É bom estar com medo. Significa que você ainda tem algo a perder.
Grey’s Anatomy. (via importunarei)
Peter Solarz
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@desejos-estupidos
É bom estar com medo. Significa que você ainda tem algo a perder.
Grey’s Anatomy. (via importunarei)
Dizem que, não importa qual seja a verdade, as pessoas veem o que querem ver. Algumas pessoas podem dar um passo para trás e descobrirem que estavam olhando para a mesma cena por todo o tempo. Algumas pessoas podem ver que suas mentiras quase acabaram com elas. Algumas pessoas podem ver o que estava na sua frente o tempo todo. E ainda há aquelas pessoas que correm o máximo que podem para não terem que olhar para si mesmas.
Gossip Girl. (via recontador)
Sim, com certeza, pessoas caladas tem muito barulho dentro de si.
O menino Charlie. (via adesejar)
Todas as pessoas que você encontrar, vão estar lutando uma guerra que você não sabe nada sobre. Então, seja gentil. Sempre.
Desconhecido. (via importunarei)
Mágoa é algo que conheço muito bem, não é fácil se recuperar e algumas vezes você não se recupera.
Arrow. (via importunarei)
Discretamente, enviei sinais de socorro aos amigos. Ninguém ajudou. Me virei sozinho. Isso me endureceu um pouco mais. Não foi só você, não. Foram também pessoas até mais íntimas, me virei sozinho com enormes dificuldades. Não me lamuriei. Mas preciso que as pessoas saibam que isso doeu — exatamente porque algumas destas pessoas importam para mim.
Caio Fernando Abreu. (via soulstranger)
Sou apenas um acidente ambulante aguardando pela cura de ser eu.
Uma Thay Qualquer. (via sumindo-aos-poucos)
[…] Quando olhares o céu à noite eu habitarei uma delas, e de lá estarei rindo; então será, para ti, como se todas as estrelas rissem! Dessa forma, tu, e somente tu, terás estrelas que sabem rir!
O Pequeno Príncipe. (via sutilize)
Um dia eu simplesmente acordei do meu coma profundo. Não conhecia mais ninguém a minha volta. Me sentia a milhões de quilômetros de casa mesmo estando tão perto. Apenas me perguntava o motivo de ter permanecido tanto tempo naquela vida que nunca me pertenceu. Desde então, vago em busca de respostas, de quem eu sou e em quem quero me tornar. Vago todos os dias na minha mente em uma busca sem respostas. Em busca do caminho de volta para casa.
Querido Diário. (via sitular)
A gente pensa em desistir de várias coisas e, não tão eventualmente, desistimos. Já pensou como seria se a gente desistisse só do que machuca? Só do que faz mal? E guardasse aquela fagulha do bem dentro da gente? Aquela de continuar a academia, de continuar a estudar, de treinar mais o canto, de aprender a nadar… Acho que estaríamos tão melhores. Deveríamos continuar com a mesma intensidade do começo, e se um dia vier a vontade de desistir, lembrar de tudo aquilo pelo que começamos isso. E se a felicidade for seu objetivo, encontre-a no caminho todos os dias. Isso faz bem pra alma e pro coração.
Diego Castro. (via alentador)
Depois, aquilo tudo. Fui atrás de Ana e marquei um novo encontro. Ana aceitou o encontro, mas não o beijo. Dissimilou, simulou concorrências. Desisti, ela me telefonou. Nos beijamos, fomos ao cinema, tentamos fazer sexo, mas minha gravata ficou com um nó preso na minha boca, e o clima se foi. Aí, transamos. Eu andei sumido, por sete dias consecutivos. Ela jurou não ficar mais comigo. Depois, se rendeu. Nossas mãos suaram, o medo fugiu. Elegemos “Wonderful Tonight” como canção perfeita para nós dois. Ouvimos 392 vezes a mesma canção. Critiquei o fato de ela dormir de edredom e ventilador. Sorrimos na fila do supermercado, compramos camisinha, ela conheceu minha mãe. Tomamos banho juntos. Ela ficou pra jantar. Ficou pro café-da-manhã. Disse que ficaria para todo o sempre. Me contou sonhos sem nexo. Me fez decorar a fórmula de Bhaskara. Sentiu-se envergonhada quando sentiu porra escorrendo pela primeira vez entre os tornozelos, acoada sobre a cama. Disse coisas baixinho. Me entregou cartas amorosas, falou de mim com amigas, encheu o saco das tais amigas. Pediu coisas com voz de criança, música no violão em madrugadas de brisa. Foi pervertida, foi perseverante, foi perversa. Me deixou com cara de bobo. Discutiu a relação na porta da locadora de filme. Me levou até o interior para o casamento de uma prima. Correu ao me lado em volta da lagoa. Me apresentou com beijos molhados - na escola de culinária tailandesa, na formatura de um colega de laboratório, numa roda-gigante, na fila do banco, numa missa de sétimo dia, no Burguer King. Nadu numa piscina de bolinhas. Andou dispersa. Sentiu ciúmes. Gritou comigo. Teve medo da chuva, de sapos, do fim. Conheceu novos tipos de abraço. Foi em mais shows de rock, estádios de futebol e peças de teatro ao ar livre. Brigou comigo, me mandou embora, sentiu o peito queimar. Me ligou dezessete minutos depois. Abriu a porta e me deixou entrar outra vez. Abriu um sorriso por conta de outro sorriso. Comeu brigadeiro de panela, foi obrigada a usar chinelo, tomar vacina, comer peixe, tomar porre, fazer exame de HIV. Sentiu nojo quando beijada no nariz. Foi obrigada a ler On The Road e não chegou à terceira página. Leu conto do Bukowski, odiou, e disse que o velho safado não passava de um porco. Me ensinou a fazer feijão à mineira. Aprendeu a calibrar pneus. Foi caçoada pela calcinha com elástico frouxo. Fez amor. Perdeu um orgasmo. Fez sexo achou três. Dormiu no sofá. Me chamou de grosso e estúpido. Comemorou um ano e meio. Ganhou brincos prateados. Me espremeu alguns cravos, me cravou dentes, plantou cravinas na varanda. Tivemos aquela discussão sobre impossibilidades de adaptar o roteiro de P.S Eu Te Amo para a vida real. Pegou meias emprestadas. Pôs colchão no chão da sala. Fingiu não chorar quando a personagem Mandy Moore morre. Comprou teste de gravidez pela primeira vez e o balconista sorriu nervoso. Senti ausência e não terminou. Ganhou colo quando perdeu um parente. Foi teimosa. Foi chata. Foi burra. Fez piadas. Fez cena. Fez pum. Perdoo, enjoou, entendiou, debochou, doou. Reclamou do calor, do tênis no meio do corredor, porque não ganhou beijo de chegada. Perdeu medo de montanha russa. Perdeu o medo de lesma. Cresceu profissionalmente. Construiu um álbum de fotos, organizado, contando uma história. Me inspirou em canções. Conheceu uma pessoa. Foi embora.
Gabito Nunes. (via desfolhada)
O amor acontece em particular, só quem ama sabe e pode entender.
Canção Perfeita. (via supostos)
Eu te escolhi, porque nenhum riso me fazia rir tanto como o teu.
J.A, 1996. (via poetavazio)
Um dia você vai encontrar o homem da sua vida. Seu melhor amigo, sua alma gêmea, aquele que você poderá contar seus sonhos. Ele vai tirar seu cabelo dos olhos. Te enviar flores quando você menos esperar. Ele vai ficar admirando você durante os filmes, mesmo que ele tenha pago 8 reais para assistir. Ele vai te ligar para dizer boa noite só porque ele sente sua falta. Ele vai olhar no fundo de seus olhos e dizer: ‘’Você é a garota mais bonita do mundo.’’ E pela primeira vez em sua vida, você vai acreditar.
Nicholas Sparks. (via poetavazio)
me desculpe por não acreditar quando diz me amar, mas eu te assisti ir e voltar da minha vida como um ioiô por tantas vezes que não sei se algum dia serei capas de fazê-lo. na verdade, não me desculpe, experimente. experimente acreditar no amor de quem vai embora quando você mais precisa e depois me diga se quer continuar amando.
as cartas escondidas de carter maxon.