on a reim where two princess lives (abby&jin)
(halloween flashback)
yon-jinyong:
Um rubor veio as bochechas ao pensar em uma sessão de drive-in no escuro. Ela gostaria de ter alguém para ir com ela em uma sessão de filmes. “É uma ideia perfeita! Ele vai adorar, e você vai poder ter uma experiência maravilhosa e vai ter que me contar cada detalhe.” E as palavras de Abby eram verdades ela sempre se via um pouco mexida demais quando alguns garotos apareciam especialmente ultimamente se sentia um pouco mais atrapalhada na presença de Yang. “Sabe, eu queria ter a coragem de chamar Yang para sair, mas ele está sempre com os amigos ou com aquelas fãs dele. Quem sou eu perto delas? E eu nem posso oferecer muita coisa. Você entende. Temos horário para voltar, afinal, Abby.” Elas eram como princesas daqueles contos. Cinderelas que tinham que estar em casa antes do horário de recolher, e por mais que a cidade estivesse em horário de recolher, o delas ainda era mais cedo. E isso a deixava mais chateada. Elas nunca seriam o que os garotos queriam naquela altura. Se ela ao menos tivesse uma boa desculpa. “E vocês fizeram mais coisas sabe? Além de mão dadas. Tipo você deixou ele fazer mais alguma coisa? Lembro de você comentar que ele estava de acordo no começo, mas parecia impaciente. Se eu fosse você teria me entregado a muito tempo. Eu não vejo a hora de ter…experiências.” Não tinha vergonha de falar aquilo para a garota. De todas as pessoas Abby era a que mais a entendia, afinal, passavam pelas mesmas coisas. Viviam os mesmos dramas, e sofriam igual. “Acho que um passeio no drive-in é tudo que ele quer sabe. Vocês no escuro. Algumas mãos bobas quem sabe ele não até acaba tocando seu peito. Você tem que me falar se ele tocar seu peito, e se foi bom!” Elas patinavam e falavam, mas ela se aproximou para falar aquilo mais baixo não queria que todos ouvissem sobre a vida privada delas.
“É claro que vou te contar tudo!” ela riu, tentando esconder as bochechas vermelhas com as mãos. Só de pensar na ideia de ficar sozinha com o namorado no Drive-In suas inseguranças apareciam, mas ao mesmo tempo ela não podia negar que sentia uma certa animação com a ideia. “Não sei o que você viu nesse menino... Ele é tão esquisito, parece aqueles personagens roqueiros de filmes.” fez bico, lembrando-se da figura do rapaz. Abigail se atraía mais pelos meninos que se pareciam com príncipes educados e cuidadosos. “Ah... Eu entendo. Queria ter mais coisas pra oferecer também. Toda vez que vou ao cinema sem meninas rodeando o Sunghyon e eu tenho certeza de que elas não tem tantas obrigações chatas quanto a gente.” concordou, sem esconder a tristeza que sentia. Às vezes a jovem se via como uma princesa trancada numa torre, mesmo que seus pais estivessem fisicamente distantes. eram tantas amarras... Parecia impossível atravessá-las e conhecer o que existia do outro lado, ainda mais com todos os seus medos no meio do caminho. Ela arregalou os olhos com a pergunta alheia, imediatamente olhando em volta para se certificar de que ninguém ouviria suas confissões mais secretas. “Nós sempre nos beijamos...” confessou, o rosto ainda mais corado. “Mas eu tenho vergonha, então sempre acabo fugindo quando ele tenta, voce sabe, fazer mais alguma coisa... Eu ainda não tenho coragem! Tomara que ele me espere, porque realmente acho que o Sung pode ser o garoto pra mim, você acredita? Talvez eu tenha coragem de fazer aquilo no ano novo... Estava planejando uma surpresa ou algo assim.” riu, rodopiando de leve com os patins, vendo a própria saia brilhante girar em torno de seu corpo. “Ele já tentou! Mas eu não deixei... Será que no escuro crio coragem? Se for bom eu te conto. E lógico, temos que arrumar um jeito de você chamar o rockeiro pra sair! Temos que contar nossas experiências uma pra a outra.”













