A raiva pode te transformar
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@ei-andressa-blog
A raiva pode te transformar
Cansada de engolir palavras que deveriam ser ditas e nĂŁo foram porque nĂŁo fui corajosa o bastante
âdesabafo_
Ando meio cansada de tudo
âdesabafo_
Pessoas caladas tem mente barulhenta
...
Ă difĂcil dizer isso, mas... eu preciso de ajuda
Fico pensando na vida, como as coisas seriam. SerĂĄ que teria mudado, algo? Ando ausente, vive eu e minha solidĂŁo. NĂŁo gosto de tumulto me dĂĄ desespero, quero ir embora. Gosto de lugares calmos, bonitos, gostava do seu sorriso. Sempre vou te colocar em meus textos como uma lembrança boa. Embora lembrar, gera saudade, e saudade gera dor, e a dor me trĂĄs mĂĄgoas dentro do peito. Falar de vocĂȘ, Ă© inevitĂĄvel. Embora eu nĂŁo queira. NĂŁo tem como, porque vocĂȘ estĂĄ em todo canto por onde eu passar. Sinto cheiro, pela cidade, tomo cafĂ© forte para esquecer os porres do meu coração que ainda se embriaga na tua saudade. Caralho, sĂł falo de vocĂȘ nos Ășltimos dias. Essa ferida, que nunca se cicatriza. Prefiro o silĂȘncio, me escondo do mundo, em meu mundo. Prefiro vĂrgulas, porque os finais sĂŁo triste demais. Porque o ponto, significa que acabou. E nĂŁo quero que acabe, por isso amo vĂrgulas, por isso eu amo as nossas virgulas. Talvez porque eu prefira uma continuação mal continuada do que um fim doloroso. Talvez porque o fim me apavore, e tenho medo de que o futuro nĂŁo seja tĂŁo bom se eu nĂŁo tiver vocĂȘ. Eu sei, nĂŁo precisa dizer, vocĂȘ jĂĄ esta indo embora e eu ainda continuo aqui querendo mais algumas partes dessa histĂłria que pra mim nunca deveria acabar, mas nĂŁo adianta lutar por algo sozinha quando na verdade vocĂȘ nunca quis me pertencer.
- Uma conversa sobre o passado com @permanecer
NĂłs moramos no mesmo bairro, sua casa fica algumas quadras antes da minha, sento-me na laje de casa todas as noites e observo vocĂȘ sentado na sua, dessa vez de cabeça baixa, o celular acesso ao seu lado da a impressĂŁo de que viu ao que nĂŁo gostou. VocĂȘ se levanta e começa a dar umas voltas no espaço, olha para o cĂ©u e por um instante percebo que estĂĄ chorando, Ah como eu queria estar com vocĂȘ, te abraçar nesse momento e dizer que seja o que for que aconteceu, tudo vai se resolver, se vocĂȘ soubesse como te quero, como o desejo em meus braços, como queria poder cuidar de vocĂȘ, comigo nunca faltaria carinho e vocĂȘ sabe disso mais de alguma forma nĂŁo quis estar comigo, eu sempre quis saber o que lhe impedia de estar comigo, porque vocĂȘ nunca me contou o que acontece com vocĂȘ? Poxa, tanto que eu te quis e vocĂȘ se afastou, qual era o seu medo? Eu nĂŁo queria nada do que era seu eu sĂł queria vocĂȘ, que mal havia nisso? Ă, talvez eu tenha te pressionado de mais, talvez eu tenha te sufocado com todo o meu amor, o mesmo que vocĂȘ dizia ser recĂproco mais que me abandonou na primeira chance, queria que vocĂȘ me dissesse o que aconteceu. Me levantei em silĂȘncio quando percebi que me avistara, fingi estar mexendo no celular, vocĂȘ se agaichou, pegou o celular e mandou uma mensagem, no mesmo instante chegou pra mim um "Oi" e nĂŁo consegui disfarçar o sorriso, olhei para a sua casa e vocĂȘ olhava para mim, parecia quase poĂ©tico o que acabara de acontecer, percebi que mesmo tendo se afastado vocĂȘ, ainda era vocĂȘ!
âAndressa Silva (apenas um esboço)
âAprendi a sofrer em silĂȘncio quando vi que ninguĂ©m queria me escutar.â
â CaoticamentemyÂ
Hoje Ă© dia de perguntar:
E entĂŁo Ă© Natal, e o que vocĂȘ fez?
Meu erro foi ter me afogado no seu universo e ter perdido o meu
âLamento, mas nĂŁo sou de despedidas, nĂŁo gosto de dar um tchau ou um adeus assim, da boca pra fora, prefiro um atĂ© logo, esses outros me parecem muito definitivos, sem volta, daqueles que se dizem pra quem nunca mais quer ver, ou pra quem jĂĄ foi e nĂŁo volta mais; e eu gosto disso, dessa possibilidade da volta, dessa falta de despedidas, dessa sinceridade das palavras.â
â Dom Casmurro.
Sei que sou idiota por insistir, mais promessa Ă© promessa
"Quem dera eu ter a sorte de te fazer feliz"
Recitei_
Ă© visĂvel minha inquietação, a minha confusĂŁo.Â
meus pĂ©s batendo no chĂŁo, o roer de unhas, o meu silĂȘncio.Â
meu piscar de olhos frenĂ©tico e, quando vocĂȘ pergunta se tĂĄ tudo bem, o meu sorriso genĂ©rico.
é um dia daqueles que nada estå bem mas ninguém precisa saber e eu prefiro sofrer só.
ela: vou te contar um segredo
ele: ok, estou pronto
ela: quanto mais eu penso em vocĂȘ mais eu fico com saudades
ele: (risos) vou te contar um segredo também
ela: ok, o que Ă©?
ele: vocĂȘ jĂĄ deveria ser minha namorada
Isabella Natliane.
â O medo nĂŁo Ă© uma boa desculpa!
â O medo Ă© a desculpa que todo mundo sempre dĂĄ!
Quem Ă© VocĂȘ Alasca?