Lançamento da Revista Subversa de n° 1 impressa. Com a editora Morgana Rech e o amigo e poeta Adiron Marcos. Espero ansiosa pelo n° 2 na qual colaborei com um poema.
KIROKAZE
Lint Roller? I Barely Know Her

if i look back, i am lost
ojovivo
AnasAbdin

Andulka

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One Nice Bug Per Day
I'd rather be in outer space 🛸
art blog(derogatory)

Janaina Medeiros
Sweet Seals For You, Always
trying on a metaphor

shark vs the universe
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祝日 / Permanent Vacation
todays bird
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@danielleronalddecarvalho
Lançamento da Revista Subversa de n° 1 impressa. Com a editora Morgana Rech e o amigo e poeta Adiron Marcos. Espero ansiosa pelo n° 2 na qual colaborei com um poema.
Aquarela
Aquarela
Aquarela
ir de encontro ao chão
“Não ultrapasse” sou menina curiosa “Não chegue perto do penhasco” Sou moça desobediente “Não pule no abismo” Sou mulher corajosa e esse tal de limite não faz parte do meu vocabulário
A palavra amor anda vazia. Não tem gente dentro dela.
Manoel de Barros (via oxigenio-dapalavra)
Seu corpo nu só deve pertencer a quem se apaixonar por sua alma nua.
Charlie Chaplin. (via antipoetico)
Sobre o amor...
danielleronalddecarvalho.blogspot.com.br
Panorama com Clarice Lispector
Saiu no Escriba Encapuzado! :-)
Não é tédio o que se sente. Não é mágoa o que se sente. É uma vontade de dormir com outra personalidade, de esquecer com melhoria de vencimento. Não se sente nada, a não ser um automatismo cá em baixo, a fazer umas pernas que nos pertencem levar a bater no chão, na marcha involuntária, uns pés que se sentem dentro dos sapatos. Nem isto se sente talvez. À roda dos olhos e como dedos nos ouvidos há um aperto de dentro da cabeça.
Fernando Pessoa (via oxigenio-dapalavra)
EPIGRAMA Nº 2 de Cecília Meireles És precária e veloz, Felicidade. Custas a vir, e, quando vens, não te demoras. Foste tu que ensinaste aos homens que havia tempo, e, para te medir, se inventaram as horas. Felicidade, és coisa estranha e dolorosa. Fizeste para sempre a vida ficar triste: porque um dia se vê que as horas todas passam, e um tempo, despovoado e profundo, persiste.
Cecília Meireles (via colecionadordepoesia)
No quarto a escuridão, em sua alma o vazio e a tristeza; um reino inteiro de sonhos desmoronara ao seu redor, desmoronara sem deixar vestígio, sem ruído e estrondo, passou como um devaneio, e ele mesmo não se lembra do que sonhou. Mas uma sensação obscura, que agitou seu peito com leves pontadas, um desejo novo e sedutor faz cócegas e provoca sua fantasia, invocando furtivamente um enxame inteiro de novos espectros. No pequeno quarto reina o silêncio; o isolamento e a indolência acariciam-lhe a imaginação; esta se inflama levemente, e levemente começa a ferver […]
Fiódor Dostoiévski (via oxigenio-dapalavra)