"Você amadurece quando em vez de ficar zangado, você simplesmente se afasta para viver em paz. "
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@fabio9031paz
"Você amadurece quando em vez de ficar zangado, você simplesmente se afasta para viver em paz. "
eu espero que tenha encontrado seu sorriso,
que tenha falado mais,
e que tenha se permitido.
você foi de longe uma das melhores pessoa que conheci, e que tive o prazer de chamar de amiga, amor,
de sonho.
eu espero que nada do que houve te apague,
que nada te faça chorar,
e que nada te impeça de ser a pessoa que você sabe ser…
sentir sua falta? Eu sempre irei.
mas quero que seja feliz,
e que nunca pare de sonhar
com tudo o que te faz bem.
eu continuo amando você.
Quer mandar uma carta para alguém especial?
Eu escrevo cartas e envio para sua pessoa via WhatsApp.
Me chama no link da Bio @escritasdofranklin e faça o seu pedido ❤️
Pedi uma mudança para Deus na minha vida, e ele me ensinou a ficar longe de muitas pessoas. 🫂
"Enquanto todos estavam dando desculpas, alguém decidiu te ajudar. Isso nunca se esquece. ” 👑 🦾
COMO O HOMEM LIDA COM O MAL DENTRO DE SI
Há uma pergunta que a maioria dos homens evita formular com clareza, e não é por falta de palavras, palavras nunca faltaram ao homem, esse animal que nomeia tudo menos a si mesmo. É porque suspeita, talvez corretamente, que a resposta exigiria uma honestidade da qual não se sente capaz, e que, uma vez pronunciada em silêncio, no fundo mais íntimo do peito, já não poderia ser desfeita. A pergunta é esta: o que fazemos com o mal que encontramos dentro de nós?
Não o mal abstrato dos tratados filosóficos, não o mal histórico das guerras e das câmaras de tortura que atribuímos, com tanta comodidade, a monstros convenientemente distantes, aqueles seres que nunca dormem na mesma cama que nós, que nunca olham pelo mesmo espelho. Falo do mal íntimo, cotidiano, quase terno em sua familiaridade. A inveja que sentimos diante da felicidade alheia e que nos queima como brasa escondida sob cinza. O prazer secreto, ah, como nos envergonha admiti-lo!, diante do fracasso de alguém a quem dizemos estimar. A crueldade que se aninha em palavras cuidadosamente escolhidas para ferir sem deixar marca visível. A satisfação obscura de humilhar um semelhante sob o disfarce nobre da justiça. O ressentimento que sobrevive décadas, que atravessa inverno atrás de inverno sem perder uma grama de sua virulência. A capacidade de desejar, com uma fome que nos assusta, a destruição daquilo que nos ameaça simplesmente por existir.
O primeiro movimento do homem diante desse mal é a negação.
Mas não uma negação ingênua, não, o homem não é tão simples. É uma negação sofisticada, elaborada, quase artisticamente construída. Porque reconhecer o mal exigiria uma revisão demasiado dolorosa de tudo aquilo que acreditamos ser. E o homem, esse ser que suporta a fome, a doença, a perda dos que ama, não suporta a revisão da própria imagem. A consciência humana é uma narradora prodigiosa: ela nunca coloca o seu protagonista no papel do vilão. Por mais mesquinho que seja o ato, por mais torpe que seja o desejo, ela encontra sempre um ângulo favorável, uma luz que recompõe o rosto. Quase ninguém, eu digo quase ninguém, mas suspeito que a exceção seja raríssima, se vê como o culpado da própria história.
O orgulho é um advogado brilhante.
Ele nunca nega completamente os fatos, isso seria arriscado demais, pois os fatos teimam em persistir. Faz algo muito mais refinado, muito mais perigoso: reorganiza-os. Com uma destreza que faria inveja a qualquer sofista, transforma a inveja em senso de justiça, a covardia em prudência, a vingança em defesa da dignidade, o egoísmo em amor-próprio, a arrogância em confiança, a crueldade em sinceridade. Assim o homem não elimina o mal que vive dentro dele. Apenas lhe troca o nome, e acredita, com uma fé que nenhuma religião conseguiu produzir em proporção equivalente, que o nome novo é o verdadeiro.
É por isso que os indivíduos mais perigosos raramente são aqueles que se reconhecem imperfeitos. Quem admite sua escuridão ainda pode combatê-la: há nesse reconhecimento uma centelha de consciência que pode, às vezes, salvar. O verdadeiramente perigoso é o homem convencido de sua própria pureza moral. Esse não tem limites, porque para ele não existem limites, apenas a vontade de Deus, a necessidade histórica, o bem da humanidade, qualquer abstração grandiosa que absolva o concreto horror que pratica.
A história humana fornece provas suficientemente atrozes disso.
As maiores abominações não foram cometidas por pessoas que se consideravam perversas. Foram cometidas por pessoas que se julgavam servas do bem. O carrasco acredita possuir uma justificativa moral. A perseguição nasce da certeza de corrigir um erro. O extermínio se apresenta como higiene. O mal raramente aparece vestido como mal, ele tem mais gosto, mais estilo do que isso. Prefere vestir-se como virtude, como dever, como amor à pátria, como fidelidade a Deus. E a multidão aplaude.
Mas existe um segundo caminho.
Há homens, poucos, é verdade, e nenhum deles absolutamente tranquilo, que não negam a existência do mal dentro de si. Fazem algo diferente, algo que requer uma coragem de espécie totalmente diversa daquela que nos ensinam a admirar: contemplam o mal. Desenvolvem uma estranha e perturbadora familiaridade com suas próprias sombras. Reconhecem em si a capacidade de odiar com requinte, de mentir com elegância, de manipular com ternura, de destruir com sorriso gentil. Não porque queiram fazê-lo, ou quem sabe, às vezes, também porque querem, e isso é o que mais os apavora, mas porque compreendem que poderiam.
Esta consciência é dolorosa como uma ferida que recusa cicatrizar.
Ela dissolve a confortável fronteira entre os bons e os maus, entre os inocentes e os culpados, entre os monstros que a história registra e as pessoas comuns que vão ao mercado, que beijam os filhos antes de dormir, que choram diante de um pôr do sol. Subitamente compreendemos, e é uma compreensão que dói como epifania, não como consolo, que a fronteira entre o santo e o criminoso não atravessa geografias, religiões ou classes sociais. Atravessa cada ser humano individualmente, corta pelo meio cada coração, divide cada alma em territórios que disputam entre si sem nunca alcançar armistício definitivo.
O mesmo coração capaz de uma compaixão que estarreceria os anjos contém a possibilidade de uma crueldade que os faria recuar. A mesma inteligência que produz beleza pode, com os mesmos instrumentos, fabricar destruição. A mesma mão que embala uma criança pode, numa noite diferente, ferir um semelhante.
Reconhecer isso não conduz necessariamente ao desespero, embora conduza, antes de tudo, a uma espécie de vertigem. Pode conduzir, depois, à humildade. Não à humildade decorativa que se exibe em gestos piedosos, mas à humildade real, áspera, que não tem nada de agradável: a humildade daquele que sabe que não é melhor do que os outros, apenas diferentemente tentado.
Porque a verdadeira maturidade moral talvez não consista em acreditar na própria bondade, isso é ingenuidade, quando não é hipocrisia. Consiste em desconfiar dela. Não no sentido patológico da culpa permanente, que é um luxo narcísico disfarçado de autoconhecimento. Consiste na lucidez vigilante de quem sabe que a virtude não é um estado natural, uma herança recebida ao nascer. É uma escolha que precisa ser feita de novo a cada manhã, às vezes a cada hora. É uma disciplina tão exigente quanto qualquer arte, e como toda arte, admite recaídas, retrocessos, dias em que a obra fica feia.
O homem não nasce bom.
Também não nasce mau.
Nasce capaz, capaz de ambas as direções, e nenhuma delas está tão longe da outra quanto gostaríamos de imaginar.
É precisamente esta capacidade que torna a existência tão inquietante, tão impossível de reduzir a um sistema tranquilizador. Cada decisão contém uma escolha silenciosa entre aquilo que nos aproxima da humanidade e aquilo que nos afasta dela. Nenhuma escolha é definitiva, nem as boas nos salvam para sempre, nem as más nos condenam para sempre, embora algumas nos deixem tão longe do que éramos que o retorno pareça não mais possível. Nenhuma vitória é permanente. O combate não termina enquanto há vida.
Talvez esta seja a verdade mais difícil de engolir: o mal nunca desaparece completamente. Ele permanece. Permanece como possibilidade que aguarda o momento certo, a fadiga certa, a humilhação certa. Permanece como tentação que conhece os nossos pontos fracos melhor do que nós mesmos os conhecemos. Permanece como sombra que nos acompanha com uma fidelidade que envergonha algumas amizades.
A questão não é, portanto, como expulsá-lo, isso seria ingenuidade ou demência. A questão é como impedir que ele ocupe o trono.
Os antigos acreditavam que o heroísmo consistia em derrotar dragões que habitavam montanhas e guardavam tesouros. A experiência humana, aquela acumulada não nos livros, mas nas noites insones, nas humilhações engolidas, nos momentos em que nos vimos capazes do que nunca pensáramos, sugere algo diferente. O dragão mais persistente não mora nas montanhas. Mora no interior da consciência, conhece o seu nome, conhece a voz da sua mãe, conhece tudo aquilo que você mais deseja e tudo aquilo que mais teme perder.
E o combate mais importante não é travado contra os inimigos que o mundo nos apresenta com tanta generosidade. É travado contra aquela parte de nós que deseja dominar, humilhar, possuir, destruir, ou simplesmente, e talvez esta seja a forma mais comum, colocar o próprio interesse acima de toda consideração moral com a elegância de quem está apenas sendo razoável.
O homem lida com o mal dentro de si de muitas maneiras.
Alguns o negam com uma energia que seria admirável se aplicada a outro propósito. Alguns o justificam com uma sofisticação que quase convence. Alguns o projetam nos outros com tal eficiência que a projeção parece percepção. Alguns sucumbem a ele sem resistência aparente, ou com uma resistência que serve mais para absolvê-los do que para contê-lo.
Mas os mais sábios, e são poucos, e nenhum deles está completamente em paz, fazem algo infinitamente mais difícil do que qualquer uma dessas estratégias. Olham para o mal dentro de si. Olham com os olhos abertos, sem o conforto das névoas que a autocondescendência oferece tão prontamente. Reconhecem-no pelo nome verdadeiro, não pelo nome que lhe deram para torná-lo suportável. E, apesar dele, e apesar do cansaço de combatê-lo, e apesar da tentação de simplesmente desistir e chamar a rendição de maturidade, escolhem não lhe obedecer.
Talvez seja esta a forma mais elevada de coragem moral, não a pureza, porque a pureza pertence aos mitos e às hagiografias, não aos seres que respiram e erram e voltam e erram de novo. Não a perfeição, porque a perfeição é atributo dos mortos ou dos que nunca foram suficientemente tentados. Mas a decisão diária, silenciosa, ingrata e quase invisível de permanecer humano apesar de tudo aquilo que, dentro de nós, insiste em não o ser, e que às vezes, no escuro, quase consegue.
Oliver Harden
as pessoas sempre dão um jeito quando realmente querem.
quem quer, atravessa cidade. atravessa rotina. atravessa orgulho. quem quer responde, procura, aparece, liga, lembra, faz questão. porque quando alguém é importante de verdade, o tempo deixa de ser desculpa e vira prioridade.
o problema é que pessoas intensas têm o péssimo hábito de tentar justificar ausência dos outros com excesso de compreensão. “talvez esteja ocupado”, “talvez esteja confuso”, “talvez esteja passando por uma fase difícil”. enquanto isso, vão se diminuindo aos poucos, aceitando migalhas emocionais e chamando isso de paciência.
mas a verdade dói simples: ninguém implora pelo que recebe naturalmente de quem ama.
e eu sei… às vezes a gente se humilha porque ama muito. porque acredita muito. porque vê potencial onde a outra pessoa só vê conveniência. mas chega uma hora em que o coração cansa de disputar espaço onde nunca foi prioridade.
porque amor recíproco não deixa dúvida o tempo inteiro.
não faz você sentir que pedir atenção é um favor.
não transforma carinho em competição contra a indiferença.
e talvez a maior maturidade emocional da vida seja parar de correr atrás de quem claramente não correria nem alguns passos por você.
porque quem quer estar, dá um jeito.
quem não quer… dá desculpa.
e aceitar isso salva mais corações do que insistir jamais salvou.
✍🏻
Diz o ditado "quem volta, não volta por amor, volta por fracasso..."
Tem gente que acha que a dor passa quando a pessoa vai embora.
Mas às vezes a pessoa vai embora… e leva o seu sono junto.
Você deita.
Fecha os olhos.
Vira para um lado.
Vira para o outro.
Mas a mente continua acordada.
Porque o corpo está na cama, mas o coração ainda está preso em conversas que nunca terminaram, em perguntas que nunca tiveram resposta e em lembranças que insistem em voltar.
E então chega aquele horário estranho.
4 da manhã.
Quando o silêncio fica mais alto.
Quando a saudade pesa mais.
Quando você começa a lembrar de tudo aquilo que passou o dia inteiro tentando esquecer.
É nesse momento que a gente entende que sobreviver não significa estar bem.
Significa apenas continuar respirando enquanto tenta juntar os pedaços.
Porque algumas pessoas não nos quebram de uma vez.
Elas vão nos desgastando aos poucos.
Até que um dia você percebe que está sentado na cama, olhando para o vazio, tentando entender como alguém que prometeu cuidar de você se tornou o motivo das suas madrugadas mais difíceis.
Mas existe uma coisa que ninguém te conta.
Essas noites não duram para sempre.
Um dia você vai olhar para o relógio e perceber que conseguiu dormir.
Depois vai perceber que passou horas sem pensar naquela pessoa.
Depois vai perceber que o nome dela já não aperta o peito como antes.
A cura chega devagar.
Tão devagar que você acha que ela nem está acontecendo.
Mas está.
Porque toda madrugada que você sobreviveu virou força.
Toda lágrima que caiu virou aprendizado.
E toda vez que você escolheu continuar, mesmo sem entender como, você estava salvando a si mesmo.
Talvez hoje sejam 4 da manhã.
Talvez o coração ainda esteja pesado.
Mas acredite:
Você não vai sentir isso para sempre.
E quando tudo isso passar, você vai perceber que não foi a dor que te definiu.
Foi a coragem de continuar mesmo quando ninguém via a batalha que você travava dentro de si.
✍️ @sobrevocemulher
❝Me perder nunca me assustou. Tem gente que vive tão agarrada a se encontrar, que acaba morrendo no mesmo lugar. Eu, por outro lado, continuo caminhando como quem deixa a porta aberta caso a alma precise fugir de si mesma. ❞
— Francisco J. Vai-te foder.
Você percebe que a relação acabou…
mas o ego ainda insiste em pedir mais uma chance,
mais uma mensagem,
mais um resto de atenção.
E é aí que muita gente se perde.
Não por amor.
Mas pelo medo de aceitar que não foi escolhida.
Tem gente que aceita migalhas só para não encarar o vazio da rejeição.
Vai se diminuindo aos poucos,
negociando silêncio, desprezo e ausência…
até esquecer o próprio valor.
O problema não é alguém desistir de você.
O problema é você desistir da sua dignidade para tentar convencer alguém a ficar.
POESIA EM PELE VIVA
Tem gente
que escreve sobre amor.
Eu escrevo sobre o efeito
que você causa em mim.
Porque tua presença
não passa despercebida.
Ela invade.
Invade meus pensamentos,
bagunça minhas palavras
e transforma qualquer verso simples
em desejo mal disfarçado.
E eu tento manter a calma…
mas tua lembrança provoca demais.
Teu olhar parece convite.
Teu sorriso acende coisas perigosas.
E teu jeito de existir
me deixa inteiro fora de controle.
Então escrevo.
Escrevo como quem toca sem as mãos.
Como quem percorre lentamente
cada detalhe imaginado da tua presença.
Misturando poesia e vontade
até não saber mais
onde termina o sentimento
e começa a tentação.
Porque algumas pessoas
não inspiram textos delicados.
Inspiram intensidade.
Daquelas que aceleram o peito,
travam a respiração
e deixam a mente perdida
em fantasias impossíveis de silenciar.
E talvez seja por isso
que toda vez que escrevo sobre você…
minha poesia pega fogo.
Poesia de Gilson Rodrigues
#Gilsonhos
#PoesiaSensual
#SlamPoético
#UniversoEmVerso
Reflexão
Às vezes, demoramos a perceber que certas presenças, ao invés de nos fortalecerem, apenas nos drenam e nos afastam de quem realmente somos. Por muito tempo, insistimos em manter relações por costume, por medo da solidão ou pela esperança de que as coisas mudassem, mesmo sentindo no peito que algo não estava bem.
Quando decidi me afastar de muita gente, foi como tirar um peso enorme das costas. No início, pareceu estranho e até solitário, mas logo percebi o quanto minha vida ganhou em paz, leveza e autenticidade. Hoje, olho para trás e vejo que o meu único arrependimento não foi a escolha de ir embora, mas sim o tempo que perdi mantendo ao meu lado pessoas que não somavam, não compreendiam e não valorizavam o que eu sou.
Crescer também é isso: aprender a selecionar quem caminha com você. Entender que qualidade importa muito mais do que quantidade, e que se afastar não é um ato de ingratidão ou maldade, mas sim um gesto de amor-próprio e de respeito com a própria caminhada. O tempo que passou serviu de aprendizado, mas a lição ficou clara: deveria ter feito isso muito antes.
Você já passou por uma situação parecida, em que se afastar de pessoas trouxe uma sensação de alívio que só gostaria de ter sentido mais cedo?
"Se não fosse para transgredir, Deus jamais daria o livre arbítrio ao homem."
FR+ Irmão Leigo
"O lugar mais escuro que já vi foi dentro de mim, e nada me assustou mais. ”
Amar não é só sentir — é escolher, todos os dias.
Escolher o que fica, o que vai, e principalmente… como você se trata.
A vida não começa quando algo muda lá fora.
Ela começa quando você decide enxergar valor no que já é seu.
E a verdade?
Já vale a pena agora. 🤍✨