Eu sou meio todo mundo. O engraçado, o chato, o romântico, o amigo e o solitário. No fim do dia não sei qual deles eu sou e o sentimento de ser ninguém me invade. Eu choro.
Caio Augusto Leite. (via reformula-da)

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Eu sou meio todo mundo. O engraçado, o chato, o romântico, o amigo e o solitário. No fim do dia não sei qual deles eu sou e o sentimento de ser ninguém me invade. Eu choro.
Caio Augusto Leite. (via reformula-da)
perdoar, sobretudo, a ti mesmo.
“Mas a gente espera, lá no fundo, perdido, soterrado e cansado, que a vida compense de alguma maneira.”
— Tati Bernardi.
você é uma pessoa, não uma guerra.
não tente se combater.
“Não deixe o mundo ferrar você.”
— The Walking Dead.
Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser.
Clarice Lispector. (via inverbos)
Chorei três horas, depois dormi. Parece incrível ainda estar vivo quando já não se acredita em mais nada. Olhar, quando já não se acredita no que se vê. E não sentir dor nem medo porque atingiram seu limite. E não ter nada além deste amplo vazio que poderei preencher como quiser ou deixá-lo assim, sozinho em si mesmo, completo, total.
Caio Fernando Abreu. (via inverbos)
Quanto mais você se define, menos livre você é.
Elisa Bartlett. (via inverbos)
Tenho um bocado de coisas pra aprender, meu coração ainda é criança. Sofro por coisas bobas, me preocupo com o que ninguém vê. O invisível sempre me interessou demais. Aquilo que a gente não consegue tocar, mas que consegue sentir profundamente. E eu sinto tanto, tanto. Me confundo no meio de tantos sentimentos bons, contraditórios, sem nome, sem nexo. Nem sempre sentir esclarece as coisas, não. Muitas vezes o sentir só atrapalha tudo e deixa a gente ainda mais enrolado. Mas que graça a vida teria se não fossem esses gostinhos doces e salgados, alternando, se misturando, lutando entre si? Nenhuma. Por isso, aceito resignada o que me foi destinado. Nasci pra andar sempre de mãos dadas com a minha liberdade e com o amor que me move e me faz sentir cada coisa de forma arrebatadora. E vou viver assim até o último dia da minha vida.
Clarissa Corrêa. (via inverbos)
“E se eu morresse agora? Eu não andaria mais pelas ruas da cidade, não pegaria mais aqueles ônibus e não sorriria para alguns estranhos simpáticos. Eu não atenderia os telefonemas dos meus pais, nem responderia as mensagens de texto dos meus amigos. Eu não iria mais encontrar com as pessoas com quem estudo, não tiraria mais dúvidas com os professores e não sairia para comer na loja de conveniência que fica perto do meu prédio. Ninguém jamais voltaria a ouvir uma só palavra minha, e as músicas que tocarão nas rádios causariam angustia para quem já as ouviu de mim. Ninguém voltaria a presenciar meus ataques de risos espontâneos, e o som da minha gargalhada se calaria para sempre. Nunca mais poderia eu reclamar da vida, do que me falta e do que me faz mal. Alguém de repente passaria a apreciar os meus surtos? Irá alguém dizer que preferiria mil vezes me ouvir reclamar a presenciar o barulho do meu silêncio? Depois de uma semana, quando passarem em frente a minha casa, lembrarão que foi ali que vivi? Lembrarão de mim?”
— Casebre
“Não era o meu dia. Minha semana. Meu mês. Meu ano. Minha vida. Caramba.”
— Charles Bukowski
“Depois eu lembrei que todo mundo passa mas ninguém fica e tive vontade de chorar o choro mais longo e pesado do mundo.”
— Tati Bernardi.