Caso 1: Amy Lynn Bradley.
,Amy Lynn Bradley, nasceu no dia 12 de Maio de 1974 e desapareceu aos 23 anos durante uma viagem de cruzeiro chamado rhapsody of the seas que ia em direção ao Caribe, no final de Março de 1998.
No dia 21 de Março de 1998, Amy partiu em uma viagem em um cruzeiro de uma semana com seus pais Ron e Ive e seu irmão mais novo Brad em direção ao caribe. Na noite do dia 23 de Março, a família decidiu ir jantar em um restaurante do navio e depois desse jantar teria uma festa. Seus pais jantaram e logo decidiram ir dormir e Amy ficou junto do seu irmão por mais um tempo, para curtir a festa, Brad acabou deixando a festa um pouco depois e Amy ficou para terminar de curtir a noite.
Amy estava bebendo com uma banda que tovaca na boate do navio, e uma filmagem feita de dentro do navio mostra Bradley dançando com um dos membros da banda chamada Yellow, que diz ter se separado de Amy por volta de 01h00am, mas testemunhas dizem que ela saiu do bar por volta de 03h30am. Por volta de 5h30am, Amy acordou na varanda do seu quarto sem se lembrar de como tinha chego lá, levantou e foi fumar um cigarro (??), e em algum momento entre 5h15am e 5h30am o pai de Amy se levantou e viu a filha dormindo na varanda, mas decidiu não acorda-la. Ron acordou novamente por volta de 6h00am e voltou a olhar a varanda do quarto da filha e não encontrou a mesma.
A família logo notou que tinha algo estranho acontecendo, pois Amy tinha deixado tudo dentro do quarto, o que era estranho pois a mesma não costumava sair sem avisar onde iria. Após notarem o desaparecimento de sua filha, os pais correram até a segurança do navio e notificarão o sumiço da filha, pedindo para que o navio não parasse por que caso ela tenha sido sequestrada, os sequestradores poderiam descer e assim a busca por ela seria dificultada. Mas os funcionários do navio pararam mesmo assim e todos os tripulantes desceram, além de terem recusado o pedido da família para anunciar o sumiço de Amy no alto falante do navio. Alegando que estava muito cedo e que iria atrapalhar o sono dos tripulantes, e após muita insistência da família por volta de 08h00am o aviso do sumiço foi feito através do alto falante. E então finalmente começou a busca por Amy Bradley dentro do navio.
O capitão do navio ordenou que procurassem por ela em todos os lugares, incluindo quartos e banheiros, mas como era um navio muito grande tinha por volta de 1.000 quartos, descobriram que olharam apenas os banheiros e as áreas publicas do navio, ignorando completamente todos os quartos.
A Guarda Costeira das Antilhas Holandesas realizou uma busca de quatro dias que terminou em 27 de março, e a Royal Caribbean Cruise Lines fretou um barco para continuar procurando por ela, mas eles terminaram sua busca em 29 de março. Amy foi treinada como salva-vidas e investigadores disseram que não havia evidências de que ela havia caído ao mar ou que ela tenha morrido por suicídio.
Houve possíveis avistamentos de Amy, e o primeiro deles foi um taxista que disse que ela se aproximou do seu taxi e pediu um telefone, mas ele não estava ciente do sumiço da mesma até então. Em Agosto de 1998, 5 meses após o seu sumiço, dois turistas Canadenses, viram uma mulher com as mesmas características de Amy na praia, inclusive as tatuagens da mulher eram idênticas às de Bradley. As tatuagens incluíam um diabo da Tasmânia girando uma bola de basquete no ombro, um sol na parte inferior das costas, um símbolo chinês no tornozelo direito e um lagarto no umbigo. Um membro da Marinha dos Estados Unidos, afirmou que tinha visto Bradley em um bordel em 1999. Ele alegou que ela lhe disse que "o nome dela era Amy Bradley e implorou por ajuda", explicando que ela era mantida contra sua vontade e não tinha permissão para sair.
Houve outro avistamento potencial em 2005, quando uma testemunha chamada Judy Maurer alegou ter visto Amyem um banheiro de loja de departamentos em Barbados . A testemunha alegou que uma mulher entrou no banheiro acompanhada por três homens, que começaram a ameaçá-la se ela não seguisse um acordo. A testemunha alega que, depois que os homens foram embora, ela se aproximou da mulher perturbada, que então disse que seu primeiro nome era Amy e que ela era da Virgínia antes que os homens voltassem para levá-la embora. Mas não foi encontradas provas de que todas essas mulheres vistas, seja realmente Amy Bradley.
Uma imagem de uma jovem parecida com Bradley que foi enviada por email aos pais, e sugere que ela pode ter sido vendida como escravidão sexual mas nunca conseguiram provar que era realmente ela. E até hoje ninguém conseguiu provar que a Amy esta dentro de um bordeu ou até mesmo seria aquela moça vista na praia. O FBI e a familia de Amy oferece recompensa para quem saiba qualquer coisa sobre o paradeiro da mesma.












