i am not a woman, i am an inferno, i am a tempest, i am venom and fangs and claws, i am starlight and lightning, and I am hell in high heels.
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somewhere to begin // @rebecca x henry
Rebecca estava atrasada. Ela sabia. Mas a culpa tinha sido do seu pai, que fizera inúmeras perguntas antes de finalmente a deixar sair de casa. Entendia a preocupação dele, afinal depois do susto que lhe dera quando não tinha o avisado antes que acabara por dormir na casa da sua amiga no outro dia, admitia que merecia ter ouvido alguns sermões. Mas não era como ela fosse fazer outra vez. — Pelo menos foi isso que disse para o tranquilizar mais. — Entrou no pub, e seus passos a levaram direto para o bar, onde avistou Henry. "Oh god. Desculpa o atraso, Henry." Começou, à guisa de um comprimento, se sentando na cadeira ao lado dele. "Meu pai ficou falando um monte de coisas e tal." Completou, fazendo um gesto displicente com as mãos. "Mas enfim." Sorriu de lado.
she’ll make me shiver without warning // @rebecca x dimitri
Rebecca olhou o relógio na parede, e agradeceu mentalmente por já ser seis horas da tarde. Sua mão já estava cansada de limpar mesas e suas costas doendo de ficar em pé. Mas tampouco podia reclamar. Valia o esforço pelo dinheiro apenas. Não era muito, mas estava satisfeita por agora. Seus pais, no entanto, insistiam dizendo que ela não precisava trabalhar na cafeteria, que supostamente iria a sobrecarregar com a faculdade. E a verdade era que eles estavam certos, mas Davis sabia que em algum momento não iria depender mais deles para tudo, e queria começar a juntar o seu pecúlio desde de cedo.
Pelo horário, a cafeteria estava vazia, e todos os funcionários já haviam ido embora. Mas Becca como era uma das mais novas contratada, seu chefe pedira para limpar tudo quando fechasse estabelecimento, e a garota apenas concordara. Não tinha motivos para não fazê-lo, afinal. Além que também tinha sérios problemas em dizer não. Mas estava se esforçando para mudar isso, ao menos. Suspirou, debruçando-se sobre o extenso balção. Estava tão cansada, que dormiria ali mesmo se deixassem. Um bocejou escapou dos seus lábios, e ela obrigou-se a continuar a guardas os copos de plásticos. Sua única motivação para aquilo, era porque faltavam poucos.
Estava agachada arrumando os doces na vitrine, quando ouviu o sino da porta tilintar estridente por todo o recinto, avisando que alguém estava entrando. Shit, pensou no mesmo instante. Esquecera de trocar a placa, que indicava que a cafeteria estava fechada. Ótimo, Rebecca, ótimo. "Estamos fechados." Falou rapidamente, levando-se apresada, e batendo a cabeça no balção sem querer. Às vezes era tão desastrada, que até ela se surpreendia. Levou a mão até a testa, uma tentativa falha de amenizar a dor. "Ow." Soltou um gemido baixo, fechou os olhos com força por alguns segundos, antes de continuar. "Me desculp-.." Parou de falar, quando notou quem era, suas bochechas esquentando como sempre acontecia quando o via. Dimitri era um cliente assíduo, e quase sempre passava por lá, só que mais cedo. Por isso Rebecca estranhou ele aparecer ali naquele horário, mas não comentou nada a respeito. "Dimitri! Hey. V-Você, hm, quer alguma coisa? Porque eu posso fazer o seu pedido ainda. Não tem problema. " Sorriu, o olhando com um ar divertido.
Péssima? Sério? Droga, demorei tanto pra conseguir pensar nela! Mas ok, jantar... Te pego as 8? (digo, pegar de ir te buscar e não... ah, você entendeu)
Na próxima você pensa mais. E sim, as 8 está ótimo, blue eyes.
ouvi dizer que em ruivas naturais não são só os pelos da cabeça que são ruivos, me deixa dar uma investigada pra ver se é verdade?
Wow, okay, essa foi péssima. Mas aceito um jantar.
DOU SIM
Dá outras coisas também? ( ͡° ͜ʖ ͡°) Yay. Vou querer uma.
VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DA LINHA SEDA PARA CABELOS RUIVOS? É ESPETACULAR!
Você dá amostras grátis?
vc tá mt ruiva pra ser filha da heidi
Nem tinha percebido esse detalhe, anon. Obrigada por me avisar.
fmk livre
F - Elliot. M - Ninguém.K(iss) - Alexis e Dimitri.
idk idk
seu cabelo é lindo? qual o número da tinta?
Obrigada, mas ele é natural.
{flashback} it’s always darkest before the dawn // @rebecca x elliton
Elliot saíra para dar uma volta. Não era muito de fazer isso, sabia que era perigoso e preferia se manter perto do apartamento caso algo acontecesse, mas estava precisando se afastar um pouco daquilo e beber mais apenas iria trazê-lo uma grande dor de cabeça no dia seguinte. Precisava do ar frio de Londres em seus pulmões, do silencio das ruas, e a insônia não o deixaria ficar em casa. Podia fazer como nas noites que isso se repetia, é claro, ir para a “academia” e ficar lá treinando e batendo em sacos de terra até o amanhecer, mas estava cansado também. Não fisicamente, mas psicologicamente. Desde o incêndio sua cabeça ainda não parara de forma alguma, sempre voltando para as informações de Dylan, o garoto que ele não salvara, o garoto que lhe aparecera, além dos problemas do trabalho, porque sempre havia algum idiota se metendo em problema e lhe trazendo dor de cabeça.
Caminhava com as duas mãos nos bolsos, usando o barulho distante dos carros que passavam vez ou outra para ocupar a mente e não sair por aí pensando mais uma vez nas coisas que tentava esconder. Devia ser por voltar das duas da manhã quando ele percebeu que tinha que tomar o rumo de voltar para casa se quisesse chegar antes de ficar claro. Nem tinha notado o quanto andara e agora teria que procurar por algum atalho. Logo na primeira esquina, Elliot virou, sabendo que se seguisse direto por ali seria apenas andar em linha reta até chegar na sua rua. Tantos anos andando por aquelas ruas e vielas, fugindo de policiais e outras coisas também, haviam ajudado em alguma coisa. Caminhava despreocupadamente, mas ao atravessar a primeira rua e entrar na próxima viela escura, um grito fino e aterrorizado chamou-lhe a atenção. Parando de andar imediatamente, Elliot deu alguns passos para trás, saindo na rua novamente e vendo dois homens ao redor de uma menina, que tinha a boca tampada por um deles, que tinha a outra mão em suas costas, provavelmente não tendo muitas boas intenções.
Elliot sabia que podia simplesmente sair e fingir que não tinha visto nada. Não era também como se ele fosse o super-herói de Londres, salvando menininhas indefesas pela cidade durante a madrugada, mas seu instinto protetor era maior que qualquer coisa. A menina devia ter a idade de Alexis e o pensamento lhe fez fechar os olhos com força. Tirando as mãos do bolso, Elliot começou a andar na direção dos três, puxando o ar para preparar-se pro quê provavelmente aconteceria a seguir. – Hey, porque vocês não deixam a menina em paz? – o tom de voz era o seu tom de voz casual, mas ele imprimira um pouco mais de autoridade, para intimidar os dois, ou pelos menos chamar a atenção deles o suficiente para que deixassem a menina. Assim que os dois se voltaram para ele, Elliot reconheceu a menina que estava imprensada contra a parede. – Becca? – murmurou mais surpreso que qualquer outra coisa. A visão da menina ruiva ali o deixou furioso. Se fosse apenas mais uma menina qualquer no meio da rua, ele apenas pediria para deixa-la em paz e os mandaria para longe, porque se não fossem por bem, iria por mal, mas saber que a menina era uma amiga de sua irmã e uma deles, fez Elliot trincar os dentes e voltar os olhos para os homem que se aproximava. Um dos dois se aproximava deles, fazendo piadinhas sarcásticas enquanto o outro continuava tocando a menina e isso foi o suficiente para tirá-lo do seu estado de espanto.
Caminhando à passos largos, Elliot se aproximou do que caminhava na sua direção e deferiu-lhe um soco no rosto, fazendo o homem dar alguns passos para trás e voltar correndo na sua direção. Sentiu o corpo do homem lhe atingir a barriga e soube que por mais que estivesse prestes a levar uns bons socos no rosto, havia conseguido tirar o outro homem de perto da menina ruiva.
No começo, pensou que tivesse escutado errado. Aquela era a voz de Elliot, mas não podia ser ele. O que diabos ele estaria fazendo ali naquela hora? Mas quando conseguiu ver a sua silhueta do recém-chegado, a ruiva suspirou aliviada. Por um milagre, era mesmo ele. Rebecca aproveitou que a presença de Elliot tinha distraído o homem por alguns segundos, e mordeu a mão masculina que tampava a sua boca, tirando alguns filetes de sangue. O homem à sua frente tirou a mão, gritando de dor, e afastou-se, tirando o peso que a prendia contra a parede. Seu corpo inteiro relaxou, desfrutando o doce gosto da liberdade novamente. Mas não podia correr, não iria, tinha que ajudar Elliot, mas como? Seu forte nunca fora luta corpo a corpo, e certamente mesmo se tentasse dar alguns golpes não iriam ajudar em nada, porque em comparação a força daqueles homens, a dela não chegava nem perto. "Sua puta, eu vou te matar!" John graniu, rangendo entre dentes, pronto para atacá-la novamente. Mas antes que ele o fizesse, Rebecca fora mais rápida. Agiu como um instinto natural, e concentrou-se nos seus olhos, invadindo a sua mente. Suas pupilas se dilataram, e suas órbitas ficaram pretas. Se sentia uma idiota por não tem pensando naquilo antes. Ele pareceu confuso por alguns momentos, mas ficou imóvel. Depois, a ruiva dirigiu seu olhar para o outro que estava brigando com Elliot. O cara parou e ficou imóvel, como Rebecca o mandara ficar. Já tinha usando muitas vezes seus poderes antes, mas nunca em duas pessoas ao mesmo tempo. Uma sensação estranha apoderou dela, estava no controle da situação agora, e era tudo o que mais queria desde do começo.
E agora? Deveria matá-los? A confusão dentro de si, a impediam de pensar. Aquilo parecia errado de o fazer, mas tão certo ao mesmo tempo. Quer dizer, se os deixasse ir, eles provavelmente iram se aproveitar de outra mulher indefesa mais tarde, e o mero pensamento deixava Rebecca com raiva. Mas tampouco iria tirar a vida de alguém. Era demasiada fraca para isso. "Eu.." As palavras travaram na sua garganta. O pânico começara a falar mais alto dentro de si, mas ela não iria agir como uma menininha apavorada. Sabia o que tinha que fazer. Limpou o seu rosto com as costas da mão, se livrando das lagrimas que escorriam, sua expressão assumindo um tom que demonstrava que ela não estava mais com medo. "Eu quero que vocês esqueçam o que aconteceu aqui e que nos viram. Vocês entraram em uma briga de bar, e por isso os hematomas. Mas só. Agora vão embora e não voltem." Os dois homens não a questionaram, assentindo com a cabeça e saindo dali.
Rebecca não hesitou em correr na direção de Elliot, o abraçando, seus braços entrelaçados no pescoço alheio. "Não sabia que defendia menininhas indefesas, Elliot." Comentou, rindo baixo mas um riso desprovido de qualquer humor. Só queria aliviar a tensão no ar. "Obrigada." Sussurrou genuinamente, a voz abafada contra o seu ombro, suspirando pesadamente. Nem queria imaginar o que teria acontecido, se o Elliot não tivesse aparecido. Afastou-se a contragosto, seus lábios se curvando em um sorriso quando encontrou seus olhos azuis. Parecia-lhe ser impossível não o fazê-lo agora. "Você, hm... Pode me emprestar o seu casaco?" Pediu, arqueando as suas sobrancelhas. As duas alças do seu vestido tinham rasgado, e seus seios estavam completamente expostos. Sentiu seu rosto aquecer quando o percebeu, morrendo de vergonha. Ótimo, era o que precisava para melhorar a sua noite. Ficar seminua no meio da rua. A ruiva levou os dígitos até o canto da sua boca, limpando o sangue dali. Tinha até esquecido que tinha se machucado, mesmo que um pouco.
corta pros dois lados, é?
Por que? Tá interessada? qqqqqq
{flashback} something to rely on // @rebecca x alexis
Por ter passado grande parte de sua vida fugindo da Divisão, Alexis nunca pode aproveitar a adolescia como gostaria, assim como sua infância e sempre teve uma certa inveja daqueles que puderam. Sempre preferiu não se aproximar das pessoas para evitar toda aquela história de despedidas, afinal não fazia sentindo se apegar à alguém se em menos de um ano eles já tivessem que fugir e era exatamente por isso que por muitos anos Elliot foi seu único amigo. Não era como se ela nao gostasse da companhia do outro, afinal ele era seu irmão e a morena sabia bem como aquilo era difícil para ele, ainda que o mais velho insistisse em aproveitar os dias melhor do que ela, no final sempre fora igualmente difícil para os dois ter que deixar tudo para trás tantas vezes.
Naquela noite, ela estava decidida a aproveitar pelo menos uma noite com uma das únicas amigas que fizera depois de se fixarem em Londres. Alexis sempre vira em Rebecca algo que ela que queria para si. A garota, por mais que tivesse perdido muito, ainda conseguia manter uma vida normal no meio de toda aquela bagunça e isso era algo que a morena admirava. Estava sentada no chão, de frente para a ruiva, com um sorriso quase infantil nos lábios. Apesar de não ser uma cena comumente para aqueles que viam Alexis diariamente no apartamento e nas poucas reuniões que era convidado, não era difcicil de acreditar que uma jovem como ela, que nunca teve uma amiga para fofocar, ou ficar sem fazer nada, quisesse fazer isso agora, por mais tarde que pudesse parecer. Os olhos se arregalaram momentaneamente logo que ouvia voz voz da outra, esticando o braço para pegar a bebidas enquanto prestava atenção na proposta da amiga. — Você… Quer ir em um strip club? — Indagou com um sorriso surpreso e um tom quase suspeito, levando a garrafa a boca e bebendo um pouco do líquido incolor.
Não era como se Alexis fosse algum tipo de puritana, longe disso para falar a verdade, mas nunca poderia levar aquelas palavras à sério, não vindo de Rebecca Davis. As palavras seguintes fizeram com que a. Balckburn quase se engasgasse com o que ouvira, não podendo conter o riso. — Ta falando sério? É algum tipo de talento seu que ainda não conheço, ou? — Brincou em meio ao riso, completamente confortável com aquilo, erguendo uma das sobrancelhas, realmente curiosa com a resposta que ouviria, afinal por mais que fossem amigas, não era como se uma das duas pudessem afirmar com todas as letras que se conheciam. — Olha que eu vou cobrar hein!
Rebecca não conseguia se recordar da última vez em que dera tanta gargalhada na vida como agora. Sua barriga já estava começando a doer, e ela tinha certeza que estava parecendo uma idiota. Mas pouco se importava. De onde tinha tirado que queria ir a um Strip Club? Nem ela sabia. Só podia ser o álcool falando. Mas não podia negar que agora ficara, no mínimo, um pouco curiosa para saber como seria o lugar. Claro que, já tinha visto em filmes, mas não era a mesma coisa.
Riu de novo, não conseguindo o evitar ao ver a reação da outra. "Vai dizer que não seria interessante?" Respondeu de volta, com um ar divertido, franzido o cenho. "A gente pode até encontrar um Matt Bomer da vida por lá. Ou.. Ou.. Um Channing Tatum." Continuou, piscando com um olho para a amiga. Pensou por alguns instantes, a olhando. "Tirando o fato que o Matt é gay mas okay. Ele continua gostoso." Concluiu, rindo mais. Pegou a garrafa da mão de Alexis, e bebeu outro gole. Suas ponderações não passavam de conversas à toa visto que nunca iriam encontrar nenhum dos dois em um Strip Club, mas era divertido imaginar a situação.
A ruiva arqueou as sobrancelhas, seus dedos brincando em volta do gargalo da garrafa. Não conseguia nem dançar uma dança normal, quanto mais um lap dance. Mas o que tinha a perder, afinal? Estava bêbada. Podia culpar a bebida por qualquer coisa depois. Por impulsivo, Becca aproximou-se da amiga, o suficiente para conseguir se curvar no seu ouvido, suspirando contra a região. "Mais ou menos. Mas eu poderia te mostrar. Se você quiser, é claro. " Sussurrou, seu tom de voz baixo, calmo, sério, diferente do que ela estava usando antes. Seus lábios encostaram propositalmente no lóbulo da outra garota, e ela virou o rosto para poder a encarar, dando-lhe a ilusão que a iria beijar, mas não o fez. Em vez disso, afastou-se, voltando para o seu lugar. "Talvez, só talvez. Essa seja a hora de eu parar de beber."
totó, destrói meu kol
É melhor providenciar uma cadeira de rodas para você então. Porque depois de uma noite comigo, garanto que você não vai sair andando.
pai? vc é meu pai? vc é irmão gemeo do meu pai? ~'oi, oi, oi
Você está louca, querida.