Diário de Leitura: COMO SE LIVRAR DE UM VAMPIRO APAIXONADO
Início da leitura: 5 de dezembro de 2020
Autora: Beth Fantaskey
Páginas: 373
Nota: 3
“Jessica Packwood levava uma vida tranquila no interior da Pensilvânia e esperava ansiosamente pelo início do último ano escolar. Seus planos eram se formar e conseguir uma bolsa de estudos para a faculdade, ganhar a olimpíada de matemática e namorar seu colega Jake Zinn. Mas aí um novo aluno esquisitão (e muito gato) chamado Lucius Vladescu aparece do nada, dizendo que Jessica pertence à realeza vampírica e lhe foi prometida em casamento para selar a união entre os clãs mais poderosos dos vampiros. E de repente Jessica percebe que sua vida está prestes a virar de pernas para o ar.”
Pensamentos (SPOILERS):
Inicialmente, Jessica foi uma protagonista difícil de suportar. Irritante como toda adolescente no auge de seus quase 18 anos que acredita que é dona da razão. Felizmente, Jessica supera a fase de negação e passa a lidar de forma mais madura - ou quase - com seus problemas, principalmente os que envolvem o seu passado. Essa fase de aceitação dela sobre si e sobre sua história é a terceira melhor parte do livro.
A segunda melhor parte do livro é quando Jessica começa a sentir desejo por Lucius. Desejo esse que recebe toques de pimenta quando ela nota que Lucius agora, após inúmeras invertidas, passou a desejar OUTRA garota. E não qualquer garota, mas a incrivelmente popular, magra e loira “arqui-inimiga” de Jessica - não lembro o nome dela, é Faith alguma-coisa. É simplesmente hilário acompanhar a Jessica tendo que admitir que deseja sim o vampirão.
19/12/2020: A melhor parte em todo o livro está sendo a interação mais ativa e direta dos Anciãos com a trama. As partes políticas dos livros são sempre as minhas favoritas e nesse está sendo igual. O tio de Lucius é um nojento e, de acordo com as descrições de Jessica, ainda é feio. Quem merece? Por sorte, Jessica aparentemente encontrou um aliado entre os Anciãos.
20/12/2020: TERMINEI! Rapaz, terminou tão rápido. Em um instante estava acompanhando as consequências da vingança de Faith e no outro estava lendo sobre como Lucius matou Vasile. Acho que esse final foi meio corrido, viu, dona Beth? Estava com pressa, minha filha?
Opiniões gerais:
A escrita é leve e fácil de acompanhar, mas é meio boba em alguns momentos - porém, irei aceitar que isso foi uma forma de representar a personalidade ainda imatura de Jess;
O final foi muito corrido e superficial. Esperava um “combate” mais intenso entre Lucius e Jessica (Antanasia Dragomir) - e não me refiro a porrada. Esperava ver a princesa Dragomir se desenvolvendo mais como negociadora e estrategista. BUT, entendo já que não se trata de um livro de política, mas sim de romance teen;
Lucius é encantador mesmo, mas não senti aquele friozinho na barriga com ele do mesmo jeito que já senti por alguns outros personagens literários. Foi uma experiência diferente que não sei definir em palavras, mas boa (e exótica);
Já disse que Jessica é muito irritante no início? Mas melhora, juro;
Passei um bom tempo lendo o nome original da Jessica como Anastásia e não Antanasia;
Duvido muito que irei ler a sequência. Valeu a experiência, mas só um basta.
As primeiras semanas de aula na universidade podem ser umas das mais difíceis para alguns alunos: pessoas novas, professores novos e novas responsabilidades. E para algumas pessoas, como foi o meu caso, ainda entra o agravante da cidade nova. Muitas coisas, não é mesmo?
Então, como sobreviver?
Primeiro passo: Use roupas básicas nas duas primeiras semanas. Escolha uma camisa simples, calça velha e um sandália. Qualquer coisa que você não se importe de manchar com tinta ou ovo podre. E por que isso? O trote, meu amigo, ele pode ser duro ás vezes (com suas roupas).
Mas é importante ressaltar que algumas universidades proíbem tal prática ou realizam um trote solidário e mais alternativo, então pode ser que não ocorra e que suas roupas permaneçam inteiras. E mesmo que aconteça, lembre-se, se você não quiser, você não é obrigado a participar.
Segundo passo: Não mate aula. Em algumas universidades, nas duas primeiras semanas são realizadas recepções para calouros. De início, você vai pensar que é algo chato (e talvez seja mesmo). Porém, sempre terá alguma informação relevante sendo dada nesses eventos (e brindes). Além disso, é uma ótima chance para fazer amigos e conhecer os colegas de turma.
Terceiro passo: Não minimize a importância de uma disciplina. NUNCA. Sua grade curricular é montada por mestres e doutores da área, então acredite quando eu digo que eles sabem bem o que você precisa ou não estudar. Ao contrário da ementa da disciplina, essa sim é discutível e você pode conversar com o professor sobre a possibilidade de acrescentar um tema ou outro que você considere relevante.
Quarto passo: Saiba filtrar a opinião de veterano reprovado. É bem possível que na sua sala, principalmente na disciplina de Cálculo I, você encontre vários veteranos reprovados cheios de opinião para dar sobre um docente ou outro e suas disciplinas ministradas. Se possível, não ouça, principalmente se essa opinião for cheia de críticas negativas. Geralmente, isso é só ressentimento. Cuidado.
Quinto passo: Você se encontra no grupo de alunos que teve que mudar de cidade? Então, antes do primeiro dia, tente conhecer os horários dos coletivos e a linha que passa em frente ou próximo do seu campus. Acredite, isso vai fazer MUITA diferença na sua vida. Além disso, tente conseguir o quanto antes a meia passagem.
O segundo livro da trilogia Fúria Vermelha repete a maravilhosa escrita e narrativa do primeiro e já chega abalando corações pois logo no primeiro capítulo somos jogados em uma disputa interestelar entre Darrow e Golias, o filho mais velho da família Bellona e o assassino do filho favorito de Nero au Augustus. Mas, calma, não é nenhum acerto de contas — não exatamente, pelo menos — mas sim mais uma das "saudáveis" disputas que os Ouros promovem como técnica educacional. Nosso garoto Vermelho-Ouro conseguiu o patrocínio de Augustus para ingressar na Academia e, posteriormente, comandar sua própria frota. Porém, como vimos no resumo, nada ocorre como é esperado e o Ceifeiro é exposto ao ridículo — uma cortesia da matriarca Julia au Bellona.
ALIÁS, Filho Dourado serviu para comprovar o quanto a família Bellona é zé ruela. "Ain você matou meu filho" querida, era uma competição? Era matar ou morrer, então tava esperando o quê?!
Voltando... Graças a vergonha alheia que o ocorrido causa em Nero, Darrow leva um chute na bunda e fica a própria sorte. E nada dos Filhos de Ares. E, assim como Darrow, eu já tava ficando nervosa e pistola. Para piorar a minha ansiedade, eu já tinha lido alguns spoilers antes de começar a leitura, então meu coração já estava a mil esperando os piores acontecimentos possíveis – que eu, posteriormente, só descobri que aconteceriam no FIM do livro, então tive que aquietar o c*.
Então, sem a ajuda dos Filhos de Ares e sem o dinheiro e influência de Augustus, Darrow precisa lutar sozinho para manter a própria cabeça longe das mãos da mamãe Bellona. E a partir daí é dedo no c* e gritaria.
Pierce Brown consegue construir um ambiente contagiante e emocionante, ele consegue te conectar aos sentimentos e dores do protagonista de uma forma muito concreta e intensa.
A constellation is a group of stars that are considered to form imaginary outlines or meaningful patterns on the celestial sphere, typically representing animals, mythological people or gods, mythological creatures, or manufactured devices. The 88 modern constellations are formally defined regions of the sky together covering the entire celestial sphere.
Origins for the earliest constellations likely goes back to prehistory, whose now unknown creators collectively used them to related important stories of either their beliefs, experiences, creation or mythology. As such, different cultures and countries often adopted their own set of constellations outlines, some that persisted into the early 20th Century. Adoption of numerous constellations have significantly changed throughout the centuries. Many have varied in size or shape, while some became popular then dropped into obscurity. Others were traditionally used only by various cultures or single nations.
The Western-traditional constellations are the forty-eight Greek classical patterns, as stated in both Aratus’s work Phenomena or Ptolemy’s Almagest — though their existence probably predates these constellation names by several centuries. Newer constellations in the far southern sky were added much later during the 15th to mid-18th century, when European explorers began travelling to the southern hemisphere. Twelve important constellations are assigned to the zodiac, where the Sun, Moon, and planets all follow the ecliptic. The origins of the zodiac probably date back into prehistory, whose astrological divisions became prominent around 400BCE within Babylonian or Chaldean astronomy.
In 1928, the International Astronomical Union (IAU) ratified and recognized 88 modern constellations, with contiguous boundaries defined by right ascension and declination. Therefore, any given point in a celestial coordinate system lies in one of the modern constellations. Some astronomical naming systems give the constellation where a given celestial object is found along with a designation in order to convey an approximate idea of its location in the sky. e.g. The Flamsteed designation for bright stars consists of a number and the genitive form of the constellation name.
São pedaços de gente
Que fica nos outros
São pedaços dos outros
Que passam a fazer parte da gente.
São carinhos na alma
São remédio para solidão
Compasso para o coração
É a letra da canção
Som que alimenta
E faz de um instante eloquente
Durar para sempre!