FEAR THE QUEER - THE PARTY || MEMORIES #2

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FEAR THE QUEER - THE PARTY || MEMORIES #2
Claire já tinha conversado com uma metade, faltava a outra. Por isso, procurava por @staffsupreme pela escola. Não conseguiu evitar um sorriso estampar toda a sua face, quando o encontrou tirando um cochilo em uma das poltronas do Salão Ônix. Finalmente chegara o momento da sua vingança e o melhor de tudo é que aquilo seria fácil demais. Soltou uma risada baixa, se aproximando lentamente do amigo. Precisava dele dormindo para o que pretendia fazer. Pegou sua varinha e apontou para o rosto alheio, murmurando o feitiço. Logo começou a ver um bigode longo começando a crescer em Staffan. Na opinião de Claire, o mais legal daquele feitiço era que não saía como uma barba normal. Enquanto o seu cabelo azul permanecera daquela maneira apenas por dois dias, o bigode ficaria ali por uma semana.
Guardou a varinha novamente e apenas o cutucou para que acordasse de uma vez. Fingiria inocência até que ele se olhasse no espelho. Estava ansiosa para ver a reação. Assim que percebeu o amigo abrindo os olhos abriu um sorriso. “Eai? Estava tendo bons sonhos?” Questionou soltando um riso fraco. “Aposto que era com a morena de olhos claros do 8º ano...” Provocou abrindo um sorriso de canto. “Falando nisso, fiquei sabendo que você foi um lerdo e não a beijou hoje.”
"You look like a penguin. Penguins are soooo cute!"
- Um pinguim? - Ela começou a dar risada. Sabia que o menino só falava isso por estar bêbado, mas continuava sendo engraçado. - Eu sempre achei que eu parecia mais um golfinho, olha. - Fez uma careta, tentando imitar o animal. - E você parece… Um cachorrinho. É, eu acho que já vi algum cachorro com o seu rosto.
“Chegou a hora da sua segunda lição. Apenas observe.” Disse para o amigo, dando uma piscadela, antes de estender sua varinha e apontá-la para o chão discretamente. Andava pelo corredor sem deixar de olhar para frente, e fingia estar conversando animadamente com Staffan. Esperou pelo monitor que menos gostava se aproximar para murmurar em tom de voz baixo o feitiço que faria com que uma mistura gordurosa se espalhasse pelo chão. Quando o rapaz passou pelo local distraído escorregou e caiu como Lamartine havia planejado. Segurou as risadas, e continuou a andar como se nada tivesse acontecido. Pouco se importou ao sentir os olhos furiosos do monitor. Virou para o corredor seguinte e começou a gargalhar alto. “Essa foi a melhor cena da semana! Agora é a sua vez.”
@staffsupreme
✿: your muse asks my muse to dance with them or vice versa
“Vem Staff... Por favor?” Juntou uma mão na outra, esperando convencer o irlandês a dançar aquela música com ela. Abriu um sorriso largo com a afirmativa e o puxou pela mão até que estivessem no meio da pista. “Vai ver que será divertido.” Garantiu colocando uma as mãos ao redor do pescoço alheio e começando a se movimentar no ritmo da música. “Isso! Está indo bem!” Riu levemente, estendo o braço para que ele pudesse girá-la. “Não sei porque toda aquela enrolação.”
sinister kid: meu muse ouvir de alguém para não se envolver com o seu muse pois vai se machucar, ou vice versa
Você não deveria se envolver com ele. Não acreditava que realmente tinha ouvido aquilo dela. Estivera a tarde toda sentado na grama com um livro na mão e, com as provas chegando, seu tempo tinha ficado mais curto e os assuntos, multiplicados. Foi quando ela chegou, puxando um assunto aleatório que --- de forma calculada, acreditava --- levou a comentar o fato de tê-los visto de mãos dadas ao saírem da cafeteria uns dias antes. Vince ficou sem saber o que dizer por alguns instantes, pois como poderia responder algo como aquilo? Nem “foi apenas porque eu não sabia o caminho” parecia crível o suficiente para usar como argumento. E o que aconteceu em seguida também não ajudava muito.
Vince ainda pensava sobre o isso quando caminhava de volta ao seu dormitório. Ele não é uma pessoa que você queira ter por perto. Ele quebra corações de forma impiedosa. A desculpa tinha sido que o próprio Vincent era bom demais para se arriscar a algo assim, mas... ele queria? Tinha afirmado que não, mas algo na sua mente lutava em pensar que talvez arriscar não fosse assim tão mal. Lembrava-se vividamente o que tinha acontecido e sabia que queria novamente. Causava-lhe certo estranhamento, pois sempre fora alguém conhecido por tomar as decisões mais corretas e bem pensadas; mas não naquela instância. Sua lógica não estava funcionando muito bem. “Ah, foda-se” falou para ninguém em particular, enquanto matinha seu caminhar, tentando, inutilmente, esquecer aqueles pensamentos de que, talvez, estivesse se metendo em uma bela enrascada.
“Eu estava brincando, não precisava ter feito isso de verdade. Acho que às vezes esse lance de veela sai um pouquinho do controle.” Juntando o indicador e o polegar até que quase se encostassem, Electra estreitou os olhos e fez um biquinho. Na face, falso arrependimento mascarava a diversão que era ver o efeito de seu encanto posto em prática.
Talk about the thing you are most proud of.
“Tricky question” falou, dando-se tempo para que conseguisse pensar em algo. Forçou-se, voltou no tempo para desde quando era pequeno e ainda morava na casa dos vizinhos. Tentou-se lembrar de quando sua mãe ainda vivia com ele e de todos os anos que tinha passado na rua. Lembrou das coisas que precisou fazer e de como tinha reagido ao receber a carta de Beauxbatons. Pensou em como tinha sido todos os anos de busca e de nenhum descoberta e tudo o que tinha conquistado na escola de bruxaria, tanto como pessoa ou bruxo. Mas quanto mais tentava pensar nessas coisas era como se sua mente ficasse branca e nada viesse à mente. Apenas coisas que ainda queria era que vinham a tona. “Nada. Se eu pudesse escolher uma coisa pela qual me orgulho minha resposta seria: nada. Acho que essa é a resposta mais verdadeira que eu poderia lhe dar. Desculpe desapontá-lo.”