Tiana: What's your favorite recipe?
Um rato bem passado no espeto com couve de bruxelas e umas formigas fritas. Isso sim que é iguaria.

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@fazourroai
Tiana: What's your favorite recipe?
Um rato bem passado no espeto com couve de bruxelas e umas formigas fritas. Isso sim que é iguaria.
"I'm getting some ice cream, wanna come?" (Gwen)
E como eu poderia rejeitar um pedido da minha noiva preferida?
Olha pra mim, Fergus... O que você vê?
Como assim, o que eu vejo? Vejo um cara presença, responsa, irmão mesmo.
Pocahontas: What's something you wish people understood more?
Que cada um é cada um, sabe? Muitas vezes a gente se prende aos estereótipos e sai julgando os outros por isso, ás vezes até acerta, mas generalização é uma coisa muito superficial. Até em Tão Tão Distante, que é um reino tão diverso, rola isso. Quando eu estiver no trono, vou fazer questão de olhar as individualidades do meu povo.
ask me!
henriquessa:
Henri não era ogrista. Ele até gostava das brincadeiras da tia Fiona! E brincava com os filhot-filhinhos dela! E até suportava as ofensas de Fergus sem revidar, muitas vezes. Isso só queria dizer que ele não era nada ogrista. Mas, ainda assim, não era capaz de lidar com tudo calado. “Pelo menos eu não como ratos!” Proferiu na direção do ogro. “Como ele pode tirar dez?! Não é nada heroico se alimentar de criaturinhas tão puras…” Mamãe sempre lhe dissera que o segredo de uma vida saudável era manter os animais longe do prato! Papai achava uma medida extrema, pois era caçador, mas mamãe o convenceu. “Ele quem me ensinou a me arrumar decentemente nessas ocasiões. Ele encontrou mamãe estando belíssimo e eles se apaixonaram. Mas você não entenderia de amor verdadeiro já que dá em cima de todo mundo.”
"Problema seu, é melhor do que muita carne de caça” opinou, ignorando o claro preconceito na menção repentina de Henri à dieta de ogros. Fergus defendia seu reino e sua espécie, mas não se considerava um militante fervoroso como alguns de seus colegas. Snowflake o chamava de frouxo por isso. “Ele tava numa festa querendo dar ideia nas minas, não socorrendo alguém.” Aos seus olhos, aquilo deveria ser óbvio, principalmente para o filho — suposto filho — do príncipe Henri V. Bom, ele também era o filho de quem, tendo um pedido, escolheu um baile em vez de independência financeira ou paz mundial. Fergus era a prova viva de que o amor não podia ser feito de aparências. “Ah é? Eu tenho uma noiva, e você? Já achou algum amor verdadeiro além da sua mamãe? Não né?” Comparar Gwen ao seu amor verdadeiro era forçar a barra, mas com certeza estava mais perto de ser um final feliz do que qualquer coisa que Henri tivesse.
octpolpo:
“Cuidado ao sustentar a fama de que se é sempre verdadeiro, quando for necessário mentir e alguém descobrir você vai chatear profundamente alguém.” Avisou-o, pois ela acreditava que mentir em algumas horas era essencial, principalmente quando as mentiras são necessárias para salvar ou melhorar a sua vida. Lembrou-se do tempo em que sua mãe a obrigava ficar ajudando na cozinha do restaurante e não a deixava ter tempo para fazer nada, mentir que estava doente uma vez por mês para fugir e passar um tempo com seu ex-namorado era essencial. “Sim, sou da ilha. Octavia Polpo, e você?” Apresentou-se enquanto seguia o garoto em direção a mesa que ele iria almoçar, carregando seu prato com mais salada do que comida. “Olha, desculpe-me, mas fiquei bem ofendida com essa comparação, não estou aqui para parecer uma princesa e muito menos para esconder que sou filha de uma vilã. S-só quero mudar de vida mesmo.”
"E por que eu precisaria mentir?” Certo, Fergus se via como uma pessoa honesta, mas, como qualquer um, dizia uma mentirinha aqui e acolá; sempre amaciava os egos de Fiona e Lillian mesmo que não estivessem em seus melhores dias, por exemplo. Se restringia, no entanto, a mentiras do bem, que dificilmente teriam algum impacto negativo ou grandes consequências. “É um nome interessante. Eu sou Fergus, de Tão Tão Distante, é um prazer” apresentou-se, sorrindo ao deixar sua bandeja na mesa e puxar uma cadeira para Octavia Polpo. Fergus se sentou e levou uma garfada generosa de comida até a boca, mastigando vorazmente. Vez ou outra tentava seguir a etiqueta imposta nas aulas em Auradon Prep, no entanto, sempre restava um pouco de seus bons modos ogrísticos. Era o ogro mais polido que conhecia, ainda assim, um ogro. “Isso é bom” respondeu, cobrindo com o antebraço a boca ainda cheia. “Vem com um preço, abraçar suas origens, assumir quem é etc. Mas é bom. Nunca me arrependo.”
henriquessa:
“Essa prova de bondade está errada! Eu não posso ter tirado quatro!” A indignação era externada pela mãos rumando até a boca. “É óbvio que eu tenho de conferir a minha roupa antes de ir salvar uma pessoa de um perigo! Eu preciso parecer bonito quando chegar até ela, não é? E se for o meu amor verdadeiro? Não quero que o amor verdadeiro me veja feio!” Argumentou enquanto lia as observações da professora. Não deveria dar uma poção laxante em uma brincadeira? Qual é! É brincadeira!
Mas é claro que Henri diria aquilo. Desde pequeno, Fergus desprezava o filho de Cinderella por se parecer tanto com o arqui-inimigo de Shrek, o príncipe fútil e moralista que apenas fingia ter valores decentes. “Quatro é muito pra uma anta dessas” resmungou, logo sendo corrigido pela professora de bondade social. Em sua prova, um brilhante dez reluzia e Fergus fez questão de mostrá-lo para Henri. “Parabéns, seu papai Encantado ficaria orgulhoso de ver o filhinho deixando alguém morrer porque precisava arrumar o cabelo” debochou.
octpolpo:
Para Octavia o horário do almoço era mais parecido com a hora da tortura - evento que sua mãe carinhosamente nomeou quando chegava o momento de agredir algum inimigo de ambas. O fato de ser recém chegada em uma escola cheia de príncipes e princesas a deixava nervosa, era injustiça eles terem tanto e os vilões estarem tomando seus direitos somente agora. E há de quem tente rebater a ela com argumentos do motivo ser porque sua mãe cometia atrocidades, pois para Octavia ninguém tem cem por centro de bondade dentro de si. E era isso que ela amava buscar nas pessoas, achar nem que seja um pequeno pontinho de podridão. Talvez ela estivesse buscando por isso naquele lugar, que os bonzinhos não fossem tão angelicais como o esperado. No entanto, no pouco tempo que estava lá, andava se decepcionando. “Não precisa fingir que está feliz que estou ao seu lado, tudo bem?” Disse antes que a iniciativa de conversa fosse iniciada, não conhecia aquela pessoa, mas ela odiava simpatia quando estava com fome. Principalmente quando estava na fila de um refeitório.
O cenho de Fergus se franziu, confuso, diante da fala de Octavia. Infelizmente, sentia na pele uma fração do que os jovens vindos da Ilha sentiam com o preconceito. Era um ogro, afinal, e boa parte de Auradon apenas fingia aceitar sua espécie, tratá-la no mesmo nível dos adorados humanos. Mas Fergus era um casca grossa orgulhoso, disposto a confrontar qualquer um que demonstrasse ter um problema com sua família. “Eu não estou fingindo, eu nunca finjo” protestou, antes de destruir uma coxa de frango entre os dentes, parte do molho sujando sua camisa polo verde escuro. “Você é da Ilha né? Novata, com cara de perdida, dá pra ver.” Tendo acabado de montar seu prato, uma montanha de comida, indicou a Octavia a mesa onde pretendia se sentar. Não confiava plenamente nos filhos de vilões, mas estava determinado a dar ao menos uma chance a eles. “Se te ajuda, acho que se você sorrir mais e sair cantando por aí pode passar despercebida como uma das princesas.”
vilaobastardinho:
“Que caralho é esse nome?” Claro que conhecia a história de Shrek e os bandos dele, mas não era nada ruim irritar um de seus filhos, não fazia mal. “Havia tantos nomes melhores e vocês escolheram esse.” Revirou os olhos guardando as notas em seu bolso, com a recusa, o desejo de fazer outros se ferrarem em seu lugar desapareceu como fumaça. “Eu não apenas mais um esquisito da Ilha, sou o próximo rei de Auradon e exijo respeito de sua parte.”
Fergus gostava de se definir como um diplomata, no entanto, seu lado nacionalista aflorava toda vez que alguém debochava do nome ou de qualquer outra característica de seu peculiar e adorado reino. “É autoexplicativo, nada tão exótico assim, é igual Seaside ou as Ilhas do Sul” argumentou, em tom mais agressivo do que a etiqueta recomendaria. Fergus quase se arrependeu, mas logo mudou de ideia ao ouvir o comentário petulante de Owen. Uma gargalhada escrachada escapou de seus lábios. “Que droga você tá usando, cara? Acha que vai virar rei só porque sua mãe inventou que engravidou do Rei Adam? Nem se fosse bastardo assumido teria chance. Até eu tenho mais chances que você.”
emileumanoites:
“Tá, por que cê acha que eu tenho de fazer isso?” Cruzou os braços junto ao peito, encarando o outro à espera de sua resposta. Mas, claro, acabara recebendo uma pergunta cuja resposta sempre fora a mais estúpida do mundo, mas ele sempre engolira. “E se eu te chamar de metade sapo?” Maneou a cabeça para o outro, indicando que a fala não fora agradável, embora, bem, não se incomodasse tanto com o modo como sua “mãe” era tratada nos dias atuais. Que se foda ela. “Mas te dando a resposta que eu recebo a vida toda: culpa da Úrsula. A magia dela ficou impregnada na minha mãe e passou pro primeiro filho que, no caso, sou euzinho. Celia é lerda. Nasceu depois e acabou se fodendo. Ficou com a metade que vira peixe.”
Fergus não sabia bem como responder o Filho de Eric. Poucas vezes ouvia um não, logo estava simplesmente acostumado a receber favores de todos e vez ou outra ajudá-los de volta. “Hmm... Uma aliança com Tão Tão Distante? Parceria, de brother para brother? Quebra essa aí, vai” insistiu mais uma vez, esperando que seu sorriso fosse mais cativante que o argumento fajuto. “Aí você estaria errado, cara, não sou metade sapo, sou inteiro ogro. Esse visual aqui, essa boa pinta, é só um resto de maldição que por acaso também derrete corações parte do dia.” Reconhecendo que Emil também era um sujeito presença, Fergus deu uma piscadela, ele devia saber muito bem como era o fardo de ser um príncipe atraente, rico e cobiçado. Certo, o ogro não era tão desejado quanto seus colegas da corte, uma vez que a cultura de sua família espantava várias garotas, mas gostava de pensar que elas secretamente tinham pensamentos sujos com ele. Que tipo de sujo? Qualquer tipo era bom para um ogro. “Faz sentido.”
barbiezinhachinesa:
Fogos de artifícios explodiram dentro de si ao ser chamada de donzela, não se importava por quem, mas era feliz ao ser vista como uma garota que precisava de cuidados, que poderia ser visto com uma. “Muito obrigada.” Sorriu para Fergus que se aproximava, claro que sabia de sua fama de ogro, no entanto, Jia não poderia discutir sobre a natureza de sua criação, quem seria ela para tal ato? Que antes mesmo de completar cinco anos já lutava e derrotava seus irmãos em suas lutas. “O quê? Você não pode fazer isso, estou bem.” Sua voz estava abafada pelo susto que sentiu ao ver o chão enquanto era levada nas costas do ogro, mas rapidamente se viu sentada em um banco. “Não precisava, eu…” Calou-se ao escutar o som, como alguém poderia soltar algo assim? Não tinha vergonha? Seus dedos pararam em sua boca em forma de choque e fazendo esquecer o que poderia falar no momento, dando um leve sorriso sem graça para tentar evitar o silêncio desconfortável.
Fergus riu da reação da filha de Mulan, nada surpreendido por ela não precisar suplicar por resgate. Ainda assim, achava divertido bancar o príncipe encantado e quebrar expectativas seja quais elas forem. Ao colocar Li Jia no banco, abaixou-se e colocou os dedos sobre os sapatos dela cuidadosamente, aguardando o consentimento dela para prosseguir o exame do ferimento. “Que tipo de príncipe eu seria se deixasse uma donzela em apuros sozinha?” brincou, sabendo que fingir ser um grande cavalheiro era um pouco contraditório com vários de seus comportamentos de ogro. “Certeza que está bem? Não quer dar uma olhada no machucado?” Fergus franziu a testa, um pouco descrente de que Li Jia estava completamente bem. “Não sou um tarado por pés, eu juro” atestou, mostrando as palmas das mãos.
idxbelieve:
Neverland, quatro anos atrás.
As batidas aceleradas do coração feminino ecoavam por sua mente, o olhar fixo sobre a porta. Não tinha muitas informações além de que @fazourroai seria seu esposo. E seu nome, claro. Fergus. Parecia o nome de um herói, não? Teria ele um cavalo branco e uma armadura reluzente como os de seus romances favoritos? Uma parte da duquesa esperava que sim, a outra parecia paralisada demais para raciocinar. No entanto, ela confiava no julgamento dos pais e, claro, de sua rainha - mesmo que Gwen não soubesse o motivo de tê-la ao seu lado naquele instante. Ela deveria ter coisas mais importantes para fazer, não? “A que horas vossa majestade disse que eles chegariam, mesmo?”
Fergus bocejou enquanto os criados da Rainha das Fadas anunciavam a chegada da família Farraway carregada de títulos aos quais nenhum deles dava muita importância. Não estava animado para conhecer a noiva que sua avó avia arranjado, sabendo que boa parte de Auradon julgava os ogros de maneira horrível; esperava que Gwendoline no mínimo gritasse ao vê-los. Sendo assim, decidiu que, se iria ser forçado a casar-se com uma desconhecida, faria isso em seus termos. Lilian, a única humana do grupo, entrou e cumprimentou os presentes, sendo já uma antiga conhecida da Rainha das Fadas. Fergus e o resto da família a seguiram, todos como verdadeiramente eram: ogros. Ele e Fiona eram os únicos vestidos apropriadamente para a ocasião, apenas por não se importarem em seguir aquela etiqueta, Shrek, Farkle e Felicia usavam trajes casuais amarrotados e mau cheirosos, como sempre. A rainha parecia satisfeita, mas os demais convidados exibiam expressões de espanto. Shrek riu e Fergus os ignorou. Aproximou-se da prometida e curvou-se, dando um beijo gentil no dorso de sua mão. Isto é, tão gentil quanto um ogro verde alto e corpulento pode ser. “Lady Gwendoline” cumprimentou-a.
vilaobastardinho:
“Pago cinquenta.” A voz estava séria enquanto seus olhos escaneava cada integrante ao seu redor, não ligava se o individuo que topasse fosse se encrencar, o importante era ele sair ileso de toda a situação, não tinha o porque de ter culpa, pois, dera duas opções e quem escolhia era outro, não Owen. “Além de cumprir o que foi pedido, tem que manter meu nome de fora, senão nada feito.”
Fergus fez uma careta diante da proposta de Owen. Por que diachos negociaria com ele? “Cinquenta? ‘Tá achando que só porque eu cresci num pântano eu sou pobre? Eu sou o futuro rei de Tão Tão Distante, não vou ficar negociando com um cara esquisito da Ilha, muito menos por essa mixaria.”
emileumanoites:
“Blá blá, blá, eu quero mudança no meu penteado. Blá, blá, blá, eu quero isso… Vocês são insuportáveis, sabia?” Indagou sem dar a quem falava consigo uma chance de responder ao levantar o indicador. “Não fode. Não é porque eu vou parar na sala da Fada Madrinha por fazer feitiços fora das aulas que eu realmente vou fazer alguma coisa pra você.“ O que era verdade. Nem pelo dinheiro, nem pela fama, nem por qualquer coisa. “Agora me erra, falou?”
"Não é nada demais, só um feitiço de extensão de duração nas minhas poções” insistiu, mostrando a caixa de frascos cedidos pela Fada Madrinha. Havia um contrato claro entre sua família e a diretora da Auradon Prep, para compensar as maldades feitas por sua suposta gêmea do mal, deveria fornecer poções que tratassem os efeitos da maldição de Fiona nas próximas gerações. Ainda assim, era incômodo ter de tomar o líquido viscoso de poucas em poucas horas. “Aliás...” Fergus fechou a caixa. “Por que você faz magia mesmo? Você não devia, no máximo, ter o poder de virar metade peixe ou coisa assim?”
gisxllc:
( 🐉& 🐎) “O que você quer dizer com isso?” O olhar levantou-se em uma inocência, que para quem conhecesse Giselle realmente sabia que possuía grande falsidade. Sempre foi muito boa em fingir suas emoções, diferentemente dos pais, que sempre deixaram muito claro o que sentiam. Tudo bem que Giselle explodia de vez em quando, mas quem poderia culpá-la? “Tudo que estou vendendo é 100% legítimo. Compro de fontes confiáveis. Não tem nada disso de ‘ei, Giselle, isso aqui é meu!’. É tudo meu, comprado. Acha que sou ladra agora?”
Fergus balançou a cabeça para Giselle enquanto o potencial cliente ameaçava um processo e deixava a conversa. “Nem me olha com essa cara, acha que eu não conheço meu alazão preferido?” debochou, levando uma mão à cabeça da amiga para bagunçar a cabeleira escura. “Mas, sério, devolve isso, não vou poder ficar te protegendo quando assumir minha responsabilidade com a coroa.” O rosto frequentemente brincalhão de Fergus estava subitamente sério. Preocupava-se com Giselle, afinal, se quisesse ser um bom governante de Tão Tão Distante não poderia continuar tolerando comportamentos criminosos, por menores que fossem.
barbiezinhachinesa:
Finalmente havia chegado ao último dia da semana, fazendo Li Jia soltar um suspiro, precisava de descanso e não ouvir, não assuntos escolares, mas de familiares. Preferia ficar longe de seus irmãos mais velhos e suas adorações por artes marciais e suas consequências, como roxos espalhados por todo corpo, ossos quebrados. Ela odiava isso com todas as suas forças. Estava tão perdida em seus pensamentos que não reparou, até o momento, que seu pé havia batido numa coluna do prédio. “Ai, ai!” Choramingou, não acreditava que evitava qualquer custo usar os ensinamentos que seus pais a obrigaram fazer, mas ali estava, caminhando pela escola, se machucou. Como a vida poderia ser tão irônica?
“Não tema, cara donzela!” exclamou Fergus ao ver a filha de Mulan se machucar. Achava cômico, como um príncipe imitar exageradamente o comportamento descrito nos livros de história. Vinha de uma família nada convencional em comparação à corte de Auradon e estava acostumado a debochar de personalidades estereotipadas como a do vilão Encantado. “O príncipe Fergus está aqui para te resgatar!” Com um movimento rápido e aparentemente fácil demais, levantou Li Jia e caminhou na direção de um banco, poupando-a da caminhada dolorosa. Enquanto a colocava de volta ao chão, exalou um suspiro, que acabou terminando em um pequeno arroto. “Foi mal. Melhor por cima do que por baixo, é o ditado.”