Eu li que não é o cérebro ou o coração as partes mais importantes do corpo, mas sim a parte que dói. Não faço ideia do que está doendo. É aquela coceira fantasma que aparece no joelho e não importa onde se passe a unha, ela pula para outro canto até tornar-se insuportável.
Porra! Como dói o vazio de sentir tanto. Eu quero espernear, bater os braços, gritar e, no fundo, ser compreendido. Quero ser contradição dentro das minhas certezas, sem precisar ouvir que tudo vai mudar.



















