BROOKE’S P.O.V
Lutei contra meu sono para abrir os olhos, sentindo um cansaço anormal e dor por todo meu corpo. A noite passada havia sido maravilhosa. Dylan fode tão gostoso que sinto minha intimidade encharcar só de lembrar sua boca contra minha pele, seu corpo quente e suado contra o meu.
Virei meu corpo e me deparei com a cama vazia. Franzi o cenho e levantei, me enrolando no lençol e fazendo meu caminho até o banheiro. Vazio também. Andei pelo quarto e deparei-me com um bilhete.
‘’Brooke, eu queria me desculpar pelo que aconteceu ontem. Fiz algo que nunca irei me perdoar, traí o Scott e Hailey, e tudo por irresponsabilidade minha... Somos amigos e é isso que sempre iremos ser.
Eu estou voltando pra NYC hoje e vou fazer de conta que nada disso aconteceu. Mais uma vz, me perdoe por tudo isso, se arrependimento matasse eu já estaria morto. Adeus, Parrish!
Dylan Harper. ’’
Filho da puta. Não acredito que ele foi embora e não enfrentou o que aconteceu.
Balancei minha cabeça pra sair daquele devaneio e fiz meu caminho até o banheiro outra vez, e ao adentrar deixei o lençol cair por todo meu corpo até encontrar com o chão. Fui até a pia e escovei meus dentes, e logo em seguida peguei os sais de banho. Caminhei até a banheira, abrindo a torneira e sentei na beira esperando que enchesse. Joguei os sais de banho e senti o aroma maravilhoso tomar conta do ar, e então fechei a torneira. A única coisa que eu precisava no momento era um banho quente e relaxante pra ajudar a digerir tudo o que havia acontecido.
Dylan e eu transamos. Eu traí o Scott. Ele traiu a Hailey. Eu traí minha melhor amiga. Ele traiu o melhor amigo. Apesar da situação, é pecado dizer que gostei muito? E é pecado também desejar tudo de novo? Sua boca percorrendo meu corpo, seu pau me fodendo loucamente? Ah, Deus! Não posso gostar disso e muito menos querer outra vez. Estávamos sobre efeitos de bebida alcoólica. Ele deixou claro que está arrependido, e foi embora. Sinal que não gostou.
Adentrei na banheira me recostando no canto, então fechei os olhos mandando os pensamentos embora, e relaxando enquanto a hidromassagem fazia o seu trabalho. Após 30 minutos mergulhada naquela banheira e me martirizando com meus pensamentos, resolvi sair e me arrumar pra tomar café, minha barriga roncava de fome e eu precisava me alimentar. Saí da banheira e peguei a toalha branca que estava pendurada no porta-toalhas, levando-a por todo meu corpo e enrolando-o no mesmo, fazendo meu caminho até a porta, fitando meus pés.
Ao levantar minha cabeça, deparei com Dylan encostado na bancada fitando suas mãos. Ao perceber que eu estava no quarto, ele levantou seu olhar me encarando com certa vergonha. Ficamos nos encarando por alguns segundos até que foi minha vez de abaixar o olhar. Pela primeira vez me encontrava sem saber o que falar pra ele. O que eu deveria fazer? Encarar tudo isso e ter uma conversa sobre o que aconteceu ou simplesmente fingir que nada aconteceu e seguir em frente? Saí dos meus pensamentos ao ouvir Dylan pigarrear e se aproximar de mim.
– Ei Brooke. Olha pra mim. – Disse num tom baixo segurando meu maxilar e me fazendo olhar em seus olhos.
– Não, Dylan. Não faz isso. Não me faz te encarar, eu não sei o que dizer. – Disse com toda sinceridade possível em minha voz, mordendo de leve o meu lábio. Eu não sabia o que dizer a ele, ou como agir, e pelo visto ele estava na mesma situação. Ah, merda! Estamos tão fodidos. Cada palavra ainda não proferida carregava tanta culpa...
– Eu também não sei o que dizer, mas não dá pra simplesmente esquecer o que aconteceu na noite passada. Isso está martelando aqui na minha cabeça, e tenho certeza que está na sua também.
Respirei fundo. Ele tinha razão, aquilo estava martelando na minha cabeça.
– Por que você foi embora, Dylan? Por que simplesmente me deixou aqui com aquele bilhete estúpido? Como se eu fosse uma puta qualquer que você fodeu e em seguida deixou o dinheiro pro taxi! E se você está tão arrependido assim, por que você está aqui? – Disse lançando minha mão contra seu peito, fazendo-o cambalear um pouco pra trás e chocar seu corpo contra a parede.
Dylan me encarou confuso e ficou calado por um segundo, tentando encontrar alguma reação. Ele não esperava que eu estivesse tão chateada assim.
– Eu fui embora porque fiquei com medo de você acordar e me ver ao seu lado e tudo ficar pior, Brooke. Fui embora porque pesou na consciência que eu traí a minha esposa e o meu melhor amigo. E o pior do que o peso da traição é o peso de ter gostado de cada segundo que passei dentro de você. Eu não sabia como lidar com tudo isso, não sabia qual seria sua reação. E por que eu estou aqui? – Dylan disse com a voz baixa e se aproximou mais um pouco de mim, segurando meu maxilar e acariciando minha bochecha com seu polegar – Porque eu me arrependi de ter deixado você. Arrependi-me de não ter encarado a situação de frente. E arrependi-me mais ainda de não ter feito isso na hora que acordei.
Ele puxou meu rosto pra mais perto do seu e mordeu meu lábio inferior, logo encostando mais ainda seus lábios nos meus pedindo passagem pra um beijo. Correspondi com verocidade entrelaçando meus braços pelo seu pescoço. Ele desfez o nó que prendia a toalha branca em meu corpo e deixou a peça cair no chão, impulsionando meu corpo pro seu colo e entrelacei minhas pernas em sua cintura. Dylan foi caminhando até a cama e deitou meu corpo sobre a mesma, ficando por cima de mim. Antes de ele aproximar nossos lábios outra vez, puxei sua blusa tirando-a do seu corpo e lancei a peça pra qualquer lugar do quarto, logo puxando seu corpo outra vez pra perto do meu.
– Eu voltei porque quero te foder mais uma vez, linda. Matar o desejo do seu corpo todo.
LEXI’S P.O.V.
Depois de ter voltado para meu condomínio com o Jett, peguei no sono e acordei com ressaca e os flashes da noite passada em minha cabeça. Depois daquele evento tedioso, Brooke, Jett, Dylan e eu fomos a uma boate e só me lembro da briga que os garotos tiveram no meio da pista de dança, só porque dois caras se aproximaram de mim e Brooke. Qual é, eu sou Alexia Evans. Eu sempre chamo atenção. Tenho que admitir que Brooklyn é uma linda mulher e também chama bastante atenção. Fiquei um tempo deitada pensando no que fazer da vida, até que resolvi ir pro banho.
Depois de tomar banho e café da manhã, precisava de algo pra curar minha dor de cabeça. Fui até minha gaveta de remédios procurar meus analgésicos e percebi que Jett tinha passado por aqui porque não tinha nenhum analgésico, teria que ir a farmácia comprar. Lembrei-me do cronograma de compras que tinha programado pra arrastar Brooke. Eu teria o fim de semana todo livre, pois Jason estava em Rhode e por contra do trabalho acabei não podendo ir com ele.
Resolvi ligar para Brooke, que não atendeu. Já se passava das 11h da manhã, bem a cara dela ainda estar dormindo, completamente ressaqueada. Ainda estava tentando entender porque ela quis ficar em um hotel e não na minha casa, já que estava sozinha. Depois de me arrumar fui direto ao hotel onde ela estava hospedada, mas segundo a recepcionista Brooke não aparecera ali desde ontem. Aonde será que essa maluca se meteu?
Liguei novamente e nada dela atender. Será que está com o Dylan? Vagabundos! Resolveram sair e não me chamaram. Eles me pagariam.
Liguei pro Dylan e nada dele atender também. Será que aconteceu algo?
Mandei uma mensagem pro Jett pra ver se sabia de algo mas foi o mesmo que nada, ele já estava atrás de mulher. Fui até o hotel onde Dylan estava hospedado e a recepcionista disse que ele chegou com uma mulher e que ainda não havia saído. Perguntei-me novamente por que diabos não ficaram todos em minha casa? Seria bem menos complicado de achá-los! Pedi que a recepcionista avisasse que eu estava subindo, porém não obtive nenhuma resposta. Subornei a recepcionista pra me dizer o número do quarto e o andar. Eu subiria de qualquer jeito, ou não me chamo Alexia Evans! A preocupação estava me dominando no momento.
BROOKE’S P.O.V
– Eu voltei porque quero te foder mais uma vez, linda. Matar o desejo do seu corpo todo.
Dylan disse enquanto intercalava entre beijos e chupões por todo meu pescoço, clavícula e seios. Pegou meus seios com suas mãos e começou a chupar o lado direito enquanto apertava o esquerdo. Fechei os olhos sentindo a sensação gostosa tomar conta do meu corpo enquanto sua boca trabalhava em meus seios, dando leves mordidas e chupadas ferozes. Levei minhas mãos até o cós de sua calça e desabotoei a mesma, tirando-a conforme dava. Logo tirando sua cueca também. Dylan arrastou sua boca até meu seio esquerdo e começou o mesmo processo, me fazendo arquear um pouco as costas e morder os lábios com a sensação. Após algum tempo chupando meus seios ele arrastou sua boca por toda minha barriga até chegar perto da minha intimidade, passeando com seus lábios habilidosos por toda região, me fazendo arfar de prazer.
– Quero que você lembre que minha boca percorreu cada pedacinho do teu corpo com bastante desejo. – Disse com sua voz rouca em meu ouvido me causando arrepios, logo voltando a me beijar e descendo uma de suas mãos até minha intimidade. Puta merda, por que ele tinha que ser tão fodidamente bom?
Dylan massageou meu clitóris sem delicadeza, me fazendo perder a noção de toda a situação pra focar nele.
– H-harper... – Chamei quase sem forças enquanto tentava controlar meus gemidos.
– O que foi, linda? – Disse se fazendo de desentendido e me observando.
– Não quero seus dedos.
Ele olhou pra mim com seus olhos apertados e eu sorri o empurrando pro lado, pronta pra sentar nele. Segurei seu pau e guiei até minha entrada, ele mordia o lábio e quando sentei com força em cima dele, ele gritou junto comigo.
– Porra, Parrish!
Um arrepio atravessou minha coluna com a sensação dele estar todinho dentro de mim, me alargando até o fundo. Ah, tão gostoso.
Me inclinei sobre ele e tomei seus lábios, ele apertava os meus seios com as duas mãos enquanto eu rebolava em cima dele. Espalmei minhas mãos em seu peito para me apoiar enquanto subia e descia em cima dele.
– Gostosa. – Dylan disse baixo soltando um leve gemido ao sentir minhas unhas cravadas em seu peito. Ele me fez deitar em cima de seu corpo e segurou minha bunda apertando a mesma com força e impulsionando meus quadris, metendo em mim com força e rapidez. Levantei meu corpo outra vez e comecei a cavalgar forte em seu pau, não conseguindo conter os gemidos de prazer. Ele nos virou na cama, ficando por cima de mim e abrindo mais minhas pernas, enterrando-se mais fundo em minha intimidade. Dylan usou seus dedos estimulando meu clitóris e levei minhas mãos até suas costas, cravando minhas unhas na mesma. Senti meu corpo estremecer e a sensação de orgasmo começar a se formar.
LEXI’S P.O.V
Quando cheguei, a porta estava entreaberta e fui entrando. Chamei por eles e sem nenhuma resposta, até que ouvi barulhos bem parecidos com gemidos vindos do quarto. Hailey apareceu por aqui. Ah, Dylan Harper não perde tempo mesmo. Gargalhei baixo com meu pensamento e me aproximei mais da porta do quarto na ponta dos pés, afinal, uma espiadinha não faz mal, não é? Ou faz? Afinal, quem liga? Caminhei mais um pouco em direção a porta e abri mais um pouco a mesma, com bastante cuidado pra não perceberem. Ele estava penetrando-a enquanto ela estava por baixo dele, em cima da cama. Quem diria que Hailey com toda essa cara de boba faria tanto barulho assim. Quando estava me preparando pra ir embora, Dylan percebeu minha presença e congelou. Dei um tchauzinho pra ele gargalhando baixo, até que ouvi a mulher reclamar.
– Mas que porra, Dylan! Por que parou? Estava chegando lá!
Foi minha vez de congelar. Eu conhecia muito bem aquela voz e literalmente não era a de Hailey.
Não acreditei no que estava presenciando. Era Brooklyn que estava ali com ele. De repente senti um gosto amargo na boca, parecia que ia vomitar ali mesmo. Como pode isso?
– Que porra é essa que ta acontecendo? – Disse com certo nojo em minha voz, me referindo à cena que acabara de presenciar.
– LEXI?!? – Brooke disse assustada, finalmente notando minha presença ali.
– É desse jeito que você está cuidando dela pro Scott? – Falei com sarcasmo em minha voz olhando pro Dylan e em seguida, para Brooklyn.
– Não é nada disso que você está pensando. – Dylan finalmente resolveu abrir a boca.
– Eu não estou pensando em nada, Dylan. Eu estou vendo!
Brooke tentava se esconder em baixo dos lençóis e Dylan levantou correndo indo se vestir.
– Nós podemos explicar. – Ambos disseram juntos.
– Explicar o que? Que vocês estão aí fodendo? Quem sabe a noite toda, não é? – Despejei cheia de sarcasmo encarando os dois. Ainda estava em choque com toda a situação.
Fiz meu caminho rapidamente em direção a porta da suíte, precisava sair dali o mais rápido possível, não agüentava mais ver aquela cena. Como eles puderam fazer isso?
Estava esperando o elevador quando Dylan apareceu só com uma calça de moletom gritando no corredor.
– Hey, Lexi! Espere!
– Esperar por quê? Explicações? Não é exatamente a mim que vocês devem isso. – Disse ríspida e Dylan respirou fundo.
– Por favor, Lexi. Você tem que nos ouvir. – Dylan praticamente implorou, pensei por um curto tempo e então cedi. Não tinha nada a perder, não é mesmo?
Arrumei minha bolsa em meu ombro e fiz meu caminho até a suíte em silêncio. Cheguei e vi Brooke sentada no sofá, vestida com um moletom. Estava com a cabeça baixa e quando percebeu que entrei no quarto levantou os olhos. Eles estavam cheios de lágrimas, provavelmente com bastante culpa sobre seu ser.
– Você vai ficar aí de pé? – Perguntou com a voz falha.
– Não sei se vocês transaram por esse apartamento inteiro, não encostarei em nada desse antro do pecado. – Disse com certo sarcasmo em minha voz, provocando os dois.
– Você exagerada como sempre, Lexi.
– E você uma traíra, Parrish. – Rebati sem pensar.
– Alexia... – Dylan disse, até então não tinha notado sua presença.
– Disse alguma mentira, Harper?
– Você não entende.
– Então me façam entender. Tenho todo tempo do mundo pra esse circo.
Ficamos ali em silêncio por alguns minutos, até que me manifestei novamente.
– Se for pra ficarem calados, eu vou embora.
– Deixa que eu falo. – Dylan disse passando a mão pelos cabelos.
Oh, agora sim... Agora o circo ia pegar fogo.
– Então...
– Então que vocês traíram Scott e Hailey, e não só no relacionamento, mas a amizade também.
– Você é impossível. – Brooke disse negando com a cabeça.
– Tão impossível que não ficaria com o noivo de uma amiga. Ah, e sem esquecer do detalhe de também ter um.
– Vai ficar só nos acusando? – Dylan disse e pude sentir uma certa raiva em sua voz.
– Só estou falando o que eu vi, querido.
– Nós estávamos bêbados quando aconteceu, não... – Dylan começou a falar mas não o deixei terminar sua sentença.
– Bêbados a essa hora? Me poupe! Chega de enrolação. – Disse e minha ficha caiu. – Esperem. Vocês estão nessa pegação desde ontem a noite?
– Ok, eu falo nessa merda. – Brooke se manifestou tomando a frente do assunto. – Primeiro de tudo, você está aqui pra ouvir explicações ou você veio só pra julgar? Porque se for só pra julgar, nem precisa perder seu tempo, o peso na consciência da traição já ta grande demais, não precisamos de mais alguém colocando lenha na fogueira.
Brooke fez uma pausa e suspirou, logo continuando outra vez.
– Quando saímos da boate, Dylan não quis pedir um taxi. Voltamos andando, bêbados. Como aqui era mais perto, chegamos primeiro e ele não deixou que eu fosse embora sozinha. Eu não queria entrar no quarto, então ele me agarrou e me trouxe. Quando nos soltamos, ficamos perto demais e o desejo acabou falando mais alto. Não conseguimos pensar em mais nada, e aconteceu. Pela manhã quando eu acordei, Dylan não estava mais aqui, encontrei apenas esse bilhete. – Ela fez outra pausa me entregando o bilhete e pacientemente esperou que eu lesse. Assim que o fiz, ela prosseguiu. – Eu fiquei aqui me arrumando pra voltar pro meu hotel e fingir que nada disso tinha acontecido, mas quando saí do banho Dylan havia voltado pra conversar. Até começamos...
– Mas tava difícil demais de me concentrar com a Brooklyn enrolada numa toalha! – Dylan se manifestou levantando a mão e Brooke o fuzilou com seus malditos olhos azuis.
– Continuando... Começamos e quando dei por conta, estávamos fazendo aquilo que você viu. Foi isso que aconteceu.
Brooke terminou e eu estava fitando o chão, digerindo tudo aquilo que tinha acabado de ser despejado sobre mim. Eu entendia e ao mesmo tempo estava em choque com todo o acontecimento.
– Eu... Eu não sei o que falar, pra ser sincera. Isso foi péssimo, mas já aconteceu. Não há nada a ser feito. Bom, eu preciso ir embora, ok?! Preciso pensar nisso tudo fora desse ambiente. Fiquem tranqüilos, o segredo de vocês dois está a salvo comigo.
Peguei minha bolsa e levantei-me, caminhando até a porta da suíte. Precisava digerir tudo aquilo. Precisava de ar puro.
DYLAN’S P.O.V
Olhei pra Brooke, que estava apreensiva comprimindo os lábios. Ela estava desconfortável além de tudo, com a situação de ter sido flagrada.
– Ei, Brooke. – Chamei e ela levantou o rosto pra me olhar. – Está tudo bem, ok? Estamos bem. A Alexia vai digerir tudo isso, e vamos fingir que nada aconteceu. Estamos bem.
Disse tentando tranqüilizá-la, mas não tendo a certeza se realmente estamos bem. Aproximei-me dela e sentei ao seu lado, depositando um beijo em sua testa. Brooke me abraçou e ali ficamos por um tempo digerindo a situação também.
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Brooke voltou pro seu hotel, nos veríamos apenas a noite. Ambos esperávamos que a situação estivesse bem com Alexia, e que o clima não ficasse estranho










