
No title available
cherry valley forever

JBB: An Artblog!
Lint Roller? I Barely Know Her
No title available

titsay
$LAYYYTER
Show & Tell
No title available
Peter Solarz
I'd rather be in outer space 🛸
todays bird
Mike Driver
Xuebing Du

Janaina Medeiros

⁂
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
sheepfilms

★
Three Goblin Art

seen from United States
seen from United States
seen from Romania

seen from Netherlands

seen from Poland
seen from Latvia

seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States
seen from Iraq
seen from Netherlands

seen from United States

seen from United States
seen from Iraq
seen from Croatia
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
@fadigue
Eu queria que você entendesse
não pelas palavras
Mas pelos olhos que desprendem
em encantos pelos seus acasos.
Pelos dedos que já ganham vida própria
por querer teu toque.
Meu corpo inteiro fala que estacionou em ti
mesmo quando a boca não encontra palavras.
Nanda Marques.
Hoje me pesa os ossos
Hoje me cansa existir nessa pele.
A vida é só um sopro, isso aqui é só caos
e eu só queria descansar
de mim, de sentir.
Deus não me deixa perder a esperança
Hoje não era aqui que eu queria estar.
Nanda Marques.
(Source)
“Nenhum pássaro voa olhando pra suas asas.”
— Fabrício Carpinejar.
tudo que toco se esvai, se perde, vai embora.
c.
Eu só queria agradecer
Por você me olhar de verdade. Não com pressa como todos que passaram por aqui. Você me enxerga, me olha com paciência, como quem tem toda a calma do mundo para ouvir e desvendar tudo que eu tenho aqui. Mesmo que eu seja essa bússola quebrada, constantemente apontando para o sul, você não tem medo de se perder e continua aqui ao lado. Você fica, quando a moda é ir. E eu acho que amor tem muito haver com isso.
Nanda Marques
Eu acordei pensando em você.
“Cansei de chorar pelos olhos ou dedos agora eu choro pelo céu! então já sabe… se chover, sou eu.”
— Paris, 1992.
eu sou meu próprio precipício
Tenho sido um compilado de sentimentos sem definição alguma, por vezes acredito ser um oceano vasto repleto de segredos e naufrágios, mas basta que alguém chegue e eu perceba ser um rio de água doce. Tenho sido as calotas polares quando desabam sob o efeito do aquecimento global. Tenho sido as árvores em pleno outono, um instante efêmero diante da morte, mal me quer o tempo todo. Tenho sido aquele cd antigo empoleirado sob a estante em busca de mais poeira, mas consciente das melhores canções. Tenho sido alguém que não sou por necessitar me adaptar, encaro a solidão como uma possibilidade inexistente, onde estar sozinho seria finalizar um dia já terminado. Tenho sido um sonhador sem planos ao futuro destinar.
Tenho sido e nada sou.