Se alguém quiser me dar um NxN de Ever After High eu não vou reclamar hein sjdhdhdj
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Se alguém quiser me dar um NxN de Ever After High eu não vou reclamar hein sjdhdhdj
--- Não vai fazer um pedido? --- Sentada na borda da fonte de Balbina D’Arcelis, Electra observava a garota. Tinha o cenho franzido e a cabeça sutilmente maneada para o lado, curiosa.
— Eu tinha lido um pouco sobre, nada muito expansivo, quando estava procurando as influências latinas e americanas daqui. Sinta-se a vontade para isso.
Que ideia?
Estava rondando o território antes de se mudar de vez? Sempre me perguntei o que te levou a se transferir pra Beauxbatons. E eu estava pensando... --- Electra deu um passo na direção de Santa, aproximando seus corpos. --- O que acha de dar ao espertinho algo realmente interessante para olhar? --- Olhou de relance para o rapaz que as encarava, depois de volta à menina. Uma mão foi à sua cintura com delicadeza enquanto observava atentamente os olhos à sua frente.
— Por que você está me olhando assim? Eu não vou te comprar isso só porque você está me olhando pra mim igualzinho ano passado quando eu tinha confessado meu undying love pra você.
@elxctrx
“Mas eu estou te olhando normal, Icarus.” A voz era suave e inocente. Electra, porém, tinha sim um olhar penetrante direcionado ao D’Orleans; embora não estivesse fazendo uso de seu charme mágico. Icarus era adorável, sempre fora. Encantava à Pasdepitié como conseguia entrar na cabeça dele sem nem precisar se esforçar, e por isso gostava de tê-lo sempre por perto -- fosse pelo amansar de seu ego ou pelos galeões que o rapaz tão certamente possuía na carteira. “Não concorda que esses brincos ficariam lindos nas minhas orelhas?” Ergueu uma sobrancelha ao passo que trazia o par para próximo do rosto, sustentando-os um de cada lado. Um sorriso de canto foi surgindo de modo travesso. “Mas, bom... não precisa comprar se não achar.” Direcionou então os olhos ao chão, falsamente ofendida.
— E fica melhor que isso? Vamos, me diz que vai ter fogos de artifícios. Qualquer dia, babe, a fantasia está pronta e só esperando ser usada.
— Provavelmente nós duas, se eu estivesse no lugar dele, faria o mesmo.
Fogos de artifício? Hm... não exatamente, mas a parada vai finalizar na fonte da Balbina e o show de feitiços luminosos que fazem lá é um espetáculo. Não sei se conhece a história, foi uma bruxa que morreu na fogueira e blá blá blá -- nada exatamente novo ou extraordinário. Qualquer dia? Okay. Vou tomar isso como uma dívida.
Ah, é? Mas que espertinho. Tive uma ideia. Só... relaxa, tá legal? Confia em mim.
“Uh-uh-uh, chega pra lá que eu falei seríssimo: distância mínima de dois metros até você tirar essa fantasia horrorosa de peixe.”
Yvette se mantinha estática enquanto a outra lhe passava batom, o que estava sendo uma tarefa um tanto complicada. A natureza do relacionamento das duas a fazia querer puxa-la pela cintura sempre que estavam perto. Mas não podia. Tinham muitas pessoas envolta para fazer o que realmente queria, então apenas lutou para segurar seus impulsos. - Eu sempre pareço uma mocinha, mon amour. - falou balançando a cabeça por um segundo, logo aparecendo um sorriso de canto e passando a encará-la diretamente nos olhos, ato que só se fazia possível por conta dos 15cm de salto em seus pés. - Não morde o pincel assim. - disse alcançando sua mão e puxando gentilmente o pincel para longe. - Essa sua cara me dá… idéias.
--- Cherie... --- Electra começou, alargando o sorriso. Deixou que a mão fosse afastada sem quebrar o contato visual, estreitando minimamente os olhos. --- Se tem uma coisa que você não faz... --- A palma livre encontrou seu caminho até a cintura da Binoche, imprimindo ali uma pressão leve com o polegar. Inclinou então a cabeça lentamente até o ouvido dela, sussurrando em tom lascivo. --- É me dizer o que fazer. --- Dito isso, voltou à posição inicial, mordendo o pincel mais uma vez em provocação. De fato, odiava que lhe dessem ordens; seu sangue temperamental de meio-veela não permitia tais atitudes sem que sentisse a necessidade de algum tipo de retaliação. Ali, porém, não havia raiva em suas palavras; mas uma mistura de malícia e alerta. Soltou a ferramenta e a largou sobre a mesinha, aproximando-se novamente para brincar com algumas mechas de cabelo. --- Além do mais, sabe que suas ideias são sempre bem vindas.
“Sweet Obe, o que faz tão sozinho? Se perdeu dos outros petits cochons?” Os dígitos de Electra deslizaram de um lado para o outro sobre os ombros de Oberon ao se aproximar por trás, logo dando a volta para que ficassem frente a frente. “Estão sempre tão juntos... se não os conhecesse melhor, diria que escondem alguma coisa.” Fixou os olhos nas orbes alheias, formando nos lábios um sorriso malicioso de canto que não durou cinco segundos; rapidamente convertendo-o num largo e animado, no qual praticamente todos os dentes branquinhos ficavam à mostra. “Estou brincando. Quer ir comer algo?”
“Antes que fale qualquer coisa: Na-na-ni-na-não, nada de loja de artigos esportivos. Acho até que estão fechadas, obrigada Balbina D’Arcelis que morreu na fogueira por esse feriado maravilhoso. Vamos relaxar, comer umas besteiras e quem sabe até te arranjar um parzinho. I mean, serioulsy, quando foi última vez que você beijou na boca?”
“Eu estava brincando, não precisava ter feito isso de verdade. Acho que às vezes esse lance de veela sai um pouquinho do controle.” Juntando o indicador e o polegar até que quase se encostassem, Electra estreitou os olhos e fez um biquinho. Na face, falso arrependimento mascarava a diversão que era ver o efeito de seu encanto posto em prática.
Com um pincel, Electra passava batom nos lábios de Yvette. Estava concentrada no ato, mas os olhos escapavam para as íris azuladas à sua frente com tanta frequência que já considerava inútil tentar disfarçar. Um sorrisinho de canto pintou o rosto ao finalizar, afastando-se centímetros para analisar a obra em sua completude. “Até parece uma mocinha agora.” A gozação usual estava expressa no tom de voz. Maneou a cabeça para o lado, mordendo com delicadeza a ponta oposta do pincel.
“Va-va-vamos, não é tão ruim assim.” Electra a olhava com interesse, o queixo apoiado nas costas da mão enquanto o cotovelo jazia sobre a mesa da taverna. Havia encantado o bartender com o charme de veela em troca de algumas bebidas, uma vez que nenhuma das duas possuía idade o suficiente para estar ali. Agora, esperava Sofia tomar coragem para virar o copo.
— Ding dong, the bitch is dead. — Thor cantarolava junto com um dos quadros, que representava vários bruxos queimando uma trouxa como vingança pela Inquisição. Ele não tinha muita certeza de como o quadro ainda estava ali, já que parecia ser meio violento aos olhos dos nascidos-trouxa, mas o rancor de terem sofrido um genocídio enorme na mãos dos trouxas era maior. — O Halloween está aqui batendo na porta, e a única coisa que eu ganhei foram vários ataques do coração consecutivos. Quando chega a parte em que eu ganho doces e coisas pra matar a larica?
Electra olhava o quadro com atenção, distraída enquanto mantinha nos lábios a sombra de um sorriso. Não era pelo fogo ou pelo sangue trouxa que ardia na pintura -- longe dela nutrir sentimentos puristas quando era mestiça em essência --, mas pela morte. Pensava na dor e imaginava a agonia que o ser sentia, e aquilo estranhamente a interessava como poucas coisas o faziam. Ouvir a voz do Magnussen a despertou um pouco dos devaneios, de forma que o encarou com certo espanto. ---- E aí você decidiu se vingar? Que feio. ---- Chacoalhou a cabeça em negativa, como se estivesse decepcionada. Os lábios, contudo, abriram-se em animação. --- Estou indo pra Bonnabri agora, se quiser me acompanhar. Garanto que lá sua larica será perfeitamente sanada. ---- O indicador avançou até o nariz de Thor, dando uma batidinha em sua ponta. ---- O que me diz?
Curta para um starter de halloween!
Não era sua rotina comum de aniversários. Normalmente, antes do acidente, todo dia 31 de outubro era dia e noite de festa para Nikolina. As comemorações do Halloween somado ao seu aniversário nunca a permitiam ficar muito tempo dentro de casa ou longe de uma festa. Mas depois do acidente, essa aparecia a nova rotina. Não era ruim, entretanto. Depois de desligar a ligação com seu pai, Nikolina abriu uma garrafa de vinho e jogou-se no sofá do dormitório que lhe era designado na escola. Tinha acabado de começar a beber quando ouviu uma batida á sua porta. “Hey… Não tem nenhuma comemoração de Halloween para ir hoje?” perguntou ao abrir a porta.
“Sim, eu tenho. E você também, pelo que estou lembrada.” Electra encostou a lateral da cabeça na parede que limitava o vão da porta agora aberta, pondo nos lábios um sorriso curto enquanto erguia uma das sobrancelhas. Fizera suas pesquisas, assim como com tudo o que lhe interessava, e tomara conhecimento de certos detalhes sobre a vida da professora estrangeira. Não fora muito difícil, na verdade; principalmente após descobrir que era famosa. Electra nunca havia sido muito fã de quadribol, sequer sentia diversão em assistir os jogos -- que infelizmente vinham se tornando cada vez mais seguros ao longo dos semestres, tirando ao seu ver o único prazer --, mas Nikolina tivera uma inegável carreira de sucesso até se acidentar. Depois daquilo, a internet tratou de a entregar de bandeja todas as outras informações pessoais, incluindo seu aniversário. “Bom... todos nós temos, na verdade. Qual é, não vai dizer que vai passar o dia enfurnada aí quando todos estão lá em Bonnabri balançando o esqueleto na Fête des Morts?” Perguntou com seriedade, mas a expressão suavizou segundos depois. “Balançando o esqueleto, entendeu?” As sobrancelhas ergueram e caíram repetidamente enquanto sorria com animação.