Qual é sua central?
Era o http://banish-island.tumblr.com/, por quê?

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YOU ARE THE REASON

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Qual é sua central?
Era o http://banish-island.tumblr.com/, por quê?
ooc: Passando pra mostrar atividade, sei que devo turnos e peço desculpas sinceras, ando ocupada com outras coisas, mas tenho interesse em manter o char no jogo, pois me apeguei a história dele. Mas estou aberta a jogos, mesmo um pouco ausente.
you're an island and my ship has run aground
Com quem vai ao baile?
A pergunta seria com quem eu vou sair do baile.
me diga sobre o pessoal do sul:
Nada a dizer, acho que está bem claro onde as pessoas interessantes estão.
Como assim você não sabia que alguém tinha morrido??? Parece até que você vive numa ilha!11 Não, pera
Piadista, hu? Certas coisas não faço questão alguma de saber.
Can I sit on your face?
Fique a vontade.
Ainda estou tentando entender o que é "pincelar"
Se você não sabe, não sou eu que vou explicar. You know nothing, Jon Snow.
Acha de bom tom darem um baile logo após a morte de alguém, ainda que seja do lado rival?
Alguém morreu? Preciso me atualizar mais sobre o que acontece na ilha. É uma droga, mas do jeito que as coisas estão, não é novidade.
Pretende pincelar nesse baile?
Vamos ver, ambiente é propÃcio, mulheres lindas e muita bebida.
  Ethan Walker; Baile de Máscaras.
Ships in the Night - Mat Kearney
I turn the lights down low Walk these halls alone We can feel so far from so close Like ships in the night You keep passing me by We're just wasting time Trying to prove who's right And if it all goes crashing into the sea If it's just you and me trying to find the light  And I'm gonna find my way back to your side
The View From The Afternoon // Mika&Ethan
Seu pensamento fora interrompido quando ouvira passos que pareciam vir em sua direção, e então a garota olhou para o local de onde o som vinha para encontrar Ethan caminhando em sua direção. Um sorriso surgiu inconscientemente em seus lábios quando avistou o rapaz. E então soltou uma risada leve com o comentário do mesmo. — Com certeza a vista do mar é fantástica! Ainda não acredito que há pessoas que não conseguem apreciar tais coisas. — Comentou logo em seguida. Durante toda a sua vida, Mikaela fora ensinada a dar valor às coisas mais simples da vida, coisas que na maioria das vezes passavam despercebidas pelas pessoas. Mas ela acreditava que toda aquela experiência de serem exilados para a tal ilha tenha ensinado a todos que lá se encontravam a dar valor às coisas boas e às pessoas queridas antes que elas sejam tiradas à força. Concordava completamente com o que Ethan havia dito, mas fora capaz apenas de acenar com a cabeça em concordância, não sentindo a necessidade de mais comentários. Pegou a garrafa da mão do rapaz e novamente, com um aceno de cabeça o agradeceu. Os dois permaneceram ali quietos por alguns minutos, ambo olhando em direção ao horizonte. Então ouvira a pergunta dele atenciosamente, ponderando por alguns segundos em sua resposta. — Sinto. Sinto muita falta dos meus pais, principalmente. Eles sempre foram ótimos pra mim, sempre estiveram do meu lado quando precisava, sabe?! E aqui eu me sinto bem sozinha quase que o tempo todo. — Respondeu mesmo não querendo desabafar e entediar o rapaz tão imediatamente. Deu um gole em sua cerveja e pegou o maço de cigarros que trouxera em seu bolso, então os ofereceu para o garoto enquanto perguntava. — E você, sente falta? Deixou muitas pessoas em casa? — A atmosfera sempre se tornava mais densa quando o assunto era a vida que as pessoas levavam em suas casas, podia apostar que não importava o passado que tiveram a saudade sempre os atingia de alguma maneira, cedo ou tarde.
Quando Mikaela viu o engradado de cerveja na mão de Ethan, um pequeno e rápido filme passou em sua mente. Lembrara-se de quando era mais nova, do quanto repudiava as pessoas que bebiam. Acreditava que as pessoas usavam o álcool apenas para se tornarem o foco das situações ou como desculpa para fazerem besteiras, e as julgava bastante por isso. Odiava o gosto das bebidas alcoólicas que experimentara, e imaginava que era impossÃvel alguém realmente gostar daquela queimação na garganta que elas causavam. Até que aos poucos ela aprendera a se soltar e se divertir mais, e então fora descobrindo à s alegrias que o álcool podia trazer. Às vezes era usado como desculpa para reunir os amigos, à s vezes servia de combustÃvel para aquela declaração que você sempre quisera fazer. O que importava para ela é que com isso também aprendera a se permitir, não ter medo de começar coisas novas, de arriscar. Não importava se se machucaria ou não, o simples fato de não precisar mais se perguntar como seria já valia todo o sofrimento possÃvel. Passara grande parte de sua vida pensando que não era boa o bastante e que não valia nem a pena tentar, que o mundo era cruel e tudo daria errado. Quando descobrira seu poder, Mikaela tivera vontade de voltar nessa época em que era tão negativa e fazer tudo de novo, mas com a mente que tinha agora. Porém ela sabia que tudo aquilo acontecera por um motivo e que fora através de todas essas experiências que ela conseguira amadurecer, evoluir. A única coisa que a deprimia era o fato de ter sido jogada naquela ilha pouco tempo depois de ter descoberto tais alegrias.
Procurava apegar-se aos belos detalhes da paisagem para não enlouquecer por completo com a ideia do isolamento do mundo, nesses raros momentos de distração poderia muito bem fingir que estava de férias, desfrutando de uma cerveja gelada com uma bela companhia, em um cenário desenhado cautelosamente para encantar os olhos. Não só poderia fingir como iria, desfrutar dos raros momentos em que os pensamentos destrutivos – dos outros – não eram o assunto primordial da ilha. Entendia o desejo de vingança com mais familiaridade do que poderiam imaginar, era quase seu amigo Ãntimo, companheiro desde o acordar até quando seus olhos ficavam pesados, tomando-o exausto para mais uma conturbada noite de sono. Entretanto, procurava direcionar o sentimento par outras coisas, leitura, até carpintaria andava aprendendo através de livros, qualquer coisa que pudesse deixá-lo longe de alimentar o ódio pelo inalcançável,uma vez que o único que era lesado por isso era ele mesmo. E era o que pensava da suposta guerra, a cada troca de ofensas, ou pior, a cada disputa pelo poder através dos poderes, quem saia lesado era todo o grupo e os vitoriosos estavam bem longe deles, continuando suas vidas, como se eles jamais tivessem existido.
- Nem todos estão dispostos a tirar alguns segundos de suas vidas e problemas para apreciar a beleza diante dos olhos. – Complementou a fala de Mika e mais uma vez, deixou que os olhos guiassem até a bela jovem, onde permaneceu por algum tempo, exibindo um belo sorriso galante. Aquela altura já acabara a primeira garrafa de cerveja e tomou posse de uma nova, fez um gesto com a cabeça, indicando que estavam a disposição da jovem, a intenção era distraÃrem-se, ao menos naquela tarde, Ethan iria comportar-se como um jovem de férias, curtindo o sol ou o que quer que os jovens de sua idade faziam em paraÃsos tropicais como aquele. Meneou a cabeça enquanto ela falava da famÃlia e lembrou-se de quando tivera uma relação parecida com a mãe, mas aquilo era distante que mal parecia real. Esticou o braço e pegou um cigarro por ela oferecido, acendeu-o e tragou lentamente, soltando a fumaça também calmamente. – Sinto falta da minha mãe, mas ela morreu bem antes do incidente. – Disse brevemente e fez uma pausa para um nove gole na cerveja e uma tragada no cigarro. – E era só ela, não tenho mais ninguém. – Completou rapidamente, não delongaria no assunto já que o tópico nada tinha de divertido e não tinha razões para estragar o passeio com os fantasmas de seu passado que eram tão presentes a ele.
- Então consigo me relacionar ao sentimento de solidão. – Jogou as palavras, enquanto mirava a imensidão do mar a sua frente, o que parecia enfatizar ainda mais o sentimento de sozinhos no mundo, isolados de tudo, deixados no meio do nada. – Mas por hoje, não me sinto tão sozinho. – Gracejou, fitando as orbes claras de Mika e um sorriso brincalhão estampou-se nos lábios de Ethan, não era costumeiramente flertador, entretanto algumas situações pediam isso e como um jovem em pleno gozo de suas funções não poderia deixar passar. – Um grande foda-se a solidão? – Propôs em forma de brinde, erguendo a garrafa de cerveja, esperando que Mika juntasse a ele no brinde, não tinham nada mesmo a perder. – Não vai me deixar erguendo essa garrafa igual um babaca aqui, vai? – Brincou, ainda sorridente e sem deixar de fitá-la um momento sequer, não só pelo óbvio flerte, mas para mostrar o nÃvel de verdade em suas palavras e em tudo Ethan prezava pela sinceridade e olhos nos olhos era algo primordial para isso.
Familiar Stranger | Ethan&Sally
Sally conseguia enxergar as vantagens de estar naquela ilha, ao contrário de grande parte daqueles com quem ela convivia. Era extremamente cômodo não precisar se preocupar com nada, ter tudo que precisava em matéria de sobrevivência dada de mão beijada. Imaginava que grande parte da humanidade se sentiria privilegiada no lugar daqueles jovens. É claro, não deixava de ser uma espécie de prisão, limitava de forma sufocadora suas opções, mas não era exatamente um estilo de vida desagradável - ter um extenso horizonte de possibilidades a sua frente podia ser igualmente assustador.Â
Atou as madeixas escuras em uma longa trança com seus dedos ágeis enquanto deixava que seus pensamentos a levassem pra longe, ou ao menos tão longe quanto poderia ir. Não tinha mais um extenso horizonte de possibilidades, mas a vista do extenso horizonte literal, e não o metafórico, a embalava de forma quase terapêutica. O crepúsculo tingia o céu de tons alaranjados enquanto era capaz de ouvir o som das aves diurnas anunciando o fim de mais um dia e por um momento sua mente se aquietou diante daquele cenário.
A noite já começava a tecer seu véu estrelado quando Sally finalmente se levantou. Passara os últimos minutos sentada sobre os balaustres de concreto que cercavam sua casa, entregue a um estado contemplativo que não era exatamente comum a ela (não a Sally). Desviou o olhar para a orla da floresta que ficava a direita de sua residência. A floresta que separava o extremo sul da ilha do extremo norte. Nunca se arrependeu de ter dado razão a Matthew em toda aquela confusão - em sua opinião Kyle nunca passou de um tirano megalomanÃaco sob a máscara de um lÃder bem-intencionado - mas naquele instante lhe pareceu estúpido delimitar territórios. Não aprovava a postura dos nortistas tanto quanto qualquer um que ficara ao lado de Matthew, mas não podia deixar de pensar que divergências como aquela poderiam ser a ruÃna de todos na ilha. Sentia falta de ter a liberdade de se deslocar por ali sem ter que se preocupar com o risco. Parecia que o cerco apertava cada vez mais, lhes tirando a pouca sensação de liberdade que poderiam ter naquelas circunstâncias.Â
Movida por um impulso repentino, Sally se viu caminhando na direção da floresta. Era estupidez, mas queria sentir mais uma vez o gosto de uma pseudo-liberdade. Embrenhou-se na mata fechada, e logo se arrependeu. Estava escuro e a única coisa que iluminava seu caminho era a luz fraca e azulada do celular que ela apontava inutilmente para todas as direções. Parabéns, Sally. Mais alguma ideia genial? Pensou amargamente, enquanto tentava fazer o caminho de volta, mas tinha ido mais longe do que imaginara sem sequer se dar conta. Ergueu os braços a sua frente a fim de evitar colisões, mas pisou em falso em uma raiz e caiu sobre o solo provocando um pequeno estrondo. Seu joelho ardia com o novo hematoma e ela podia sentir o sangue escorrer para sua canela. Estava tão distraÃda com a dor que demorou cerca de três segundos para se dar conta de que o celular havia escapado de sua mão. Merda, merda, merda, tateou a sua volta, tentando localizá-lo, em vão.
A ilha era uma prisão disfarçada de paraÃso, não faltava-lhes nada para a sobrevivência, os recursos eram até abundantes com direito a artigos de luxo, estruturas bem conservadas, entretanto nada tirava da cabeça de Ethan que tudo que lhes proviam nada mais eram que distrações, disfarçando o real intento de todo aquele grande circo, estavam presos, excluÃdos da sociedade, quando tempo durariam até que as esmolas do governo parassem de vir e então a verdadeira guerra para a sobrevivência começar?! O jovem viveu tempo suficiente com um exemplar do pensamento conservador do estado em casa para saber que aquele era o lugar que viveria por muito tempo, todos eles viveriam, mas não conseguia assumir a postura conformista de muitos, deixar que outrem decidisse seu futuro. Lutara tanto para conseguir que sua voz fosse ouvida para deixa-la perder-se agora, porém sabia que não conseguiria isso através de brigas, já não haviam sofrido danos o bastante?
Eram tantos pensamentos, tantas indagações e ninguém com quem compartilhá-los, todos pareciam mais ligados com a suposta guerra entre os lados e Ethan preferia manter-se distante a isso, seus problemas iam além de uma disputa de poder por um local que nem ao menos gostaria de permanecer. Por esses motivos e muitos outros, que prezava por seus momentos solitários, ao menos isso a prisão ilha proporcionava aos montes, a densa mata que separava os dois grupos rivais era um convite aos que procuravam esses momentos solitários para reflexão. Não tinha medo de embrenhar-se pela mata, possuÃa um senso de direção apuradÃssimo e os anos sendo arrastados para acampamentos por seu pai transformou-no em um perfeito sobrevivente, uma coisa a agradecer ao velho.
Ficava tentado em alguns momentos a usar seu poder em si, seria mais fácil perder algumas memórias, contudo eram elas que lhe motivavam, que ajudavam a fomentar o sentimento de ver-se livre daquele lugar, de poder traçar seu próprio futuro sem a influência de ninguém. Ethan caminhava na mata com uma lanterna em mãos guiando seu caminho, esmagando folhas e galhos secos, porém seus ouvidos apurados constataram a presença de mais alguém ali e o jovem tomou uma postura defensiva, ele não era do tipo que caçava brigas, contudo sabia dos tipinhos que pareciam viver por isso na ilha, tinha que ser cauteloso. Seguindo um som abafado e seco, semelhante ao de algo caindo, ia iluminando o caminho, tentando encontrar a origem do barulho e foi quando encontrou-a. – Lyssa. – Exclamou confuso ao olhar a bela menina no chão iluminada fracamente por sua lanterna.
Demorou alguns segundos apenas observando a jovem, quando fora a última vez que a vira? Desde a repartição? Antes? Não saberia dizer, mas sentiu um sentimento caloroso por revê-la e constatar que ela estava bem, ao menos aparentemente. – O que você está fazendo por aqui, Lyssa? É perigoso, você devia saber disso. – Aproximou-se dela, ajudando-a a levantar-se, usando o seu tom de ‘irmão mais velho’, mesmo não tendo qualquer parentesco com ela, era o tom que sempre usava quando tinha que adverte-la por algo. Manteve uma das mãos no braço dela mesmo depois da jovem já estar de pé e dizia a si mesmo que era por aquele estranho sentimento de proteção que tinha por ele, coisa de irmão mais velho, entretanto não hesitou trazer o corpo dele para mis perto do seu. – Vamos sair daqui antes que alguém te veja, não precisamos colocar mais combustÃvel nessa disputa estúpida. – Disse em tom baixo, baixando a lanterna e tentando captar a presença de mais alguém no local ou a constatação que estavam sozinhos por ali.
- Você está bem? – Perguntou em tom mais baixo, aproximando os lábios do pescoço dela, de forma que apenas ela pudesse ouvir sua pergunta. Lyssa era do lado oposto da ilha e qualquer sinal da presença do inimigo em território do norte, era motivo para mais desavenças na tal guerra.
Loiras ou morenas?
Morenas.