Keni
Sweet Seals For You, Always
Misplaced Lens Cap
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

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@darksaori
Gojo e Geto icons, fav/rb or credit if u use! art by lacampanule
Idk this is probably kind of obvious, but I still find it so beautiful. Sometimes I just like to think about this
We always talk about Naruto and Sasuke's bond in terms of personal drama (the tragedy, the pining, the "I will die with you" energy). But if you look at the actual story of both Shippuden and Two Blue Vortex, you realize their connection isn't just emotional. It is literally a law of their universe. There is this invisible rule in the story: the physical distance between Naruto and Sasuke is directly related to how fast the world goes to shit. They aren’t just two strong ninjas. They are the literal Sun and Moon (Yin and Yang) holding the world together. If you separate them, everything starts to break down.
Not so tall
Good night, sunshine
Tudo que eu queria ter ouvido quando era um capista iniciante.
Quando comecei a fazer capas, eu achava que precisava provar alguma coisa o tempo todo. Que cada capa precisava ser perfeita, inovadora, digna de aplausos. Eu passava horas olhando para a tela tentando descobrir qual era o “estilo certo”, qual era o tipo de edição que faria as pessoas me levarem a sério. E ninguém me disse, naquela época, algumas coisas simples que teriam tornado tudo muito mais leve.
A primeira delas é: ninguém começa sendo incrível.
Toda capa que você vê hoje, linda, polida, cheia de técnica e identidade, veio de alguém que um dia também não sabia recortar direito, que errava tipografia, que usava vinte efeitos diferentes porque achava que aquilo deixava tudo mais profissional. Todo capista que hoje é referência já teve uma fase em que suas capas eram… normais. Às vezes até ruins. E isso não é vergonhoso, é parte do processo.
Outra coisa que eu queria muito ter ouvido é que estilo não nasce pronto.
Você não precisa descobrir seu estilo no primeiro mês, nem no primeiro ano. Na verdade, estilo é quase sempre o resultado de tentativa e erro. É quando você testa coisas, copia referências, mistura ideias, se inspira em outros artistas, até que em algum momento percebe: “isso aqui parece algo que eu faria”. Estilo é construção, não revelação divina.
Também teria sido bom alguém dizer que comparação é um veneno silencioso.
Na internet, sempre vai existir alguém que edita melhor, que domina mais técnicas, que tem mais reconhecimento ou mais seguidores. Se você mede o seu valor por isso, nunca vai sentir que está progredindo. O único parâmetro que realmente importa é se você está melhor do que estava ontem. Se a sua capa de hoje é melhor que a de três meses atrás, então você está indo exatamente na direção certa.
Outra verdade que quase ninguém fala: ser capista não é só sobre técnica.
É sobre interpretação. Sobre entender a história que você está representando. Sobre atmosfera, emoção, narrativa visual. Uma capa não precisa ser cheia de efeitos ou complexidade para ser boa; ela precisa transmitir algo. Às vezes, as capas mais fortes são justamente as mais simples.
Também queria ter ouvido que errar não é vergonha.
Você vai fazer capas que depois vai olhar e pensar: “meu Deus, o que eu estava pensando?”. E isso é ótimo. Significa que você evoluiu o suficiente para reconhecer seus próprios erros. Todo artista olha para o passado com um pouco de vergonha, isso é praticamente um sinal de progresso.
Outra coisa importante: comunidade pode ser boa, mas não deve definir você.
No começo, é fácil cair na ideia de que aprovação é tudo, comentários, curtidas, pessoas elogiando. Mas essas coisas são instáveis. O que realmente sustenta alguém como capista é gostar do processo de criar, mesmo quando ninguém está olhando.
E talvez a coisa mais importante de todas:
capas não precisam provar que você merece estar aqui.
Você já merece estar aqui simplesmente porque decidiu criar.
Ser capista é um hobby para muitos, uma paixão para outros, e um espaço de expressão para muita gente. Não precisa virar competição, não precisa virar pressão constante. Você pode aprender, melhorar, experimentar e ainda assim manter a parte divertida disso tudo.
Então, se você é um capista iniciante, existe algo que eu queria que alguém tivesse me dito lá no começo:
Continue.
Mesmo quando parecer que suas capas não são boas o suficiente.
Mesmo quando parecer que todo mundo está melhor que você.
Mesmo quando você achar que ainda tem muito a aprender.
Porque a verdade é que todo capista que hoje parece incrível simplesmente foi alguém que decidiu não parar no começo.
Ovulating
DOAÇÃO DE CAPAS
Olá, faz muito tempo desde que apareci aqui, nesse meio tempo fiz algumas capas e hoje decidi que iria doar a maioria delas, e já aproveitando o embalo eu quero estrear meu novo cronograma. Serão doadas 14 capas nas categorias de Genshin Impact, Honkai Star Rail, Honkai Impact 3rd e ZZZ. Estarei deixando a lista com o título, confira a legenda em baixo.
Legenda: vermelho (pego) · verde (disponível)
Pose para foto
Amor de virada
Errando as batidas
Flores para um amor
Bolo de Cacucu
A luz em sua doce voz
Ópera à meia noite - @reocalyptus
Chá robótico
Ato de gentileza
Reino de Fantasias - @reocalyptus
Ilha dos vagalumes
Desafio fervente
Coração Mecânico - @KinZoe
Um idiota e um cachorro?
As capas de número 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14 podem ser escritas como imagine ou centric, fica a seu critério, quanto ao resto é mais romântico ou no caso do número 5 pode ser até comédia, vai da sua escolha. Conforme for saindo atualizarei a lista aqui e no cronograma, só peço que quando responder o formulário comente neste post.
Para ter acesso as capas acesse o cronograma aqui, não esqueça de ler as regras na primeira página. Gostou de alguma capa? Então poderá seguir com a adoção respondendo esse formulário.
Não, eu não consigo usar Ibis Paint X. Meu lance sempre foi Photoshop, alguém aqui se identifica também?
Santo Deus, não consigo ter paciência para aprender a mexer nele e já têm meses.
new jjk illustration!!
crazy how the greeks were inspired by satosugu to write the myth of orpheus and eurydice
like. does anyone remember this.
Hey, pipoquinhas! Vamos dar inicio a nossa primeira aula de edição de capa? Eu pensei bastante pra trazer o melhor conteúdo iniciante, mas texturas é muito genérico, então pra começar eu resolvi trazer alguns conceitos básicos tanto para photoshop quanto para celular que vai ser de grande ajuda quando fizerem capas.
AVISO INICIAL: Pra quem usa celular, usarei o Ibis Paint X porque é o único que sei mexer no celular :')
1. Modos de mesclagem
Para acessar os modos de mesclagem, clique no canto inferior direito, na setinha ao lado de "normal".
Nesse momento vai aparecer todas as opções de mesclagem (ou mistura). Lembre-se de que é necessário ter no mínimo 2 camadas para que haja alguma mesclagem.
Agora escolha a opção (ou opções) que ficam melhor na arte, textura, enfim.
Basicamente isso!
2. Ferramentas básicas no Ibis Paint X
Agora vou mostrar algumas ferramentas super úteis no Ibis Paint X:
Azul: Adicionar uma foto para fazer uma modificação nela ou mudar/tirar o fundo.
Vermelho: Aqui a diversão começa, esse é o local de colocar o tamanho da sua capa/projeto em pixels! Aqui vão alguns tamanhos que eu gostaria de ter descoberto mais cedo haha
Capa para Social Spirit: 600x400
Capa para Wattpad, Inkspired e +Fiction: 512x800
Banner para capítulo: 600x
Banner para google forms: 1600x600
Icon: 200x200
Welcome: 600x600
Vermelho: É basicamente a ferramenta "mover".
Azul: Seleção pela cor
Verde: Existem vários tipos de filtro que deixam as capas ainda mais bonitas!
Amarelo: Existem milhares de pincéis disponíveis no Ibis Paint X que possibilitam fazer linhas, detalhes, sombra nos personagens e tudo o que a nossa imaginação pensar!
Magenta: Costumo usar o efeito borrar em capas dark para dar um ar mais caótico ou em capas românticas para dar um ar fofo (dependendo de como uso, é perfeitamente possível)
Laranja: Eu uso o efeito desfoque para dar uma harmonização na capa, como o Topaz no Photoshop.
Verde-limão: Adicionar texto. Existem milhares de fontes.
Azul celeste: Pegar qualquer cor na tela.
Vermelho: Máscara.
Verde: Ferramenta "mover".
Azul claro: Espelhar horizontalmente.
Amarelo: Espelhar verticalmente.
Lilás: Mesclar para baixo.
Roxo claro: Adicionar camada.
Mauve (uma mistura de roxo com azul): Duplicar camada.
Verde-limão: Adicionar imagem.
Azul turquesa: Cortar com máscara.
Laranja: Existem milhares de pincéis disponíveis no Ibis Paint X que possibilitam fazer linhas, detalhes, sombra nos personagens e tudo o que a nossa imaginação pensar!
Vermelho: Esse espaço é para alguns ajustes do pincel, basicamente.
Azul: Deixa o traço do pincel mais reto (menos tremido)
Amarelo: Deixa as pontas do pincel mais finas.
Verde: Forma da ponta do pincel.
Magenta: "Tempo real" o traço do pincel é feito na hora, em "posterior" você desenha e o traço aparece um tempo depois.
Verde-água: Desenhar formas.
Vermelho: As réguas ajudam a se posicionar.
Azul: Esses tipos de réguas são para aquilo que é feito de um lado, também ser feito do outro.
Vermelho: Essa parte é feita de alguns elementos super legais para colocar na capa! Tem até esboços para desenhos!
Vermelho: Isso é muito útil quando for usar paleta de cores para fazer a capa, pegue as cores hexadecimais (cada cor tem um código de 6 números/letras. Você pode ver nesse site) e coloque nesse espaço que a cor mudará automaticamente para aquela que você escolheu.
Azul: Também dá para mudar a cor por essas barras.
Verde: E aqui você controla a opacidade.
Agora vou mostrar tudo isso (ou similares) no Photoshop:
Modo de mesclagem
Vermelho: Para mesclar duas camadas, clique em "Normal". Lembre que deve haver no mínimo duas camadas para haver uma mesclagem.
Vermelho: E então vai aparecer as opções de mesclagem. Escolha a que melhor combinar com a camada inferior.
Eu achei que assim ficou muito bom! Agora é só ir combinando as camadas até chegar em um resultado que agrade.
No final ficou assim!
Depois é só completar a capa da forma como quiser, eu só coloquei os personagens mesmo pra dar um exemplo.
2. Ferramentas básicas no Photoshop (o que eu uso é o Portable, mas o princípio é o mesmo para todos)
Vermelho: No botão de arquivo tem a aba com as coisas mais básicas do Photoshop
Amarelo: Aqui você abre um novo projeto. Para ajudar, vou deixar alguns tamanhos que talvez sejam úteis:
Capa para Social Spirit: 600x400
Capa para Wattpad, Inkspired e +Fiction: 512x800
Banner para capítulo: 600x
Banner para google forms: 1600x600
Icon: 200x200
Welcome: 600x600
Verde: Para abrir imagens
Azul: Aqui para salvar os arquivos em PSD
Rosa: E aqui para deixar o arquivo PNG na melhor qualidade possível. Sempre salve suas edições por aqui.
Vermelho: Esse botão mostra as opções de ajuste da imagem.
Amarelo: Essas três opções mexem no tamanho do projeto/capa e na rotação. Se for redimensionar o projeto (por qualquer motivo que seja) lembre de manter a proporção.
Azul: Nessa aba tem várias opções para mexer na edição da imagem. Brilho, contraste, nitidez, saturação, matiz...
Por enquanto não tenho mais o que mencionar! Se familiarizem com a ferramenta que usarão (seja no celular ou no computador), dominem os recursos e vamos que vamos!
Espero que tenham gostado! No próximo tutorial de edição falarei sobre conceitos básicos e muitas vezes estrangeiros que os capistas usam com mais frequência. Até lá, pipoquinhas!🍿💖
Bem… antes de tudo, deixa eu me apresentar.
Eu sou a Guchi, para os meus leitores, ou Ash, para quem me conhece de verdade e me tem como amiga.
E este texto é, sim, um desabafo — um desabafo pesado, acumulado, que vem de tudo o que o Spirit se tornou ao longo de “anos” de desenvolvimento, mudanças, atualizações e, infelizmente, quedas.
É até irônico como o Spirit insiste em bancar o guardião da “moral”, da “ética” e da “responsabilidade”, escondendo tudo atrás de um mar interminável de regras, diretrizes e avisos. Na teoria, é uma plataforma organizada, preocupada com a comunidade e empenhada em manter tudo no “eixo”. Na prática? Só funciona quando é conveniente para eles.
Porque o mais engraçado — ou trágico — é que toda essa moralidade seletiva simplesmente evapora quando um autor realmente precisa de apoio, segurança ou aplicação justa das regras. Basta você denunciar algo sério, pedir ajuda com um plágio, assédio, quebra de diretrizes… e o que acontece? Silêncio. Ou pior: uma resposta padrão, automática, que resolve absolutamente nada.
É como se o Spirit adorasse cobrar comportamento impecável dos autores, mas não tivesse o menor interesse em aplicar a mesma rigidez quando é ele que precisa agir. A plataforma exige responsabilidade, mas não entrega responsabilidade. Exige respeito, mas não oferece respeito. Exige que você siga cada vírgula das normas, mas quando você é prejudicado — e justamente — é como se a plataforma fingisse que não viu.
A real é que o Spirit se apoia em regras para controlar, mas não para proteger. Cobra postura exemplar, mas não a retribui. E no fim, quem ama escrever, quem cria, quem movimenta a plataforma, é quem mais sofre com essa contradição enorme entre discurso e prática.
Se existe moral ali, ela é seletiva. Se existe regra, ela é conveniente. E se existe justiça… bom, ela raramente aparece quando você precisa dela.
E o mais absurdo é que essa “rigidez seletiva” do Spirit não para nas respostas vazias. Ela bate de frente com os próprios autores que constroem a plataforma. Eu, por exemplo, sempre fui o tipo de autora que mistura tudo: minha escrita original, frases clichês, plots clássicos que existem em praticamente toda fanfic desde 2012. Coisas completamente comuns como “a nerd e o popular”, “casamento arranjado”, “melhores amigos de infância”… nada chocante, nada inédito, nada que qualquer pessoa não veja cinco vezes por dia no próprio Spirit.
Mas aí, curiosamente — curiosamente mesmo — basta eu escrever um plot fofíssimo e clichê sobre amor no jardim de infância para levar banimento como se tivesse cometido algum crime literário. Um PLOT clichê. Um tema inocente, básico, repetido por milhares de autores. A plataforma deveria conhecer melhor que ninguém esse tipo de conteúdo, porque é justamente o tipo de história que mais circula por lá.
E ainda assim, ao invés de avaliarem com bom senso, interpretarem contexto ou sequer considerarem que clichê é um gênero inteiro dentro da própria comunidade deles, o que fazem? Banem a conta. Rápido. Sem conversa. Sem lógica. Sem coerência com o próprio histórico do site. Mas quando você realmente precisa que as regras sejam aplicadas de forma justa, quando precisa que um plágio seja retirado, quando precisa que um abuso seja denunciado, quando precisa que te apoiem… nada acontece.
E é por isso que eu digo — e não, não é ataque, não é surto, não é drama:
é fato.
O Spirit está declinando. Não porque os autores deixaram de criar, mas porque a plataforma mal consegue seguir a própria moral que exige dos outros.
O Spirit vira e mexe fala de ética, mas não demonstra ética.
Pede responsabilidade, mas age sem responsabilidade.
Quer um ambiente seguro, mas não sustenta o próprio discurso.
A verdade dói, mas continua sendo verdade: quem mais prejudica o Spirit é o Spirit.
E no fim de tudo isso, fica a pergunta que não quer calar — uma pergunta que, sinceramente, ninguém deveria precisar fazer: seremos banidos até mesmo pela forma como escrevemos? Pela escrita que alguns chamam de “florida”, “poética”, “elevada”… e que outros ousam rotular como “linguagem de IA”, como se um autor não pudesse simplesmente ter um estilo próprio, mais rebuscado ou mais sensível?
É quase cômico — se não fosse triste — ver uma plataforma que deveria incentivar múltiplas vozes e estilos tratar escrita elaborada como suspeita, como se a própria riqueza da língua fosse um problema. Como se o pensamento básico de qualquer escritor — entender, dominar e brincar com a linguística brasileira — se tornasse algo “errado”, “duvidoso” ou passível de punição.
Chega a ser surreal imaginar que, depois de anos escrevendo, aprendendo, errando, evoluindo, o autor ainda tenha que viver com medo de que seu texto seja confundido com algo que ele não é. Que sua própria voz seja tratada como ameaça. Que seu talento seja visto como “proibido”.
É como se a plataforma tivesse esquecido que literatura é variedade, é experimentação, é identidade.
E que nenhum autor deveria ser punido por escrever bem — ou simplesmente por escrever diferente.
Depois de tudo, fica a sensação amarga de que o Spirit não sabe mais distinguir criatividade de infração, estilo de violação, autor de algoritmo. E isso, mais uma vez, não é ataque: é realidade. Uma realidade que muitos, como eu, já sentiram na pele.
Se a plataforma não consegue reconhecer a própria essência da escrita…
então quem está falhando não somos nós.
É ela.
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