
pixel skylines

@theartofmadeline

Kiana Khansmith
we're not kids anymore.

JVL

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𓃗
Monterey Bay Aquarium
The Bowery Presents
he wasn't even looking at me and he found me
untitled
Show & Tell
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The Stonewall Inn

titsay

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KIROKAZE
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@lyssa-sally
My body is a cage That keeps me from dancing with the one I love But my mind holds the key
Claro que eu vou, Sally. A gente se encontra lá?
Óbvio. Até parece que eu iria perder essa.
Faça algum sinal pra eu te reconhecer por lá. Sabe se Matt vai?
Quem do Norte é sua fã encubada?
Segue abaixo a lista de quem não é:
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Vai sapecar no baile?
Interessado?
Não acho que vá ter oportunidade pra isso. Mas tente a sorte.
Vai ir de penetra no baile do Norte?
Quem quer saber?
lawson-ali replied to your post: Tá indo pro baile sem calcinha ou procurar o seu...
Nossa te amo. hahahaha
Você vai, não vai, Ali? Não me deixe sozinha nessa. Tenho algumas ideias do como podemos fazer essa festa ficar interessante para o nosso lado.Â
Tá indo pro baile sem calcinha ou procurar o seu negão?
Não vou procurar no norte o que tenho no sul com qualidade. Os Northers que me desculpem, mas cérebro é fundamental.
Vou para o caso do circo pegar fogo.
Familiar Stranger | Ethan&Sally
A ilha era uma prisão disfarçada de paraÃso, não faltava-lhes nada para a sobrevivência, os recursos eram até abundantes com direito a artigos de luxo, estruturas bem conservadas, entretanto nada tirava da cabeça de Ethan que tudo que lhes proviam nada mais eram que distrações, disfarçando o real intento de todo aquele grande circo, estavam presos, excluÃdos da sociedade, quando tempo durariam até que as esmolas do governo parassem de vir e então a verdadeira guerra para a sobrevivência começar?! O jovem viveu tempo suficiente com um exemplar do pensamento conservador do estado em casa para saber que aquele era o lugar que viveria por muito tempo, todos eles viveriam, mas não conseguia assumir a postura conformista de muitos, deixar que outrem decidisse seu futuro. Lutara tanto para conseguir que sua voz fosse ouvida para deixa-la perder-se agora, porém sabia que não conseguiria isso através de brigas, já não haviam sofrido danos o bastante?
Eram tantos pensamentos, tantas indagações e ninguém com quem compartilhá-los, todos pareciam mais ligados com a suposta guerra entre os lados e Ethan preferia manter-se distante a isso, seus problemas iam além de uma disputa de poder por um local que nem ao menos gostaria de permanecer. Por esses motivos e muitos outros, que prezava por seus momentos solitários, ao menos isso a prisão ilha proporcionava aos montes, a densa mata que separava os dois grupos rivais era um convite aos que procuravam esses momentos solitários para reflexão. Não tinha medo de embrenhar-se pela mata, possuÃa um senso de direção apuradÃssimo e os anos sendo arrastados para acampamentos por seu pai transformou-no em um perfeito sobrevivente, uma coisa a agradecer ao velho.
Ficava tentado em alguns momentos a usar seu poder em si, seria mais fácil perder algumas memórias, contudo eram elas que lhe motivavam, que ajudavam a fomentar o sentimento de ver-se livre daquele lugar, de poder traçar seu próprio futuro sem a influência de ninguém. Ethan caminhava na mata com uma lanterna em mãos guiando seu caminho, esmagando folhas e galhos secos, porém seus ouvidos apurados constataram a presença de mais alguém ali e o jovem tomou uma postura defensiva, ele não era do tipo que caçava brigas, contudo sabia dos tipinhos que pareciam viver por isso na ilha, tinha que ser cauteloso. Seguindo um som abafado e seco, semelhante ao de algo caindo, ia iluminando o caminho, tentando encontrar a origem do barulho e foi quando encontrou-a. – Lyssa. – Exclamou confuso ao olhar a bela menina no chão iluminada fracamente por sua lanterna.
Demorou alguns segundos apenas observando a jovem, quando fora a última vez que a vira? Desde a repartição? Antes? Não saberia dizer, mas sentiu um sentimento caloroso por revê-la e constatar que ela estava bem, ao menos aparentemente. – O que você está fazendo por aqui, Lyssa? É perigoso, você devia saber disso. – Aproximou-se dela, ajudando-a a levantar-se, usando o seu tom de ‘irmão mais velho’, mesmo não tendo qualquer parentesco com ela, era o tom que sempre usava quando tinha que adverte-la por algo. Manteve uma das mãos no braço dela mesmo depois da jovem já estar de pé e dizia a si mesmo que era por aquele estranho sentimento de proteção que tinha por ele, coisa de irmão mais velho, entretanto não hesitou trazer o corpo dele para mis perto do seu. – Vamos sair daqui antes que alguém te veja, não precisamos colocar mais combustÃvel nessa disputa estúpida. – Disse em tom baixo, baixando a lanterna e tentando captar a presença de mais alguém no local ou a constatação que estavam sozinhos por ali.
- Você está bem? – Perguntou em tom mais baixo, aproximando os lábios do pescoço dela, de forma que apenas ela pudesse ouvir sua pergunta. Lyssa era do lado oposto da ilha e qualquer sinal da presença do inimigo em território do norte, era motivo para mais desavenças na tal guerra.
Sally ainda procurava inutilmente pelo celular quando sobressaltou-se diante do som de passos sobre as folhas secas muito próximo da onde estava. Permaneceu estática por alguns bons segundos, a fim de não atrair atenção para si. Podia muito bem estar mais próxima da porção norte da ilha do que do sul, já que não fazia ideia do por quanto tempo caminhara ou da distância percorrida. E sabia muito bem no que um encontro indesejado com algum dos rivais poderia acarretar. Rivais, parecia uma palavra estúpida quando tirada de contexto, mas não havia jeito melhor de definir o sentimento de desunião que assolou a todos desde o incidente. Mesmo com seus esforços para não ser vista, não demorou muito até que alguém finalmente a localizasse. Ergueu a palma da mão na frente do rosto para proteger os olhos da luz que vinha diretamente de encontro a eles. E quando aos poucos seus olhos foram se habituando a nova claridade, pôde discernir a figura masculina a sua frente com nitidez. Mas assim que sua visão ficou nÃtida, sua mente ficou turva. Encarava o rapaz embasbacada enquanto era bombardeada de imagens e memórias, tentando em vão assimilá-las mas elas se embaralhavam e se dissipavam logo dando lugar a outras numa entropia aterradora. Quando o jovem a tocou, ajudando-a a pôr-se de pé, pôde sentir seu corpo canalizar a energia caótica pronto para descarregá-la a qualquer momento como uma resposta instintiva. E por fim, Sally não se sentia mais no controle, as falas do desconhecido - que lhe parecia tão familiar - soavam distantes como se viessem de seu inconsciente e ela estava certa de que não demoraria muito para que seus poderes se manifestassem daquela forma destrutiva como acontecia toda vez que ela perdia o controle sobre suas emoções. Mas não havia uma razão para tanta perturbação. Ele não parecia hostil, pelo contrário. Perguntou-se mentalmente por que ele insistia em chamá-la de... Lisa? Lyssa? Qual era mesmo o nome? Ou porque ele agia como se a conhecesse quando ela lembrava-se vagamente de tê-lo visto apenas uma ou duas vezes antes da "guerra civil" eclodir. - Ethan. - O nome escapou por entre seus lábios, mas Sally sentia como se não tivesse sido ela a pronunciá-lo. Talvez o conhecesse, afinal. Nada mais deveria surpreendê-la naquele ponto, quer dizer, era uma jovem mutante dotada de poderes sobre-humanos em uma eterna colônia de férias forçada convivendo com pessoas, que assim como ela, possuÃam habilidades fantásticas. E ainda assim se sentia completamente desnorteada, buscou se convencer que a perturbadora sensação de desorientação vinha de - muito estupidamente, vale salientar - ter se embrenhado sozinha na floresta escura no meio da noite. Mas o hálito quente do rapaz em sua nuca não parecia ajudar muito.  - Estou bem. - Respondeu, puxando o braço para desvencilhar-se de seu toque. Ainda que parecesse bem-intencionado, era um norther, e Sally sabia muito bem que eles não eram exatamente amistosos com gente do lado sul da ilha. - Tenho que voltar. - Balbuciou, mais para si mesmo do que para seu acompanhante. Sally era conhecida por seu temperamento impulsivo, mas de todas as coisas idiotas que já tinha feito, aquela poderia entrar tranquilamente no top 5. Olhou por cima do ombro tentando distinguir o caminho da onde viera, mas a floresta era cheia de bifurcações e a escuridão não era sua aliada, ainda mais considerando o fato dela não portar mais nada que pudesse iluminar seu caminho, ao contrário do norther que fazia menção em ampará-la. Era óbvio que ele a estava confundindo com outra pessoa, mas se isso fosse ajudá-la a sair dali em segurança, era melhor não contrariá-lo. - Eu preciso voltar. - Disse, agora diretamente pra ele, indicando com o polegar o lado oposto ao que ele parecia disposto a levá-la. - Quais são as chances de você me emprestar sua lanterna? - Acrescentou, e dessa vez seu tom de voz soou diferente, sugestivo, enquanto ela encurtava a distância entre os dois corpos, buscando pela mão dele que levava a lanterna.
She was more than beautiful Closer to ethereal With a kind of Down to earth flavor
Vocês, Southers, que insistem em seguir o Matthew e blábláblá, apreciem a...
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Não sei vocês, mas é por isso mesmo que estou do lado dele. You've got some nice moves, Matt.
Can you hear my call Are you coming to get me now I’ve been waiting for, For you to come rescue me I need you to hold all of the sadness I cannot living inside of me