das obrigações, encurto conversas bestas, estendo um bom drama. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar. Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou isso hoje, amanhã já me reinventei.”
— Tati Bernardi.