Sade Olutola

Andulka

No title available

shark vs the universe
he wasn't even looking at me and he found me
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

izzy's playlists!

Origami Around
h

JVL
dirt enthusiast
occasionally subtle
Three Goblin Art
Claire Keane
Keni
cherry valley forever
Sweet Seals For You, Always
Lint Roller? I Barely Know Her
Not today Justin
art blog(derogatory)
seen from United States
seen from United States
seen from Netherlands

seen from Russia
seen from Brazil
seen from Argentina

seen from Senegal

seen from Brazil
seen from Brazil
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
@d-esarranjos-blog
Loucura é ‘ficar’ sete meses, namorar cinco anos, noivar mais dois e não ter tesão na lua de mel. Perigo é não se render a alguém que tem urgência em te querer só porque o manual de instruções do seu coração recomenda prudência e canja de galinha. Você pode perder a razão, a cabeça, os princípios, a harmonia e a saúde mental. Desde que saiba exatamente onde está seu coração. Loucura é não arriscar. Perigo é não ceder.
Gabito Nunes. (via lecionar)
Me sinto o tempo todo uma inocente me debatendo nas paredes de uma piada de mau gosto. Só queria achar a saída e rir por último.
Tati Bernardi (via distancializar)
Se eu gosto de você, te levo no peito e não te esqueço. Não vou ser falsa, não tenho a capacidade de olhar no seu olho, sorrir e depois sentar no bar e falar mal até da sua avó. Não aceito esse tipo de coisa. Conheço muita gente, mas conto meus amigos nos dedos. E prefiro assim. Tem gente que eu saio, tomo drinks coloridinhos, dou risada e ponto final. E tem gente que na hora do desespero ou da alegria infinita eu ligo e choro ou sorrio de orelha a orelha. E quero que continue assim.
Clarissa Corrêa. (via distancializar)
Já repararam que o amor normalmente não vêm no frasco que queremos? Ou que esperamos? Quantas pessoas namoraram loiras de olhos claros e casaram com morenas ou vice versa? Porque o cara troca a morena linda pela tímida ruivinha? E aquela linda, que troca o saradão malhado pelo pequeno e tímido? Eu respondo, conteúdo. Não somos apenas frascos, somos conteúdo. Quantos casais vocês conhecem que não se falavam, se odiavam, não se toleravam mesmo… antipatia pura. E que hoje, são casadinhos e andam de mãos dadas, se tratam por apelidos, erguem famílias lindas e felizes. Essas pessoas trocaram os frascos pelo conteúdo. Quando somos jovens imaginamos a mulher (ou o homem) perfeito. Idealizamos uma alma gêmea perfeita. Que atenderá todos os nossos desejos e sonhos. Algumas pessoas realmente encontram os seus “pares” idealizados. só pra descobrir que não era aquilo tudo. As mulheres sonham com o dia que cruzarão com o homem perfeito, aquele príncipe que as levarão para viver em seu castelo cor de rosa. Mas aí, tudo muda quando o homem conhece aquela mulher que é legal, que o compreende, cheirosa, com um sorriso lindo. E a mulher? Quem nunca esteve com aquele carinha que não aparentava muita coisa, “descombinante” mesmo, e se arrepiou toda com um simples toque na pele? O amor não reconhece frascos, o amor quer conteúdo. Aquela mulher com aquele sorriso de fazer o Sol sair por detrás das nuvens. Aquele cara que cuida, mima e dá colo. Que arrepia só no toque. Aquela mulher que não sai da sua cabeça. Aquele cara de quem você se lembra quando acorda de um sonho ruim. Aquela mulher que você quer ouvir. Aquele homem com que você quer falar. Que se danem os príncipes e as princesas. Que venham as pessoas reais, aquelas que se doam. Que sofrem, que choram por um amor. Aquelas que abraçam travesseiros e suspiram. Que têm milhares de defeitos mas o que conta mesmo é “aquela” qualidade que te fez apaixonar. Achar essas pessoas não é tão difícil, a gente as reconhece logo de cara. O problema é que às vezes a gente pensa demais e complica as coisas.
Caio Fernando Abreu. (via reinversos)
Dói. Se me perguntarem o que acontece, só saberei responder isso: dói. Se me perguntarem onde é a dor, ainda assim só responderei: dói. Tudo tem a ver com aquele grito reprimido, aquele sonho escondido, aquele choro nem sempre contido: dói. Aquela vontade de cortar a garganta para não poder gritar. Aquela vontade de arrancar os olhos só pra não poder ver. Aquela vontade de esmagar o coração só para não poder sentir. Mesmo com todas essas coisas incapacitadas ainda assim doeria. Porque não está na garganta, nos olhos, no coração. Está em toda parte.
Caio Fernando Abreu. (via reinversos)
(via labbiomordido)
É possível amar muito alguém, ele pensou. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela.
O Teorema Katherine.
Marcelo Camelo, Santa chuva.