A garota parou de andar ao ouvir a voz do rapaz e se virou, soltando uma risada debochada brevemente "Não" disse dando de ombros e logo revirou os olhos "Me poupe, Malfoy"
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A garota parou de andar ao ouvir a voz do rapaz e se virou, soltando uma risada debochada brevemente "Não" disse dando de ombros e logo revirou os olhos "Me poupe, Malfoy"
second round pt. 2 || marlene & spencer
Assim que ele se levantou, indo em direção da janela, Marlene se levantou também, observando ele de costas, percebendo que não teria como conforta-lo naquele momento. As coisas há pouco tempo estavam tão calmas e tranquilas, e agora parecia que uma avalanche parecia ter passado pelo quarto, e o clima era quase sombrio. Ela podia ouvir as palavras dele serem repetidas, e isso a fez olhar pro chão. Sentia-se verdadeiramente triste por ele, era realmente difícil pra ela ver alguém com quem se importava daquele modo. Não fazia ideia do quão triste ele poderia estar se sentindo, mas uma breve noção era transmitida para o seu corpo, a cada palavra que ele falava em direção a janela, que fazia seu corpo todo se lamentar. Não queria que ele tivesse que passar por aquele tipo de coisas. Era difícil demais. Logo, o rapaz se voltou pra ela, agora com os olhos praticamente secos, mas claros. Muito claros. Ela sentiu ele se aproximar, ficando colado ao seu corpo, com os rostos juntos, ouvindo o que ele pedia. A loira respirou fundo. Como ela podia se colocar no meio de algo em família daquele jeito? E se a tia dele não achasse uma boa ideia ter uma estranha em um momento daqueles? E se ela a mandasse embora? Mas ao olhar dentro do azul dos olhos dele suas dúvidas sumiram. Ela tinha que estar lá por ele. Pois sabia que por mais que ele tentasse parecer e se mostrar forte, ele não devia estar. Ela segurou a mão dele, dando outro selinho em seus lábios e assentiu "É claro que eu vou com você. Vamos agora." disse se afastando dele e tirando a camiseta do rapaz que vestia, oferecendo ao mesmo e logo abrindo o próprio guarda roupa, vestindo um jeans escuro, com um suéter quente, também escuro, e logo vestiu coturnos surrados, olhando pra ele, assentindo pro mesmo
"Eu estava triste porque estava com inveja. Estava com inveja que você vai ter um relacionamento ótimo, e eu provavelmente nunca vou ter um." ela disse com um suspiro, negando com a cabeça e logo apertou ela em seus braços, se afastando em seguida "Eu te apoio, e espero que de tudo certo. Vou ajudar do jeito que conseguir" >
"Okay, okay, principe protegido, então vamos beber algo" disse rindo baixo se levantando, indo atrás dele, pegando a bebida quando ele lhe ofereceu "Obrigada" e logo ela ergueu o copo na direção do dele "Um brinde a... hm.."
A garota se aproximou dele, e por um momento seu coração bater mais rápido, e até seus olhos queimarem em lágrimas que marejaram o olhar dela, mas não escorreu nem uma gota "Eu... não acredito que é você, eu..." a tristeza e a raiva se misturavam "Se você soubesse o quanto eu quero te dar um tapa e te abraçar ao mesmo tempo"
Não, não sou professor de história. Sou professor de pintura na verdade. E aluno de história, no Instituto, é. Desculpe te decepcionar.
A garota franziu o cenho quando ao avistou mais pra frente alguém que ela conhecia. Alguém que não havia fazia séculos. Alguém que havia a abandonado tempos atrás. Ela se aproximou e franziu o cenho "B-Blake..."
second round pt. 2 || marlene & spencer
Marlene lhe limpou as lágrimas acumuladas e outras duas cairam de seu olho. Havia ficado um pouco difícil de respirar, enquanto ele ainda ouvia as palavras de sua mãe rondando a sua mente. Não era uma coisa fácil de se assimilar. Spencer fechou os olhos, respirando fundo. “Bàbà” Ele sussurrou ‘papai’ em chines, mas para si do que para ela. Seus olhos se levantaram, encontrando os de Marlene finalmente. Ele estava feliz que era ela que estava com ele nesse momento, e não Frank ou algum colega do Instituto. Spencer apertou o celular em uma das mãos, segurando o resto das lágrimas. “Era a minha mãe. Me disse que estava ligando a noite inteira, mas o fuso-horário…” Ele fungou. “E eu tinha desligado o celular porque estávamos em uma aventura”. Spencer soava como uma criança falando, mas ele não se importava. “Meu pai morreu, Marlene. O enterro foi ontem e eu não fui. Não consegui nem me despedir, Mars.” Essas últimas palavras sairam em sussurro, e ele achava que eram as mais difíceis que ele já falou em toda a sua vida. Era um tanto surreal, a situação toda, e o garoto estava um tanto entorpecido. Seu pai não estava doente, e não havia apresentado sinais de nada atualmente, em todos as conversas em vídeos que tiveram. Sua mãe lhe disse que havia sido um infarto, e Spencer simplesmente não entendia como isso poderia ter acontecido. “Eu não sei o que fazer” Ele já não chorava; estava em choque demais para isso, mas seus olhos sustentavam um olhar sem vida que não era normal dele.
Marlene mantinha os olhos nele, de maneira atenta, preocupada com o que acontecia com o rapaz. Ele estava tão pálido, uma lágrima ou outra escorrendo. Nunca havia imaginado ver o rapaz daquela maneira. E por mais que achasse interessante saber que ele tinha sim o lado mais sensível, ela estava preocupada com o que havia feito esse lado se despertar. Ouviu ele pronunciar alguma coisa em chinês, e isso a fez ficar ainda mais preocupada. Era algo que tinha a ver com sua família... o que poderia ser? Mas não demorou muito para que ele começasse a falar, dessa vez em inglês, para que ela compreendesse. Mas assim que ele falou, ela preferiu que ele não tivesse, já que não fazia a menor ideia do que fazer naquele momento. Ela abriu os lábios, na intenção de falar alguma coisa, mas simplesmente não conseguia. Seus olhos começaram a ficar molhados, e por mais que nem imaginasse a dor que ele estava sentindo, estava tocada por ver ele daquela maneira — a empatia de Marlene era forte demais, e ela sempre soubera disso. "Spence eu... eu nem sei o que dizer, eu..." ela segurou o ar por um momento, sem deixar de pensar por um momento que ela havia o levado pra sair e por causa dela ele havia desligado o celular. Ela abraçou o rapaz, com força, acolhendo ele em seus braços, tentando, de alguma maneira, conforta-lo, por mais que fosse impossível naquele momento "Eu... me desculpa, eu não.. droga." disse apertando ele de leve em seus braços, acariciando suas costas, tentando fazer ele se sentir melhor de alguma maneira, por mais que isso parecesse difícil demais. "Você... você tem que... chorar. Chorar tudo que tem pra chorar."
thats a really big deal || marlene&alice
alice-notinwonderland:
Alice já sabia do plano Marlene de invadir a sala da Umbridge, entretanto não aprovava nenhum pouco. Sabia que era necessário que agissem, e queria mais que tudo que Lily voltasse para o colégio, até mesmo porque a razão e a forma pelo qual havia sido expulsa era completamente absurda e a Fortescue não tolerava injustiças. Mas pagar coisa errada com coisa errada, na mente de Alice, era igualmente ruim, por isso quando viu a mensagem de James no grupo, Alice suspirou. Sabia que esperavam que ela ou alguém fizessem algo uma vez que Lily distraia a mulher em questão, mas não conseguia achar aquilo certo.
Quando ouviu a porta, a menina levantou da cama e abriu a mesma, arregalando levemente os olhos quando encontrou Marlene ali. “Olha, Lene, eu sei que a gente precisa fazer alguma coisa, mas invadir a sala da Umbridge é meio errado, you know? E a gente num deve pagar coisa errada com coisa errada. Não que desmascarar ela seja errado, mas é errado o lance da invasão… E se a gente é pega? Eu sei que a gente tem que agir, eu sou totalmente a favor e o lance com a Lily foi totalmente injusto, mas se a gente for pega quem vão ser expulsas somos nós, e ai sim a gente não vai poder fazer nada pra ajudar, sabe?” Alice falou tudo em uma lufada de ar, respirando fundo para recuperar o fôlego depois que terminou.
Marlene simplesmente não aguentava mais a situação que as coisas estavam. Umbridge no controle, com Riddle do seu lado, Dumbledore afastado, Lily longe... Ela não aguentava mais ter a melhor amiga longe, por algo tão absurdo, tão injusto, tão... Só de pensar naquilo a loira já bufava de raiva. Odiava aquilo tudo, odiava aquela situação. E em sua mente, eles tinham que agir. Tinham que agir o mais rápido possível, pra acabar com aquilo o mais rápido possível. Por isso, quando ouviu o que Alice falou, ela negou com a cabeça “Eu sei que é errado mas... Nós temos que agir, e não temos outra escolha. Eu não aguento mais esse lugar sem Lily, simplesmente não é mais a mesma coisa” ela disse negando com a cabeça, passando os dedos pelo rosto, de maneira nervosa. Só de pensar naquilo ela já sentia seus dedos gelarem de raiva
“Temos que fazer tudo que estiver ao nosso alcance para trazer ela de volta. Tudo, tudo, tudo. Inclusive as coisas que são erradas. Se não fizermos essas, não teremos tentado tudo. Se formos expulsas... Bom, tentaremos ajudar de fora. Mas vai ser consequência. Eu topo o risco, e você?” disse olhando pra ela. Marlene nunca fora medrosa, e não recuava ao dizer o que pensava ou fazer o que acreditava. Ela não ligava de ter detenção, suspensão ou até expulsão, desde que fizesse tudo ao seu alcance
sms to: marlene
lils: congrats for you, for the lack of support.
lene: realmente, lils, eu nunca fiz nada por você mesmo né? não te dei nenhum apoio? é claro que não, eu sou uma péssima amiga mesmo. sorte a sua estar se livrando de mim
sms to: marlene
lils: Eu não quero que fale nada, Marley, eu queria que você não agisse como se nada tivesse acontecido, mas você já fez isso. Se a coisa fosse com você e não comigo, eu teria agido completamente diferente
lils: But I guess people are just different, eu sequer perguntaria uma coisa dessas para você.
lene: beleza. eu não falo mais nada então
lene: congrats
sms to: marlene
lils: Você já parou para pensar que, só te responderam dessa maneira, por você ter tomado todas as dores alheias ao invés de dar suporte para o que aconteceu?
lils: e, aliás, a única coisa que o Sixy disse foi que não achava, da mesma forma que nunca pensou que o Peter o faria
lils: o que aconteceu foi entre eles, mas não muda o fato de você estar agindo como se nada tivesse acontecido
lils: sabe muito bem que não está enchendo ninguém e deveria saber também que sinto a sua. mas não acho que você agir como se nada tivesse acontecido, fosse resolver alguma coisa.
lene: e o que você quer que eu fale lily?
sms to: marlene
lils: Look, Marley, I love you with all my heart mas, no momento, eu não entendo o que você quer. Você se comportou daquela maneira no outro dia, praticamente brigou com o Sirius por algo no qual ele estava TOTALMENTE certo em fazer, assim como o James e agora conversa como se nada tivesse acontecido? porque as coisas terem se resolvido com a polícia são o suficiente, right?
lils: não sou muito de ignorar as coisas, you know.
lene: okay, lils, eu sei que eles tinham todo o direito de fazer o que eles fizeram, e acho justo. não concordo, mas aceito e acho justo
lene: mas eu estou extremamente chateada com eles, por insinuarem que eu faria o mesmo
lene: mas o que aconteceu foi entre eles, não muda o que eu sinto sobre você, e o quanto eu sinto sua falta.
lene: mas okay, lily, se você prefere desse jeito, eu não vou mais te encher
itsbeatriz-rp:
É, me deixar mais sexy. — ela disse com um sorriso breve em seus lábios. Olhou confusa para a garota. — Você me acha bastante sexy? Sério? — ela perguntou num fio de voz. A Varela iria jurar que Marlene a achava uma verdadeira patética. — Ahm…então tudo o que você falou naquela noite não é o que você realmente pensa, Marls? — retribuiu o abraço sorrindo que nem boba — Aw, você acha?
“Bia... Eu estava muito bêbada, triste, e eu só queria te deixar triste também, queria te atacar de algum jeito. Eu fui uma péssima amiga” disse passando os dedos pelas costas dela, de maneira acolhedora e logo encolheu os ombros “Eu acho”
sebastianbrown-rp:
Ele voltou seu olhar para a loira, semicerrando levemente seus olhos — Você vai pegar por isso. — falou pausadamente se aproximando dela.
“Eu vou pagar por isso? Eu acho que não” ela disse com uma risada breve, jogando um pouco de água na direção do rapaz, negando com a cabeça
sms to: marlene
lils: Quando vamos sair? bom, vamos ver
lils: eu fui expulsa, passei uma noite e parte da madrugada na cadeia, fiquei uns dias em casa para tentar esfriar a cabeça... mas voltei escondida para o flat do James e tenho que ficar o tempo todo aqui, só para poder ter direitos de passar um tempo com meu marido
lils: então eu realmente não sei.
lene: achei que as coisas com a polícia já tinham sido resolvidas
lene: quando eu posso ir ai então? Quero ficar com você, te dar um abração de urso
fireonherhair:
Joy fungou e seus olhos castanhos pousaram na figura de Marlene, a outra lhe ajudou a levantar e a ruiva soluçou, enxugando os olhos. “A Hope de novo…” Ela suspirou antes de outro soluço abrir caminho por entre seu peito. “Ela sempre é tão má…” Os soluços aumentaram e a ruiva cobriu o rosto com as mãos. Era difícil ver Joy sem um sorriso no rosto, e aqueles que a conheciam sabiam que tais lagrimas so podiam ter sido causadas por Hope.
Marlene observou ela soluçar, e logos as lágrimas pareceram aumentar, e isso atingiu diretamente seu instinto acolhedor e protetor, levando os braços ao redor da garota, em um abraço apertado “O que ela disse, Joy? Ela.. Não sabe o que diz, eu tenho certeza”
amosdiggxry:
— Eles só devem estar magoados, não desconfiariam de você de verdaaaaade. — Esticou as pernas em cima da mesa de centro. — Olha só, eu era um babaca e agora sou demais… como as coisas mudam. — Soltou um riso nasalado. — Não parece ter nada de interessante passando, está afim de beber alguma coisa? Posso pegar no armário do meu pai.
“Eu sei mas... Só de insinuarem isso, doeu muito” ela disse encolhendo os ombros, e logo olhou pra ele, dando risada “É, eu sou só uma interesseira” disse mostrando a língua pra ele, dando risada novamente. Ouviu ele falando da tv e logo das bebidas e encolheu os ombros “Seu pai não vai querer te matar por pegar algo do armário dele?” disse com uma expressão travessa