chaebubba:
milkshake | @faillee
ainda que fosse bom para o ego a ideia de que caleb escolheria ficar em casa por si, hyendo prefere que seja aquele motivo mesmo - o dele não ter aula. não gostaria que o mais velho perdesse, já que voltaria para casa e estaria lá, de qualquer maneira. — oh, lucky you. — responde com o lábio crispado. queria estar à terminar também. o lado bom é que, quando terminasse, seria sua formatura. hyendo se faz no sofá também, mas ocupando menos espaço. uma perna, no entanto, ele coloca sobre caleb. — e quem disse que to falando de tu? teve um outro hyung na minha sala, ele confessou. — mente, uma vez que continuava falando do ruivo. quando rir, é pelo o que o mais velho diz. ele logo tenta fechar os lábios ao tomar do milkshake. Imaginar a cena não de caleb se masturbando, mas se tocando que teria que limpar tudo no final, é cômico, no minimo. — é grudento, né? meio ruim de limpar, bem sei. — confessa. depois, balança a cabeça. — a primeira coisa que vou fazer quando tu mandar algo para mim, vai ser te ignorar.— novamente, mente. hyendo tem um muitos gostos, muitos prazeres, e ter a sensação de perigo - de ser quase pego - é uma delas. definitivamente, alguém que aceitaria ter caleb sentado em seu colo no lugar mais remoto. — desesperado? ficou desesperado? tá tão ansioso assim, prince?
Sim, Caleb era de fato sortudo, já que aquela disciplina era uma das mais difíceis, e ele havia passado. Queria logo que Hyendo formasse, mais pelas cerimônias, já que queria acompanhar aquilo de perto, como um parente bobão. Tinha orgulho de Hyendo, de como ele era maduro e excelente em tudo que fazia, praticamente a salvação da casa. Houve toda aquela história, já sabendo da mentira, com um sorriso nos lábios, dando uma pequena bronca em Hyendo apenas afastando a perna para que a dele não tivesse mais onde se apoiar. Devorava o pequeno hambúrguer com rapidez, um hábito que havia aprendido com os coreanos — Yep. Já perdi as contas de quantas vezes tive que fazer isso na adolescência, e ainda continua sendo chato — riu, mesmo que estivesse falando sério — Se me ignorar fica sem beijo, e talvez até sem sexo — provoca — Eu não costumo ser tão ansioso, mas isso tá me matando, Do... Eu não sei porque eu não pedi pra hoje, shit. E eu sei que posso fazer sua cabeça pra me comer agora, mas aí não vai ser graça mais o presente de aniversário — fez beicinho, pegando já uma das ultimas batatinhas — Que horas vai acabar pra gente poder se agarrar nesse sofá? — riu, colocando agora a sua perna em cima da de Do, o pé estrategicamente posicionado na virilha do rapaz. O coração já batia um pouco mais rápido. Sentia falta dos beijos do rapaz, e agora, depois de tudo o que tinha acontecido, queria um pouco mais.

















