E que todo nosso desejo seja fruto de algo muito além, que toda vontade de tocar, morder, agarrar e beijar venha de algo mais profundo, venha de uma certeza que merecemos um ao outro.
Que possamos ter no toque o fogo que surge em um coração cheio de certeza e cumplicidade. Que sejamos comprometidos tanto com a dor do outro quanto com a alegria; que saibamos ser fortes aos dias ruins que sempre chegam; que possamos entender que por vezes a cara fechada não será por causa do outro... e que nesses dias ao invés de sermos cobrança exagerada sejamos simplesmente conforto.
Não se esqueça disso: Todos podem ser dedicados e entregar amor quando os outro está bem e reluzente, mas não é isso que define as capacidades que temos de entregar esse melhor. É quando o tempo fechar, quando as chuvas e ventos fortes chegarem que você medirá o quanto suas palavras e entrega eram realmente verdadeiras ou apenas promessas sem base.
Quando a chuva chegar você decidirá se elas vão ser tempestades devastadoras ou apenas como chuvas de verão que servem para deixar os campos ainda mais verdes.
Lembre-se disso: De que os dias mornos e ruins são a verdadeira provação. Se ainda assim você mantiver o desejo de fazer o outro felizes, se em seu peito seguir a sensação de entregar todo seu melhor sem medo a essa pessoa... então você poderá finalmente dizer que entendeu o entregar verdadeiro e que se em outros tempos você estava sempre pronto para partir, agora você finalmente aprendeu sobre como permenecer.











