ApĂłs passar no escritĂłrio de Dylan e ter uma foda daquelas, voltei ao hotel pra me arrumar para o jantar. Estava na hora de colocar um vestido provocante e colocar meus planos em prĂĄtica. Tomei um banho rĂĄpido, fiz uma maquiagem bĂĄsica com batom escuro e coloquei o vestido. Chequei o resultado final no espelho, sorrindo satisfeita com meu trabalho.
Ao chegar no prédio de Dylan desci do carro e caminhei lentamente até a porta, ouvindo o barulho dos meus saltos chocando com o mårmore do chão. Senti Scott se aproximar e entrelaçar suas mãos nas minhas. Respirei fundo por um instante antes de continuar a caminhar, aproximando-me mais da porta. Apertei o botão da campainha e chequei mais uma vez meu cabelo e batom na parte de ferro no abridor da porta. Tudo ok. Ao levantar o olhar deparei-me com Dylan abrindo a porta. Ele cumprimentou Scott e disfarçadamente me encarou da cabeça aos pés, fazendo cara de desaprovação com meu vestido.
- NĂŁo acredito que vocĂȘ veio com esse vestido, Parrish. - Ele sussurrou e sorri, adentrando sua casa.
Senti o olhar de Dylan queimar minhas costas e enlacei meus dedos no de Scott, aumentando o rebolado.
- Oi, Brooke. Meu Deus, vocĂȘ estĂĄ tĂŁo linda. - Vi Hailey adentrar a sala e caminhar sorrindo em minha direção. - Meu Deus, que saudade.
- Oi, Hai. Muito obrigada, vocĂȘ estĂĄ linda tambĂ©m. - A abracei e depositei um beijo em sua bochecha.
- Tia BĂȘ, tio Scott! - ouvi a vozinha de Ally e soltei Hailey, me aproximando de Scott que estava com Ally no colo e depositando vĂĄrios beijos em sua bochecha.
- Sua baliga estĂĄ linda, tia BĂȘ.
- Obrigada, meu amor. Como vocĂȘ estĂĄ? Como tĂĄ na escolinha?
- Eu estou bem, e a senhola? Esta legal, eu tenho um namolado.
- VocĂȘ tem um namorado, Ally? E o que o papai e a mamĂŁe acham disso?
- O papai falou: âque pola Ă© essa?â - ela disse gargalhando e vi Dylan se remexer desconfortĂĄvel com essa conversa.
- Um dia ele aceita. Enquanto isso tia Brooke te da cobertura, ok?
- Ok tia BĂȘ. - Ally assentiu e me abraçou.
Sentamos no sofĂĄ e ficamos conversando pra passar o tempo. Entre intervalos na conversa fiquei beijando Scott e fazendo carinho, sentindo os olhares quentes de Dylan sobre mim, me fuzilando. Ătimo, meu plano estava funcionando.
Algum tempo depois, fomos chamados pela simpåtica chefe de cozinha que anunciou que o jantar estava pronto. Nos movemos até a mesa que tinha uma grande toalha vermelha com renda, pratos, talheres e taças de cristal. Estava tudo caprichado e perfeito. Continuei segurando a mão de Scott, escolhendo o meu devido lugar. Sentei ao lado de Scott, e Dylan sentou à minha frente, num lugar que dava perfeitamente pra ele me cutucar caso estivesse insatisfeito.
A chefe de cozinha voltou com a comida, os vinhos e meu suco, jĂĄ que nĂŁo posso beber por causa da gravidez. Sorri em agradecimento quando ela colocou a jarra perto de mim.
- Bom, gente. Eu fui o responsĂĄvel pela escolha do Menu. Esse prato se chama Marselha e Ă© francĂȘs. Espero que gostem. - Dylan disse se gabando de sua escolha de nome esquisito e sorriu.
- O nome Ă© estranho, mas o cheiro estĂĄ delicioso. - disse com ĂĄgua na boca.
- Claro que o nome Ă© estranho, Ă© um prato francĂȘs. - Dylan disse arrogante e rolei os olhos.
- Vai se foder. - rebati.
Dylan fez as honras e foi o primeiro a se servir, logo servindo Hailey em seguida. Scott me serviu, e serviu seu prato e logo começamos a comer.
- Hmmmm, estĂĄ delicioso. - Scott disse enquanto passava o guardanapo na sua boca.
- Eu sei escolher os melhores pratos, Kenton. - Dylan rebateu e Scott lançou um cotoco a ele. Gargalhei acompanhada de Hailey.
Durante o jantar Scott me acariciava e eu correspondia, logo sentindo os cutucÔes de Dylan por debaixo da mesa.
- Gente, a companhia de vocĂȘs estĂĄ maravilhosa mas eu preciso me ausentar por alguns minutos, preciso ir ao banheiro. - Disse me retirando da mesa e fazendo meu caminho atĂ© o banheiro.
Tentei fechar a porta mas fui impedida por Dylan, que entrou no banheiro como um furacĂŁo.
- Brooklyn, por acaso eu tenho cara de otĂĄrio? Tem escrito âotarioâ no meio da minha testa? Ficou maluca de ficar atiçando Scott na minha frente? - Ele disse enquanto apertava meu braço com raiva e me jogou contra a parede.
- Primeiro de tudo: VOCĂ estĂĄ louco de vir atrĂĄs de mim, Dylan? A Hailey pode te pegar aqui. Segundo: Eu nĂŁo sei do que vocĂȘ estĂĄ falando. Eu nĂŁo fiz nada.
- Foda-se a Hailey. Louco? VocĂȘ ainda nĂŁo me viu louco. Brooklyn, para de ficar me atiçando, vocĂȘ vai arrumar confusĂŁo.
- Eu jĂĄ disse que nĂŁo estou atiçando ninguĂ©m, Harper. E solta meu braço, por favor, vocĂȘ estĂĄ me machucando. - disse sĂ©ria enquanto o encarava.
- Não vou soltar, Brooklyn. Se quiser continuar com essa porra desse joguinho, muito bem, depois não reclama. - Dylan despejou com um tom de ameaça e respirei fundo.
- Dylan, eu jĂĄ falei que nĂŁo estou com joguinho nenhum. E vocĂȘ estĂĄ machucando o meu braço. Por favor, solta. Estou te pedindo com toda educação do mundo.
- Tudo bem, solto com prazer.
- Obrigada, Dylan. Pode sair da porta, por favor?
- Tenha uma boa noite, Brooke. NĂŁo vou mais voltar pra sala, vou pro meu quarto.
- O que? Como assim, Dylan? VocĂȘ nĂŁo pode simplesmente deixar todo mudo aqui e ir se trancar no seu quarto. VocĂȘ Ă© o anfitriĂŁo.
- Posso, eu posso sim. Posso fazer tudo o que eu quero. E nĂŁo vai ser o meu, vai ser o de hĂłspedes. - Dylan rebateu com arrogĂąncia.
- Tudo bem, Dylan, faz o que vocĂȘ quiser.
Dylan saiu do banheiro e saà logo em seguida, fazendo meu caminho até a sala pra encontrar Hailey e Scott.
- VocĂȘs nĂŁo querem passar a noite aqui? - Hailey sugeriu e olhei pra Scott, deixando a resposta Ă sua escolha.
- Pode ser, barrigudinha. - Scott sorriu e me olhou, depositando um selinho em minha boca.
Fui atĂ© o quarto que deduzi que Dylan estaria e vi a luz ligada atravĂ©s da porta. Dei trĂȘs batidas na porta e nĂŁo obtive resposta.
- Dylan⊠Abre a porta, por favor? Eu preciso falar com vocĂȘ.
- Entra e fala logo, nĂŁo tenho todo o tempo do mundo.
Uh, ele estava atacado. O plano realmente havia dado certo. Estava na hora de me vitimizar.
- Se for pra ficar me tratando assim, prefiro nĂŁo falar com vocĂȘ. Dou meia volta e saio. - Disse caminhando em direção Ă porta novamente, mas o ouvi me chamar.
- NĂŁo, Brooklyn. Sei que vocĂȘ nĂŁo veio aqui sĂł pra olhar pra minha cara de otĂĄrio e ir embora. VocĂȘ veio aqui pra falar, entĂŁo fala. Mas fala logo, eu nĂŁo tenho todo tempo do mundo.
- TĂĄ bom, Dylan. Primeiro, o que vocĂȘ quer? VocĂȘ quer que eu peça desculpas por algo que o Scott fez? Quer que eu me desculpe por ele ter me beijado durante o jantar? Quer que eu me desculpe por ele ter apalpado a minha bunda na sua frente? Eu nĂŁo tenho como me desculpar por isso. Eu tentei evitar, mas nĂŁo posso negar.
Ele abaixou o olhar e me aproximei levando minhas mãos a seu braço, mas logo ele se afastou e me olhou.
- NĂŁo, Brooklyn. NĂŁo me toca. Eu que digo o que vocĂȘ quer porra, vocĂȘ fica se agarrando com Scott na MINHA casa, depois ele fala que vai foder com vocĂȘ no MEU banheiroâŠ.Qual o seu problema?
- Por que sem colocar a mĂŁo em vocĂȘ? EstĂĄ com nojo de mim? - Rebati e ele me olhou fixamente.
- NĂŁo, nĂŁo estou. SĂł nĂŁo quero toques.
- Tudo bem, Dylan. Bom, o meu problema no momento, Ă© aquele papel que eu assinei em Florence, a aliança que uso no dedo e vocĂȘ com raiva de mim. E o seu?
- No momento, o casalzinho se agarrando na minha frente. Mas eu vou ter que acostumar, nĂ©? JĂĄ que vocĂȘ estĂĄ grĂĄvida dele. Vou ter que aturar isso toda vez que eu for em LA, no hospital quando o Nicholas nascer⊠Talvez atĂ© pela minha vida inteira.
- Ah, e vocĂȘ acha que eu gostei de chegar aqui e ver vocĂȘ e a Hailey como o casal exemplo do ano? Exalando felicidade. VocĂȘ acha que eu gostei de ver ela sentada ao seu lado na mesa, te acariciando como se vocĂȘ fosse propriedade dela? Segurando sua mĂŁo e rindo? VocĂȘ acha que nĂŁo doeu ver vocĂȘs dois com a filha de vocĂȘs? - Despejei com raiva e Dylan fez uma expressĂŁo de assustado. - VocĂȘ acha que foi sĂł vocĂȘ que se incomodou nesse jantar, Dylan? Tem certeza?
- Quer que eu diga o que sobre tudo isso, Brooklyn? - Dylan esmurrou a mesa e afastei meu corpo colidindo de costas com a parede. - Se vocĂȘ quer que eu me ajoelhe e peça desculpas, sinto muito, mas isso nĂŁo vai acontecer. Eu sĂł quero tomar banho eu relaxar meu corpo um pouco.
- NĂŁo to pedindo pra vocĂȘ baixar e pedir desculpas. Eu quero que vocĂȘ me diga o que quer falar sobre tudo isso. Eu sei que tem algo aĂ, e eu estou aqui pra ouvir. Pela raiva que vocĂȘ entrou naquela hora no banheiro, me pegando pelo braço e gritando comigo, acha mesmo que eu nĂŁo penso que tens algo a me dizer? - Disse olhando em seus olhos e ele respirou fundo.
- NĂŁo tenho nada pra dizer, Brooklyn. VocĂȘ vem atĂ© aqui no meu quarto porque vocĂȘ quer me dizer algo e eu que tenho que falar!? Ai Deus. Eu nĂŁo tenho nada a dizer. Ele Ă© seu marido, vocĂȘ Ă© a esposa dele. Qual o meu direito de reclamar nisso tudo? NĂŁo vai mudar nada.
- Dylan⊠VocĂȘ vai jogar isso na minha cara sempre?
- NĂŁo estou jogando nada. - Ele rebateu com amargura em sua voz.
- Ei, olha pra mim. - Disse e puxei seu rosto em minha direção. - Olha em meus olhos. Eu vou ter que repetir pra vocĂȘ tudo o que eu te disse hoje depois que fizemos amor no seu escritĂłrio?
- Não veio só aqui no meu quarto na intenção de conversar, né?
Neguei com a cabeça e ele sorriu de canto.
- Eu vim aqui pra gente se resolver, Dylan. Sair daqui e te ver com um sorriso no rosto.
- Só isso? - Me olhou sorrindo maliciosamente e neguei com a cabeça.
- NĂŁo, senhor Harper. - Disse sussurrando e coloquei minha mĂŁo por dentro de sua camisa que estava solta. - Eu vim aqui beijar vocĂȘ. Beijar e morder seus lĂĄbios, e depois ir descendo pelo seu queixo, arrastando meus lĂĄbios pelo seu maxilar atĂ© o seu ouvido, sussurrar que eu sou sua e que eu amo vocĂȘ, e depois descer os lĂĄbios atĂ© seu pescoço. - Disse fazendo em ordem todos os movimentos que havia dito. - BeijĂĄ-lo de leve, e intercalar entre beijos, mordidas e chupĂ”es. Passar minha mĂŁo toda pelo seu abdĂŽmen delicioso, adentrar na sua calça e acariciar vocĂȘ. Mostrar pra vocĂȘ que vocĂȘ Ă© meu, e que eu sou sua. E que nĂŁo Ă© o Scott querer ir pro banheiro da sua casa comigo que vai mudar isso.
Senti Dylan contrair o corpo e arrepiar com meu toque.
- O que foi, amor? - Sussurei e mordi o lóbulo se sua orelha, descendo meus låbios por todo seu pescoço.
Ele arrepiou com o toque e abafou um gemido comprimindo os lĂĄbios. - Foda-se. Me beija, vai. Agora.
NĂŁo esperei mais nada, tomei os lĂĄbios de Dylan. Eles eram macios e doces, e o gosto do vinho me excitou mais.
- Quer que eu desconte minha raiva em vocĂȘ, Parrish? Tudo bem entĂŁo. SĂł vou avisando que vocĂȘ vou ter que comprar outro vestido pra vocĂȘ, porque esse aqui vai embora. - Ele disse enquanto abria o zĂper do meu vestido, logo arrancando o mesmo do meu corpo, e em seguida fazendo o mesmo com minha lingerie preta de renda. - Ah, Parrish. Mais uma lingerie linda que vai pro arsenal de lingeries destruĂdas pelo Dylan.
Ele gargalhou logo descendo os lĂĄbios por todo meu colo, abocanhando meu seio direito enquanto massageava o esquerdo. Comprimi os lĂĄbios tentando segurar um gemido que insistia em querer escapar.
- VocĂȘ Ă© linda, Brooklyn. Toda linda. Aqui⊠- Ele disse enquanto passava a lĂngua ao redor do meu mamilo - E aqui.
- Ahh, Harper. - Entrelacei meus dedos em seus cabelos e fechei os olhos, sentindo todo meu corpo estremecer.
Dylan soltou meus seios correndo seus lĂĄbios novamente pelo meu pescoço atĂ© minha orelha, mordendo o lĂłbulo da mesma e passando a lĂngua na pontinha.
- Vem aqui, cuida bem direitinho do meu corpo como vocĂȘ disse que ia cuidar, depois senta no meu pau e rebola bem gostoso na maneira que sĂł vocĂȘ sabe fazer. - Sussurrou enquanto puxava meu corpo pra mais perto do dele outra vez.
Empurrei o corpo de Dylan direção a parede, logo lançando-o contra a mesma e ouvindo o barulho abafado do impacto. Comecei a descer meus lĂĄbios pelo seu pescoço, intercalando entre beijos, chupĂ”es e lambidas, logo descendo minha boca por todo seu abdĂŽmen. Dedilhei lentamente cada pedaço do local, descendo atĂ© a barra de sua calça. Adentrei a mesma e coloquei a mĂŁo por dentro da cueca, agarrando seu pau e acariciando o mesmo. Subi meus lĂĄbios novamente e mordi seu lĂĄbio inferior, abafando um gemido que queria sair de sua boca. Ajoelhei em sua frente e abri a sua calça, descendo a mesma pelas pernas e logo em seguida tirando a cueca, lançando a mesma longe. Segurei na extensĂŁo do seu pau e o coloquei a cabecinha em minha boca, chupando a mesma e passando a lĂngua em movimentos circulares. Senti as mĂŁos de Dylan em meu cabelo, agarrando e puxando o mesmo. Levei-o atĂ© a cama posicionando-me em cima dele e guiando seu pau atĂ© minha entrada. Encarei Dylan, que me olhava com desejo e luxuria. Enfiei a ponta de seu membro em minha intimidade e rebolei na mesma, fazendo-o deixar escapulir um gemido. Levantei meu corpo e tirei a ponta de seu membro de dentro de mim, ouvindo-o reclamar em protesto.
- Porra, Brooklyn! VocĂȘ quer me matar? Caralho!
Sorri maliciosa enquanto Dylan me fuzilava com o olhar. Ele agarrou minha cintura e me segurou em cima dele, penetrando com força, fazendo-me senti-lo todo dentro de mim.
- Ah, Harper⊠Meu Deus! - Gemi alto tombando a cabeça pra trås, rebolando forte em seu pau.
- Isso, amor. VocĂȘ fica linda rebolando assim.
Dylan suspendeu mais seu quadril estocando mais forte. Espalmei minhas mĂŁos em seu peito, apoiando-me e pegando mais impulso pra rebolar mais forte.
- Dylan! isso⊠Vai! - Gemi alto espremendo os olhos.
- Amor, cuidado, Scott e Hailey estão no mesmo corredor, eles podem te ouvir. - Ouvi Dylan falar mas no momento não me importava se alguém poderia ouvir, queria curtir o momento com ele dentro de mim. Cravei minhas unhas em seu peito, afundando-as mais a cada movimento que ele fazia dentro de mim.
Senti toda a combustĂŁo pelo meu corpo e o orgasmo se formar.
- Dylan, eu vou gozar. - Anunciei baixo e o senti estocando mais forte, trazendo sua mão até meu clitoris e o acariciando.
- Goza pra mim, linda. Grita meu nome bem alto enquanto vocĂȘ goza, vai. Mostra a quem vocĂȘ pertence.
- D-DYLAN, MEU DEUS. AHHHHHHH. - gritei sentindo seu lĂquido quente dentro de mim, e sentindo meu corpo todo amolecer. Deitei meu corpo ao lado de Dylan e puxei o lençol pra cima de nĂłs.
- VocĂȘ fica tĂŁo linda gritando meu nome enquanto goza, meu amor. - Ele disse selando nossos lĂĄbios e passei a lĂngua pelo seu superior.
Ele levou suas mãos até minha barriga e começou a acariciar a mesma, me olhando como se fotografasse cada parte do meu corpo com seus olhos.
- O que foi? - Sorri timidamente e ele sorriu de volta.
- Nada, sĂł gosto de admirar seu corpo. E essa pele arrepiada com meu toque⊠Gosto de ver como vocĂȘ pertence a mim, Brooke. Cada pedacinho, cada som. VocĂȘ Ă© toda minha.
- Sim, Harper. Eu sou toda sua. Da cabeça aos pés. - Sorri em sua direção e ele continuo a acariciar minha barriga.
- SerĂĄ que ele nos ouve? E entende?
- Ouvir ele ouve sim. Agora se entende, isso eu jĂĄ nĂŁo sei.
- Posso conversar com ele? - Dylan me pediu com o olhar doce como de uma criança que pede presentes à mãe. Sorri com aquilo.
- JĂĄ falei inĂșmeras vezes que vocĂȘ nĂŁo precisa pedir pra tocar e nem beijar minha barriga. E nem pra conversar com ele.
- Tudo bem. NĂŁo custa nada tentar, nĂ©? Vou conversar um pouco com o NichâŠ. Hey Nich, Ă© o Tio Dylan! EntĂŁo, tenho que confessar a ti que sua querida mĂŁe me deixou de quatro por ela, vocĂȘ tem sorte de ter Brooke Parrish como mĂŁe, ela Ă© linda, Ă© a mulher mais curiosa desse mundo, Ă© toda sensĂvel e vulnerĂĄvel a mim, Ă© a mulher da minha vida por qual eu resolvi enfrentar todos os problemas que estĂŁo por vir⊠- Fixei meu olhar em sua direção, o observando conversar, e como ele ficava concentrado e lindo fazendo isso. Quando ele subiu o olhar, encontrou o meu cheio de lĂĄgrimas e sorriu, sibilando um âeu te amoâ c os lĂĄbios. Sibilei de volta. - Tio Dylan sĂł queria falar que ele estĂĄ completamente apaixonado por ela e que minha vontade Ă© de pegar vocĂȘs dois e fugir pra qualquer lugar desse mundo, mas esse vai ser nosso segredo. O tio Dylan jĂĄ te ama Nich! - Ele deu continuidade e entĂŁo senti um chute na minha barriga.
- Dylan, ele acabou de chutar.
- O que? Ele chutou pra mim? Meu Deus, Brooke! - Disse abobalhado e cai na gargalhada. - NĂŁo ri! O moleque chutou apĂłs eu conversar com ele. Porra, Brooke, ele me entende!
Ri da reação de Dylan. Essa foi uma das poucas vezes que o vi com os olhos marejados. Ele ficava lindo assim.
Ficamos deitados conversando, Dylan se gabando porque Nicholas havia chutado pra ele. Pelo visto, ele não mudaria de assunto tão cedo. Recostei minha cabeça em seu peito e adormeci. Adormeci ali, no lugar que eu mais amava estar em todo o mundo. Meu porto seguro, meu lugar favorito.