Todas as noites eu imaginava como ia morrer. Será que a sensação parecere ser tão intensa quanto dar um grande salto? Ou será que ia ser uma coisa tão libertadora quanto tirar uma roupa molhada?
Ou talvez, fosse alguma coisa comum, como por exemplo passar de um vagão do metrô para o outro.
Mas não. Agora que estou encarando a morte, não é nada disso. Eu... eu quero viver. Eu não quero morrer.















