Eu tenho uma história bastante engraçada sobre isso para te contar. Tenho certeza que você vai amar —Riu, balançando a cabeça.
- ri um pouco - pode falar, mas acho que nada é pior que a minha - falou e tomou um gole da cerveja
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@dimitripetrova-rp-blog
Eu tenho uma história bastante engraçada sobre isso para te contar. Tenho certeza que você vai amar —Riu, balançando a cabeça.
- ri um pouco - pode falar, mas acho que nada é pior que a minha - falou e tomou um gole da cerveja
- deitado na beira da piscina, lendo um livro -
Conseguiii!!!!
Você não é velho, é apenas dois anos mais velho do que eu. Aquele bigode deve ser falso, porque já tem mais de seis anos que conheço ele, e sempre o bigode está da mesma forma, nunca muda. De vez em quanto algumas pessoas somem, sem mais ou menos. É meio estranho. Poxa, não estava com um celular na mão, nem nada? É o mesmo zelador que ainda trabalha aqui? Porque se for, vou pedir para ele fazer de novo.
Eu já pensei isso também, mas sei lá, ele não parece ser o tipo de cara que usaria um bigode falso... mas também, o zelador não parece o tipo de cara que dança no meio do corredor, então é difícil, né?! Sim, sim é ele mesmo, acho que se você pedir com jeitinho e a sós ele faz um show particular pra você mesmo.
Quando era jovem? Duvido que seja tão velho assim, se você tiver menos que trinta anos ainda é jovem. Caso contrário, eu estou ficando velha também, e eu realmente não quero isso. Tenho medo mesmo é daquele bigode, você viu o tamanho? Até parece que ele vai criar vida própria e sair do rosto dele. Acho que tinha uma garota também, não prestei muita atenção. Sério, e por acaso gravou essa cena?
hmmm, tenho 24, já fui mais novo. - dá de ombros e ri do comentário da menina - verdade, aquele bigode é assustador. Conheci um menino uma vez que quis imitar o diretor e passou uns dois meses com aquele bigode. Não sei o que aconteceu com ele porque nunca mais o vi... Não gravei e me arrependo disso toda vez que olho para ele. Foi uma das coisas mais hilárias que eu já presenciei. Ele estava dançando e rebolando e tratava a vassoura como acompanhante, aí ele me viu, me deu cotoco e continuou dançando...
Eu queria conseguir pensar em um método para enganá-lo, mas toda vez que penso em algo, acabo desistindo no meio do caminho. Acho que sou medrosa demais para seguir essa vida de rebelde sem causa. — sorriu fraco, coçando de leve o nariz — Você já encontrou alguém pelos corredores de roupa íntima hoje? Porque há alguns minutos atrás eu vi um cara correndo de cueca pelo corredor.
Eu era jovem, agora fico mais quietinho por questões de me sentir culpado e relaxa, todo mundo tem medo do diretor, ele é um cara bem assustador e não, não encontrei ninguém de roupa intima hoje. Por um minuto pensei em procurar, mas agora que você disse que era um cara não é mais tão interessante... Mas encontrei o zelador dançando "I'll survive" uma vez.
Já? Se você conseguiu enganar o nosso querido diretor, você merece meus parabéns, ou até mesmo ganhar um prêmio nobel por isso. É uma boa ideia, carinha. Então, está sofrendo de insônia também?
- sorriu de canto - é, enganar é uma palavra forte porque ele me pegou algumas vezes, mas eu fiquei de boa. - limpou a garganta - então, eu sofro de insônia desde os meus dezessete anos, eu acho. Fico vagando por horas a fio. É legal encontrar alguém por aqui de vez em quando,
Então está bem, Senhor Rebelde. Quando conseguir burlar todas as regras daqui, não esqueça de me avisar, ok? Nada demais, estava sem sono e fui jogar um pouco de video-game, só que o aparelho desligou sozinho e resolvi dar uma volta.
Haha, eu já quebrei umas boas já. Estou aqui há muito tempo, se seguisse todas as coisas que eles falam o tédio já teria me matado. - deu de ombros - então, já que tá sem nada pra fazer vamos conversar.
Rei do ócio? E quem lhe deu autorização para roubar esse título de mim, cara? Prazer, Dimitri. Sou a Peggy.
Eu sou rebelde, autorização é para os fracos. - piscou para ela - então, o que faz andando pela academia a essa hora?
Por acaso já tentou procurar tutorias na internet? Quando eu estava viciada em Temple Run, revirei a internet toda procurando por dicas para eu conseguir mudar de fase. — encolheu os ombros, fazendo uma careta — Normal, todos nos temos nossos momentos de ócio. Boa noite, pessoa.
- riu um pouco - eu não sei se já me apresentei, sou Dimitri, o rei do ócio.
Ainda bem que nunca inventei de jogar esse jogo. Tenho quase certeza de que estaria bem mais viciada do que você.
- desliga o jogo e joga o iPad de lado - é uma merda isso. O que a falta do que fazer não faz com o ser humano, né?! - se ajeitou no sofá - aliás, boa noite.
- jogando candy crush no iPad - maldito doce amarelinho. Eu nunca vou conseguir sair desse nível!
Dimitri Petrovich tem 24 anos, é um mutante com especialidade em luta. Dizem que se parece muito com Sam Claflin. Seu poder é armas psíquicas.
"If you’re gonna walk on water make sure you were you’re comfortable shoes"
Pass
Aos sete anos de idade, Dimitri encontrou seu pai na cama com uma mulher a quem ele não conhecia e, confuso contou a sua mãe o que vira. Furiosa com o próprio filho, ela gritou com ele e com o pai até que, em um ataque de raiva, o homem que o havia criado pediu divórcio da esposa para casar com sua amante. Abandonado por ambos os pais, Dimitri foi morar com a tia, onde passou toda a sua juventude até ser chamado para a Academia Devontae.
A primeira vez que percebeu que coisas ruins aconteciam quando ele queria foi quando imaginou uma amiga de sua mãe que o tratou muito mal sentir uma ‘pontada’ nas costas, lugar exato onde ele imaginou uma pequena faquinha a machucando. Desde então, mesmo achando loucura, o pequeno Petrovich evitava pensar nas pessoas sendo machucadas por qualquer tipo de armas. Após alguns anos, deixou de ver filmes de ação, noticiários ou qualquer outra coisa que mostrasse qualquer tipo de arma.
Com dezesseis anos, um homem da Academia contatou sua tia e, mostrando a ela e ao garoto provas de que ele era realmente um mutante com armas psíquicas, o garoto foi para Cernavoda se juntar aos outros agentes, na condição de que ele fosse apenas estudado, sem que tivesse que usar os poderes para machucar outras pessoas e, como a Academia não tinha nenhum outro mutante como ele, aceitaram a condição. Porém, após anos de pesquisa e com Dimitri sendo mestre em lutas, uma missão deu errado porque o rapaz se recusou a matar o homem que estava prestes a assassinar seu parceiro de lutas e assim, com a perda de um grande amigo, o pequeno Petrovich se viu indo em direção ao treinamento mutante para aprender mais sobre seus poderes.
Personality
Dimitri Petrovich é um rapaz extrovertido. Um agente sem igual, porém não sabe demonstrar ou lidar com as emoções como as outras pessoas. Ele sempre achou que, com o poder psíquico sendo tão perigoso, ele deveria pensar nas pessoas o menos possível, então sempre se afastou de relacionamentos por medo de machucar a pessoa e também porque, de certa forma, o acontecido com os seus pais o afetou de forma geral. Não tem muitos amigos, não por ser um rapaz ruim, mas por não saber dizer as pessoas o que sente, os afastando sempre com sarcasmo ou piadas ruins.
Present
Atualmente Dimitri tenta entender seus poderes, treinando na área dos mutantes, porém também é um expert em lutas corpo-a-corpo, assim dando aula para alunos tanto mutantes quanto humanos.
Ah, o ano novo... - falou e tomou um gole da sua cerveja
- Que bom, acho que arrumei um cozinheiro particular, não levo muito jeito com a cozinha. - assentiu fazendo uma careta, pensou por alguns segundos. - Vai fazer um ano se eu não me engano, e você? Acho que nunca tinha lhe visto antes.
Yeah, eu posso fazer isso. Um dia vou ser cozinheiro, quem sabe quando me aposentar disso aqui - ri um pouco - eu estou aqui faz muito tempo. Saiu de vez em quando, mas estou aqui há sete anos. - dá de ombros - sou bem velho por essas bandas, mas não andava muito por aí, passava a maior parte do tempo dando aula ou trancado, agora comecei a sair mais por uns motivos - volta a atenção para o bacon que acabou de fritar e o coloca em cima do pão, fechando o sanduíche e colocando num prato para o rapaz.
Prazer, Dimitri. — sorriu, ajudando-o a cortar as maçãs — Olha, o sabor que você fizer, está ótimo. Não, menos o de uva, me dá enjoo. É, acho que eu sou boa só em biomedicina mesmo, eu não sei cozinhar nem nada.
- ri um pouco - eu também não gosto de uva. - coloca a massa para cozinhar e joga os pedaços de maçã que a garota cortou por cima - então, biomedicina? que legal. Queria saber sobre essas coisas, mas o mais científico que eu chego a ser é quando falo sobre precisão de armas.
Peito de peru, bastante cheddar e bacon… Pode por bastante cebola e alface também. - coçou a barba após terminar de falar. - É isso que vamos ver… Eu sou um folgado, não é?
- ri do comentário do rapaz - é sim, mas não dá nada, gosto de cozinhar. - termina de fazer o próprio café e vai atrás dos ingredientes para o sanduíche do rapaz - então, há quanto tempo que está aqui, cara?